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Novo Corolla – A Toyota dará novo fôlego ao atual quatro-cilindros de 2 litros já oferecido na gama. Lançamento da nova geração será em setembro

Aos poucos a Toyota vai confirmando informações e especificações da nova geração do Corolla em seu hot site. Nos últimos dias, por exemplo, a fabricante divulgou a primeira imagem da cabine do modelo.

A fotografia em questão mostra a fileira traseira de assentos, confirmando um desenho idêntico ao do Corolla sedã europeu tanto para a guarnição das portas laterais traseiras quanto para o banco.

A única diferença aparente está na adoção de acabamento em couro mais simples, com faixas centrais lisas ao invés de incrementadas com costuras em forma de losango.

 

Mas as informações mais reveladoras de momento sobre o três-volumes, cujo lançamento se dará na primeira quinzena de setembro, ainda não constam no tal hot site. QUATRO RODAS as antecipa agora.

A primeira: além do já anunciado motor 1.8 híbrido flex de aproximadamente 125 cv com etanol, o novo Corolla trará nas versões mais básicas o velho conhecido motor 2.0 flex naturalmente aspirado, só que retrabalhado para chegar a 160 cv.

São 7 cv a mais do que o atual, com quatro cilindros, 16 válvulas e duplo comando variável, oferece. Também é esperado algum ganho nos 20,7 mkgf de torque.

O pequeno ganho de potência foi confirmado por concessionários, que aguardam o dia 1° de setembro para poder fazer as primeiras encomendas. O início das vendas, porém, será em 12 de setembro.

Não deixa, porém, de ser um balde de água fria para quem esperava pelos 170 cv e pelos 40% de eficiência térmica do novíssimo motor 2.0 Dynamic Four com injeção direta usado pelo novo Corolla na Europa e nos Estados Unidos.

Em 2016 a Toyota anunciou um investimento de R$ 600 milhões na fábrica de Porto Feliz (SP) para nacionalizar os motores do Corolla a partir deste semestre.

Motor 1.8? Apenas híbrido

Nas revendas da Toyota fala-se em quatro versões para o Corolla, alternando entre equipamento e mecânica. A topo de linha, Altis, será vendida sempre com o conjunto formado pelo motor elétrico de 72 cv e o 1.8 a combustão pseudo-Atkinson com até 101 cv quando abastecido com etanol (3 cv a mais que o Prius).

Entre os destaques da versão estarão equipamentos inéditos no sedã, como assistente de permanência em faixa ativo e ACC, o controle de cruzeiro adaptativo, que detecta a distância para o veículo à frente e freia automática caso o trânsito fique mais lento ou pare. O sistema também é capaz de acionar os freios emergencialmente para evitar uma colisão.

Estes recursos estão presentes no novo Chevrolet Cruze no Brasil, mas o arquirrival Honda Civic ainda não dispõe deles.

Já a versão intermediária XEi terá a opção do motor 2.0 16V Dual VVTi flex com até 160 cv combinado com câmbio CVT que simula sete marchas, além do mesmo conjunto híbrido da versão Altis

Fabricante revelou design do sedã europeu, que será seguido pelo modelo híbrido flex nacional. Estreia em nossas ruas será no fim deste ano

A Toyota antecipou a apresentação do novo Corolla europeu, que estava marcada para o Salão de Genebra. O visual do modelo é o mesmo que será adotado pelo Corolla brasileiro, previsto para chegar às lojas no final deste ano.

Quem diz isso é ninguém menos que o presidente da Toyota na América Latina, Steve St. Angelo, conforme com exclusividade após entrevista com o executivo no último Salão de Detroit.

As linhas são mais conservadoras que as da versão americana, apresentada justamente na mostra de Detroit, em janeiro.

A 12a geração do sedã utiliza a nova plataforma modular TNGA, a mesma do Prius, própria para receber motorização híbrida. Na Europa, o carro será oferecido em duas versões híbridas, 2.0 e 1.8 – esta última é a que interessa para nós.

No caso, o propulsor 1.8 de ciclo Atkinson, que no Brasil será flex, atua junto a um motor elétrico para entregar uma potência combinada de 122 cv e 14,5 mkgf de torque. Por aqui, a potência pode ser aumentada com uso de etanol. A versão de entrada com essa motorização na Europa tem preço inicial de 21.750 euros – pouco mais de R$ 91.000.

Já o 2.0 híbrido europeu rende 180 cv. Consumidores do Velho Continente também poderão optar por um 1.2 turbo e um 1.6 naturalmente aspirado, ambos a gasolina.

Já os brasileiros terão à disposição uma configuração com um novo propulsor 2.0 de quatro cilindros flex, acoplado a câmbio CVT com engrenagem para auxiliar a arrancada. Versões de entrada devem seguir contando com o velho 1.8 quatro cilindros flex.

