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Sedã chega no terceiro trimestre de 2014, com o mesmo motor 3.0 V6 que equipa Audi A6 e outros

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Vida de patrão. Na boa linguagem popular, é isso que o Audi A8 oferece a quem ocupa a posição de motorista. Infelizmente, o rolezinho com a máquina não pôde acontecer lá no meu bairro, na zona leste paulistana, onde o topo de linha certamente não passaria despercebido. Mas o fato é que o modelo se destaca mesmo em meio à incrível frota alemã. Foi ainda na região de Munique, durante um raro momento de congestionamento numa Autobahn, que notei um motorista encarando o A8 com admiração. Ocupando o posto mais alto entre os sedãs da Audi, não é para menos. Talvez fosse pelo estilo, o A8 foi retocado na Europa no ano passado. As mudanças lhe caíram bem e tiraram um pouco da sobriedade.

Ele pode não ter vindo comigo, porém as passagens do A8 já estão compradas. O Audi desembarca até o terceiro trimestre deste ano. Até pouco tempo, falar no Brasil de um A8 equipado com algo além de um V8 seria impossível. É justamente o uso de um seis cilindros a grande novidade mecânica. Novidade em termos, já que o motor 3.0 V6 TFSI é velho conhecido do A6 e companhia. Está certo, não é exatamente algo que transformará o sedã em alguma coisa acessível, a Audi estima que o carro chegue com valor próximo a R$ 450 mil.

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A cifra exorbitante seria suficiente para comprar uma casinha no bairro, com direito a troco. Mas se o A8 pode não servir como lar, ao menos daria um belo quarto de um hotel. São 5,14 metros de comprimento e 2,99 m de entre-eixos. É espaço suficiente para viajar e dormir com o mesmo conforto de classe executiva. Com o mesmo entretenimento, inclusive. Ficou entediado? A central multimídia, além de se conectar à internet e possibilitar que o motorista tenha acesso em tempo real às condições de trânsito, o aparelho tem DVD e sonoridade perfeita. Para completar os serviços de “hospitalidade”, o modelo conta com um pequeno refrigerador e uma espécie de mesa para refeições.

Com tanto requinte assim, o A8 seria um sério candidato a vir recheado de mimos desnecessários. Só que ele não apela para uma parafernália de botões que mais atrapalham do que facilitam a experiência. Nesse sentido, bola dentro da Audi, que apela para o minimalismo em qualquer carro.

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É um V6 que anda como V8. O A8 sabe agradar a chefia e fisga mesmo é por sua resposta nervosa. Afunde um pouco mais o pé direito e o 3.0 ganha fôlego imediatamente. O V6 é capaz de despejar 314 cv de potência, entregues entre 5.200  e 6.500 giros, e bons 44,8 kgfm de torque, entre 2.900 e 4.750 rpm. Com exceção das colunas B, todo modelo é construído com alumínio, garantindo o baixo peso de 1.830 kg.

A combinação faz com que, embalado pelo espertíssimo câmbio tiptronic de oito velocidades, o carro seja capaz de alcançar os 100 km/h em apenas 5,7 segundos, com máxima de 250 km/h, controlada eletronicamente. Eu pude curtir até os 200 km/h. Dia de Autobahn carregada, para nosso azar. Faltou saber como ele roda por aqui, até, quem sabe, conferir em um passeio no meu bairro. Fica o desafio. Estou aguardando ansiosamente meu próximo dia de patroa.

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Land Rover Discovery 2014 tem novo design e mais equipamentos

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A Land Rover anunciou nesta segunda-feira, 10 de março, o lançamento da linha 2014 do Discovery. O utilitário esportivo traz leves mudanças visuais e melhorias no interior.

Por fora, o SUV tem um novo conjunto de faróis com iluminação diurna por LEDs, nova grade e para-choque redesenhado. As rodas de liga leve de 19 e 20 polegadas foram redesenhadas e o capô trocou o logotipo “Land Rover” por “Discovery”, logo acima da grade frontal.

