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Renault Sandero R.S. Racing Spirit:Com visual mais agressivo, novos pneus e limitada a 1.500 unidades, série especial vai custar R$ 66.400

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Desenvolvido pela divisão Sport da Renault, o Sandero R.S é um dos raros esportivos legítimos no segmento de compactos – a maioria recorre a truques de fachada. Mesmo assim, a marca francesa decidiu lançar mão dessa moda e realçou os dotes de esportividade do modelo com a série Racing Spirit.

Limitada a 1.500 unidades, a versão adotou a fórmula tradicional do raio esportivador das marcas: pinça de freio vermelha, bancos com detalhes no mesmo tom, incluindo a costura dos tecidos e volante. Até o aro dos difusores de ar e do velocímetro ganharam a aparência rúbea.

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O interior continua simples, apesar das costuras e inserções de vermelho. No R.S Racing Spirit, o teto agora conta com forração de tecido preto. Mas o detalhe que merece destaque é a placa numerada instalada sob a alavanca do freio de estacionamento. Cada unidade vem com o número correspondente até o limite de 1.500.

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Por fora, a parte inferior dos para-choques recebeu um aplique (adivinhe a cor?) e laterais da carroceria foram decoradas com um adesivo que traz o nome “Racing Spirit”.

De resto, não há modificações mecânicas. O único atributo que pode ter influência no desempenho é a adoção de pneus Michelin Pilot Sport 4 – calçados em rodas de 17 polegadas. Em relação aos Continental Sport Contact do R.S. normal, ele oferece frenagens reduzidas em até 2 metros, sobretudo no molhado.

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Assim como ocorreu com o Sandero R.S, a edição “esportivada” desse esportivo legítimo foi desenvolvida pela Renault Sport Cars, em parceria com o estúdio de design brasileiro da marca.

Por R$ 66.400, o modelo custa R$ 3.000 a mais que o R.S tradicional, e preserva a lista de equipamentos de série, que inclui controle de estabilidade (ESP), ar-condicionado, direção hidráulica, seletor de modo de condução, sensor de estacionamento traseiro, controle de velocidade de cruzeiro, sistema multimídia com tela touch de 7 pol e GPS.

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Sob o capô, um motor 2.0 16V flex de concepção antiga mas bem adequado aos parcos 1.161 kg do carro (além de um belo ronco), com 150/145 cv (etanol/gasolina) a 5.750 rpm e torque de 20,9/20,2 mkgf a 4.000 giros. A Renault afirma que o modelo vai de 0 a 100 km/h em 8 segundos, com etanol – em nossos testes, com gasolina, a marca foi de 10 s.

No painel, o botão “Sport” controla os modos de condução e modifica o mapa de aceleração. A sensação é que o hatch fica mais arisco, já que as respostas do pedal tornam-se mais imediatas e o giro do motor é mantido em regime elevado.

Já o modo Sport+ desliga as assistências eletrônicas – ou seja, o controle de estabilidade deixa de atuar. A suspensão trabalhada pela Renault Sport é firme sem ser desconfortável, os bancos e volante também agradam e os freios a disco nas quatro rodas trabalham com eficiência.

Todo esse conjunto combinado a transmissão manual de seis velocidades fazem do Sandero R.S. um dos esportivos nacionais mais divertidos do mercado. E agora com detalhes mais chamativos do que nunca. Afinal, pinça de freio vermelha sempre cai bem, aparentemente. É o que dizem…

Desenvolvido pela divisão de competições da Renault, a nova versão é esportiva não só no visual, mas também no comportamento e desempenho

foto-imagem-sandero-rsAntigamente, quando queriam lançar uma versão esportiva, as fábricas se inspiravam nas pistas de corrida. Modelos como Gol GTi, Kadett GSi e Escort XR3 fizeram sucesso entre os entusiastas. Depois, vieram os aventureiros urbanos e a referência de esportividade migrou do asfalto para a terra. As exceções eram versões que remetiam às competições apenas no visual. Agora a Renault está resgatando aqueles (bons) tempos ao lançar a versão RS do Sandero, esportiva na forma e no conteúdo. A sigla RS vem de Renault Sport, a divisão de competições da marca, que foi a responsável pelo desenvolvimento do carro.

