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Novo Corolla – A Toyota dará novo fôlego ao atual quatro-cilindros de 2 litros já oferecido na gama. Lançamento da nova geração será em setembro

Aos poucos a Toyota vai confirmando informações e especificações da nova geração do Corolla em seu hot site. Nos últimos dias, por exemplo, a fabricante divulgou a primeira imagem da cabine do modelo.

A fotografia em questão mostra a fileira traseira de assentos, confirmando um desenho idêntico ao do Corolla sedã europeu tanto para a guarnição das portas laterais traseiras quanto para o banco.

A única diferença aparente está na adoção de acabamento em couro mais simples, com faixas centrais lisas ao invés de incrementadas com costuras em forma de losango.

 

Mas as informações mais reveladoras de momento sobre o três-volumes, cujo lançamento se dará na primeira quinzena de setembro, ainda não constam no tal hot site. QUATRO RODAS as antecipa agora.

A primeira: além do já anunciado motor 1.8 híbrido flex de aproximadamente 125 cv com etanol, o novo Corolla trará nas versões mais básicas o velho conhecido motor 2.0 flex naturalmente aspirado, só que retrabalhado para chegar a 160 cv.

São 7 cv a mais do que o atual, com quatro cilindros, 16 válvulas e duplo comando variável, oferece. Também é esperado algum ganho nos 20,7 mkgf de torque.

O pequeno ganho de potência foi confirmado por concessionários, que aguardam o dia 1° de setembro para poder fazer as primeiras encomendas. O início das vendas, porém, será em 12 de setembro.

Não deixa, porém, de ser um balde de água fria para quem esperava pelos 170 cv e pelos 40% de eficiência térmica do novíssimo motor 2.0 Dynamic Four com injeção direta usado pelo novo Corolla na Europa e nos Estados Unidos.

Em 2016 a Toyota anunciou um investimento de R$ 600 milhões na fábrica de Porto Feliz (SP) para nacionalizar os motores do Corolla a partir deste semestre.

Motor 1.8? Apenas híbrido

Nas revendas da Toyota fala-se em quatro versões para o Corolla, alternando entre equipamento e mecânica. A topo de linha, Altis, será vendida sempre com o conjunto formado pelo motor elétrico de 72 cv e o 1.8 a combustão pseudo-Atkinson com até 101 cv quando abastecido com etanol (3 cv a mais que o Prius).

Entre os destaques da versão estarão equipamentos inéditos no sedã, como assistente de permanência em faixa ativo e ACC, o controle de cruzeiro adaptativo, que detecta a distância para o veículo à frente e freia automática caso o trânsito fique mais lento ou pare. O sistema também é capaz de acionar os freios emergencialmente para evitar uma colisão.

Estes recursos estão presentes no novo Chevrolet Cruze no Brasil, mas o arquirrival Honda Civic ainda não dispõe deles.

Já a versão intermediária XEi terá a opção do motor 2.0 16V Dual VVTi flex com até 160 cv combinado com câmbio CVT que simula sete marchas, além do mesmo conjunto híbrido da versão Altis

Com mesma plataforma do futuro Corolla, SUV aposta em tecnologias semiautônomas e mecânica híbrida. Versão mais cara custa R$ 179.990

Pouco mais de um ano depois de surgir no Salão de Nova York, nos Estados Unidos, a quinta encarnação do Toyota RAV4 já tem data para estrear no Brasil. Em meados de junho, o SUV chega importado do Japão em duas configurações repletas de itens de série, motorização exclusivamente híbrida e com o design afiado.

O preço? A S Hybrid custará R$ 165.990 e SX Hybrid, R$ 179.990. Os valores bem mais competitivos do que os do compatriota e arquirrival Honda CR-V, que é importado dos EUA e vendido em versão única no Brasil por salgados R$ 194.900.

Mas a nova geração do RAV4 chama atenção, inicialmente, pelo desenho. A marca deixa o conservadorismo de lado e aposta em linhas mais geométricas e cheias de vinco. O design final ficou bastante fiel ao do conceito FT-AC. O objetivo foi dar mais robustez ao RAV4, cuja frente ficou mais incisiva e imponente.

