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VOLKSWAGEN AMAROK HIGHLINE 2015

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A Volkswagen Amarok flerta com os carros de passeio mais caros em várias tecnologias, tais como o câmbio automático de oito marchas e a tração integral permanente. A linha 2015 a deixou ainda mais próxima dos carrões. Além da série especial Dark Label, feita sobre a versão intermediária Trendline, a top de linha Highline passou a trazer faróis bixenônio com luzes diurnas em leds e câmera traseira de estacionamento.  Com lançamento previsto para final de abril, a linha 2015 ainda não tem preço oficial. A Dark Label é baseada sobre a Trendline automática de R$ 134.910 e, em razão dos itens extras, deverá ser vendida por R$ 139 mil. Já a Highline deve manter a base de preço da linha 2014, R$ 152.550.

Como é de costume, a nova linha traz novidades para todas versões. A mais importante é o controle de tração e de estabilidade de série para as versões S, SE e Trendline. O pack inclui assistente de partida em rampa e controle automático de descidas. A Trendline também passa a ter regulagem elétrica dos faróis. Todas passam a contar com engate para reboque como opcional.

Com tiragem de 1.000 unidades, a série especial Dark Label vestiu o preto somente nos detalhes, já que as cores incluem branco sólido, prata  e cinza metálicos e, claro, preto perolizado. O nome da edição é justificado pelo tom fosco dos estribos, retrovisores, maçanetas, rodas (as escuras são opcionais) e lanternas escurecidas. Há também santoantônio com barra de proteção para o vidro traseiro. Por dentro, outros itens de personalização dão uma estampa diferente para a versão. Os tapetes ostentam a inscrição Dark Label e trazem presilhas. O melhor fica por conta dos bancos. Nem tanto pelas bordas em couro sintético e sim pela seção central em Alcantara. É aquele tecido artificial aveludado que costuma equipar esportivos, pois o material não deixa o corpo escorregar como o couro convencional e mantém a suavidade ao toque da camurça original.

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São itens estéticos que costumam ser instalados por grande parte dos compradores de picapes médias e sairiam por mais que os estimados R$ 5 mil de diferença, um chamariz de custo-benefício sempre usado por séries limitadas. O pack de opcionais inclui rodas aro 18 com pneus 255/60, rádio com navegador GPS, bloqueio mecânico do diferencial traseiro, pacote com sensores de chuva e de luminosidade e também pneus de uso misto R17 ou R18.

Em novidades, contudo, a Highline eleva a aposta. Os novos faróis bixenônio deram uma aura tecnológica, junto com as luzes de rodagem diurnas em leds. Não há limpadores de faróis, pois a potência de luminosidade os dispensa, mas há regulagem interna de altura. Para combinar, a grade dianteira passou a ser pintada em preto brilhante. Também novas, as rodas aro 19 com pneus 255/55 estava presentes na unidade testada. O sistema de entretenimento agora inclui câmera de ré, que trabalha em conjunto com os sensores dianteiro e traseiro.

IMPRESSÕES AO DIRIGIR
Faróis bixenônio, rodas aro 19, câmera de ré, faróis de neblina capazes de iluminar esquinas ao virar, tudo remete a um automóvel de luxo. Será um opcional exclusivo da Highline, tal como é em outros mercados. O volante é ajustável em altura e profundidade, embora os bancos devam ajustes elétricos pelo preço. O visual também aproxima a Amarok dos automóveis da VW, tal como as regulagens amplas e milimétricas. Ao começar a rodar, essa impressão só é quebrada por constatações óbvias, como o tamanho do veículo, e pela rodagem mais pesada. Não tem jeito, a construção por longarinas é robusta e inclui o tradicional eixo rígido traseiro, conjunto pesado cujo balanço logo se denuncia nos buracos e imperfeições. É uma característica normal em um veículo feito para levar 1.280 l de volume na caçamba ou 1.126 kg de carga total.

Há um ponto, contudo, que a Amarok está bem distante da categoria: a tração integral permanente 4Motion. Ao dispensar o mecanismo temporário, a picape da VW apresenta uma compostura em curvas como normalmente não se vê no segmento. A carroceria pode se inclinar um bocado e o conjunto continua a exibir seu peso de 2.044 kg, porém o comportamento nas trajetórias é neutro, sem saídas de traseira temíveis sobre piso ruim. Durinha nas manobras, a direção hidráulica compensa em altas velocidades, onde a sensação de centro de volante passa consistência. As manobras são rápidas, no que ajuda a direção com taxa de 14,6:1 – mais rápida que muito sedã médio.

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Na pista, o conjunto do motor 2.0 biturbo de 180 cv a 4.000 giros e 42,8 kgfm de torque a 1.750 rpm não demora muito a reagir, no que ajuda muito o câmbio ZF automático de oito marchas – com trocas sequenciais na alavanca e modo esportivo. Até os 100 km/h, a Amarok Highline leva 11,4 segundos. As retomadas são cumpridas com pressa, de 60 a 100 km/h foram 6,6 s. O conjunto de freios a discos ventilados e tambores foi cumpridor. De 80 a 0 km/h, a VW precisou de apenas 26 metros para estancar.