O interior ganhou um novo tipo de revestimento em couro chamado Windsor, até então oferecido somente na linha Range Rover. O sistema de som de alta qualidade fabricado pela Meridian traz até 17 alto-falantes e 825 watts de potência. Os ocupantes do banco traseiro contam com duas telas de oito polegadas, que funcionam de forma independente e com fones de ouvido sem fio. Assim, é possível também assistir um filme em DVD e sintonizar um canal da TV digital simultaneamente.

O Discovery 2014 conta com duas opções de motorização a diesel, ambas V6 de 3,0 litros. A versão para cinco passageiros tem 211 cv e 53,03 mkgf de torque, enquanto as opções com capacidade para sete pessoas têm 256 cv e torque máximo de 61,18 mkgf. Ambas as versões têm câmbio automático de oito velocidades com opção de trocas sequenciais.

A lista de itens de série inclui monitoramento dos pontos cegos, alerta de presença de veículos em um raio de 90 graus nas diagonais, GPS com layout em três dimensões e até um sistema que calcula a profundidade da água durante uma travessia de área alagada. Os preços variam entre 254 mil e 354.200 reais.

HB20 ganha edição da copa do mundo

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A Hyundai apresentou hoje, no Museu do Futebol, em São Paulo, uma edição especial da linha HB20 em comemoração à copa que será disputada este ano no Brasil, conforme Autoesporteantecipou em janeiro. Chamada HB20 Copa do Mundo FIFA, a série será limitada a oito mil unidades (70% para a versão hatch e 30% para a sedã). Os preços da versão hatch começam em R$ 41.465, enquanto o sedã parte de R$ 44.330.

A motorização é a mesma oferecida na linha HB20 tradicional: 1.0 de 80 cv e 1.6 de 128, com opção de câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro.

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No visual, pouca diferença: a edição comemorativa do mundial conta com grade dianteira com detalhes em preto, acabamento entre as portas também em preto, selo indicativo da edição e rodas de liga-leve 15″ diamantadas. No interior, o carpete recebe costura em vermelho com a nomenclatura da edição, o sistema multimídia BlueNAV passa a contar com a BlueMediaTV, uma tela de 7″ touchscreen que funciona como reprodutor de fotos, vídeos e TV digital.  e os bancos recebem revestimento em couro, além do selo oficial da competição.

“Fizemos algumas contas de quando custaria se o cliente quisesse comprar todos itens exclusivos, e ele gastaria por volta de R$ 6.000. No entanto, nós estamos cobrando R$ 3.700 a mais nas versões 1.0 e R$ 3.950 nas versões 1.6”, conta Rodolfo Stopa, gerente de produtos da Hyundai Brasil.

As diferenças de preço são baseadas na versão Confort Plus, a mesma plataforma que gerou os novos modelos. Enquanto o HB20 Confort Plus 1.0 custa R$ 37.765, a versão Copa do Mundo FIFA com o mesmo motor, é avaliada em R$ 41.465. Com motor 1.6 de 128 cv, a versão Confort Plus é vendida a R$ 42.995 e a estilizada chega custando R$ 46.945.

É a primeira série limitada da linha HB20. “É uma série especial da linha HB20 que conta com itens bastante exclusivos de alto valor agregado”, conclui Rodolfo Stopa.

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O HB20 Copa do Mundo FIFA começara a ser fabricado no início de março e será comercializado a partir da segunda quinzena do mês. Além das cores originais, a linha conta com a nova cor metálica Azul Sky.

