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O uso de patinetes e bicicletas elétricas foi aprovado na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo(CDR) – PL 4.135/2019

A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) aprovou nesta quarta-feira (5) um projeto de lei que regulamenta o uso de patinetes e bicicletas elétricas para o deslocamento urbano. A proposta (PL 4.135/2019) também define normas para os serviços de compartilhamento de bicicletas e outros veículos de mobilidade individual. O texto seguiu para decisão final da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

O texto limita a 6 km/h a movimentação dos veículos individuais autopropelidos em áreas de circulação de pedestres e a no máximo 20 km/h em ciclovias e ciclofaixas, exatamente como determina o Conselho Nacional de Trânsito (Contran). E cada veículo só poderá levar uma pessoa por viagem.

O autor da proposta, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), destaca que, recentemente, a população de mais de uma dezena de cidades brasileiras passou a dispor de patinetes elétricos, com um crescente número de acidentes envolvendo seus usuários, bem como conflitos no compartilhamento das calçadas com os pedestres. E já há registros de atropelamento de usuários que trafegavam nas faixas de rolamento das vias.

Além disso, Gurgacz aponta a expansão recente dos serviços de compartilhamento de patinetes, bicicletas e bicicletas elétricas, mas há lacunas na legislação para a utilização desses veículos. Para isso, o senador, que preside a Subcomissão Temporária sobre Mobilidade Urbana, propõe equiparar condutores de patinetes e de veículos de mobilidade individual autopropelidos aos ciclistas em direitos quanto em obrigações.

A proposição inova ao tipificar como infração conduzir bicicleta nas faixas de rolamento de vias providas de ciclofaixas, ciclovias ou acostamento. Também será considerado infração transitar sem sinalização noturna (ou com ela desligada) e sem capacete de ciclista, no caso das bicicletas elétricas. Quem desrespeitar as regras será punido com multa nos termos do Código de Trânsito Brasileiro. A circulação nos passeios poderá ser autorizada e devidamente sinalizada pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via.

O texto também tipifica como infrações a condução de patinete (ou veículo de mobilidade individual autopropelido) transportando passageiro ou carga que comprometa sua segurança; em vias com velocidade máxima superior a 40 km/h; nas vias providas de ciclofaixas, ciclovias ou acostamento; e em passeios onde não seja permitida a sua circulação. A condução de forma agressiva também é considerada infração.

Registro e licenciamento
Além do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o projeto muda a Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU) para incluir na norma a definição de serviço de compartilhamento de veículos de mobilidade individual: “serviço, remunerado ou não, de compartilhamento de bicicletas, bicicletas elétricas e veículos de mobilidade individual autopropelidos, para a realização de viagens individualizadas.” Caberá aos municípios e ao Distrito Federal a regulamentação dos serviços de compartilhamento de bicicletas, bicicletas elétricas e veículos de mobilidade individual autopropelidos. O texto determina que o registro e o licenciamento desses veículos obedecerão à regulamentação estabelecida em legislação municipal do domicílio ou residência de seus proprietários.

“A regulamentação deverá ter como premissas a priorização da segurança e da fluidez do trânsito de pedestres, a garantia das condições de segurança dos usuários dos serviços, a exigência de contratação de seguro de acidentes pessoais e de responsabilidade civil e a efetiva cobrança de tributos”, destaca Acir.

Dependendo do peso suportado, velocidade alcançada e potência do motor elétrico, o veículo pode exigir emplacamento e habilitação. De acordo com o texto, o Contran especificará as dimensões e potência máxima dos equipamentos classificados como autopropelidos. O projeto também inclui no Código de Trânsito a determinação de que caberá aos municípios e ao Distrito Federal a concessão de autorização para conduzir veículos de mobilidade individual autopropelidos.

O relator da matéria, senador Izalci Lucas (PSDB-DF) apresentou parecer favorável, com emendas de redação. Na reunião desta quarta-feira, o texto foi lido pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM).

“Quanto ao mérito da proposição, o projeto é extremamente oportuno, uma vez que, ao definir no Código de Trânsito as regras de circulação desses veículos, elimina o impasse que hoje se observa em muitas cidades brasileiras quanto ao seu uso. Ademais, evita-se que municípios legislem sobre normas de circulação, sem competência para tanto, no intuito de solucionar o problema advindo do aparecimento desses veículos em suas vias”, defende Izalci.