A traseira conta com para-lamas ressaltados, enquanto o recorte da coluna traseira apela ao efeito tridimensional para dar uma sensação de largura maior. Repleta de superfícies côncavas, a porção de trás é mais tradicional e ostenta lanternas horizontais de LED. As rodas de 18 polegadas colaboram para dar uma pose mais agressiva.

O RAV4 tem a primazia de usar a nova arquitetura global da Toyota, a TNGA. A plataforma é a mesma do Camry e futuramente estará no Corolla nacional — que terá o primeiro motor híbrido flex do mundo. A plataforma é versátil e dá dimensões mais avantajadas ao SUV. O entre-eixos, por exemplo, pulou de 2,66 metros para 2,69 m, e o comprimento tem 1 cm a mais — são 4,60 metros. Já o porta-malas passa de 547 litros para 580 l.

A TNGA ainda possibilita a instalação da mecânica híbrida. Pela primeira vez no Brasil, o RAV4 será oferecido exclusivamente nesta opção. A marca promove a volta do veterano motor quatro cilindros 2.5 16V a gasolina de 178 cv e 22,5 kgfm de torque, que já foi oferecido outrora por aqui.

A Toyota instalou um sistema de injeção direta e indireta de combustível para ter potência quando necessário e baixo consumo ao mesmo tempo. Só que agora esse motor trabalha em conjunto com outras três unidades elétricas — duas na dianteira e uma na traseira que, juntas, somam 120 cv e 20,6 kgfm. O motor elétrico traseiro é exclusivamente responsável pela tração AWD.

Combinados, o motor a combustão e os elétricos fornecem 222 cv ao SUV. Tudo é comandado pela transmissão automática CVT. A tração é 4X4 sob demanda, porém os motores traseiros eliminam a necessidade do eixo cardã, o que ajuda no espaço.

De acordo com a Toyota, as médias de consumo são de 14,3 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada. Por não ser híbrido do tipo Plug-in, a bateria que alimenta os motores elétricos é recarregada durante as desacelerações e frenagens — funciona como no Prius.

Em equipamentos, o modelo de “entrada” é bem fornido. Destaque para a central multimídia de 7 polegadas (que inexplicavelmente não oferece as interfaces Android Auto e CarPlay), botão de partida, bancos dianteiros ventilados e com ajustes elétricos para o motorista, freio de estacionamento eletrônico e ar-condicionado de duas zonas com saídas para trás.

O painel de instrumentos em tela TFT de 7 polegadas é outro destaque. No quesito segurança, há sete airbags, controles eletrônicos de tração e de estabilidade, assistente de partida em rampa e sensores de obstáculos dianteiros e traseiros, com câmera de ré.

Os R$ 14 mil a mais pedidos pela SX Hybrid se justificam pelos extras: este traz teto solar panorâmico, carregador de smartphone sem fio (por indução), porta-malas com abertura elétrica e borboletas no volante para trocas de marcha manuais.

A versão topo de linha também oferece o Safety Sense, um pacote de tecnologias semiautônomas que reúne frenagem de emergência, sistema pré-colisão, controle de cruzeiro adaptativo, assistente manutenção de faixa de rodagem (que faz pequenas correções no volante) e faróis altos adaptativos.

Testado pelo Latin NCAP, o novo RAV4 obteve as cinco estrelas máximas nas provas de impacto tanto para adultos quanto para crianças.

Fabricante revelou design do sedã europeu, que será seguido pelo modelo híbrido flex nacional. Estreia em nossas ruas será no fim deste ano

A Toyota antecipou a apresentação do novo Corolla europeu, que estava marcada para o Salão de Genebra. O visual do modelo é o mesmo que será adotado pelo Corolla brasileiro, previsto para chegar às lojas no final deste ano.

Quem diz isso é ninguém menos que o presidente da Toyota na América Latina, Steve St. Angelo, conforme com exclusividade após entrevista com o executivo no último Salão de Detroit.

