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Com o pacote de equipamentos mais completo e pintura metálica, Polo Highline 200 TSI chega a R$ 75.940

Os preços do novo Volkswagen Polo são, no mínimo, interessantes. Variam entre R$ 49.990 e R$ 69.190, bem na média de valores cobrados por Hyundai HB20, Fiat Argo e Ford Fiesta. Mas até onde estes valores chegam com todos os pacotes de opcionais?

A versão de entrada, Polo 1.0 MPI, parte dos R$ 49.990 e tem ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas, rádio 2 din com Bluetooth, quatro airbags, Isofix, suporte para smartphone, computador de bordo, regulagem de altura do banco do motorista e chave tipo canivete.

Há dois pacotes de opcionais. O primeiro é o Safety Pack, que custa R$ 1.050 e contempla controles de estabilidade e tração e bloqueio eletrônico do diferencial, além de computador de bordo mais completo.

 

O segundo pacote, Connect Pack, custa R$ 2.600 mas a Volks pretende aumentar este valor para R$ 3.340 até o ano que vem. Além dos equipamentos do Safety Pack, ele traz rodas de liga leve aro 15?, central multimídia Composition Touch com App-connect e volante multifuncional.

Completo, o Polo 1.0 MPI sai por R$ 52.590. Mas mesmo assim ele continua sem retrovisores externos com ajuste elétrico, sem regulagem de altura da coluna de direção e sem faróis de neblina.

O Polo 1.6 MSI tem exatamente as mesmas limitações e pacotes de opcionais iguais, inclusive com os mesmos valores. A versão que parte dos R$ 54.990 passa a R$ 57.590 com o Connect Pack.

Por R$ 65.190, o Polo Comfortline é o mais em conta com motor 1.0 TSI de 128 cv. Tem de série controle de estabilidade com bloqueio eletrônico do diferencial, freios a disco nas quatro rodas, coluna de direção com ajustes de altura e profundidade, faróis de neblina com auxílio em curvas, central multimídia Composition Touch, bancos traseiros bipartidos, rodas de liga leve aro 15, retrovisores elétricos, sensores de estacionamento traseiros, descansa braço dianteiro, volante multifuncional e lanternas escurecidas.

O primeiro pacote de opcionais, Tech 1, custa R$ 2.200 (será R$ 2.990 após a fase de lançamento) e soma sistema keyless, retrovisor interno eletrocrômico, sensores de estacionamento dianteiros, aletas para troca de marchas atrás do volante, farol com ajuste automático de intensidade, rodas de 16 polegadas e piloto automático.

O segundo pacote, Tech 2, de R$ 3.500, tem os mesmos equipamentos dos primeiros e ainda soma ar-condicionado digital (de apenas uma zona), câmera de ré, frenagem automática pós-colisão, faróis automáticos, sensores de chuva, detector de fadiga, indicador de pressão dos pneus e detalhes em preto brilhante.

Completo, o Polo Comfortline 200 TSI custa R$ 68.690.

A versão topo de linha Highline parte de R$ 69.190 e, além dos equipamentos da versão Comfortline, tem de série piloto automático, sensores de estacionamento dianteiros, partida do motor por botão, duas portas USB, luzes diurnas em led, ar-condicionado digital, volante revestido de couro e porta-luvas refrigerado.

Para ele, há o pacote Tech High, de R$ 2.800 (R$ 3.585 a partir do final do ano), que soma indicador de pressão dos pneus, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva, faróis automáticos, câmera de ré, detector de fadiga, frenagem automática pós-colisão e central multimídia Discover Media com tela sensível ao toque de 8 polegadas, GPS, comandos de voz, sensor de aproximação, USB, Bluetooth e conexão com Android Auto, Apple CarPlay e Mirror Link.

O Technology Pack, de R$ 4.500 (aumentará para R$ 5.990 no final do ano), tem os mesmos equipamentos do Tech High mais rodas de liga leve de 17 polegadas e o tecnológico quadro de instrumentos digital com tela de 10,25 polegadas de alta definição com todas as informações de condução e navegação dispostas em formato personalizável, além da disponibilidade de visualização 2D ou 3D.