Com plataforma e conjunto mecânico novos, modelo também estreia interior mais moderno

A nova geração do Toyota Corolla começou a ganhar forma. Desta vez a fabricante japonesa mostra o Corolla Hatch que será vendido nos Estados Unidos.

Na prática, é uma versão local do Auris, que foi apresentado para o mercado europeu há poucas semanas.

Mas o Corolla hatch é mais importante para o Brasil: seu interior e sua motorização estão mais próximos da nova geração do Corolla sedã que será fabricada por aqui a partir de 2019.

Em vez de um conjunto híbrido ou o motor 1.2 turbo de 116 cv, o hatch americano tem motor 2.0 Dual-VVT-i aspirado, mas com injeção direta.

Outra novidade é que o sistema de comando das válvulas de admissão terá sua variação comandada eletricamente, não por pressão de óleo como no sistema tradicional.

A taxa de compressão também é mais alta, de 13: 1 contra 12:1 do antigo 2.0.

Por aqui, o Corolla ainda deverá usar um 1.5 turbo nas versões mais caras. Ele será produzido na fábrica de Porto Feliz (SP) a partir do segundo semestre de 2019, quando as obras de ampliação da unidade serão concluídas.

No Brasil, a Toyota já descartou o câmbio manual de seis marchas para o Corolla, mas ele continuará sendo oferecido nos EUA.

Mas o destaque é mesmo a transmissão Dynamic-Shift CVT, que simula 10 marchas com modo Sport, mas com primeira marcha mecânica para facilitar as arrancadas.

O Corolla hatch está completamente diferente por dentro. Boa parte dos botões foram substituídos pela central multimídia destacada no topo do painel.

Ela tem 8 polegadas e é compatível com Apple CarPlay.

Logo abaixo estão as saídas de ar e os comandos do ar-condicionado, agora de duas zonas. A alavanca de câmbio fica isolada em um console próprio em posição elevada.

O conjunto foi tão simplificado que o reloginho digital (que lembrava o antigo Ford Del Rëy) foi abandonado.

O quadro de instrumentos também mudou bastante.

Uma tela de TFT de sete polegadas substitui o velocímetro e também exibe informações do computador de bordo e do navegador.

Em relação ao Auris, o Corolla hatch tem design com pretensões esportivas, com para-choques, faróis e lanternas. Essa diferenciação vem de outras gerações, pois o perfil dos clientes muda.

Se nos EUA o Corolla é carro compacto, comprado por jovens, na Europa – assim como no Brasil – é um carro médio com nível de equipamentos superior. Por isso, é melhor não esperar que o Corolla brasileiro seja igual ao americano.

NOVO TOYOTA COROLLA XEI 2.0

A esperta tática do preço abaixo de R$ 100 mil (no aperto) foi utilizada pela Toyota com o lançamento do Corolla reestilizado. E nada melhor que adotá-la para a versão mais vendida do sedã médio, batizada de XEi, com motor 2.0 e oferecida por R$ 99.990. Finalmente com controles de tração e estabilidade em toda a gama, além dos retoques no visual e de sete airbags, será que o carro (de tiozão, como o povo costuma dizer) é uma boa opção de compra? Descubra a seguir.

Impressões ao volante

Mesmo sem os recursos eletrônicos de segurança, o Corolla já era um carro muito bem acertado e que dificilmente desgarrava nas curvas. Mas é bom saber que agora o ESP está lá para eventuais problemas e também para reforçar a comodidade. Com ele, o Corolla passa a ter assistente de partida em rampa, muito útil para ladeiras ou descidas. Pena ainda não haver o chamado Brake Hold, que permite ao motorista tirar o pé do freio quando o carro está parado.

Abusando um pouco da velocidade nas entradas de curva, o Corolla não titubeou em qualquer momento. É preciso, aliás, exagerar muito para o controle de estabilidade corrigir a trajetória. Nota dez para o sedã nesse quesito.

Ponto positivo também para nova calibração das suspensões e amortecedores, que tornou o Corolla extremamente confortável sem abrir mão da estabilidade. Acrescente ao pacote de conforto os reforços feitos no isolamento acústico da cabine e a atualização do software do módulo da direção elétrica… o resultado faz qualquer um crer que o carro tem potencial para vender ainda mais no país.

Por dentro, o estilo sóbrio do painel ainda é menos sedutor que o do Honda Civic e o do Chevrolet Cruze, mas a aparência ficou mais agradável com a maior presença de partes de toque suave, nova tela multimídia (usada em outros Toyota como Hilux e SW4), o novo design das saídas de ventilação e dos comandos do ar-condicionado digital.

O que poderia ter melhorado: a central multimídia touchscreen merecia alguns botões físicos e um sistema operacional mais rápido; o freio de mão garantiria maior refinamento e praticidade se fosse elétrico; e a ausência de uma segunda entrada USB. Ah, os novos difusores de ar circulares deixam o vento “vazar” mesmo quando estão fechados.