Confira os preços da linha HB20 Copa do Mundo Fifa:

HB20 1.0 – R$ 41.465
HB20 1.6 manual – R$ 46.945
HB20 1.6 automático – R$ 50.245

HB20S 1.0 – R$ 44.330
HB20 S 1.6 manual – R$ 49.810
HB20 S 1.6 automático – R$ 53.110

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Para não perder o tema competitivo, a linha vem ainda com chaveiro, bola oficial e mochila, todos com o tema Copa do Mundo. A Hyundai também promete ampliar a garantia da linha HB20 para esta série, de 5 para 6 anos, se a seleção brasileira for a campeã da copa. A “Hexagarantia”, como é chamada pela marca, é válido para todas unidades adquiridas no período de 1º de janeiro a 13 de julho de 2014 – data da final da Copa do Mundo.

A série do HB20 chega para disputar com o Volkswagen Gol, Voyage e Fox Seleção, que também foram inspirados no mundial de futebol. Enquanto a Hyundai é patrocinadora oficial da Copa do Mundo (o que permite o uso do tema), a Volkswagen é a patrocinadora da seleção brasileira.

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Fiat Palio fire o mais barato do Brasil

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Com a entrada em vigor da lei que exige a instalação de freios ABS e airbag duplo, a Fiat se despediu do clássico Mille e elegeu o Palio Fire como responsável por ocupar a vaga de entrada da marca. Com isso, o hatch passou por sutis modificações estéticas e uma redução de preço. Partindo de R$ 23.990 na versão duas portas e R$ 25.990 com quatro portas, o carro é anunciado como o mais barato do Brasil. Mas, será que vale a compra? Rodamos com o carro em trechos urbanos e a impressão que fica é que o Palio Fire 2014 cumpre bem sua função nessas condições.

O conforto do interior é garantido pelos novos bancos com revestimento de tecido e volante com boa empunhadura. No entanto, o novo quadro de instrumentos com a angustiante função de econômetro (que diz se o modo de condução está econômico) elimina o conta-giros, apesar do espaço de sobra no painel. Os acabamentos internos não deixam a desejar, mas quando o motorista começa a se animar com o conforto interno, tem que se esticar sobre o banco do passageiro para ajustar o espelho retrovisor lateral manualmente. Ponto negativo.

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Ao dar a partida é que o Palio Fire mostra seu objetivo. Abastecido com etanol, o motor 1.0 flex entrega 75 cv de potência a 6.250 rpm e 9,9 kgfm de torque, que são despejados aos 4.500 rpm. Tal combinação permite ao hatch rodar em trechos urbanos sem deixar o motorista na mão em ladeiras. A direção hidráulica (vendida como opcional por R$ 1.100) agrada em manobras, mesmo com o carro em baixa velocidade, e os freios a disco nas rodas dianteiras e a tambor na parte traseira cumprem bem sua função, sem trancos nem sustos. É verdade que o câmbio manual de cinco marchas poderia oferecer engates mais justos, mas não é algo que prejudique a condução.

A suspensão oferece o tradicional conforto dos modelos da Fiat. Assim, é possível trafegar pelo asfalto irregular das ruas brasileiras sem grandes incômodos, mas a característica não privilegia curvas em alta velocidade.

Se os espelhos retrovisores pecam pelos ajustes manuais, o excelente campo de visão que oferecem contribui para o conforto da condução. Raros são os momentos em que o motorista se vê obrigado a se posicionar de maneira diferente no banco para conseguir visualizar pontos mais distantes do carro, como em uma mudança de faixa, por exemplo.

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Acessórios

Os dias ensolarados com recordes de calor podem passar despercebidos a bordo do hatch italiano. Isso porque o sistema de ar-condicionado cumpre mais do que bem seu papel e é capaz de gelar a cabine em pouco tempo. Até os passageiros que gostam de temperaturas mais baixas podem precisar aumentar a temperatura sistema para não passar frio. Isso, porém, é luxo de quem topa pagar R$ 2.350 a mais pelo carro.

Outro item que não está presente na versão “pelada” é o rádio, que pode ser adicionado por R$ 180. Apesar do visual bastante simples, o aparelho também oferece leitor de MP3 com entrada USB no porta-luvas.