É possível ainda adicionar bancos forrados de couro sintético por mais R$ 800.

Com bancos de couro e o pacote Technology Pack, o Polo Highline chega a R$ 74.490. Mas há como aumentar esse valor com cores. A única gratuita é a preta, mas branco e vermelho sólidos custam R$ 450. As metálicas custam R$ 1.450.

Ou seja: com todos os equipamentos mais pintura metálica (como a Amarelo Curcuma, destaque no lançamento), o novo Polo pode custar até R$ 75.940.

Com tudo a que tem direito, ele deve concorrer com o New Fiesta 1.0 EcoBoost Titanium, por R$ 73.990 (a Ford não trabalha com opcionais), e com o Fiat Argo HGT 1.8 com todos os opcionais (R$ 73.800).

Klaus Bischoff disse que, apesar da necessidade de renovar o hatch, fugir da identidade visual da VW seria uma atitude ‘estúpida’

Deixar o design mais esportivo e imponente sem desprezar as heranças do passado. Foi este o principal desafio da equipe comandada por Klaus Bischoff, diretor de design da Volkswagen AG, antes do desenvolvimento do novo Polo – cuja produção no Brasil (ao lado do sedã Virtus) foi confirmada oficialmente pela marca.

“O Polo já vendeu mais de 14 milhões de carros pelo mundo. Isso é mais do que suficiente para dizer que precisávamos preservar sua identidade. Afinal, todo mundo quer construir uma identidade e, uma vez que você consegue, deve preservá-la a todo custo. É por isso que, ao mesmo tempo em que precisávamos renovar o Polo, havia a preocupação de não desvirtuar as características do modelo”, afirmou em entrevista durante o lançamento do carro, em Berlim.

Como quase sempre acontece com as novas gerações, o Polo cresceu 7 cm no comprimento, outros 7 cm na largura e 9 cm na distância entre-eixos em relação a seu antecessor – a 5ª geração, que não veio para o Brasil. Bischoff afirmou que houve um cuidado especial para não deixar o hatchback desproporcional.

“Nós queríamos fazer um Polo mais esportivo e, para tanto, deixá-lo mais baixo e aerodinâmico era essencial. Mas, antes disso, precisávamos alargar a carroceria para manter as proporções. Tudo isso sem prejudicar a funcionalidade, uma característica primordial de nossos carros. O carro ficou maior porque as pessoas exigem carros cada vez maiores e mais espaçosos”, afirmou.

Apesar da evidente semelhança com o Golf (prontamente rechaçada por Bischoff, diga-se), vários modelos da atual gama de produtos (e até futuros lançamentos) da Volkswagen serviram de referência para os designers. Mesmo assim, Klaus ressaltou o cuidado na preservação da identidade do Polo construída ao longo das últimas gerações.

“Cada produto tem uma personalidade diferente que deve se sobressair. É isso que faz o Polo ser totalmente diferente do Golf. Aproveitamos alguns elementos que o aproximam de nossos outros modelos, como o Passat, o Arteon e o futuro Touareg. Mas tudo isso sem esquecer da identidade de marca. Seria estúpido de nossa parte não mantê-la e especialmente não capitalizar em cima de algo que lutamos tanto para conseguir. Sem contar que seria um pecado se alguém visse o novo Polo e pensasse: ‘sim, é um Volkswagen, mas qual carro?’”, afirmou.

O interior também chamou bastante a atenção da mídia especializada durante sua apresentação global, realizada em Berlim, na Alemanha. Diferente da maioria dos compactos desenvolvidos pela VW até então, a tela da central multimídia ocupa lugar de destaque, acima, inclusive, das saídas de climatização. Segundo Bischoff, esse layout reflete a importância dos sistemas de entretenimento e conectividade a bordo.

“Preparar nossos produtos para um futuro cada vez mais conectado é essencial. Antes, os clientes se preocupavam apenas em ouvir música e os painéis eram mais simples. Hoje, se o cliente não consegue parear seu iPhone, ele desiste da compra. Nós mudamos toda a estrutura do painel e do interior por conta da preocupação com a conectividade. É preciso administrar tantas funções simultaneamente de uma forma simples, que permita a qualquer pessoa acessar tudo rapidamente”.