Algumas infrações previstas no projeto
Deixar de guardar a distância lateral de 1,5 metro ao passar ou ultrapassar pedestre, ciclo, patinete, veículo não motorizado ou veículo de mobilidade individual autopropelido, quando estes estiverem utilizando as faixas de rolamento. Infração: gravíssima. Penalidade: multa.
Transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias, no caso de ciclomotores: Infração: média.  Penalidade: multa.
Conduzir ciclos: transportando criança menor de 7 anos, ou que não tenha condições de cuidar da sua própria segurança, fora do assento a ela destinado. Infração: média. Penalidade: multa.
Conduzir patinete ou veículo de mobilidade individual autopropelido transportando passageiro (que não seja o condutor) ou carga que comprometa sua segurança. Infração: média. Penalidade: multa.

Fonte: Agência Senado

Qualidade da gasolina no Brasil – Nova resolução da ANP promete melhorar para atender novos motores e desempenho

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou, na última quinta-feira (16), nova resolução que visa a elevar a qualidade da gasolina vendida no Brasil.

A nova deliberação é focada principalmente na fixação de faixa de valores de massa específica da gasolina, o que resultaria em um menor consumo e maior rendimento do produto.

O documento ainda versa sobre os parâmetros de destilação do combustível, que afetam questões como dirigibilidade, desempenho e aquecimento do motor.

O último ponto abordado é a fixação de limites para a octanagem RON.

Isso porque existem dois parâmetros de octanagem, MON e RON. Anteriormente o Brasil só especificava a octanagem MON e o chamado índice de octanagem (IAD), que é a média entre MON e RON.

Agora, de acordo com a ANP, a limitação se faz necessária para atender às novas tecnologias de motores e resultará num melhor desempenho dos novos veículos.

A nova resolução passa a valer assim que for publicada no Diário Oficial da União e substitui a Resolução ANP nº 40, de 2013.

DPVAT – Seguro deverá ser extinto a partir de 2020

Seguro obrigatório era cobrado todo ano dos proprietários de veículos. Acidentes ocorridos até 31 de dezembro de 2019 ainda serão cobertos, diz o governo.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou nesta segunda-feira (11) a extinção do seguro obrigatório DPVAT a partir de 2020. A medida provisória nº 904 foi publicada nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União. Veja perguntas e respostas sobre a medida.

O que é o Seguro DPVAT?
Também conhecido como “seguro obrigatório”, o Seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o país.

Ele foi instituído por lei em 1974. Até agora, o pagamento era anual e obrigatório para todos os proprietários de veículos e era feito junto com o IPVA. O seguro era um requisito para o motorista conseguir renovar o licenciamento do veículo.

Em 2007, com a proposta de centralização de gestão envolvendo o atendimento ao usuário, além de representações nas esferas administrativa e jurídica, foi criada a Seguradora Líder, que administra o DPVAT até então.

Assim como as demais seguradoras particulares, a Líder é fiscalizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Economia.

Quem pode pedir o DPVAT e quanto recebe?
Qualquer pessoa que sofreu um acidente de trânsito, seja pedestre, motorista ou passageiro. O seguro cobre despesas médico-hospitalares e dá indenização por morte ou invalidez permanente (veja os valores abaixo). A vítima ou familiares dela podem pedir o seguro até três anos depois da data do acidente ou da ciência da invalidez ou da morte.

(1) Estes valores não são divididos entre as vítimas do mesmo acidente. São pagos individualmente.

(2) O valor da indenização de invalidez permanente varia conforme a gravidade da lesão.

(3) O valor do reembolso médico-hospitalar varia conforme o total de despesas comprovadas.

Mais informações de como receber o DPVAT podem ser obtidas pelos telefones 4020-1596 (regiões metropolitanas) ou 0800-0221204 (outras regiões).

Quantos benefícios já foram pagos?
De 2009 a 2018, o DPVAT pagou mais de 4,5 milhões de sinistros, segundo a Seguradora Líder. Nesse período, foram mais de 485 mil indenizações por morte, 3,2 milhões por invalidez e 818 mil pagamentos de despesas médicas.