Espaço

Medindo 3,82 m de comprimento, 1,63 m de largura, 1,43 m de altura e com 2,37 m de entre-eixos, o Palio Fire oferece bom espaço para o motorista e o passageiro do banco dianteiro. Nos bancos de trás, os mais altos podem sofrer em viagens mais longas. Isso porque, com o banco do motorista ajustado para uma pessoa de pouco mais de 1,70 m, os joelhos do passageiro do banco traseiro pressionam o encosto do assento. Quanto ao porta-malas, apesar do acabamento simples, nada a reclamar quanto ao espaço: enquanto o modelo de entrada da Fiat oferece bons 290 litros, o Renault Clio e o Chevrolet Celta – modelos com preços de entrada próximos aos do Palio Fire – oferecem 255 l e 260 l, respectivamente.

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Mercado

Depois da aposentadoria dos antigos modelos sem airbag e ABS de série, a categoria de veículos de entrada por menos de R$ 30 mil ficou com poucos representantes. Competem com o Palio Fire, o Chery QQ (R$ 23.990), o Renault Clio (a partir de R$ 24.450), o Nissan March (a partir de R$ 27.990) e o Chevrolet Celta (a partir de R$ 28.990). Também pesa na redução de opções o fato de que a Chevrolet parou de produzir a versão duas portas do hatch de entrada. Conforme a reportagem de Autoesporte apurou, a montadora prioriza agora fabricar a versão com quatro portas, mais procurada. Assim, o valor do Celta mais barato passou de R$ R$ 25.990 para os R$ 28.990.

Apesar de ser vendido pelo mesmo preço do hatch de entrada da Fiat e contar com mais equipamentos de série, como ar-condicionado e rádio com leitor de MP3 e USB, o chinês QQ parece não ter caído no gosto do consumidor brasileiro. Ao longo de todo o ano de 2013, a Fenabrave registrou somente 3.109 emplacamentos do modelo, enquanto a Fiat vendeu mais de 53 mil unidades do Novo Palio. Destas, cerca de 75% são da versão com quatro portas, porcentagem que deve ser mantida na linha 2014. A briga fica um pouco mais apertada entre o Nissan March, que vendeu 24.255 unidades em 2013, e o Renault Clio, com 29.199 unidades.

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Preço é da versão limitada First Edition, mais equipada. Sedã terá inicialmente motor 1.6 turbo, de 156 cv.

foto-imagem-mercedes-benz-cla-classA Mercedes-Benz confirmou nesta terça-feira (7) que cobrará R$ 147,5 mil pelas primeiras unidades do CLA, um dos principais lançamentos da marca para 2014.

O preço, que chega a ser superior ao de algumas configurações do Classe C (sedã de categoria superior, mas cuja quarta geração surge agora no Salão de Detroit, para ser lançada aqui no 2º semestre), justifica-se pela versão CLA 200 First Edition, limitada e mais completa.

foto-imagem-mercedes-benz-cla-class-painelO lançamento oficial do CLA será no próximo dia 22, quando só então a Mercedes divulgará os elementos de segurança, luxo e conforto que compõem a configuração especial – que serve apenas para marcar a chegada do sedã ao país e estimular suas vendas iniciais. Ainda de acordo com a Mercedes, o CLA 200 com menos equipamentos e mais barato chegará posteriormente.

O CLA 200 First Edition é equipado com motor 1.6 turbo, de 156 cv; opções mais potentes (como o CLA 250, com bloco de 2 litros e 211 cv, e o CLA 45 AMG, de 360 cv) serão lançadas no decorrer do ano.

O modelo foi lançado mundialmente no ano passado e é uma das apostas da montadora para conquistar novos consumidores. Ele se posiciona abaixo do Classe C, o mais vendido da marca. Com preço menor há ainda o Classe A e do Classe B.