“Agora podemos acessar uma ampla variedade de rádios ao toque de um botão, podendo escolher também entre suas músicas favoritas armazenadas em dispositivos portáteis ou até em aplicativos como o Spotify. Hoje temos GPS, controles de climatização, som, telefone agrupados em um lugar só. Nosso papel é ter certeza de que fornecemos o maior número de funções possíveis ao alcance das mãos, sem distrair o condutor”, concluiu.

 

VW Polo 1,5-litro TDI

foto-imagem-VW-Polo-2014VW Polo 2014 facelift vai lançar em 15 de julho . Estes spyshots mostrar a variante diesel do Polo refrescado que irá obter energia a partir de um novo 1,5-litro TDI de quatro cilindros. O motor produziria cerca de 90 cv (88,7 cv) de potência no diesel Polo padrão e 105 cv (103,5 cv) na variante GT TDI. Estas imagens confirmam que o diesel Polo vai ter uma 5-velocidade transmissão manual, como é atualmente.

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Mudanças no exterior vêm na forma de novos pára-choques com caixas cromo foglight, novos elementos de espelho para faróis, um cromo grade single-ripas, refletores no pára-choque traseiro, um novo desenho das rodas de liga leve e uma nova cor corpo Orange.

 

No interior, o Polo 2014 vai ter um novo volante de 3 raios com comandos integrados, uma nova fonte para a exibição de multi-informação e inserções de prata para o console central e os controles de corrente alternada.

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Concessionárias de VW Índia começou a receber pedidos para o Polo 2014 . O hatchback viria em três linhas de acabamento – Comfortline, Highline e Highline +. No entanto, não se espera que as variantes GT do Polo para lançar até agosto deste ano.

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VW chega ao topo em janeiro

foto-imagem-volkswagen-polo-blue-gt-prataA China manteve a liderança global de vendas da indústria automotiva em janeiro de 2014. Segundo dados da consultoria JATO Dynamics, o país teve um expressivo crescimento de 7,6% no mês se comparado ao mesmo período de 2013, acumulando mais de 2 milhões de unidades comercializadas no primeiro mês deste ano. Como é de praxe nos rankings da JATO, os números da China englobam apenas os números de automóveis de passeio, enquanto os demais países somam vendas de carros e comerciais leves.

Os Estados Unidos continuam em segundo lugar, apesar da queda de 2,2% nas vendas. O Japão surge na terceira posição, seguido por Brasil (alta de 1%), Índia, Alemanha, Grã Bretanha e França. Rússia e Itália completam a lista dos dez principais mercados do planeta.

Entre as marcas, a Volkswagen superou a Toyota em janeiro, graças a um aumento de 3,03% nas vendas, totalizando 526.299 veículos vendidos nos 22 países pesquisados. A Toyota permaneceu na segunda posição, com alta de 6,88%. Outra marca a manter sua colocação foi a Ford, que teve crescimento de 2,84% nas vendas. Chevrolet, Nissan, Honda, Hyundai, Kia, Wuling e Fiat fecham o grupo das maiores montadoras.

Uno e Gol: eles quebram os postos

Reunimos as duas gerações dos veículos flex mais econômicos do Brasil para um desafio de centenas de quilômetros e poucos litros de combustível

No que dependesse dos quatro carros desta reportagem, vender combustível não seria um bom negócio. Afinal, esse quarteto tem pouca sede. Para descobrir qual é o carro mais econômico do Brasil (com gasolina e com etanol), levamos para um longo passeio as duas gerações do Fiat Uno e as duas do VW Gol – todos com motor 1.0 flex. O quarteto saiu de São Paulo, foi até o Paraná e depois voltou ao ponto de partida. No total, foram 870 quilômetros.

Por que eles? A seleção desse quadrangular final reuniu os dois vencedores do teste realizado em dezembro de 2008, além de dois novos desafiantes. Na primeira edição de nosso roteiro da economia, 11 carros participaram, e dois voltaram para São Paulo como destaques, exatamente o Mille e o novo Gol 1.0. O modelo da Fiat foi o mais econômico com etanol, seguido do Volkswagen. Com gasolina, eles empataram em terceiro lugar, mas no balanço entre combustível fóssil e renovável eles se sobressaíram. O Kia Picanto foi o campeão com gasolina, mas não aceita etanol.