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Começando pelo motor, o RS é o único Sandero 2.0. Esse motor (o mesmo do Duster) não é a última palavra em tecnologia. Não tem recursos como comandos de válvulas variáveis, injeção direta e turbo, mas rende 150 cv com etanol, 44 cv a mais que o 1.6 das outras versões do Sandero. Ele garante ao RS uma relação peso/potência de 7,74 kg/cv, contra 10,14 kg/cv da versão 1.6 GT Line (que traz apenas o acabamento esportivo). Comparando o desempenho desses modelos com números de fábrica (uma vez que não pudemos testar o novo carro), o RS vai de 0 a 100 km/h em 8 segundos e chega aos 202 km/h de velocidade, enquanto o 1.6 GT Line gasta 11 segundos e atinge 179 km/h.

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Tão ou mais interessantes que o motor, porém, o Sandero RS tem outras características que o tornam uma verdadeira versão esportiva. A suspensão ganhou conjuntos de molas, amortecedores, batentes e barras estabilizadoras recalibrados. Os freios agora contam com discos nas quatro rodas. E a direção hidráulica cedeu lugar a um sistema com assistência eletro-hidráulica. O câmbio é manual de seis marchas.

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Nosso test-drive incluiu trechos de rua e estrada e terminou na pista do Autódromo Internacional de Curitiba, no Paraná. Na primeira parte, o que mais chamou atenção foi o comportamento da suspensão, que ficou firme sem ser desconfortável. Além disso, o volante se destacou pela boa empunhadura, apesar de ser ajustável apenas em altura. Seu diâmetro de 37 cm é 1 cm menor que o padrão da linha Sandero. Os bancos também agradaram por oferecer bom apoio lateral. No autódromo, foi possível conferir que, além de ser rápido nas arrancadas e retomadas, o Sandero RS freia bem e roda de forma equilibrada e obediente. O único ponto que poderia ser melhorado, para quem gosta de dirigir esportivamente, é a alavanca de câmbio, de seis marchas. Seu curso é longo, o que dificulta localizar as marchas. Seus engates são precisos e bem-escalonados (com as quatro primeiras marchas curtas e as duas últimas longas), mas o motorista precisa se acostumar com a alavanca.

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MULHER DE CÉSAR

Como à mulher de César não basta ser honesta, é preciso parecer honesta, o visual não foi esquecido. Por fora, o Sandero RS conta com kit aerodinâmico, que inclui spoiler dianteiro, saias laterais e aerofólio traseiro, rodas de liga leve pretas e faixas decorativas. Por dentro, os instrumentos ganharam novo grafismo, o volante traz a sigla RS no raio inferior e há detalhes vermelhos nas saídas de ar e na costura do couro do volante e da alavanca do câmbio. Os bancos têm duas faixas longitudinais: uma vermelha e a outra cinza. Entre os equipamentos, o Sandero traz como itens de série luzes de posição com leds, central multimídia, ESP (com três modos de uso: Standard, Sport e desligado), assistência de partida em rampas e ar-condicionado digital. O único item opcional são as rodas de aro 17 (com pneus 205/45 R17) que aparecem nas fotos. As de série também são de liga,mas aro 16 (com pneus 195/55 R16).

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Como toda versão esportiva, o RS é mais caro que seus pares, mas nada assustador. Ele custa R$ 58 880 básico e R$ 59 880 com rodas aro 17, enquanto a versão aventureira Stepway sai por R$ 52 300. O Sandero é o primeiro carro de rua desenvolvido pela Renault Sport fabricado fora da Europa. E pode não ser o único. Segundo a Renault, há outros projetos da RS em estudo para o Brasil.