Só em 2018, o segurou pagou 328.142 indenizações para vítimas de acidentes de trânsito e seus beneficiários. Foram 38 mil por morte, 228 mil por invalidez permanente e 61 mil por despesas médicas.

Quando o Seguro DPVAT vai acabar?
A partir de 2020, de acordo com a medida provisória editada nesta segunda-feira. Porém, a MP precisa ser aprovada pelo Congresso em até 6 meses, a partir da publicação no “Diário Oficial da União”, ou então perderá a validade.

Por que ele vai acabar?
A Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão federal que fiscaliza o mercado de seguros, disse ter sido questionada pelo Ministério da Economia sobre fraudes, problemas com órgãos de controle e alto índice de reclamações em relação ao seguro, e apresentou dados que apontam a baixa eficiência do DPVAT. O órgão não divulgou esses dados.

Em setembro último, ela afirmou que, em 2018, 11.898 fraudes ao DPVAT foram descobertas. E que, nos 7 primeiros meses de 2019, conseguiu identificar mais de 4 mil, evitando um prejuízo de R$ 29,6 milhões.

De acordo com a Susep, o volume de reclamações do DPVAT é um dos maiores do mercado, “sendo a Seguradora Líder, a 2ª colocada no ranking de reclamações da Susep”. E, ainda conforme a superintendência, atualmente, o DPVAT é alvo de processos movidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e de milhares de ações judiciais.

A Susep também destacou que o DPVAT consome 19% dos recursos de fiscalização da superintendência, enquanto a operação representa apenas 1,9% do volume de receitas.

Ainda segundo a Susep, “espera-se que o próprio mercado ofereça coberturas adequadas para proteção dos proprietários de veículos, passageiros e pedestres”.

Hoje, de acordo com o órgão, cerca de 30% da frota circulante de veículos no Brasil já contam com essas e outras coberturas.

De acordo com o governo, a extinção do DPVAT não vai desamparar os cidadãos em caso de acidentes, já que o Sistema Único de Saúde (SUS) presta atendimento gratuito e universal na rede pública.

Até quando serão pagas indenizações por acidentes pelo DPVAT?
Sinistros ocorridos até 31 de dezembro de 2019 serão cobertos pelo seguro. Assim, a atual gestora, Seguradora Líder, continuará responsável pelos procedimentos de cobertura até 31 de dezembro de 2025.

Depois disso, a União sucederá a Seguradora Líder nos direitos e obrigações envolvendo o DPVAT.

“Para os segurados do INSS, também há a cobertura do auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte. E, mesmo para aqueles que não são segurados do INSS, o Governo Federal também já oferece o Benefício de Prestação Continuada – BPC, que garante o pagamento de um salário mínimo mensal para pessoas que não possuam meios de prover sua subsistência ou de tê-la provida por sua família, nos termos da legislação respectiva”, afirma o governo.

Qual o valor do Seguro DPVAT?
Ele era reavaliado a cada ano e era mais caro para motos, que são o tipo de veículo que mais demanda indenizações por acidentes.

O valor do seguro vinha caindo nos últimos anos. Em 2019, essa queda chegou a 71% para automóveis, que pagaram R$ 12, e a 56% para motos, para as quais foram cobrados R$ 180,65 (veja os valores para todos os tipos veículos).

Segundo o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que definiu os preços em 2019, o valor do seguro baixou porque o volume de recursos acumulado em reservas era maior do que as necessidades de atuação do Seguro DPVAT, como o pagamento de indenizações.

De acordo com o governo, o Consórcio do DPVAT contabiliza atualmente um total de R$ 8,9 bilhões; sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas do seguro até o fim de 2025 é de aproximadamente R$ 4,2 bilhões.

