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Sedã terá duas versões Comfortline e R-Line. Mas nenhuma se iguala ao antigo 2.0 TSI

Enfim, a nova geração do Volkswagen Jetta chegou. O sedã começa a ser vendido no Brasil em outubro em duas versões: Comfortline 250 TSI, por R$ 109.990, e R-Line 250 TSI, por R$ 119.990.

Desta vez o motor é sempre 1.4 TSI de 150 cv de potência e 25,5 mkgf de torque (ou 250 Nm, de onde vem o número 250 do nome). E o câmbio é sempre automático de seis marchas.

Por enquanto, nem nos Estados Unidos, nem no México — onde é fabricado — existe uma versão à altura do antigo Jetta 2.0 TSI.

O Jetta 2019 é um exemplar da sétima geração, a primeira a usar a plataforma modular MQB, que serve de base para a maioria dos VW recém-lançados. Por conta da nova plataforma, o Jetta ficou maior.

Ele cresceu 4,3 cm no comprimento; 2,1 cm, na largura, e 1 mm, na altura. Totalizando 4,7 m de comprimento, 1,8 m de largura e 1,47 m de altura. Na distância entre-eixos o aumento foi de 3,7 cm. Agora, o sedã tem 2,69 m.

Cinco ocupantes viajam com conforto. O porta-malas manteve a capacidade em 510 litros.

Visualmente as mudanças também são radicais. O sedã abandonou o design equilibrado da sexta geração em favor de um estilo mais ousado.

Na dianteira, a grade trapezoidal remete ao sedã Arteon (que a VW comercializa na Europa). O capô ganhou um ressalto no centro. E, na lateral, os vincos foram acentuados.

A traseira também é nova, mas nasceu à imagem e semelhança do sedã compacto Virtus.

Por dentro, o parentesco do Jetta com o Virtus também é inegável. Mas as semelhanças podem ser creditadas ao que os designers chamam de family feeling ou identidade de marca.

O Jetta tem um interior mais imponente, na forma e no conteúdo. Seu painel é mais elaborado, com maior variação de níveis e mistura de materiais. Na parte superior, o revestimento é emborrachado.

Desde a versão Comfortline, o Jetta é bem equipado. Ele conta com ar-condicionado, seletor de modos de condução, faróis e luzes diurnas DRL com leds, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, seis airbags, bancos com revestimento que imita couro e rodas de liga-leve.

A cabine tem iluminação ambiente com a possibilidade do motorista escolher a cor que mais gosta, entre dez opções disponíveis.

No que diz respeito à conectividade, a central multimídia Discovey Media é compatível com os sistemas Apple Carplay e Android Auto, aciona ajustes do carro e de dispositivos como GPS e ainda permite o uso de dois aplicativos.

Um deles é o que permite a consulta ao Manual do Proprietário por meio de digitação ou oralmente.

O outro é o que possibilita controlar as principais funções da central por através do celular. A seleção musical da viagem pode ser controlada pelo passageiro do banco de trás, por exemplo, enquanto o motorista se ocupa da estrada.

Além de todos esses recursos de conforto, o Jetta traz também um pacote de sistemas eletrônicos de segurança.

A  lista inclui auxiliar de partidas em rampas, frenagem de emergência para manobras de ré (se o motorista desobedecer aos alertas do sistema de estacionamento, o sistema freia o carro antes de bater) e bloqueio eletrônico de diferencial (ajuda a contornar as curvas freando a roda interna à trajetória e jogando o torque para a roda externa).

A versão R-Line é ainda mais completa com o acréscimo de recursos como quadro de instrumentos digital, piloto automático adaptativo, alerta de distância do carro à frente, freio de emergência, detector de fadiga, sistema de frenagem pós-colisão (para evitar que o veículo continue em movimento após uma batida vindo a se chocar novamente com outro obstáculo) e farol alto com regulagem automática (para evitar ofuscamento).

New Jetta tem base de Golf e painel de Polo

Ano novo, tudo novo. Pelo menos para o Volkswagen Jetta, que trocou tudo na nova geração. Do estilo insosso até a plataforma, que agora é compartilhada com o Golf. Para não dizer que o novo sedã aproveitou nada de seu antecessor, o motor 1.4 TSI de 150 cv e 18,7 kgfm foi mantido, mas há novidades também no conjunto de transmissões. Mas o principal é que para dar um bom salto em refinamento e tecnologia, o Jetta pegou elementos emprestado da Audi. Toda essa renovação está sendo apresentada  no Salão de Detroit (EUA), que abre suas portas hoje (15) para a imprensa especializada. Confira o que esperar do Jetta 2019, já confirmado para o Brasil.

Design

Para abandonar a reputação de sedã sem graça, especialmente no mercado norte-americano, a Volkswagen apostou forte em uma carro de linhas mais esportivas e dianteira robusta. Dá para ver de longe a nova grade cromada, cheia de vincos e integrada aos faróis. As luzes diurnas de led formam uma assinatura semelhante a presente no novo SUV T-Roc.

A traseira também ficou mais curtinha, bem ao estilo fastback, adotado por todos os novos sedãs que querem acentuar o apelo esportivo. Quem desenhou as lanternas do novo Jetta bebeu da mesma fonte que o designer do nosso Virtus: as linhas do Audi A4. Esses três sedãs de categorias diferentes têm praticamente a mesma peça.