Hatch apimentado feito no Brasil tem motor de 150 cv, câmbio manual de seis marchas e controles de tração e estabilidade

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O Renault Sandero RS começará a ser vendido no Brasil em setembro com preço inicial de R$ 58.880. O hatch apimentado é equipado com um motor 2.0 de 150 cv e câmbio manual de seis velocidades e relações curtas. Segundo a Renault, com essa configuração o hot hatch de 1.162 kg acelera de 0 a 100 km/h em 8 segundos e tem velocidade máxima de 202 km/h. Fabricado em São José dos Pinhais, no Paraná, este é o primeiro modelo da linha de esportivos da Renault fabricado fora da Europa.

Além das novidades mecânicas, a versão ganhou diferenciais visuais para reforçar o apelo esportivo. Por fora, há para-choque esportivo com luzes diurnas de LED, saída de escapamento dupla com detalhes cromados e imitação de extrator de ar. A cabine ganha pedaleiras cromadas, bancos com desenho exclusivo desta versão e volante de base achatada. Outro diferencial é que o Sandero RS ganhou central multimídia com comandos de voz, uma tecnologia até então inédita nos modelos da marca francesa no Brasil.

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Conforme Autoesporte havia adiantado, o modelo terá um seletor de modo de condução. O motorista poderá alternar entre Normal, Sport e Race, que mudam parâmetros de direção, acelerador e salvaguardas eletrônicas. Em relação ao Sandero padrão, além do novo motor e do visual esportivo, a linha RS é 2,5 cm mais próximo do solo.

O Sandero RS também conta com freios a disco nas quatro rodas, escapamento duplo e novo ajuste de suspensão, além de barra estabilizadora e eixo traseiro mais rígidos do que a versão tradicional. Outro detalhe importante é que esse passa a ser o primeiro Sandero vendido no Brasil com controles de tração e estabilidade. Além de evitar a perda de controle do carro, o sistema também oferecerá um ajuste esportivo para esses controles. A lista de opcionais é enxuta e oferece somente com rodas de 17 polegadas por R$ 1 mil a mais (as originais têm 16 polegadas). Os pneus são sempre 205/45.

Tabelado abaixo dos R$ 60 mil, o Sandero RS quer apimentar, também, a disputa contra o Fiat Punto T-Jet. O hatch é tabelado em R$ 67.010 e conta com motor 1.4 turbo de 152 cv, além de câmbio manual de cinco velocidades.

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Novidades da Renault devem estrear ainda em 2015

foto-imagem-sandero A Renault colocou em seu site oficial as páginas de Sandero R.S. e Duster Oroch. Atrações da marca no Salão de Buenos Aires, os modelos serão lançados no mercado brasileiro nos próximos meses. O Sandero R.S será movido por um motor 2.0 16V (o mesmo do Duster, mas recalibrado para entregar 150 cv) acoplado ao câmbio manual de seis marchas. Vários componentes foram preparados pela Renault Sport francesa, incluindo sistema de freios a disco nas quatro rodas, suspensão com molas mais rígidas e escapamento duplo com maior capacidade de exaustão de gases. O hatch fabricado em São José dos Pinhais (PR) virá também com o R.S. Drive, sistema de modo de direção com três opções de condução: Normal, Sport e Race. Externamente, o Sandero R.S. se diferencia pelas rodas de liga leve aro 17 e pelo kit aerodinâmico assinado pela Renault Sport, incluindo spoiler dianteiro, saias laterais e novos para-choques. O interior tem bancos com revestimento exclusivo, volante esportivo e saídas de ar-condicionado com detalhes na cor vermelha. foto-imagem-sandero A Duster Oroch também será feita no Brasil, com lançamento previsto para o fim deste ano. Baseado no Duster, a picape terá as mesmas opções de motorização do SUV (1.6 16V e 2.0 16V), mas ainda não se sabe se a Oroch contará com a opção de transmissão automática de quatro marchas – o diretor de marketing da Renault, Bruno Hohmann, afirmou que a marca ainda estuda esta possibilidade. Uma novidade exibida no site oficial é o extensor de caçamba, ampliando a área útil a ponto de permitir o transporte de uma moto.

Carro básico pode ter um grande aumento de R$ 6.000

Nos últimos anos, muitos carros de entrada não podem mais ser considerados “pé-de-boi”, sem qualquer item de conforto. Se, antigamente, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas eram considerados luxo, hoje, os mesmos itens são essenciais e alguns deles saem de fábrica, mesmo em versões básicas.