Quanto o governo arrecada com o Seguro DPVAT? Para onde vai o dinheiro?
No ano passado, foram R$ 4,669 bilhões, distribuídos da seguinte forma:

45% (R$ 2,101 bilhões) foram usados para o financiamento do SUS;
5% (R$ 233,5 milhões) foram destinados ao Denatran para financiamento de programas de educação no trânsito;
50% (R$ 2,334 bilhões) foram usados para pagamentos de indenizações do DPVAT.
Com a extinção, quem fica com o valor acumulado pelo DPVAT?
De acordo com o governo, o Consórcio do DPVAT contabiliza atualmente um total de R$ 8,9 bilhões; sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas do seguro até o fim de 2025 é de aproximadamente R$ 4,2 bilhões.

O valor restante, cerca de R$ 4,7 bilhões, será destinado, em um primeiro momento, à Conta Única do Tesouro Nacional, sob a supervisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), em 3 parcelas anuais de 2020 a 2022.

Essas parcelas, segundo o governo, são suficientes para compensar as estimativas de repasse ao SUS e ao Denatran.

O que é DPEM, que também será extinto?
O Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por suas Cargas (DPEM) é para vítimas de danos causados por embarcações. De acordo com o governo, ele está inoperante desde 2016 porque não há seguradora que o oferte.

E o IPVA?
O Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA) é estadual e não está incluído na medida provisória que extingue o DPVAT. Seu pagamento continua sendo obrigatório para a maioria dos veículos.

Versão mais forte na gama da família de médios ganhou uma versão em Lego feita com mais de 320 mil peças

Mais um carro ganha versão em bloquinhos de Lego: agora é a vez do hatchback Honda Civic Type R. A versão tem tamanho real, pesa aproximadamente 1.300 kg e foi feita especialmente para o programa australiano Lego Masters.

A montagem foi feita por uma equipe de nove pessoas e teve duração de mais de 1300 horas de trabalho.

O conjunto de 320 mil peças que formam o modelo tem como um dos principais destaques o controle tecnológico feito pelo Ipad. O tablet regula o funcionamento dos faróis, DRLs, luzes de neblina, setas, freios e luzes de ré.

“Das luzes funcionais e indicadores, passando pelos complexos logos Honda feitos de Lego, construir os detalhes do modelo foi uma diversão para nós”, afirmou Ryan McNaught, responsável pela criação e direção do projeto.

A estrutura contém uma base de ferro e peças regulares que foram coladas camada a camada, de cima a baixo.

De acordo com a marca, os itens que apresentaram maior dificuldade para serem construídos foram: limpadores de para-brisa e asa traseira, pela fragilidade e necessidade de sustentação, respectivamente.

A partir do dia 28 de abril, o brinquedo poderá ser visto no programa televisivo do canal Channel Nine, na Austrália.

Sedã de luxo passa a usar o propulsor turbinado derivado do Civic Type R

Mais de um ano após ter sido lançado nos Estados Unidos, o novo Honda Accord estreia no Brasil em pacote único de equipamentos, por R$ 198.500. O modelo foi apresentado durante o Salão do Automóvel de São Paulo.

Por aqui a décima geração do sedã virá com o mesmo motor 2.0 turbo do Civic Type R, mas recalibrado para 256 cv e 37,7 mkgf. O antigo V6 3.6 aspirado, que foi aposentado no modelo, gerava 280 cv e 34,6 mkgf, respectivamente.

O câmbio é o novo automático de dez marchas desenvolvido pela Honda que havia estreado na minivan Odyssey.

A novidade fica por conta do pacote de equipamentos, que conta pela primeira vez com controlador de velocidade adaptativo com frenagem de emergência e assistente de permanência na faixa.

O aumento do entre-eixos melhorou o espaço para quem vai atrás

Os bancos de couro têm ajuste elétrico para o motorista. A versão manual (foto), no entanto, não será oferecida no Brasil

O carregador de celular por indução está entre os itens de série no país

O porta-malas tem 472 litros de volume

Os airbags exigem alguns cuidados – A bolsa de ar sai do painel do carro a quase 300 km/h

Aparentemente, segurança veicular no Brasil fica em último lugar na preocupação das autoridades de trânsito. Tanto que, apesar de o Congresso e o Contran terem tornado obrigatórios (por pressão de fabricantes) os dispositivos ABS e airbags, não houve rigorosamente nenhuma preocupação do governo em esclarecer os motoristas sobre estes dois equipamentos eletrônicos de segurança. Como eles atuam e os cuidados a serem tomados. Por isso, os airbags exigem alguns cuidados.