As linhas são mais conservadoras que as da versão americana, apresentada justamente na mostra de Detroit, em janeiro.

A 12a geração do sedã utiliza a nova plataforma modular TNGA, a mesma do Prius, própria para receber motorização híbrida. Na Europa, o carro será oferecido em duas versões híbridas, 2.0 e 1.8 – esta última é a que interessa para nós.

No caso, o propulsor 1.8 de ciclo Atkinson, que no Brasil será flex, atua junto a um motor elétrico para entregar uma potência combinada de 122 cv e 14,5 mkgf de torque. Por aqui, a potência pode ser aumentada com uso de etanol. A versão de entrada com essa motorização na Europa tem preço inicial de 21.750 euros – pouco mais de R$ 91.000.

Já o 2.0 híbrido europeu rende 180 cv. Consumidores do Velho Continente também poderão optar por um 1.2 turbo e um 1.6 naturalmente aspirado, ambos a gasolina.

Já os brasileiros terão à disposição uma configuração com um novo propulsor 2.0 de quatro cilindros flex, acoplado a câmbio CVT com engrenagem para auxiliar a arrancada. Versões de entrada devem seguir contando com o velho 1.8 quatro cilindros flex.

De acordo com a montadora, devido ao grande volume de vendas diretas, o cadastro de novos pedidos está temporariamente suspenso

Lançado no Brasil em junho, o Toyota Yaris se tornou um dos 50 carros mais vendidos do país em pouco tempo. O sucesso foi tanto que a versão hatch XL Plus Tech teve as suas vendas suspensas temporariamente para pessoas com deficiência (PcD).

O modelo atualmente custa R$ 69.990, portanto recebe isenção de impostos para este público – que funciona até o limite de R$ 70 mil para a maior fatia de descontos. De acordo com a montadora, não há previsão de retorno, mas não é possível cadastrar novos pedidos do modelo via venda direta: para PcD, taxistas, frotistas etc.

O Yaris 1.3 XL Plus Tech de 101 cv leva de série, além dos itens da versão de entrada, acessórios como ar-condicionado automático com aquecedor, banco traseiro bipartido e rebatível, chave presencial e apoio traseiro de braços com porta-copos. A partir desta versão, o rádio dá lugar a uma central multimídia com tela sensível ao toque de 7 polegadas, rádio, leitor de MP3, entrada USB e Bluetooth.

Falha na montagem dos pistões pode provocar travamento completo do propulsor

A indústria automotiva já foi cenário para os mais inusitados recall. Já teve carro que teve o logotipo invertido, que ligava sozinho e até sem freio. E a Toyota acaba de adicionar mais um exemplo insólito para a lista.

A marca convocou 1.730 unidades do novo Camry para uma verificação bem séria: esses modelos podem ter sido montados com pistões maiores do que as especificações de fábrica.

Vale ressaltar que a tolerância das peças dos motores atuais fica na casa dos centésimos de milímetros. Uma diferença, ainda que minúscula, fará com que os anéis de vedação e compressão percam a eficiência e pode ocasionar até o contato direto do pistão com a camisa do cilindro.

A Toyota não especificou quais versões do Camry foram afetadas pelo recall. Atualmente a oitava geração do sedã usa, nos Estados Unidos, um quatro-cilindros 2.5 de 206 cv e um 3.5 V6 de 310 cv.

A falha na montagem, é, naturalmente, catastrófica. Se o cliente der sorte, ele terá problemas como redução de potência, aumento de ruído e emissão de fumaça pelo escapamento.

Na pior das hipóteses, o motor pode travar – o que, claro, pode ocasionar risco de um acidente grave.

Como más notícias vêm em baciada, os concessionários Toyota precisarão desmontar parcialmente o motor para verificar os códigos de cada um dos pistões.

E, se o veículo foi montado com as peças erradas, a solução é uma só: trocar o motor inteiro.

