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1ª QUINZENA DE MAIO E TOYOTA HILUX É O ÚNICO IMPORTADO NO ‘TOP 20’; VEJA O RANKING

Ver carros compactos devorando as vendas de novos é tradição em nosso mercado. Mas alguns modelos, como o veterano Volkswagen Gol, estão se sobressaindo neste mês, e mostram que o mercado, apesar dos sinais de crescimento, está com um “tíquete médio” modesto. Dos dez mais vendidos no mês, sete são hatches de entrada com preços médios entre R$ 40 mil e R$ 65 mil. O único na faixa de R$ 100 mil é a Fiat Toro.

Entretanto, quando abrimos o recorte para os 20 modelos mais vendidos, o cenário já é outro: a dominância é dos modelos mais modernos (e caros), em especial os SUVs. Aqui o valor médio sobe para a faixa dos R$ 75 mil aos R$ 100 mil, e a disputa anda acirradíssima. Destaques para o Jeep Renegade, líder dos utilitários, o Toyota Corolla, único sedã médio da lista, e a picape Hilux, único importado — é produzida na Argentina.

Expectativa x Realidade

Alguns lançamentos geram enorme expectativa, e um deles é o Volkswagen T-Cross, primeiro SUV compacto da marca alemã, lançado em abril. Embora não tenha projetado publicamente um volume, a montadora nunca escondeu o desejo de brigar pela liderança da categoria. Mas ainda não foi em maio que o T-Cross se impôs. O modelo nem sequer aparece entre os 20 mais vendidos, assim como o Toyota Yaris, que segue distante de Argo e Polo.

1º) Chevrolet Onix — 8.061 unidades
2º) Hyundai HB20 — 5.319 unidades
3º) Ford Ka — 4.265 unidades
4º) Volkswagen Gol — 4.102 unidades
5º) Fiat Strada — 3.658 unidades
6º) Chevrolet Prisma — 3.135 unidades
7º) Renault Kwid — 3.012 unidades
8º) Fiat Toro — 3.005 unidades
9º) Fiat Mobi — 2.988 unidades
10º) Fiat Argo — 2.861 unidades
11º) Volkswagen Polo — 2.836 unidades
12º) Jeep Renegade — 2.727 unidades
13º) Jeep Compass — 2.713 unidades
14º) Toyota Corolla — 2.557 unidades
15º) Ford Ka sedan — 2.226 unidades
16º) Volkswagen Virtus — 2.215 unidades
17º) Hyundai Creta — 2.179 unidades
18º) Nissan Kicks — 2.012 unidades
19º) Honda HR-V — 1.900 unidades
20º) Toyota Hilux — 1.776 unidades

Crossover compacto é parente do Jeep Renegade e já conta com o novo motor 1.3 turbo da FCA

A vinda do Fiat 500X para o Brasil é condicionada ao dólar: ele será importado somente se a cotação chegar ao patamar de R$ 3,30. Caso isso ocorra, o crossover tem boas chances de ser bem-sucedido no mercado brasileiro, principalmente pela reestilização, feita recentemente na Europa, e pelas motorizações, com os novos Firefly turbo da Fiat.

Exibido junto com a Toro no Salão do Automóvel e não muito longe do Jeep Renegade e do Compass, o 500X compartilha sua plataforma com a trinca fabricada em Goiana, Pernambuco. Tal fato poderia, a princípio, encorajar sua nacionalização, mas a Fiat tem planos de fazer ali um SUV de cinco lugares com base na Toro.

Inspirado visualmente no simpático Cinqüecento, o 500X ostenta medidas bem mais imponentes: são 4,25 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,60 m de altura e 2,57 m de entre-eixos.

Externamente, os novos faróis full LED, disponíveis como opcionais, chamam a atenção. O conjunto de lanternas traseiras também foi redesenhado e agora se parece muito com o do novo Cinqüecento.

No interior, o volante é novo e mais ergonômico, e o painel gráfico foi atualizado. A central Uconnect tem tela de 7 polegadas e passa a oferecer suporte para as plataformas Google Android Auto e Apple CarPlay.