Não adianta, por exemplo, saber que os airbags frontais, obrigatórios no Brasil desde janeiro de 2015, fazem as bolsas se inflarem para proteger motorista e passageiro no caso de um impacto frontal. É importante também saber os cuidados a se tomar no automóvel equipado com este dispositivo.

No caso do motorista, o airbag fica dentro da parte central do volante e exige vários cuidados. O primeiro é manter uma distância mínima de 20 centímetros para não receber um impacto muito forte no rosto quando a bolsa se infla. O segundo é evitar de colocar objetos metálicos defronte ao tórax (caneta no bolso da camisa, por exemplo) que pode ferir o motorista se pressionado pela bolsa.

E, finalmente, posicionar as mãos opostas horizontalmente no volante (15 para as três, no relógio) para evitar que os braços recebam um golpe quando o airbag inflar. Os airbags exigem, ainda, alguns outros cuidados.

No caso do passageiro, ele tem que estar a uma distância maior do painel de onde vem a bolsa, pois ela é bem maior que a do motorista: manter um mínimo de 40 centímetros. Além disso, não colocar jamais os pés sobre o painel, pois no caso de um acidente frontal, quando a bolsa se inflar, ela vai atingi-lo e machucá-lo ao invés de protegê-lo.

Ninguém imagina o tamanho da pancada provocada por uma bolsa inflável: ela é arremetida para fora de seu compartimento a uma velocidade de quase 300 quilômetros por hora. Inclusive, o airbag já matou pessoas. Já teve velhinha baixinha norte-americana que dirigia “pertinho” do volante e que morreu quando a bolsa de ar se abriu!

Através de aplicativo, Detran-SP, será permitido a transferência de multa entre condutores por meio de selfie.


Após baixar o aplicativo e fazer o cadastro, o condutor precisa conferir os dados da infração e do veículo, fazer uma selfie e assinar na tela do celular

O Detran-SP anunciou nesta terça-feira um recurso que permite a transferência de multa entre condutores por meio de selfie. A ferramenta poderá ser usada quando o condutor que comete a infração de trânsito não é o dono do veículo.

Para usar o recurso, é preciso fazer download do aplicativo do Detran-SP – disponível para os sistemas operacionais Android e iOS. Ao realizar o cadastro, o motorista deve acessar a opção “Indicação de Condutor”. Assim que conferir os dados da infração e do veículo, o proprietário identifica-se com uma selfie e assina na tela do celular.

Se o motorista não for registrado em São Paulo ou não possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), ele pode incluir uma fotografia de um documento de identificação, como o RG.

Também é necessário identificar o condutor que deve receber a autuação. Para isso, é preciso incluir o CPF, número da CNH, selfie e assinatura – ambas as assinaturas devem ser idênticas às do documento de habilitação.

A indicação de condutor permite que a pontuação seja atribuída à CNH correta – desde junho de 2016, o órgão paulista possibilita o procedimento pelo site, mas com o novo recurso, o processo torna-se mais rápido e simples.

Ao finalizar o cadastro de informações, o condutor é avisado de que as informações serão analisadas. É possível acompanhar o status da solicitação no aplicativo ou portal do Detran-SP.

Em média, 5.500 pedidos de indicação são enviados ao Detran por mês, mas 3.500 são recusados.

Apesar do gasto contábil, grupo obteve lucro

A General Motors fechou o quarto trimestre no vermelho, devido a US$ 7,3 bilhões de gastos ligados à recente reforma tributária dos Estados Unidos, que forçou uma revisão de sua contabilidade. O prejuízo líquido atingiu US$ 5,2 bilhões, contra um lucro líquido de US$ 1,8 bilhão no mesmo período de 2016.

Excluindo esse gasto contábil, a maior fabricante de automóveis americana teve um lucro de US$ 1,9 bilhão – de acordo com a empresa, seu melhor desempenho na história para este período do ano.

Recall Peugeot 3008 – Já? Pouco tempo que foi lançando e já com problema no motor?