Desempenho

Não houve alteração mecânica na linha reestilizada do Corolla; a versão XEi (assim como a XRS e a Altis) manteve o motor 2.0 flex de até 154 cv e 20,7 kgfm muito bem pareado com o câmbio CVT de sete marchas virtuais.

O conjunto agrada com acelerações e retomadas eficazes mesmo sem usar o botão de modo Sport, que faz o carro trabalhar em rotações mais altas. As médias de consumo também são boas para um dois litros. Segundo o Inmetro, foram 10,6 km/l de gasolina na cidade e 12,6 km/l na estrada, médias que descem para 7,2 km/l e 8,8 km/l com etanol nas mesmas provas.

Itens de série

Bem equipada, a versão XEi incorporou rodas de liga leve de 17 polegadas, botão de partida e chave presencial. Mas poderia ter ganhado os faróis de led, presentes só na XRS e na Altis, além de um básico sensor de chuva. Sensor de ré seria muito útil também (em toda linha!) em vez de só câmera de ré.

Vale a compra?

Sim. O Corolla está ainda mais gostoso de dirigir, ficou mais elegante, é muito espaçoso e confortável. Com controle de tração e de estabilidade agora? Vai vender mais que pão quente.

Ficha Técnica

Motor: Dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 16V, comando duplo, flex

Cilindrada: 1.986 cm³

Potência: 154 (E)/143 cv (G) a 5.800 rpm

Torque: 20,7 (E)/19,4 (G) kgfm a 4.800 rpm

Câmbio: Automático CVT, 7 marchas virtuais

Direção: Elétrica

Suspensões: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira

Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás

Pneus: 215/50 R17

Tração: Dianteira

Comprimento: 4,62 m

Largura: 1,77 m

Altura: 1,47 m

Entre-eixos: 2,70 m

Tanque: 60 litros

Peso: 1.335 kg

Porta-malas: 470/507 litros

Consumo Inmetro (etanol)

Urbano: 7,2 km/l

Rodoviário: 8,8 km/l

Média: 8 km/l

Autonomia em estrada: 528 km

Modelos com alta liquidez e boas qualidades para você não errar na escolha de um usado

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Para quem valoriza espaço no porta-malas e versões com bom recheio de equipamentos, os sedãs continuam oferecendo ótimas opções no mercado de seminovos. Confira a seguir nossas sugestões divididas por segmentos – tem até modelos de luxo com preço de tamanho médio.

SEDÃ COMPACTO

Toyota Etios sedã XS 1.5 2013

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Derivada do hatch, a versão sedã é praticamente igual ao irmão menor. Ambos podem receber o motor 1.5, mas essa motorização é exclusiva no três-volumes. Porém, o grande diferencial do Etios Sedan é mais óbvio: maior espaço no banco de trás e no bagageiro. O volume do porta-malas se destaca entre os compactos: 562 litros.

Assim como o pequeno propulsor 1.3 dá conta de carregar o hatch, o 1,5 litro de 96 cv também é suficiente ao sedã, mesmo quando o veículo está totalmente carregado. Na prova de 0 a 100 km/h, registramos  11,7 s. Mas os melhores resultados vieram das provas de consumo. Marcamos 9 e 11,8 km/l, na cidade e estrada, utilizando etanol. São números melhores que o do hatch equipado com motor 1.5 (7,2/10,3).

Hoje, a Toyota oferece quatro versões (X, XS, XLS e Platinum), que variam cerca de R$ 10?000 – entre R$ 46?390 e R$ 56?490. Porém, no mundo dos seminovos esses valores acabam se diluindo bastante, já que a Toyota as diferenciou com poucos acessórios. Entre o Etios X e XS, por exemplo, o degrau inclui apenas o rádio com toca-discos e Bluetooth, volante com controles de áudio, chave com controle remoto e alarme. Então, não se espante se encontrar preços iguais ou muito semelhantes pela versão intermediária. Segundo a tabela Fipe (novembro de 2015), o Etios XS 2013 é vendido por preço médio de R$ 32?562, apenas R$ 600 a mais que o Etios X. Por isso, se seu garimpo só trouxer à tona a versão básica (X), é mais recomendável transformar esse revés em argumento para negociar um desconto em vez de descartá-la.