A caixa se adapta rapidamente no modo automático, passar para o sequencial é quase dispensável. O giro a 120 km/h fica em confortáveis 2.000 rpm. Isso ajuda no conforto acústico e na economia. Foram 9,1 km/l de diesel na cidade e 13,1 km/l na estrada.

No fora de estrada, os elfos da eletrônica tomam conta das coisas para você. O bloqueio eletrônico dianteiro se soma ao mecânico traseiro. O blocante traseiro pode ser acionado por botão para dividir 50/50 a força para as rodas de trás. Outro comando permite configurar o carro para o off-road e atua em parâmetros de motor, freios e controles eletrônicos para dar uma mão. Esse sistema aciona o ABS offroad, capaz de bloquear um pouco as rodas em frenagens sobre a terra. Parece um contrassenso, mas isso cria pequenos montinhos para aumentar o atrito e parar a picape em menor espaço.
O controle de velocidade em descidas também faz parte e pode ter a velocidade regulada pela pressão no acelerador. Só não vale passar dos 30 km/h.

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CUSTO-BENEFÍCIO
O preço da Amarok Highline com todos opcionais ficará em torno de R$ 160 mil, o que inclui extras como as rodas de liga-leve aro 19 com pneus 255/55, rádio com GPS, airbags laterais dianteiros (que adicionam a regulagem lombar manual para os bancos da frente), faróis bixenônio, entre outros. Isso a deixa pouco acima das rivais Ford Ranger e Chevrolet S10 mais caras. Embora não esteja entre as três mais vendidas no geral de picapes médias,  isso se dá porque a VW dispensa os motores flex – ela é a terceira mais vendida no nicho diesel.

VALE A COMPRA?
Sim. A linha 2015 tornou a picape mais competitiva e segura. Totalmente equipada, a Amarok continua a ser competitiva em comparação aos modelos rivais top. Se você busca uma picape capaz de passar segurança como um automóvel na maioria das situações e, de quebra, levar carga e enfrentar o offroad de cabeça erguida, a Amarok pode ser o seu carro. Quero dizer, picape.

VW Amarok e copiada de empresa Chinesa Jiangling

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Apesar da nítida evolução em termos de design e qualidade de construção, algumas marcas chinesas continuam copiando o design de modelos europeus. O plágio da vez é a da Jiangling Motors, que lançou em seu país natal a T7 – praticamente um clone da VW Amarok.

Com início de produção programado para fevereiro, a picape será oferecida com duas opções de motorização: 2.2 a gasolina com 110 cv e 2.8 turbodiesel (fornecido pela japonesa Isuzu) de apenas 100 cv.

Esta não é a primeira vez que a Jiangling Motors Corporation (JMC) se inspira em um projeto feito na Europa. A montadora fabrica em conjunto com a também chinesa Changan o Landwind X7, que imita as linhas do Range Rover Evoque.

Novo VW Amarok Power concept

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As primeiras imagens do Volkswagen Amarok Power concept chegaram à Internet nesta terça-feira (27). O modelo deverá ser apresentado ao público durante o Wörthersee, tradicional evento austríaco de modelos modificados, que terá início amanhã.

A picape recebeu alterações em sua carroceria, com kit aerodinâmico que potencializa o visual agressivo do modelo, além de grandes rodas de liga-leve. Os faróis são de LED e, na traseira, podem ser vistas as duas ponteiras de escapamento.

Por dentro, é possível identificar os bancos revestidos em couro Alcantara de dois tons e acabamento na cor laranja. Também são vistos o volante esportivo e os detalhes que remetem à fibra de carbono. Ainda não há informações oficiais sobre a motorização do modelo.

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Volkswagen revela Amarok com cabine simples

Nova configuração chega na Europa no segundo semestre de 2011.
Com capacidade para duas pessoas, caçamba aumentou para 2,20m.

A Volkswagen apresentou durante o Salão de Veículos Comerciais de Hannover, na Alemanha, a versão cabine simples da picape Amarok, que está prevista para chegar à Europa no segundo semestre de 2011.

Com capacidade apenas para dois passageiros, a caçamba de 1,55m de comprimento foi aumentada para 2.20 m, mas os dados sobre capacidade de carga ainda não foram divulgados.

A nova configuração traz o mesmo motor 2.0 diesel biturbo, entre 122 cv e 163 cv, e o câmbio manual de seis marchas que equipa o restante da gama do modelo.

No Brasil, a primeira picape média da marca alemã, é oferecida em duas versões: a topo de linha Highline com tração integral e o modelo intermediário Trendline.

Fonte: G1