O Chevrolet Onix, lançado em meados de 2012, por exemplo, traz de série, direção hidráulica, assim como o Volkswagen Gol, em sua versão mais simples. Já o Hyundai HB20, que chegou também em 2012, tem, desde as versões mais baratas, ar-condicionado e direção hidráulica.

Para o consultor automotivo Paulo Garbossa, da ADK Automotive, os consumidores passaram a exigir mais dos modelos de entrada. “Até as opções básicas estão mais sofisticadas. Isso porque, se o cliente não encontra os itens que deseja no veículo de uma marca, ele vai pesquisar em outra, o que acaba estimulando as fábricas a equiparem melhor os carros, desde as versões mais em conta”, afirma.

Outra explicação, segundo Garbossa, é que equipar um carro com ar-condicionado ou direção hidráulica, ficou mais barato. “A produção em escala facilitou na popularização dos itens. O mesmo deve acontecer com outros equipamentos, como sensor de ré e multimídia, daqui em diante”, diz.

G1 listou o modelo mais vendido das seis marcas que mais emplacaram carros no Brasil em 2013, Fiat, Volkswagen, Chevrolet, Ford, Renault e Hyundai. A partir daí, configurou o veículo com os itens ar-condicionado, direção assistida, vidros e travas elétricas. O preço dos pacotes variou entre R$ 2.105 e R$ 6.150.

Volkswagen Gol
Versão básica: Trendline 1.0 2 portas – R$ 31.710
Preço com equipamentos: R$ 34.940

O veículo mais vendido do Brasil em 2013, vem, desde a versão básica, com direção hidráulica de série. Os demais opcionais são oferecidos separadamente, prática usual em modelos da Volkswagen. Assim, é possível adicionar apenas os itens de conforto, travas e vidros elétricos e ar-condicionado, por um valor total de R$ 3.230, sendo R$ 2.650 cobrados pelo ar e R$ 580 pelo pacote chamado acesso completo para versões 2 portas.

Fiat Uno
foto-imagem-fiat-vivaceVersão básica: Vivace Evo 2 portas – R$ 25.620
Preço com equipamentos: R$ 30.673

O Uno é um dos veículos mais baratos do país. Em sua versão básica, não conta com nenhum dos itens pesquisados. Para tê-los, é necessário adquirir o pacote Kit Celebration 5, de R$ 5.053. Além de vidros e travas elétricos, direção hidráulica e ar-condicionado, ele inclui, entre outros itens, faróis de neblina e preparação para som. Com isso, o valor do carro chega a R$ 30.673.

Chevrolet Onix
foto-imagem-onixVersão básica: LS – R$ 33.190
Preço com equipamentos: R$ 38.290 (versão LT + pacote R7H)

A versão básica do Onix, LS, já conta com direção hidráulica de série. Porém, para adicionar os demais itens de conforto, o interessado deve mudar para a versão LT, a mais completa com motor 1.0. Ela custa a partir de R$ 35.090, e conta, de série, com banco do motorista e coluna de direção com regulagem de altura, maçanetas e espelho retrovisor na cor do veículo, alarme e chave canivete, mas ainda sem ar-condicionado, vidros e travas elétricos. Para ter os itens, é preciso aderir ao pacote R7H. Ele custa R$ 3.200, elevando o valor final do Onix para R$ 38.290, ou R$ 5.100 a mais do que a versão básica.

Ford Fiesta RoCam
foto-imagem-ford-fiestaVersão básica: 1.0 SE Plus – R$ 31.740
Preço com equipamentos: R$ 31.740

Prestes a dar lugar ao novo Ka, o Fiesta RoCam vive seus últimos meses na linha da Ford. Assim, a marca só comercializa o modelo nas versões mais completas. A 1.0, é equipada com ar, direção hidráulica, vidros, travas e espelhos elétricos, faróis de neblina, alarme, abertura elétrica do porta-malas e rodas de liga neve, e custa R$ 31.740.