ETIOS SEDÃ XS 1.5 2013
PREÇO: FIPE: R$ 32.562
FICHA TÉCNICA
Motor: 1.5 16V, 96/92 cv; câmbio: manual, 5 marchas,
Consumo (km/l): urb, 9; rod, 11,8 (etanol)
Dimensões (cm): comp., 427 cm; larg. 170 cm; altura, 151 cm; peso 955 kg
REVISÕES
30.000 km R$ 393
40.000 km R$ 549
50.000 km R$ 311
60.000 km R$ 484
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 177
Discos dianteiros: R$ 138
Amortecedores dianteiros: R$ 444
Pneu: R$ 286
DESVALORIZAÇÃO: – 1,4% (2014-2015)
SEGURO: R$ 2.168

 

SEDÃ MÉDIO

Toyota Corolla XEi 2014

foto-imagem-Corolla-XEi

Só papel-moeda tem mais liquidez que um Corolla usado em bom estado de conservação. O japonês não para nas lojas. Por isso, seja ágil ao realizar a compra quando se deparar com uma boa oferta – não é raro que modelos anunciados sejam vendidos em poucos dias após a publicação do anúncio.

Nem a mudança de geração comprometeu a vida do Corolla antigo. Mas vale ter cuidado para não confundir o ano/modelo. O Corolla de 11ª geração (a atual) foi lançado em 2014, como modelo 2015. Assim, se você está de olho no anterior, olhe a partir da linha 2014. A diferença de preços foi grande quando ocorreu a mudança. O Corolla XEi usado, mas de “cara nova”, parte de R$ 76?153, enquanto um XEi 2014, o nosso indicado, tem preço de R$ 63?024, segundo a Fipe.

Desconsiderando esse degrau alto por conta da troca de gerações, a desvalorização do sedã usado no último ano é baixíssima (1,9%) e sua reputação entre os seminovos é imbatível. Não é difícil encontrar carros em bom estado e com revisão feita em concessionárias. Em contrapartida, não espere por descontos polpudos.

A versão XEi, intermediária, é a mais comum de encontrar. A top de linha, SE-G, foi rebatizada como Altis. E não chega a ser rara. Porém, pode ser um desafio encontrar unidades que não tenham sido blindadas pelo primeiro dono.

O Corolla conta com direção leve, rodar suave e porta-malas bem maior que o do Civic – comporta 470 litros. As apólices de seguro costumam ser mais baratas que as do Honda. Ao comprar um Corolla, procure evitar as versões manuais, caso você se preocupe com a revenda.

TOYOTA COROLLA XEI 2014
PREÇO: FIPE: R$ 63.024
FICHA TÉCNICA
Motor: 2.0 16V, 153/142 cv; câmbio: aut., 4 marchas,
Consumo (km/l): urb, 6,7; rod, 9,4 (etanol)
Dimensões (cm): Comp. 454; larg. 176; altura 148; peso 1 285 kg
REVISÕES
30.000 km: R$ 372
40.000 km: R$ 738
50.000 km: R$ 361
60.000 km: R$ 505
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 252
Discos dianteiros: R$ 228
Amortecedores dianteiros: R$ 656
Pneu: R$ 428
DESVALORIZAÇÃO: – 1,9% (2014-2015)
SEGURO: R$ 2.939

 

SEDÃ GRANDE

Ford Fusion 2.0 Titanium 2013

foto-imagem-Ford-Fusion

Ele já foi líder da categoria, com mais de 1?000 unidades vendidas por mês. Não há como negar que esse Ford é um objeto de desejo. E o melhor: não houve alterações visuais desde o final de 2012, quando estreou no Brasil. Ou seja, seu vizinho não saberá se você comprou um usado ou zero-quilômetro – nos EUA, ele acaba de receber um leve facelift que só deve chegar por aqui em 2017. Mas as qualidades vão além do visual. A mecânica evoluiu muito: o modelo estreou um 2.0 turbinado de 234 cv.

A versão Titanium é oferecida com tração dianteira ou integral. Se você encontrar o AWD, melhor. Mas o Titanium com tração no eixo da frente é adequado. E tem preço médio de R$ 85?279. O 4×4 custa cerca de R$ 4?000 a mais.

Ao procurar por um, certifique-se de que a manutenção está toda em dia. Apesar de as peças não serem tão caras em comparação com a concorrência, a Ford cobra muito pelas revisões.

FORD FUSION 2.0 TITANIUM 2013
PREÇO: FIPE: 85.279
FICHA TÉCNICA
Motor: 2.0 16V, 240 cv; câmbio: aut. seq, 6 marchas
Consumo (km/l): urb, 7,9; rod, 11,1 (G)
Dimensões (cm): comp. 487; larg. 191
REVISÕES
30.000 km: R$ 612
40.000 km: R$ 1.424
50.000 km: R$ 536
60.000 km: R$ 760
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 392
Discos dianteiros: R$ 385
Amortecedores dianteiros: R$ 666
Pneu: R$ 768
DESVALORIZAÇÃO: – 1,2% (2104-2015)
SEGURO: R$ 3.936

 

Hyundai Azera 2013

foto-imagem-Hyundai-Azera

Esse sedã coreano é um convite para um novo mundo de requinte e curtição: além de oferecer nível de conforto digno de carros de categorias superiores, tem um potente V6  3.0 sob o capô – esse motor gera 250 cv.