A Peugeot acaba de anunciar no Brasil a realização de um recall envolvendo o recém-lançado 3008. Importado da França e vendido por aqui há apenas 4 meses, o modelo está sendo chamado de volta às concessionárias para reparar uma falha identificada no chicote elétrico do motor de arranque. Conforme explica a marca, o referido item pode se degradar e não funcionar de maneira adequada, gerando aquecimento e consequente deslocamento involuntário do veículo ou incêndio no compartimento do motor.

O reparo consiste na verificação e, se necessário, substituição do componente – serviço que leva cerca de 2 horas para ser concluído. O atendimento aos clientes começa segunda na próxima segunda-feira (16), mediante agendamento prévio e sem custos adicionais. Todos os exemplares afetados foram fabricados entre 9 de setembro de 2016 e 24 de julho deste ano, com chassis de HS003128 a JS007249. Informações adicionais estão disponíveis pelo telefone 0800 703-2424 ou pelo site www.peugeot.com.br. O atendimento acontece de segunda a sexta, das 9h às 17h.

 

A PEUGEOT do Brasil convoca os proprietários dos veículos Peugeot 3008, identificados abaixo, de forma gratuita, a atender o seguinte recall com chassis não sequenciais:

 

MODELO DATA DE FABRICAÇÃO CHASSI
3008 09/09/2016 a 24/07/2017 HS003128 a JS007249



Componente envolvido: Chicote elétrico do motor de arranque.

Razões técnicas: Mau posicionamento do chicote elétrico do motor de arranque.

Solução: Verificar o posicionamento do chicote elétrico do motor de arranque e adicionar proteção. Se necessário, efetuar a substituição do chicote.

Risco: Possível degradação do chicote elétrico, podendo ocasionar o não funcionamento do motor e/ou aquecimento do motor de arranque. Em casos raros, poderá ocorrer deslocamento involuntário do veículo e incêndio no compartimento do motor, gerando risco de acidente com possibilidade de danos físicos e/ou materiais aos ocupantes do veículo e/ou a terceiros.

Data do Início do atendimento: 16/10/2017, com prazo de duração indeterminado.

Horário de atendimento: segunda a sexta-feira das 9h00 às 17h00

Duração do atendimento: 02 horas

Local de agendamento e atendimento do serviço: REDE DE CONCESSIONÁRIAS PEUGEOT em todo o País.


Para informações adicionais consulte:

Rede de concessionárias Peugeot

SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE PEUGEOT – SAC
TEL: 0800 703 24 24

Carros autônomos – Intel promove carro sem motorista com LeBron James, jogador de basquete da NBA

A estrela da NBA aparece num anúncio criado pela Intel com o objetivo de afastar o medo que alguns utilizadores possam ter dos carros autônomos.

Entre os receios de quem teme os carros autónomos estão a perda de controlo, a disrupção das novas tecnologias ou os ciberataques. Para promover este como um meio mais seguro de transporte, a Intel pagou por um vídeo com LeBron James onde a estrela dos Cavaliers mostra-se, primeiro, reticente em sequer entrar e depois a fazer uma viagem a bordo de um carro sem condutor.

Kathy Winter, vice-presidente da Intel para a condução autónoma, diz que a aceitação social, junto com a tecnologia usada e a regulação são os três pilares que irão determinar a rapidez com que o mercado irá aceitar os carros que “andam sozinhos”. «Dado que os acidentes automóveis que podem ser imputados a erro humano causam mais de um milhão de mortos por ano, é dos carros conduzidos por pessoas que a população deve ter medo. No entanto, todos nós sentamo-nos atrás do volatne todos os dias e confiamos que os carros que vêm na nossa direção, noutra faixa, vão ficar onde é suposto. Da minha perspetiva, a não ser que sejam carros autônomos, devíamos estar aterrorizados», disse Winter, citada pelo The Verge.

Recorde-se que a Intel quer uma fatia de um mercado que irá valer mais de sete biliões de dólares num futuro próximo e que já comprou a Mobileye em março por 15,3 mil milhões de dólares. Uma das próximas fases do plano da Intel é a construção de uma frota de veículos autônomos que irão cruzar as estradas dos EUA, Israel e Europa.

Veja o vídeo onde figura LeBron James.
https://youtu.be/8VzoqU5IQT4