Questionada, a Toyota do Brasil afirmou que, por enquanto, não recebeu nenhum comunicado indicando se esse recall irá afetar o Camry vendido no país, pois o sedã comercializado por aqui é produzido no Japão, enquanto o modelo afetado foi fabricado nos Estados Unidos.

Com plataforma e conjunto mecânico novos, modelo também estreia interior mais moderno

A nova geração do Toyota Corolla começou a ganhar forma. Desta vez a fabricante japonesa mostra o Corolla Hatch que será vendido nos Estados Unidos.

Na prática, é uma versão local do Auris, que foi apresentado para o mercado europeu há poucas semanas.

Mas o Corolla hatch é mais importante para o Brasil: seu interior e sua motorização estão mais próximos da nova geração do Corolla sedã que será fabricada por aqui a partir de 2019.

Em vez de um conjunto híbrido ou o motor 1.2 turbo de 116 cv, o hatch americano tem motor 2.0 Dual-VVT-i aspirado, mas com injeção direta.

Outra novidade é que o sistema de comando das válvulas de admissão terá sua variação comandada eletricamente, não por pressão de óleo como no sistema tradicional.

A taxa de compressão também é mais alta, de 13: 1 contra 12:1 do antigo 2.0.

Por aqui, o Corolla ainda deverá usar um 1.5 turbo nas versões mais caras. Ele será produzido na fábrica de Porto Feliz (SP) a partir do segundo semestre de 2019, quando as obras de ampliação da unidade serão concluídas.

No Brasil, a Toyota já descartou o câmbio manual de seis marchas para o Corolla, mas ele continuará sendo oferecido nos EUA.

Mas o destaque é mesmo a transmissão Dynamic-Shift CVT, que simula 10 marchas com modo Sport, mas com primeira marcha mecânica para facilitar as arrancadas.

O Corolla hatch está completamente diferente por dentro. Boa parte dos botões foram substituídos pela central multimídia destacada no topo do painel.

Ela tem 8 polegadas e é compatível com Apple CarPlay.

Logo abaixo estão as saídas de ar e os comandos do ar-condicionado, agora de duas zonas. A alavanca de câmbio fica isolada em um console próprio em posição elevada.

O conjunto foi tão simplificado que o reloginho digital (que lembrava o antigo Ford Del Rëy) foi abandonado.

O quadro de instrumentos também mudou bastante.

Uma tela de TFT de sete polegadas substitui o velocímetro e também exibe informações do computador de bordo e do navegador.

Em relação ao Auris, o Corolla hatch tem design com pretensões esportivas, com para-choques, faróis e lanternas. Essa diferenciação vem de outras gerações, pois o perfil dos clientes muda.

Se nos EUA o Corolla é carro compacto, comprado por jovens, na Europa – assim como no Brasil – é um carro médio com nível de equipamentos superior. Por isso, é melhor não esperar que o Corolla brasileiro seja igual ao americano.

NOVO TOYOTA COROLLA XEI 2.0

A esperta tática do preço abaixo de R$ 100 mil (no aperto) foi utilizada pela Toyota com o lançamento do Corolla reestilizado. E nada melhor que adotá-la para a versão mais vendida do sedã médio, batizada de XEi, com motor 2.0 e oferecida por R$ 99.990. Finalmente com controles de tração e estabilidade em toda a gama, além dos retoques no visual e de sete airbags, será que o carro (de tiozão, como o povo costuma dizer) é uma boa opção de compra? Descubra a seguir.

Impressões ao volante

Mesmo sem os recursos eletrônicos de segurança, o Corolla já era um carro muito bem acertado e que dificilmente desgarrava nas curvas. Mas é bom saber que agora o ESP está lá para eventuais problemas e também para reforçar a comodidade. Com ele, o Corolla passa a ter assistente de partida em rampa, muito útil para ladeiras ou descidas. Pena ainda não haver o chamado Brake Hold, que permite ao motorista tirar o pé do freio quando o carro está parado.