A atual geração chegou ao mercado em março de 2012 e passou por leve reestilização no começo deste ano. Isso faz das linhas 2013 e 2014 as opções mais convidativas entre os usados.

Antes de fechar negócio, verifique a saúde do carro e o histórico de manutenção. As peças desse Hyundai são caras, em especial os componentes da suspensão – justamente os elementos mais maltratados pelas ruas brasileiras.

Por R$ 90.465, segundo a Fipe, um Azera 2013 custa apenas R$ 35 a mais que um Corolla XEi 2.0 2016 zero-quilômetro. E não é difícil encontrar carros com menos de 30.000 km rodados.

HYUNDAI AZERA 2013
PREÇO:
FICHA TÉCNICA
Motor: 3.0 V6, 250 cv; câmbio: aut. seq., 6 marchas
Consumo (km/l): urb, 7,9; rod, 12,8 (gasolina)
Dimensões (cm): comp. 492; larg. 186
REVISÕES
30.000 km: R$ 462
40.000 km: R$ 513
50.000 km: R$ 417
60.000 km: R$ 614
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 727
Discos dianteiros: R$ 555
Amortecedores dianteiros: R$ 2.255
Pneu: R$ 623
DESVALORIZAÇÃO: – 4,7% (2014-2015)
SEGURO: R$ 4.472

Desafio dos sedãs médios de entrada dá ao estreante Jetta Trendline 2.0 a chance de medir forças com os consagrados Corolla GLi 1.8 e Cruze LT 1.8

foto-imagem-sedasO calor do lançamento passou, o pacote de equipamentos é insosso para quem busca conectividade
máxima e a mecânica está longe de ser o que há de mais moderno na indústria. Mas o preço na casa dos R$ 70 000 tem efeito hipnótico sobre quem não pode ou não quer gastar muito. E foi por isso que o anúncio do Jetta na versão 2.0 Trendline (R$ 69 990) serviu de inspiração para o comparativo. A pergunta que queríamos responder: “Esses sedãs baratos valem a pena?”. Para fazer companhia ao VW, convidamos os três modelos mais vendidos em 2014. De cara, só o Corolla GLi 1.8 (também R$ 69 990) confirmou presença. O Civic LXS 1.8 (R$ 73 900) ficou de fora, pois a Honda alegou não ter o carro em sua frota de imprensa. Explicou ainda que a versão tem participação mínima no mix de vendas: apenas 4%. Na GM, o Cruze LT (R$ 78 090) também não figura na frota de imprensa, mas conseguimos uma unidade cedida para fotos pela concessionária paulistana Anhembi. Estes sedãs querem chamar sua atenção mostrando que se desprenderam dos luxos excessivos. Mais do que elegância, um gesto que denota uma questão de etiqueta – de preço.3º VW Jetta Trendline 2.0 8V
A nova versão de entrada tem motor e câmbio obsoletos. O seguro (R$ 5 662) é o mais caro, assim como a cesta de revisões até 60 000 km (R$ 3 887)Apesar de não fazer frente ao todo- poderoso Corolla, o Jetta se defende bem diante do Cruze. Para quem gosta de um carro mais firme, obediente aos comandos rápidos do volante e capaz de contornar curvas longas com extrema competência, o Jetta é a melhor indicação. O problema é a obsolescência do motor e do câmbio, capaz de dar ao sedã um fôlego dissonante da ótima suspensão (com multilink na traseira). De concepção antiga, o 2.0 8V rende somente 120/116 cv. Ou seja, é um motor maior que o dos rivais (Corolla e Cruze são 1.8), mas com potência muito menor: respectivamente, 144/139 cv e 144/140 cv.

No que diz respeito aos números, o Jetta parece pertencer a outra categoria. Com 13,3 segundos na aceleração de 0 a 100 km/h, é bem mais lento que o Cruze (11,7 segundos) e o Corolla (10,1). O VW também saiu de nossa pista de testes com os piores resultados nas provas de retomada de velocidade e consumo de combustível em ambiente rodoviário. Só conseguiu ser melhor (que o Cruze) no consumo urbano (10,4 ante 10 km/l) – mas ambos são piores que o Corolla, com 11 km/l. Na medição de ruído interno, equilíbrio. Apenas o Corolla se destacou positivamente, ao se apresentar muito silencioso na avaliação com o câmbio em Neutro.

Entre os equipamentos do Jetta, destaque para os sensores de estacionamento na dianteira e na traseira. A cabine é espaçosa como a dos concorrentes, mas o porta-malas é, disparado, o melhor: é fácil de acessar, as alças não invadem demais a zona das bagagens, o acabamento permite melhor aproveitamento do espaço e o volume é de excelentes 510 litros.