Paralelamente ao facelift, foram adotados dois novos motores turbo a gasolina da família Firefly — que usam o mesmo bloco do motor fabricado no Brasil com um novo cabeçote para proporcionar o trabalho com turbo. O propulsor 1.0 de três cilindros alcança 120 cv e 19,4 kgfm de torque, enquanto o de quatro cilindros, 1.3, vai a 150 cv e 27,5 kgfm de torque. No mercado europeu, o preço do 500X parte de 19.250 euros (R$ 74.700) e chega a 22.750 euros (R$ 109.600).

Se o 500X ainda é dúvida, os motores Firefly turbo estão confirmados para o Brasil. As versões aspiradas já são fabricadas em Betim (MG); porém, a adaptação ao turbo deve ser um pouco diferente da realizada na Europa. Por aqui, o cabeçote MultiAir (com controle elétrico das válvulas de admissão) pode dar lugar a um convencional, mas o turbo e a injeção direta serão mantidos. A estreia nacional das motorizações é esperada somente para 2020 e pode fazer a sua estreia no Renegade.

Sob o capô, o 500X tem uma boa lista de opções de motorização. No caso de propulsores a gasolina, além dos Firefly há o 1.6 eTorq de 110 cv acoplado a uma caixa de cinco velocidades. Já para o diesel, as opções são o 1.3 de 93 cv e o 1.6 de 120 cv, ambos da família MultiJet. Dependendo da versão, é possível acoplar uma transmissão de dupla embreagem e seis velocidades. Toda a gama já atende aos padrões de emissões do programa europeu Euro 6.

A segurança também foi melhorada na linha 2019, que agora inclui monitoramento da pista, função Speed Advisor — que ajusta a velocidade com base na leitura que a câmera faz da pista —, frenagem de emergência, alerta de ponto cego, controle de cruzeiro adaptativo e detector de tráfego transversal. Configurações mais completas podem contar ainda com abertura das portas e partida do motor sem chave, bancos e volante com aquecimento, monitoramento de ponto cego, alerta de colisão dianteira e de mudança de faixa, entre outros mimos.

À venda em mais de cem países, o 500X poderia se chocar com a comercialização do Renegade no Brasil. Os dois compartilham a plataforma, mas o 500X tem foco na utilização urbana, enquanto o Renegade é um modelo de uso misto, na lama ou no asfalto, e que exalta suas características off-road. O Fiat até pega uma trilha leve e tem opção de tração 4×4 adaptativa, com gerenciamento de modos, mas sem aquele gosto pela lama do Renegade diesel.

Como a maioria dos proprietários vai utilizar o 500X na cidade, a melhor pedida é o 1.0 turbo, que tem potência mais do que suficiente e torque para ir de zero a 100 km/h em 10,9 segundos. Inclusive, é imerso no trânsito que o novo Fiat 500X mostra sua agilidade. O motorzinho de três cilindros é esperto e o câmbio manual ajuda com os engates precisos.Para aqueles que precisam de força extra, o 1.3 quatro cilindros é mais ágil. O torque supera o do 1.4 TSI da Volkswagen em 2 kgfm, já a potência é a mesma. A arrancada de zero a 100 km/h é feita em 9,1 s.

Ambas as versões, no entanto, são silenciosas e elásticas o suficiente para ultrapassar qualquer tráfego. Além disso, a Fiat espera que os novos motores consumam pelo menos até 20% a menos do que os da geração anterior.

O modelo turbo faz um bom trabalho nas ultrapassagens e tem fluência para viagens mais longas. Na estrada, o comportamento foi aprimorado pelos inúmeros sistemas de segurança ativa, que tornam a condução mais relaxante e proporcionam redução do consumo e das emissões por rodar em baixas rotações.

A caixa automática de dupla embreagem se mostra interessante. A direção é sempre precisa e a frenagem passa sensação de segurança. A bordo, o Fiat 500X agrada e é bem superior às expectativas — principalmente em função da boa habitabilidade e da capacidade de carga. Seria uma ótima opção para os órfãos de peruas compactas.

Ficha técnica

Motor
Dianteiro, transversal, 1.3, quatro cilindros em linha, comando simples, turbo e injeção direta de gasolina

Potência
150 cv a 5.250 rpm

Torque
27,5 kgfm a 1.850 rpm

Câmbio
Automático de dupla embreagem e seis marchas; tração dianteira

Direção
Elétrica

Suspensão
Independente McPherson (diant.) e multilink (tras.)