De lá para cá, no entanto, algumas coisas mudaram. A Volkswagen apresentou um “novo velho Gol”. E a Fiat lançou um novo Uno. Explicando: na família Gol, o modelo novo (G5) é que era a referência em baixo consumo. Mas a empresa alemã lançou a versão Ecomotion do veterano Gol G4. No caso do Uno, o novo modelo recebeu motor com alterações (o que justifica o sobrenome “Evo”). Assim, só o quadrangular resolveria a questão.

A metodologia foi a mesma do primeiro teste. A viagem de ida foi feita com etanol. Depois que o tanque secasse, seria reabastecido com gasolina. Assim, após o bate-e-volta teríamos a média de consumo com os dois combustíveis. O trabalho começou na véspera. Na noite anterior, nosso auxiliar de testes, Alexandre Silvestre, o Careca, abasteceu os quatro veículos com etanol, calibrou os pneus e conferiu o nível dos líquidos (água de radiador, limpador e óleo do motor). Depois, colocou os carros para dormir, porque o dia seria puxado.

Saímos da Editora Globo às 6 horas da manhã. Para começar, escolhi o Gol Ecomotion – garantia para não dormir ao volante (torto). Isso porque no Gol G4 o som do motor invade a cabine sem cerimônia. O volante (sem opção de regulagem) é levemente torto, e o câmbio está longe de oferecer os melhores engates. Mas eu sabia que estava ao volante de um forte candidato ao título de mais econômico. A gente já havia feito o teste de pista com ele, e, além de andar muito (acelerou de 0 a 100 km/h em 13 segundos!), ele havia gasto pouco combustível. Faltava a comprovação.

Antes de encarar a longa reta da rodovia Castelo Branco rumo ao interior, vale um esclarecimento sobre o Gol Ecomotion: esqueça qualquer ligação com o Polo BlueMotion. Para ser mais econômico, o Polo recebeu tecnologia na direção (eletro-hidráulica) e no ar-condicionado (digital). Além disso, as marchas foram alongadas e a carroceria passou por alterações aerodinâmicas (grade mais fechada na frente, spoiler e aerofólio na traseira). Os pneus são especiais. No Gol, a receita foi o inverso: a completa exclusão da tecnologia e do conforto. Disponível apenas com duas portas, tem direção mecânica e o ar… bom, o ar é o que vem das janelas (esses equipamentos estão na lista de opcionais).

A maior novidade fica por conta do econômetro digital no painel, mas não se empolgue muito: ele é bem pequeno, e de visualização ruim. Os pneus Bridgestone B250 165/70 R13 (também empregados no Uno e no Mille) são de baixa resistência à rodagem, mas no VW eles recebem calibração bem mais alta, para diminuir ainda mais o atrito com o solo. Para se ter uma ideia, a pressão na dianteira foi de 27 para 39 libras! Como resultado, a direção fica bem leve, mesmo sem assistência hidráulica. E o bolso fica bem vazio: mesmo não oferecendo nada em termos de conforto, o Gol Ecomotion custa R$ 27.530. Dá para levar o novo Uno de quatro portas – meu segundo carro na rota da economia.

Fonte: AutoEsporte

Novo Polo Sedan é flagrado sem disfarces

Modelo vai ser vendido na Ásia e no leste europeu

Faltando apenas alguns dias para a apresentação do novo Polo Sedan na Rússia, o fórum polonês Samochody Swiata publica imagens do carro sem disfarces. O novo sedã da Volkswagen foi desenvolvido para mercado emergentes, inclusive Índia e o leste europeu.

Como não poderia deixar de ser, o carro terá entre os principais destaques o espaço interno, inclusive no porta malas, cuja capacidade deverá ter aproximadamente 500 litros. O interior segue o padrão dos modelos da marca alemã, com volante de três raios multifuncional e instrumenrtação parecida com a do Fox vendido no mercado brasileiro.

Fonte: G1