Abusando um pouco da velocidade nas entradas de curva, o Corolla não titubeou em qualquer momento. É preciso, aliás, exagerar muito para o controle de estabilidade corrigir a trajetória. Nota dez para o sedã nesse quesito.

Ponto positivo também para nova calibração das suspensões e amortecedores, que tornou o Corolla extremamente confortável sem abrir mão da estabilidade. Acrescente ao pacote de conforto os reforços feitos no isolamento acústico da cabine e a atualização do software do módulo da direção elétrica… o resultado faz qualquer um crer que o carro tem potencial para vender ainda mais no país.

Por dentro, o estilo sóbrio do painel ainda é menos sedutor que o do Honda Civic e o do Chevrolet Cruze, mas a aparência ficou mais agradável com a maior presença de partes de toque suave, nova tela multimídia (usada em outros Toyota como Hilux e SW4), o novo design das saídas de ventilação e dos comandos do ar-condicionado digital.

O que poderia ter melhorado: a central multimídia touchscreen merecia alguns botões físicos e um sistema operacional mais rápido; o freio de mão garantiria maior refinamento e praticidade se fosse elétrico; e a ausência de uma segunda entrada USB. Ah, os novos difusores de ar circulares deixam o vento “vazar” mesmo quando estão fechados.

Desempenho

Não houve alteração mecânica na linha reestilizada do Corolla; a versão XEi (assim como a XRS e a Altis) manteve o motor 2.0 flex de até 154 cv e 20,7 kgfm muito bem pareado com o câmbio CVT de sete marchas virtuais.

O conjunto agrada com acelerações e retomadas eficazes mesmo sem usar o botão de modo Sport, que faz o carro trabalhar em rotações mais altas. As médias de consumo também são boas para um dois litros. Segundo o Inmetro, foram 10,6 km/l de gasolina na cidade e 12,6 km/l na estrada, médias que descem para 7,2 km/l e 8,8 km/l com etanol nas mesmas provas.

Itens de série

Bem equipada, a versão XEi incorporou rodas de liga leve de 17 polegadas, botão de partida e chave presencial. Mas poderia ter ganhado os faróis de led, presentes só na XRS e na Altis, além de um básico sensor de chuva. Sensor de ré seria muito útil também (em toda linha!) em vez de só câmera de ré.

Vale a compra?

Sim. O Corolla está ainda mais gostoso de dirigir, ficou mais elegante, é muito espaçoso e confortável. Com controle de tração e de estabilidade agora? Vai vender mais que pão quente.

Ficha Técnica

Motor: Dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 16V, comando duplo, flex

Cilindrada: 1.986 cm³

Potência: 154 (E)/143 cv (G) a 5.800 rpm

Torque: 20,7 (E)/19,4 (G) kgfm a 4.800 rpm

Câmbio: Automático CVT, 7 marchas virtuais

Direção: Elétrica

Suspensões: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira

Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás

Pneus: 215/50 R17

Tração: Dianteira

Comprimento: 4,62 m

Largura: 1,77 m

Altura: 1,47 m

Entre-eixos: 2,70 m

Tanque: 60 litros

Peso: 1.335 kg

Porta-malas: 470/507 litros

Consumo Inmetro (etanol)

Urbano: 7,2 km/l

Rodoviário: 8,8 km/l

Média: 8 km/l

Autonomia em estrada: 528 km

Modelos com alta liquidez e boas qualidades para você não errar na escolha de um usado

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Para quem valoriza espaço no porta-malas e versões com bom recheio de equipamentos, os sedãs continuam oferecendo ótimas opções no mercado de seminovos. Confira a seguir nossas sugestões divididas por segmentos – tem até modelos de luxo com preço de tamanho médio.

SEDÃ COMPACTO

Toyota Etios sedã XS 1.5 2013

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Derivada do hatch, a versão sedã é praticamente igual ao irmão menor. Ambos podem receber o motor 1.5, mas essa motorização é exclusiva no três-volumes. Porém, o grande diferencial do Etios Sedan é mais óbvio: maior espaço no banco de trás e no bagageiro. O volume do porta-malas se destaca entre os compactos: 562 litros.