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Mercedes ganha versão classe C AMG

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Poucos dias após revelar a nova geração do Classe C, a Mercedes divulga as primeiras imagens da versão mais apimentada de seu sedã. A linha AMG será apresentada no Salão de Detroit, em janeiro, ao lado das demais variações do modelo. O sedã médio alemão está entre os modelos que serão produzidos na futura fábrica da Mercedes em Iracemápolis, em São Paulo, a partir de 2016.

As informações sobre as diferenças do modelo AMG em relação ao comum ainda não foram divulgadas, mas é possível notar algumas delas pelas imagens. Os para-choques, por exemplo, seguem o padrão mais agressivo da linha, com seção inferior marcada por recortes que valorizam a aerodinâmica e a estabilidade. Na traseira, as ponteiras do escapamento são duplas.

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  As laterais também contam com novas saias e novas molduras de janelas em alumínio. As rodas de 18″ de liga-leve trazem desenho exclusivo em seus cinco raios e o conjunto de luzes de led dianteiro também têm design diferente do Classe C regular.

Os detalhes mecânicos seguem em segredo. Mas é esperado que o kit AMG Line acompanhe novas pinças de freios e suspensão ajustável mais baixa esportiva.

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Golf eleito o carro do ano 2014

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O vencedor da 47ª edição do prêmio Carro do Ano é o Volkswagen Golf, deixando para trás os rivais Ford Focus, Peugeot 208, Renault Logan e Citroën C4 Lounge. O título vem para coroar a trajetória de sucesso do hatch, já consagrado na Europa e nos Estados Unidos, e agora também no mercado nacional.

A chegada da sétima geração do Golf ao Brasil veio para acabar com o período de não atualização do modelo, que havia estacionado na geração 4,5, e para se tornar o líder do segmento dos hatches médios no país, missão já cumprida. Em novembro, o VW emplacou 2.034 unidades, de acordo números divulgados pela associação de revendedores Fenabrave. Os dados incluem também os números de vendas da geração anterior, mas ainda assim foi bastante incrementado graças à nova geração.

“A premiação concedida por jornalistas especializados em automóveis é a mais importante para nós da Volkswagen, pois é a escolha dos profissionais que têm a maior capacidade de comparar o que há no setor, os produtos e as tecnologias”, afirmou o diretor de comunicação da Volkswagen no Brasil, André Senador.

À venda no país com preço a partir de R$ 67.990, o Golf é importado da Alemanha, mas já tem a confirmação de produção local, a partir de 2016, na fábrica de São José dos Pinhais (PR). E de acordo com o gerente de desenvolvimento de produto José Luiz Loureiro, o hatch nacional será idêntico ao alemão. “Por ser um projeto globalizado, o que aporta no Brasil é o mesmo vindo da Europa”, ressaltou.

A Volkswagen adiantou seu otimismo em disputar o próximo Carro do Ano. “Teremos muitas novidades, uma delas já no começo do ano. Será uma alegria se conseguirmos de novo ser o Carro do Ano”, destacou Senador, referindo-se ao compacto up!, que será lançado em fevereiro.

O evento de premiação aconteceu nesta segunda-feira (16), no espaço Villa Vérico, na capital paulista.

Carros mais caros em 2014 – 40% dos veículos nacionais podem aumentar de valor – Airbags e freios ABS encarecem os modelos de entrada

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Em 2014, pelo menos 40% dos carros nacionais poderão sofrer aumento de preços. Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), esse é o percentual de carros produzidos no Brasil hoje que ainda não vêm com freios ABS de fábrica, item que passará a ser obrigatório como item de série nos modelos fabricados a partir do ano que vem. A inclusão do item nesses veículos pode encarecer seus preços.

Além dos freios ABS, o airbag frontal duplo de fábrica também passará a ser obrigatório. O item já estava presente em 100% dos modelos fabricados no Brasil lançados em 2013, e em 60% do total de carros zero quilômetro nacionais deste ano. Contudo, 40% dos modelos nacionais ano 2013 não vieram com este item de fábrica, e também podem encarecer com a nova obrigatoriedade a partir de 2014.