 

Renault Sandero
foto-imagem-sanderoVersão básica: Authentique – R$ 30.500
Preço com equipamentos: R$ 36.660 (versão Expression)

A versão mais em conta do Sandero é a Authentique, de R$ 30.500. Entre os opcionais, apenas ar-condicionado e direção hidráulica, oferecidos por R$ 3.960. Para ter também vidros e travas elétricas, é preciso subir para a versão Expression, de R$ 36.660. O valor R$ 6.160 acima da Authentique, também inclui outros equipamentos, além do conjunto elétrico, como travamento automático das portas com o veículo em movimento, alarme, computador de bordo, volante com regulagem de altura e maçanetas da cor do veículo. O valor solicitado para os opcionais pela Renault para o Sandero “completo” é o mais alto entre os modelos comparados.

Hyundai HB20
foto-imagem-hb20Versão básica: Comfort – R$ 35.395
Versão com equipamentos: R$ 37.500 (vesão Comfort Plus)

A versão básica é a Comfort, de R$ 35.395. Ela já conta com ar-condicionado e direção hidráulica. Para ter também vidros e travas elétricos, é preciso subir para a versão Comfort Plus, de R$ 37.500. Além dos equipamentos de conforto, os R$ 2.105 pacote também adicionam à lista de equipamentos, alarme perimétrico, travamento automático central das portas a 15 km/h, maçanetas na cor do veículo, chave canivete e detalhes cromados no interior. Considerando apenas modelos em que foi necessário acrescentar equipamentos ao conteúdo básico, o pacote do HB20 é o mais barato, além de um dos mais completos.

Vendas de carros em junho – Veja os 10 carros mais vendidos no mês de junho de 2013

Como apontaram números prévios, pela primeira vez desde novembro, o hatch Hyundai HB20 ficou fora da lista dos carros (automóveis e comerciais leves) mais vendidos em junho. No mês, o modelo ocupou a 11ª posição. Considerando apenas automóveis, ele foi o 10º mais vendido.

O HB20 chegou às lojas em outubro passado e, a partir do mês seguinte, apareceu constantemente no ranking dos mais vendidos, tendo chegado à quarta posição em fevereiro, março e abril, com vendas entre 10 mil e 12,5 mil unidades. Em maio, caiu para a nona colocação, com 9,6 mil emplacamentos.

Outro que constava no ranking anterior e caiu em junho foi o Volkswagen Voyage. Em maio, o sedã ficou em décimo, com 8.349 unidades vendidas. Quem subiu foi Chevrolet Classic e Renault Sandero.

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Carros mais vendidos do mês de janeiro 2013

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O HB20 da Hyundai é um dos destaques da lista dos 10 carros mais vendidos em janeiro

A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) encerrou o mês de janeiro com 296.853 automóveis e utilitários leves vendidos, o melhor desempenho histórico do mês. Somando caminhões, ônibus, motocicletas e demais equipamentos automotores, o número sobe para 450.770 unidades.

A lista dos mais vendidos em janeiro foi marcada pela presença de modelos novatos entre os dez principais e pela ausência de modelos da Ford. Os líderes de vendas continuam os mesmos. A expectativa da Fenabrave para 2013 é de que o número de vendas chegue a 3.743.285 autos e utilitários. Em 2012, o total chegou a 3.634.421.

Confira os carros e que fizeram a alegria dos consumidores – e dos vendedores – no começo do ano, segundo o registro de emplacamentos da Fenabrave:

1º Gol – Volkswagen –22.338
2º Uno – Fiat – 18.025
3º Palio – Fiat – 17.358
4º Fox/Crossfox – Volkswagen – 12.436
5º Onix – Chevrolet – 10.724
6º Siena – Fiat –9.852
7º Celta – Chevrolet – 9.241
8º HB20 – Hyundai – 9.030
9º Corsa Sedan – Chevrolet – 8.479
10º Voyage – Chevrolet – 8.024
11º Sandero – Renault – 7.357
12º Fiesta – Ford – 7.215
13º Chevrolet – Cobalt – 4.959
14º Punto – Fiat – 4.886
15º Ka – Ford – 4.640
16º Corolla – Toyota – 3.866
17º Chevrolet – Agile – 3.639
18º C3 – Citroen – 3.212
19º City – Honda – 3.208
20º Spin – Chevrolet – 3.024

Lista de carros mais vendido em agosto de 2011 no Brasil

VW Gol foi o carro mais emplacado no mês.