Assim como o pequeno propulsor 1.3 dá conta de carregar o hatch, o 1,5 litro de 96 cv também é suficiente ao sedã, mesmo quando o veículo está totalmente carregado. Na prova de 0 a 100 km/h, registramos  11,7 s. Mas os melhores resultados vieram das provas de consumo. Marcamos 9 e 11,8 km/l, na cidade e estrada, utilizando etanol. São números melhores que o do hatch equipado com motor 1.5 (7,2/10,3).

Hoje, a Toyota oferece quatro versões (X, XS, XLS e Platinum), que variam cerca de R$ 10?000 – entre R$ 46?390 e R$ 56?490. Porém, no mundo dos seminovos esses valores acabam se diluindo bastante, já que a Toyota as diferenciou com poucos acessórios. Entre o Etios X e XS, por exemplo, o degrau inclui apenas o rádio com toca-discos e Bluetooth, volante com controles de áudio, chave com controle remoto e alarme. Então, não se espante se encontrar preços iguais ou muito semelhantes pela versão intermediária. Segundo a tabela Fipe (novembro de 2015), o Etios XS 2013 é vendido por preço médio de R$ 32?562, apenas R$ 600 a mais que o Etios X. Por isso, se seu garimpo só trouxer à tona a versão básica (X), é mais recomendável transformar esse revés em argumento para negociar um desconto em vez de descartá-la.

ETIOS SEDÃ XS 1.5 2013
PREÇO: FIPE: R$ 32.562
FICHA TÉCNICA
Motor: 1.5 16V, 96/92 cv; câmbio: manual, 5 marchas,
Consumo (km/l): urb, 9; rod, 11,8 (etanol)
Dimensões (cm): comp., 427 cm; larg. 170 cm; altura, 151 cm; peso 955 kg
REVISÕES
30.000 km R$ 393
40.000 km R$ 549
50.000 km R$ 311
60.000 km R$ 484
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 177
Discos dianteiros: R$ 138
Amortecedores dianteiros: R$ 444
Pneu: R$ 286
DESVALORIZAÇÃO: – 1,4% (2014-2015)
SEGURO: R$ 2.168

 

SEDÃ MÉDIO

Toyota Corolla XEi 2014

foto-imagem-Corolla-XEi

Só papel-moeda tem mais liquidez que um Corolla usado em bom estado de conservação. O japonês não para nas lojas. Por isso, seja ágil ao realizar a compra quando se deparar com uma boa oferta – não é raro que modelos anunciados sejam vendidos em poucos dias após a publicação do anúncio.

Nem a mudança de geração comprometeu a vida do Corolla antigo. Mas vale ter cuidado para não confundir o ano/modelo. O Corolla de 11ª geração (a atual) foi lançado em 2014, como modelo 2015. Assim, se você está de olho no anterior, olhe a partir da linha 2014. A diferença de preços foi grande quando ocorreu a mudança. O Corolla XEi usado, mas de “cara nova”, parte de R$ 76?153, enquanto um XEi 2014, o nosso indicado, tem preço de R$ 63?024, segundo a Fipe.

Desconsiderando esse degrau alto por conta da troca de gerações, a desvalorização do sedã usado no último ano é baixíssima (1,9%) e sua reputação entre os seminovos é imbatível. Não é difícil encontrar carros em bom estado e com revisão feita em concessionárias. Em contrapartida, não espere por descontos polpudos.

A versão XEi, intermediária, é a mais comum de encontrar. A top de linha, SE-G, foi rebatizada como Altis. E não chega a ser rara. Porém, pode ser um desafio encontrar unidades que não tenham sido blindadas pelo primeiro dono.

O Corolla conta com direção leve, rodar suave e porta-malas bem maior que o do Civic – comporta 470 litros. As apólices de seguro costumam ser mais baratas que as do Honda. Ao comprar um Corolla, procure evitar as versões manuais, caso você se preocupe com a revenda.