Freios
Discos ventilados (diant.)
e sólidos (tras.)

Pneus
225/45 R18

Dimensões
Compr.: 4,26 m
Largura: 1,79 m
Altura: 1,69 m
Entre-eixos: 2,57 m

Tanque
48 litros

Porta-malas
350 litros (fabricante)

Peso
1.320 kg

Central multimídia
7 pol., sensível ao toque

A mais recente aposta da marca alemã não sairá barata para quem quiser ter o novo SUV mais irado das estradas para chamar de seu

Se você ficou com água na boca para ter um novo Audi SQ5 para chamar de seu, a espera espera finalmente acabou. Mas como já havíamos adiantado em nossa avaliação do mais novo SUV esportivo da marca alemã na edição de dezembro de 2017 da Revista Autoesporte, pode preparar seu bolso. Como previsto, o emblema “S” faria diferença em relação ao modelo anteror, e, assim, o sucessor do Audi Q5 chegou ao mercado brasileiro com um preço salgado: R$397.990.

Mas o que você leva por esse preço? Nessa versão mais radical do SUV de luxo, os alemães não economizaram em potência: o SQ5 traz sob seu capô um motor 3.0 V6 turbo de 354 cv que pode ser controlado em diferentes modos de condução: Auto, Efficiency, Comfort e Sport. Além disso, o carro traz 50,9 kgfm de torque entre 1.370 e 4.500 rpm. Na prática isso significa que a aceleração até 100 km/h pode ser feita até 5,4 segundos (6,3 segundos a menos do que sua versão anterior), com velocidade máxima de 250 km/h, controlada eletronicamente.

Fotos do Range Rover Evoque – Test-drive do carro SUV da Land Rover

Linha ascendente da cintura dá visual robusto e agressivo ao Range Rover Evoque

Menor modelo da marca chega ao Brasil em novembro custando menos de R$ 180 mil

Dê uma boa olhada no desenho do novo Range Rover Evoque. Poucos veículos conseguiram herdar de maneira tão fiel e harmoniosa as linhas de um carro-conceito (o LRX, apresentado em 2007) quanto ele, o que por si só já é um fato notável.

Também pudera: o menor e mais urbano dos veículos da marca inglesa foi concebido para se tornar o sonho de consumo de quem mora nas cidades, ambiente em que beleza e status são fundamentais, especialmente no mercado de carros de luxo.

Carro urbano, que parece um SUV, mas também se comporta como hatch: esse é o Range Rover Evoque

Engana-se, no entanto, quem pensa que a Range Rover – marca mais cara do grupo Land Rover – abandonou seu DNA off-road. Como o R7 pôde comprovar durante dois dias de testes entre a região de Anglesey, no País de Gales, e a cidade de Liverpool, na Inglaterra, o Evoque tem os recursos necessários para encarar uma boa trilha e encantar até lama e pedras com seu desenho moderno.

Para os endinheirados compradores de Range Rovers, a notícia também é boa. Embora o preço final para o Brasil ainda não tenha sido definido, o diretor-presidente da Jaguar Land Rover para América Latina e Caribe, Flávio Padovan, confirmou que o Evoque custará “menos de R$ 180 mil” por aqui. Claro que é uma bolada, mas também é o mais barato dos luxuosos carros da marca. Ele chega ao país em novembro.

Só gasolina, muitos equipamentos

Embora conte com diversas versões a diesel no exterior, o Range Rover Evoque que virá ao Brasil será equipado apenas com um moderno motor 2.0 turbo a gasolina, que gera bons 240 cv de potência e 34,6 kgfm de torque. Tração 4×4 e câmbio automático com trocas de marchas no volante são de série. O consumidor poderá escolher entre a carroceria de duas ou de quatro portas.


Modelo se manteve fiel ao carro-conceito LRX, apresentado pela primeira vez em 2007 

Montado sobre a plataforma do Land Rover Freelander 2, o Range Rover Evoque traz uma extensa lista de equipamentos, que inclui sete airbags, freios ABS com controle de distribuição, ar-condicionado digital com duas áreas de temperatura, cinco câmeras para monitoramento externo, faróis adaptativos, bancos dianteiros com ajustes elétricos e sistema de entrada e partida sem chave.