2º Chevrolet Cruze LT 1.8 16V
Rico em opcionais, tem preço de tabela alto (R$ 78 090). O valor de seguro está dentro do esperado (R$ 2 710), mas as revisões não são baratas (R$ 3 728)

Como o Jetta, o Chevrolet Cruze acabou de passar por uma suave reestilização. Com ela, o modelo 2015 ganhou dianteira com grade bipartida com novos contornos e porção inferior do parachoque redesenhada para abrigar os leds da iluminação diurna, destaque mais perceptível da nova linha.

A versão LT automática tenta justificar o preço mais salgado do comparativo (R$ 78 090) com um rico
pacote de equipamentos. Só o Cruze tem os importantes controles de tração e estabilidade. Arcondicionado com ajuste automático de temperatura, retrovisor interno com escurecimento automático e sensor de chuva são outras amenidades exclusivas. É um pacote de respeito – e uma das maiores virtudes do carro.

O painel é o único com desenho sinuoso, com a porção central projetada. Mais do que um recurso de estilo, o formato interfere na habitabilidade, proporcionando aos ocupantes da frente a sensação de espaços definidos para cada um – o efeito duplo cockpit, como os designers da marca costumam falar. Na prática, dão ao Cruze uma ótima posição de dirigir.

Quanto à mecânica, tem motor com a mesma cilindrada do Corolla (1.8) e câmbio com igual número
de marchas do Jetta (seis). Na pista, também ficou na zona intermediária, com resultados abaixo do Toyota e acima do VW (veja quadro na pág. 70). Fora do asfalto liso da pista de testes, o Cruze se mostra um pouco mais sensível às ruas esburacadas da vida real. Nesse tipo de ambiente, reclama mais ainda quem viaja atrás.

O porta-malas com 450 litros leva o equivalente a uma mala grande (60 litros) a menos que o do Jetta.

1º Toyota Corolla GLi 1.8 16V
Barato de ter e de manter, sedã anda bem e tem os menores custos de seguro (R$ 2 468) e revisões até 60 000 km (R$ 2 456). Mas poderia ser mais equipado

Os rivais surgem e se reinventam de olho no segmento em que o Corolla é rei, mas o radar ainda não detecta ninguém com atributos suficientes para tirar dele o trono dos sedãs médios de entrada. Aqui, como no ranking de vendas, ele reforça sua supremacia. Sua principal arma é o custo-benefício. Custa o mesmo que o Jetta e bem menos que o Cruze – e anda melhor que os dois.

Verdade que o Toyota é um sedã espartano: a versão considerada para o comparativo é a GLi com bancos de tecido. A com couro, como a que foi cedida para fotos, sai por R$ 75 600 e acrescenta ainda banco traseiro bipartido e com apoio de braço rebatível, som com entradas USB e comandos
no volante e rodas de liga leve.

No campo da segurança, o representante da Toyota tem seus altos e baixos. Sai de série com airbags frontais, laterais e de joelho (para o motorista), mas não oferece controles de estabilidade e tração nem na versão topo de linha Altis, de R$ 99 990.

Ao volante, o Corolla supera a concorrência com folga. Seu motor 1.8 surpreendeu até mesmo a nós, que estamos acostumados ao nosso Corolla XEi 2.0 da frota de Longa Duração. Na pista, o 1.8 mostrou desempenho e consumo muito próximos dos do 2.0. Chegou, curiosamente, a realizar a prova de 0 a 100 km/h com tempo médio ligeiramente melhor: 10,1 segundos, ante 10,3. Todos os números se referem a unidades cedidas para teste pela fábrica e avaliadas com 100% de gasolina.

Com piso plano à frente da posição central do banco traseiro – uma boa sacada copiada do arquirrival Civic -, o Corolla é a melhor opção para quem sempre viaja com a família.


AVALIAÇÃO DO EDITOR

 

MOTOR E CÂMBIO
Os motores de Corolla e Cruze não são a última palavra em tecnologia automotiva. Por exemplo, não têm a injeção direta de combustível do Focus 2.0 nem turbo. Ainda assim, estão anos-luz à frente do ultrapassado 2.0 8V do Jetta.

COROLLA:
CRUZE:
JETTA:

DIRIGIBILIDADE
O Jetta carece mesmo de um powertrain (conjunto de motor e câmbio) que não faça o motorista passar raiva nas ultrapassagens e acelerações. Mas, para quem aprecia uma tocada esportiva, a suspensão é a mais bem-calibrada.

COROLLA:
CRUZE:
JETTA:

SEGURANÇA
Controles de estabilidade e tração são exclusividades do Cruze. No Corolla, a exclusividade fica por conta do airbag para o joelho do motorista. O Jetta, assim como o Cruze, oferece bolsas infláveis frontais e laterais.