TOYOTA COROLLA XEI 2014
PREÇO: FIPE: R$ 63.024
FICHA TÉCNICA
Motor: 2.0 16V, 153/142 cv; câmbio: aut., 4 marchas,
Consumo (km/l): urb, 6,7; rod, 9,4 (etanol)
Dimensões (cm): Comp. 454; larg. 176; altura 148; peso 1 285 kg
REVISÕES
30.000 km: R$ 372
40.000 km: R$ 738
50.000 km: R$ 361
60.000 km: R$ 505
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 252
Discos dianteiros: R$ 228
Amortecedores dianteiros: R$ 656
Pneu: R$ 428
DESVALORIZAÇÃO: – 1,9% (2014-2015)
SEGURO: R$ 2.939

 

SEDÃ GRANDE

Ford Fusion 2.0 Titanium 2013

foto-imagem-Ford-Fusion

Ele já foi líder da categoria, com mais de 1?000 unidades vendidas por mês. Não há como negar que esse Ford é um objeto de desejo. E o melhor: não houve alterações visuais desde o final de 2012, quando estreou no Brasil. Ou seja, seu vizinho não saberá se você comprou um usado ou zero-quilômetro – nos EUA, ele acaba de receber um leve facelift que só deve chegar por aqui em 2017. Mas as qualidades vão além do visual. A mecânica evoluiu muito: o modelo estreou um 2.0 turbinado de 234 cv.

A versão Titanium é oferecida com tração dianteira ou integral. Se você encontrar o AWD, melhor. Mas o Titanium com tração no eixo da frente é adequado. E tem preço médio de R$ 85?279. O 4×4 custa cerca de R$ 4?000 a mais.

Ao procurar por um, certifique-se de que a manutenção está toda em dia. Apesar de as peças não serem tão caras em comparação com a concorrência, a Ford cobra muito pelas revisões.

FORD FUSION 2.0 TITANIUM 2013
PREÇO: FIPE: 85.279
FICHA TÉCNICA
Motor: 2.0 16V, 240 cv; câmbio: aut. seq, 6 marchas
Consumo (km/l): urb, 7,9; rod, 11,1 (G)
Dimensões (cm): comp. 487; larg. 191
REVISÕES
30.000 km: R$ 612
40.000 km: R$ 1.424
50.000 km: R$ 536
60.000 km: R$ 760
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 392
Discos dianteiros: R$ 385
Amortecedores dianteiros: R$ 666
Pneu: R$ 768
DESVALORIZAÇÃO: – 1,2% (2104-2015)
SEGURO: R$ 3.936

 

Hyundai Azera 2013

foto-imagem-Hyundai-Azera

Esse sedã coreano é um convite para um novo mundo de requinte e curtição: além de oferecer nível de conforto digno de carros de categorias superiores, tem um potente V6  3.0 sob o capô – esse motor gera 250 cv.

A atual geração chegou ao mercado em março de 2012 e passou por leve reestilização no começo deste ano. Isso faz das linhas 2013 e 2014 as opções mais convidativas entre os usados.

Antes de fechar negócio, verifique a saúde do carro e o histórico de manutenção. As peças desse Hyundai são caras, em especial os componentes da suspensão – justamente os elementos mais maltratados pelas ruas brasileiras.

Por R$ 90.465, segundo a Fipe, um Azera 2013 custa apenas R$ 35 a mais que um Corolla XEi 2.0 2016 zero-quilômetro. E não é difícil encontrar carros com menos de 30.000 km rodados.