Arquitetura

Como a maioria dos carros médios da Volkswagen, o novo Jetta agora é construído sobre a plataforma MQB, a mesma do Golf. Essa mudança permitiu ao sedã não apenas ter um espaço maior na cabine e crescer em outras dimensões, como também se tornar estruturalmente mais seguro. O entre-eixos agora mede 2,68 metros (antes era 2,65 m).

Novo câmbio automático

O motor 1.4 TSI de 150 cv e 18,7 kgfm foi mantido, mas, pela primeira vez no sedã, ele é combinado com câmbio automático de oito marchas – que por si já dá uma bela atualizada no conjunto. Mas isso não excluiu a opção da transmissão manual de seis marchas, que continuará a ser oferecido para o mercado norte-americano.

Mais recheio tecnológico

Mas os pacotes de tecnologias de conforto e assistência ao motorista deram um tremendo salto. Para começar, o sedã pode ser equipado com o cockpit digital, que no Brasil chegou a bordo do novo Polo. Esse painel de instrumentos digital e colorido pode ser personalizado de várias maneiras pelo motorista e ainda faz uma bela dobradinha com a central multimídia.

O carro ainda conta com ar-condicionado de duas zonas, teto solar panorâmico, bancos com aquecimento e ventilação, sistema de som BeatsAudio de 400 watts.

No terreno dos sistemas de assistência ao motorista, aviso de colisão dianteira, assistente de frenagem de emergência autônoma (assistência frontal), assistente de ponto cego com alerta de trânsito traseiro, alerta de mudanças de faixa e controle de cruzeiro adaptativo (ACC).

Vem para o Brasil?

Sim. O novo Jetta será importado do México entre o fim deste ano e começo de 2019. Mesmo que o sedã não venda tanto quanto os concorrente Honda Civic e Toyota Corolla, a Volkswagen não pode abrir mão de ter um produto interessante em um segmento tão importante.

Novo motor 1.4 TURBO substitui completamente o 2.0 aspirado vendido anteriormente; versão básica também ganhou câmbio manual

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Exatos seis meses depois de ser nacionalizado, o Volkswagen Jetta ganha uma nova opção de motorização que substitui o atual 2.0 aspirado. Em fevereiro, a versão inicial Trendline e a intermediária Comfortline (fabricada em São Bernardo do Campo, SP) passarão a contar com motor 1.4 turbo e câmbio automático Tiptronic. A produção do Jetta em com o novo motor segue o cronograma de nacionalização do modelo antecipado , enquanto parte das unidades vendidas por aqui segue importada do México.

A chegada do novo motor substitui completamente a venda das versões com motor 2.0 aspirado. Os novos preços partem de R$ 78.230 na versão 1.4 TSI Trendline manual e chegam a R$ 103.990 na configuração Highline, que manteve o motor 2.0 turbo anterior. Além do novo motor, a versão de entrada Trendline passa a ser vendida também com opção de câmbio manual de cinco velocidades.

Preços e versões

Jetta Trendline 1.4 TSI (150 cv) Manual – R$ 78.230

Jetta Trendline 1.4 TSI (150 cv) Automático – R$ 83.630 (custava R$ 75.290 com motor 2.0 aspirado; encareceu R$ 8.340)

Jetta Comfortline 1.4 TSI (150 cv) Automático – R$ 89.750 (custava R$ 80.790 com motor 2.0 aspirado; encareceu R$ 8.960)

Jetta Highline 2.0 TSI (211 cv) – R$ 103.990 (custava 102.990 e não teve alteração de motor ou câmbio; encareceu R$ 1 mil)

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1.4 turbo

O motor 1.4 TSI movido a gasolina rende 150 cv e 2,5 kgfm e é o mesmo que equipa o primoAudi A3 Sedan, também nacionalizado no final do ano passado. Apesar de ter a mesma litragem e potência, o propulsor é diferente do utilizado no Golf, nacionalizado na última semana. O hatch conta com um 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm que roda tanto com gasolina como com etanol.

O novo motor passa a equipar a versão básica e a intermediária do sedã, batizadas de Trendline e Comfortline. Até então, elas eram equipadas com um motor 2.0 de 120 cv e câmbio automático Tiptronic. A topo de linha Highline segue contando com o motor 2.0 turbo de 211 cv e câmbio DSG (R$ 102.990).

O teste completo do Jetta com o novo motor 1.4 turbo está publicado na edição de fevereiro da revista Autoesporte, que já está nas bancas de São Paulo e chega às outras cidades ainda esta semana.

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Recall do VW Jetta nos EUA

A Volkswagen da América, unidade norte-americana da montadora alemã, anunciou nesta segunda-feira (28) um recall voluntário de 71.043 automóveis Jetta para reconfigurar a rede elétrica do sistema de alarme contra roubo e da buzina.

A porta-voz da empresa informou que uma falta de energia elétrica na buzina pode, em casos raros, desconectar a eletricidade para a caixa de conversão. Esta desconexão, em caso extremo, pode levar o motor a parar.

O recall atinge veículos Jetta sedã fabricados entre março de 2010 e março de 2011 e não há relatos de acidentes ocasionados pelo problema, disse a empresa.

Fonte: R7