COROLLA:
CRUZE:
JETTA:

SEU BOLSO
Os custos pós-compra do Corolla são imbatíveis. Por R$ 2 468, suas revisões até 60 000 km são 34% mais baratas do que as do Cruze (R$ 3 728) e 37% do que as do Jetta (R$ 3 887). O seguro de um Jetta assusta: R$ 5 662, quase 130% mais que o
do Corolla, por R$ 2 468.

COROLLA:
CRUZE:
JETTA:

CONTEÚDO
Eis o único ponto em que o Corolla perde. Para não ultrapassar a barreira dos R$ 70 000, a Toyota apertou o cinto pra valer: é até estranho ver um Corolla com rodas de aço e calotas e banco traseiro com encosto inteiriço por dentro. O Jetta tem rádio e sensor de estacionamento dianteiro e traseiro.

COROLLA:
CRUZE:
JETTA:

VIDA A BORDO
Cada um tem seus destaques positivos. O piso plano traseiro do Corolla premia a família com muito espaço, o ar-condicionado automático do Cruze evita o liga e desliga manual do compressor e o ótimo acesso aos comandos e ajustes do Jetta garantem uma viagem confortável ao motorista.

COROLLA:
CRUZE:
JETTA:

QUALIDADE
A qualidade de montagem de carroceria e elementos da cabine é equivalente nos três modelos. Jetta e Corolla têm discreta vantagem sobre o Cruze na seleção dos materiais, com aparência e toque que denotam um pouco mais de refinamento. No entanto, a pintura do Chevrolet é a mais livre de imperfeições.

COROLLA:
CRUZE:
JETTA:


VEREDICTO

O consumidor de sedã médio costuma ser mais racional que os demais. Confortável, espaçoso, confiável e com bom desempenho, o Corolla está no topo do segmento por entender melhor as expectativas e as possibilidades de seu público. A rede competente e com preços justos é outro ponto forte.

COROLLA:
CRUZE:
JETTA:

Versão Toyota Corolla celebra sétima colocação em prova de 24 horas

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O Toyota Corolla ganhou uma versão esportiva feita especialmente para o mercado tailandês, a Nürburgring Edition. A edição se baseia na versão Esport vendida na Ásia e celebra a sétima colocação conquistada recentemente pelo sedã médio em uma prova de 24 horas realizada no autódromo alemão.

Por fora, o visual tem spoiler dianteiro, saias laterias, difusor no para-choque traseiro e rodas de 17 polegadas. O acabamento é brilhante e, na cabine, o revestimento é de couro preto e o painel e portas têm apliques vermelhos.

Debaixo do capô, o motor da versão especial do Corolla é um 1.8 com quatro cilindros, que entrega 141 cv de potência e 17,7 mkgf de torque, acoplado a uma caixa de câmbio CVT de sete marchas.

O modelo será lançado oficialmente no Salão de Bangkok, que começa na próxima semana. Os preços partem de cerca de R$ 94.300.

Novo Toyota Corolla

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Um modelo completamente novo para tentar recuperar a liderança dos sedãs. Este é o novo Corolla, que começa a ser produzido em Indaiatuba (SP) com o objetivo de desbancar seu arquirrival Honda Civic do topo das vendas.

O carro será oferecido em quatro versões: GLi 1.8 com transmissões manual ou automática, XEi e Altis. Estas duas últimas opções serão vendidas somente com a transmissão automática continuamente variável (CVT), simulando sete marchas no modo Drive com possibilidade de trocas sequenciais por borboletas.

O novo Corolla cresceu em todos os sentidos. São 4,62 metros de comprimento, 1,77 metro de largura e 1,47 metro de altura. Com isso, o sedã ficou oito centímetros mais longo, oito centímetros mais largo e cinco centímetros mais baixo frente ao seu antecessor. A distância entre-eixos é de 2,70 metros, representando um aumento de 10 centímetros. O espaço para os joelhos e pés dos passageiros de trás também melhorou.

O design também evoluiu, deixando o conservadorismo um pouco de lado. Com linhas praticamente idênticas ao do modelo europeu, o Corolla tem faróis mais espichados (com LEDs na versão Altis), capô rebaixado e grade frontal com três filetes. Na traseira, as lanternas invadem as laterais e a tampa do porta-malas, sendo unidas por uma régua acima da placa, criando uma forte associação visual com o Camry.

A lista de equipamentos de série é compatível com a concorrência. Desde a versão de entrada GLi o sedã traz ar-condicionado, direção com assistência elétrica, chave do tipo canivete, com comandos do alarme integrados, cinco airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros e um para proteger os joelhos do motorista), computador de bordo com seis funções, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, painel com apliques em preto brilhante, sistema de som com entradas USB e para iPod, Bluetooth, faróis de neblina, vidros e retrovisores elétricos e volante multifuncional, entre outros itens.