Renault lança linha 2011 do Sandero

Versões ganharam apenas detalhes no acabamento.
Stepway passa a contar com o motor 1.6 16V de 112 cv

A Renault divulgou nesta quarta-feira (9) a linha 2011 dos modelos Sandero e Sandero Stepway, que começam a ser vendidos esta semana nas concessionárias da marca. A versão de entrada do hatch, Authentique, parte de R$ R$ 29.690 e pode ser equipado com o pacote “Pack Plus”, que traz agora maçanetas internas e difusores de ar na cor prata.

O modelo Expression, que parte de R$ 32.440 (1.0 16V Hi-Flex) e de R$ 34.740 (1.6 8V Hi-Torque) passa a contar de fábrica com espelhos retrovisores na cor da carroceria, manopla de câmbio com acabamento de alumínio e maçanetas e difusores de ar em prata. Já a versão topo de linha, Privilége, adota de série rodas de liga leve de 15 polegadas.

Outra novidade da nova linha é o motor 1.6 de 16 válvulas para a versão aventureira Stepway, a única da gama do Sandero a receber o propulsor de 112 cavalos com álcool.

Fonte: G1

Carro do Ano 2010: Conheça os vencedores da revista Autoesporte

A premiação do Carro do Ano 2010, realizada pela revista Autoesporte, da Editora Globo, aconteceu nesta segunda-feira (9), em São Paulo. Ao todo foram 12 categorias. Confira os vencedores de cada uma delas:

Carro do Ano: Chevrolet Agile foi o escolhido entre Citroën C4 (hatch), Fiat 500, Ford Fusion e Honda City.

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Carro Premium do ano: O premiado foi o Audi A5. Além dele, concorriam ao prêmio: BMW 135i, Mercedes-Benz Classe E e Volkswagen Passat CC.

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Utilitário do Ano: Toyota Hilux SW4 (gasolina) venceu a disputa. Os finalistas desta categoria foram: Chery Tiggo, Mitsubishi TR4, Suzuki SX4 e Troller T4.

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Utilitário Premium do Ano: O Audi Q5 venceu a briga da categoria, na qual Mercedes-Benz GLK, Mitsubishi Pajero Dakar, Volkswagen Tiguan e Volvo XC60 também lutaram pelo título.

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Picape do Ano: a picape Fiat Strada Cabine Dupla foi a vencedora. O prêmio foi disputado por: Volkswagen Saveiro, Toyota Hilux (gasolina) e Ford Ranger.

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Motor do Ano com até 2.0 litros: O prêmio foi para o FPT 1.4 T-Jet, que equipa o hatch Punto e o sedã Línea. Os outros concorrentes eram: Honda 2.0 VTEC (Civic Si), Mini 1.6 Turbo (Mini), Smart 1.0 Turbo (Smart) e Toyota 1.8 VVTi (Corolla).

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Motor do Ano acima de 2.0 litros: O vencedor foi o Audi V6 3.0 Compressor (A6). BMW 3.0 Biturbo (135i/335i/X6), Chevrolet 3.6 V6 (Captiva), Honda V6 3.5 (Accord) e VW 3.6 V6 (Passat CC) estavam na disputa.

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Carro Verde do Ano: A categoria estreou este ano e o escolhido foi o Renault Sandero.

Fotos-Renault-Sandero-Carro-Verde-do-Ano-2010

Publicidade do Ano: O comercial do Fiat 500 levou a melhor. Veja vídeo:

Site do Ano: A Fiat também venceu nesta categoria.

Hall da Fama: Os homenageados do evento foram: João Amaral Gurgel (já falecido) e Carlos Chiti. Estes profissionais foram escolhidos por terem importância na história do setor automotivo.

Executivo do Ano: Paulo Sergio Kakinoff, presidente da Audi do Brasil, levou o prêmio.

Fonte ZAP