HYUNDAI AZERA 2013
PREÇO:
FICHA TÉCNICA
Motor: 3.0 V6, 250 cv; câmbio: aut. seq., 6 marchas
Consumo (km/l): urb, 7,9; rod, 12,8 (gasolina)
Dimensões (cm): comp. 492; larg. 186
REVISÕES
30.000 km: R$ 462
40.000 km: R$ 513
50.000 km: R$ 417
60.000 km: R$ 614
PEÇAS
Pastilhas dianteiras: R$ 727
Discos dianteiros: R$ 555
Amortecedores dianteiros: R$ 2.255
Pneu: R$ 623
DESVALORIZAÇÃO: – 4,7% (2014-2015)
SEGURO: R$ 4.472

Inteligência Artificial – Toyota com MIT e Stanford fazem parceria para desenvolver carros autônomos

Toyota-stanford-parceriaA Toyota fechou parceria com duas das maiores universidades dos Estados Unidos especialistas em inteligência artificial e pesquisas robóticas para trabalhar com foco no desenvolvimento de carros autônomos. O anúncio foi feito em uma coletiva de imprensa na última sexta-feira (4).

A montadora japonesa informou que serão investidos US$ 50 milhões ao longo dos próximos cinco anos para criar centros conjuntos de pesquisas nas duas universidades. Uma delas, Stanford, fica localizada no Vale do Silício e a outra, MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), próxima a Boston.

As duas instituições contam com programas de engenharia e ciência da computação de alto nível e grandes montadoras da indústria automotiva costumam contratar formandos de ambas. Porém, a Toyota ainda permanece atrás de suas concorrentes quando se trata do desenvolvimento de carros autônomos e sistemas de assistência ao motorista.

“Nos concentraremos inicialmente na aceleração de tecnologias de veículos inteligentes com o objetivo imediato de ajudar a eliminar acidentes e no objetivo final de melhorar a qualidade de vida”, afirmou Kiyotaka Ise, da Toyota, na coletiva que aconteceu na Califórnia.

Gill Pratt, ex-gerente de programas do DARPA (Unidade de pesquisa do Departamento de Defesa dos Estados Unidos), foi um dos contratados pela montadora para dirigir os novos centros de pesquisa. A unidade já foi responsável por patrocinar outros projetos com veículos autônomos ao longo dos últimos 10 anos.

Pratt garante que a parceria também vai usar a inteligência artificial em outros aspectos, como serviços robotizados domésticos.

Fonte: CanalTech

Modelo deve chegar ao país em 2016, assim como a nova Hilux

foto-imagem-novo-toyota-sw4A Toyota mostrou oficialmente o visual final da nova geração do utilitário esportivo SW4. O modelo foi apresentado simultaneamente na Tailândia e Austrália, onde é chamado de Fortune e tem previsão de chegar às lojas em outubro.Baseado sobre a base da nova geração da Hilux, o modelo diferentemente de seu antecessor ganhou um visual bem diferente do irmão de plataforma. O SUV ganhou faróis de led mais estreitos e afilados e uma grade menor. O conjunto conferiu um ar mais moderno ao modelo. Os faróis de neblina, por sua vez, ganharam uma moldura cromada bem acentuada, integrada às saídas de ar do para-choque.

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Com espaço para levar sete passageiros, o novo SW4 cresceu 9 cm no comprimento e 4 cm na largura, mas manteve os atuais 2,74 metros de distância entre-eixos. Além das novas proporções e curvas da carroceria, o utilitário também recebeu um novo coração. Na Austrália, ele será oferecido com o novo motor 2.8 turbodisel com injeção direta, capaz de entregar 177 cv de potência e 45,8 kgfm de torque. O quatro cilindros poderá ser acoplada a uma transmissão manual de seis marchas ou uma caixa automática, também de seis velocidades.

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Além de espaçoso, o novo SW4, segundo a Toyota, conservou o DNA aventureiro. A tração 4×4 associada às habilidades offroad do carro, fazem dele uma opção versátil. De série, o modelo será oferecido com 7 airbags, assistente de partida em rampa, ar-condicionado de quatro zonas,  sistema multimídia com GPS e tela sensível ao toque e rodas de liga leve de 17 polegadas.

No Brasil, o SW4 chegará apenas no ano que vem. Assim como a nova Hilux, ele será produzido na Argentina, na fábrica de Zarate. O conjunto mecânico e os equipamentos, no entanto, ainda não foram confirmados. Mas é esperada a atualização do atual 2.7 flex, para atender às novas regras de emissões do país e tornar a Hilux mais eficiente.