Como é tradição nos veículos da Range Rover, os sistemas eletrônicos que ajudam na segurança e na condução em terrenos complicados também estão presentes. O principal deles é o Terrain Response, que adapta as respostas do motor, da caixa de embreagem, da acoplagem central e dos sistemas de frenagem/estabilidade para atender às demandas do terreno. As configurações são: Direção Geral (estrada e off-road simples), Grama/Cascalho/Neve (condições escorregadias, dentro e fora da estrada), Lama/Atolamento e Areia.

Os sistemas eletrônicos também são responsáveis por monitorar estabilidade, rolamento, tração, arranque em subida (para que o carro não ande para trás) e velocidade de descida em condições off-road, como em alguns dos morros íngremes que enfrentamos no País de Gales.

Vida real

Não há dúvida de que o primeiro aspecto que chama a atenção no Evoque é o seu visual. A linha de cintura, que se eleva e ameaça encontrar o final do teto descendente, dá aspecto robusto e agressivo. Os faróis finos invadem a lateral e são adornados por belas luzes diurnas de LED, como manda a tendência mundial. A aparência geral é de um SUV, embora a posição de dirigir se assemelhe à de um hatch.


Interior é luxuoso e bem-acabado, mas espaço para as pernas do motorista deixa a desejar 

Por dentro, o deleite visual é menor, embora não falte luxo. O painel tem iluminação predominantemente branca, com uma tela de LCD no meio, que exibe as informações do completíssimo computador de bordo. O console central, com acabamento em alumínio escovado, abriga os controles do ar-condicionado e o seletor do câmbio, que se ergue quando o carro é ligado. Acima fica o sistema touchscreen que exibe os mapas de navegação, os controles e áudio e as imagens das cinco câmeras, entre outros.

A impressão geral é de acabamento primoroso, que tem muito couro e plástico emborrachado andando juntos. Com 4,36 m de comprimento, 1,63 m de altura, 1,96 m de largura e 2,66 m de entre-eixos, o Evoque não é grande, mas transporta bem quatro pessoas. Passageiros mais altos podem ter dificuldade no banco de trás por causa do teto descendente, que também limita a visão pelo vidro traseiro. Além disso, o motorista vai notar que o espaço para as pernas é apenas mediano, especialmente no que diz respeito ao apoio para o pé esquerdo.

Nas ruas, na lama, na água

Quando encarou as ruas de Liverpool, o Evoque mostrou que seu lado compacto também traz vantagens. A natural cautela gerada pela estranheza de se guiar na mão invertida (mão inglesa) pôde ser deixada um pouco de lado, já que o risco de dar com o retrovisor em outro veículo parecia menor. O belo teto panorâmico permitiu apreciar quase na totalidade a bela arquitetura da terra natal dos Beatles.

Outro aspecto que chamou a atenção foi o bom trabalho da suspensão, ao menos nas ruas perfeitas da Inglaterra. O Evoque é confortável sem ser molenga, e mais uma vez mostrou que pode se comportar como um SUV e também como um hatch.

Na rodovia, tivemos a chance de abusar mais do motor 2.0 a gasolina, que respondeu à altura. O bom trabalho com a transmissão automática de seis velocidades leva o carro de zero a 100 km/h em 7,6 segundos. Em relação ao modelo a diesel, o Range Rover Evoque que virá ao Brasil é mais rápido e mais silencioso. Só não é mais econômico, como já era esperado.

Quando encarou lama e pedras, subidas e decidas, o Evoque lembrou bastante o seu “primo pobre”, o Land Rover Freelander 2. Com a providencial ajuda dos sistemas eletrônicos, que adaptam o carro ao terreno, não atolamos uma única vez, ainda que não tenham faltado oportunidades para isso.

Também foi notável a capacidade do carro de enfrentar terrenos alagados. Com água quase na altura do capô, bastou manter a pressão contínua e suave no acelerador para que o Evoque cruzasse o obstáculo sem sustos, com muita classe.

Divisor de águas

Para o grupo Jaguar Land Rover, o Range Rover Evoque é um divisor de águas (sem trocadilhos com a situação retratada no parágrafo anterior). Embora as expectativas de vendas ainda sejam mantidas em segredo, foi possível ver, pelo lotado pátio da fábrica na região de Liverpool, que a produção já está a todo vapor.