“O custo para o conjunto ABS e airbag é de aproximadamente 1.100 reais para as montadoras, podendo ser reduzido com o aumento dos ganhos de escala de produção”, afirma Milad Kalume Neto, especialista em mercado automotivo e gerente de desenvolvimento de negócios da Jato Dynamics.

Os modelos de entrada devem ser os principais afetados, uma vez que em categorias superiores a maior parte dos carros já costuma trazer os itens de segurança de fábrica.

Dos carros da Volkswagen, por exemplo, atualmente não trazem os itens de série o Gol G4, o Novo Gol 1.0, o Novo Voyage 1.0 e a Nova Saveiro, que traz os itens de série só a partir da versão Trooper.

De acordo com informações passadas pela assessoria de imprensa da Fiat, apenas os modelos Siena EL e Doblò Cargo ainda não são comercializados com ABS e airbag. Segundo a montadora, o preço médio praticado para inclusão dos itens varia de acordo com o modelo, mas costuma custar entre 700 e 1.000 reais.

A obrigatoriedade dos freios ABS, sistema antitravamento dos freios nas quatro rodas, e do airbag duplo frontal foi determinada pelas resoluções 311 e 312 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Ainda que os aumentos de preços possam ser uma má notícia para os consumidores, a exigência dos airbags e dos freios ABS é uma medida bastante benéfica do ponto de vista da segurança.

Os freios ABS são considerados mais seguros do que os convencionais pois evitam o travamento das rodas. O sistema impede que o carro perca o atrito com o solo, permitindo aos condutores ter um controle maior sobre o veículo quando os freios são acionados, tanto em pistas secas como molhadas.

Já o airbag é uma bolsa inflável que é acionada quando ocorre uma colisão. Ela amortece o impacto da batida, amenizando as consequências do acidente para os passageiros do carro.

Para o gerente da Jato Dynamics, a adoção do ABS e do airbag é extremamente positiva para o mercado. “As montadoras justificavam a não utilização desses equipamentos de série pois os custos dos veículos aumentariam e perderiam a competitividade no segmento. Estávamos qualificando-os em um nível baixo de equipamentos e, principalmente, segurança. As resoluções do Contran foram, neste sentido extremamente positivas”, avalia Kalume

Novo SUV deve se chamar CR-U da Honda

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Uma das estreias mais aguardadas para o Salão de Tóquio de 2013, com abertura prevista para a próxima sexta-feira (22), é o novo SUV compacto da Honda. Apresentado como carro-conceito (foto) em Detroit, no início do ano, o modelo deverá chegar ao mercado em 2014 como CR-U.

A informação foi veiculada pelo site Honda and Acura Fans, que menciona a produção do utilitário na China já a partir de 2014. A tendência, porém, é de que o nome CR-U seja adotado em todos os mercados do planeta.

Apesar de a montadora ainda não dar detalhes oficiais sobre o fato, a expectativa é de que o futuro Honda CR-U também seja fabricado no Brasil.

Crossover Qashqai compacto será lançado em 2014

qashqai-2O novo Qashqai será produzido na planta da Nissan em Sunderland, na Inglaterra. Inicialmente, o crossover terá apenas uma motorização a gasolina (1.2 DiG com 113 cv) e duas a diesel – 1.5 dCi com 108 cv e 1.6 dCi, que rende 128 cv. Seu lançamento acontecerá em 2014.

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Bastante inspirado no novo X-Trail (conhecido em alguns mercados como Rogue), o Qashqai tem estilo moderno, seguindo a nova identidade visual da Nissan. A grade frontal dividida em três partes é típica dos utilitários da marca e a traseira tem lanternas que começam na tampa do porta-malas e vão até as laterais, lembrando um pouco o visual do Hyundai ix35.

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A Nissan revelou as primeiras imagens oficiais da nova geração do Qashqai, o modelo que colocou a marca no segmento de crossovers compactos na Europa.