A versão XEi traz sistema multimídia com tela de 6,1 polegadas, DVD Player, câmera de ré, revestimento interno em couro cinza, ar-condicionado digital, computador de bordo com velocidade instantânea, vidros elétricos com acionamento um-toque nas quatro portas, banco traseiro bipartido com descanso de braço central e porta-copos, piloto automático, retrovisor interno fotocrômico e apliques simulando fibra de carbono.

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A opção Altis agrega banco do motorista com regulagens elétricas, iluminação diurna por LEDs, destravamento das portas sem chave, partida do motor no botão, banco do motorista com regulagens elétricas, acendimento automático dos faróis, retrovisores externos com rebatimento elétrico e sete airbags (dois frontais, dois laterais dianteiros, dois do tipo cortina e um para proteção dos joelhos do motorista).

Nenhuma mudança foi realizada nas duas opções de motorização. O motor 1.8 16V Dual VVT-i rende 144 cv com etanol e 139 cv com gasolina, sempre a 6.000 rpm, e torque máximo de até 18,4 mkgf, se abastecido com etanol. As versões mais caras usam o 2.0 16V VVT-i, que entrega até 154 cv com etanol a 5.800 rpm e torque máximo de 20,3 mkgf a 4.800 rpm. Ambos dispensam o tanquinho de partida a frio.

Veja a tabela de preços do Novo Corolla:

Corolla GLi 1.8 (manual): R$ 66.570
Corolla GLi 1.8 (automático): R$ 69.990
Corolla XEi 2.0 (automático): R$ 79.990
Corolla Altis 2.0 (automático): R$ 92.990

Carros mais vendidos do mês de janeiro 2013

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O HB20 da Hyundai é um dos destaques da lista dos 10 carros mais vendidos em janeiro

A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) encerrou o mês de janeiro com 296.853 automóveis e utilitários leves vendidos, o melhor desempenho histórico do mês. Somando caminhões, ônibus, motocicletas e demais equipamentos automotores, o número sobe para 450.770 unidades.

A lista dos mais vendidos em janeiro foi marcada pela presença de modelos novatos entre os dez principais e pela ausência de modelos da Ford. Os líderes de vendas continuam os mesmos. A expectativa da Fenabrave para 2013 é de que o número de vendas chegue a 3.743.285 autos e utilitários. Em 2012, o total chegou a 3.634.421.

Confira os carros e que fizeram a alegria dos consumidores – e dos vendedores – no começo do ano, segundo o registro de emplacamentos da Fenabrave:

1º Gol – Volkswagen –22.338
2º Uno – Fiat – 18.025
3º Palio – Fiat – 17.358
4º Fox/Crossfox – Volkswagen – 12.436
5º Onix – Chevrolet – 10.724
6º Siena – Fiat –9.852
7º Celta – Chevrolet – 9.241
8º HB20 – Hyundai – 9.030
9º Corsa Sedan – Chevrolet – 8.479
10º Voyage – Chevrolet – 8.024
11º Sandero – Renault – 7.357
12º Fiesta – Ford – 7.215
13º Chevrolet – Cobalt – 4.959
14º Punto – Fiat – 4.886
15º Ka – Ford – 4.640
16º Corolla – Toyota – 3.866
17º Chevrolet – Agile – 3.639
18º C3 – Citroen – 3.212
19º City – Honda – 3.208
20º Spin – Chevrolet – 3.024

Corolla Furia – Toyota revela conceito do novo carro

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Finalmente a Toyota revelou o conceito Corolla Furia, que antecipa um possível facelift da próxima geração do sedã Corolla. “É uma opção do caminho que o Corolla pode seguir. Acho um ótimo conceito, pois provavelmente não mostra o que as pessoas esperariam de um futuro Corolla”, afimou Bill Fay, vice-presidente da Toyota nos Estados Unidos, durante a apresentação do carro em Detroit.

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O protótipo traz um visual arrojado, acentuado pelos faróis estreitos, vincos na carroceria, pelas formas fluídas ao longo da carroceria, para-lamas alargados e pelo capô mais curto do que o visto na geração atual.

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Conforme foi nos sugerido pelos teasers divulgadas nas últimas semanas, a traseira também está mais esportiva, com lanternas de LED em forma de seta, saída do escapamento cromado e detalhes em fibra de carbono.

Nenhuma informação sobre a possível motorização do conceito foi revelado, no entanto, a expectativa é que o carro conte com propulsor de quatro cilindros e injeção direta ou, ainda quem sabe, um motor híbrido.

Especulações à parte, para aqueles que estão ansiosos para saber mais sobre o próxima Corolla, o executivo afirma que logo ele será revelado “Estamos em estágio avançado do desenvolvimento do próximo Corolla, e ele será visto em breve!”, finalizou.