Em conversa com o R7, executivos da marca inglesa confirmaram que o Evoque é o projeto mais importante, e também um dos mais caros, dos últimos dez anos. Por isso, ele tem a obrigação de dar certo. Nos próximos meses, a beleza e as capacidades do carro serão colocadas diante de sua verdadeira prova de fogo: o lançamento simultâneo em 160 países.

Fonte: R7

Land Rover apresenta Evoque, que chega ao Brasil no ano que vem

SUV é o modelo mais leve e econômico da marca.
Utilitário é o primeiro a oferecer tração na dianteira.

O mais leve e econômico carro produzido pela Land Rover, o modelo Range Rover Evoque, é resultado do desenvolvimento do protótipo LRX e o único da linha que conta com a opção de tração dianteira e tem apenas duas portas, o que reduz o preço do modelo e abre caminho para a Land Rover trabalhar em outro nicho de mercado. Há também a opção de tração integral.

Para a Land Rover, este é um lançamento de renovação da marca. O Evoque foi desenvolvido para ser o carro mais “ecológico” da marca, com emissões de 145g/km de CO2 e consumo de combustível de 21,26 km/l de diesel em uso misto.

O modelo foi apresentado nesta quinta-feira (30) em Paris, durante o Salão do Automóvel da cidade e despertou a curiosidade dos jornalistas especializados, especialmente por se tratar de um carro “global”. Ele será produzido na fábrica de Halewood, na cidade de Merseyside, no interior da Inglaterra, e exportado para 160 países. O carro chegará ao mercado brasileiro em 2011, mas o preço ainda não foi divulgado.

Para a cidade e para a terra
Sob o capô estão disponíveis duas opções de propulsores a diesel (não oferecidos no Brasil por questões de homologação) 2.2 litros de 150 cv até 190cv e o novo propulsor 2.0 litros Si4 gasolina de 240 cv de potência com injeção direta de combustível.

Como todos os modelos da marca, o Evoque também terá o sistema que adapta todas as configurações de tração, motor, suspensão e torque de acordo com o tipo de terreno em que se trafega por meio de um botão.

No visual, o destaque é o teto panorâmico. Outros itens de série são sistema de ajuda em manobras, tela retrátil de 8 polegadas, revestimento interior de couro em dois tons, opções de rodas de liga leve nos aros 19” e 20” e sistema de som com 17 auto-falantes e 825W de potência.

O visual do Evoque é bem moderno, mas pode não agradar os “trilheiros” mais tradicionais, que compram um Land Rover para mergulhar na lama. A impressão é de que o carro é muito “sofisticado” para isso.

Fonte: G1

GM divulga imagens do novo Chevrolet Orlando

Sobre a plataforma do Cruze, modelo possui sete lugares em três fileiras.
Minivan terá estreia oficial no Salão do Automóvel de Paris, em outubro.

A General Motors divulgou, nesta quarta-feira (25), as primeiras imagens da versão final do Chevrolet Orlando. A minivan compacta tem estreia ofical marcada para o Salão de Paris, no dia 2 de outubro, quando o evento abre ao público. O modelo foi apresentado como protótipo pela primeira vez no Salão de Paris de 2008.

Desenvolvido na plataforma do Chevrolet Cruze, o modelo possui sete lugares em três fileiras de assentos – são 2,76 metros de entre-eixos – e vem equipado com motores 1.8 a gasolina de 139 cv e 2.0 a diesel de 129 cv e, outro, de 161 cv.

Entre os itens de série que equipam o carro estão ar-condicionado digital, seis airbags, sistema de áudio com iPod e MP3. No interior, a GM optou por uma iluminação azul.

O carro entra em produção em outubro e deverá concorrer no mercado europeu e canadense com os modelos Mazda 5, Renault Grand Scenic, Citroën C4 ,Picasso, Volkswagen Sharan e Ford S-Max.

Fonte:G1

Flagra Peugeot 3008 sem disfarces em Barra Mansa (RJ)

Modelo pode ser lançado ainda este ano no mercado brasileiro.
Crossover compacto é equipado com motor 1.6 de 150 cavalos.

O crossover compacto Peugeot 3008 foi flagrado sem disfarces em Barra Mansa (RJ), cidade próxima a Porto Real, onde fica a fábrica do grupo PSA Peugeot Citroën.

Fonte: G1