Arquivo da categoria: Pneus

Novo projeto da bridgestone cria segunda geração de pneus sem ar

foto-imagem-bridgestoneA Bridgestone apresentou, na semana passada, durante o Paris Motor Show, sua segunda geração de pneus sem ar: a linha Air Free. Os pneus ainda são protótipos, contudo, prometem revolucionar o futuro automobilístico.

De acordo com a CNET, o pneu substitui a câmara de ar convencional com uma série de bandas de resina que absorvem o choque com o chão. Coloridas, as bandas se assemelham a grossos raios angulados. Já a parte exterior do Air Free é revestida com uma banda de rodagem que não move, feita com uma borracha sólida.

foto-imagem-bridgestone

De acordo com Olivier Monbet, líder do departamento técnico da Bridgestone na França e Benelux, a ideia não é só evitar pneus furados, mas também torná-los mais sustentáveis em relação aos atuais. “Cada parte deste pneu é reciclável”, afirmou à CNET.

Troca injusta

foto-imagem-longa-duração

Na última década, o maior rigor das leis antipoluição e a busca por carros mais eficientes encontrou na elevação da calibragem dos pneus um forte aliado. Cada vez mais, os automóveis saem com uma única indicação de calibragem, tanto para vazio como para carregado. Sobre esse estabelecimento de uma calibragem fixa, as fábricas têm um discurso comum: “O carro é projetado contemplando os pneus de calibragem única e por isso não há comprometimento de conforto e segurança em nenhuma das condições”. Na prática, não é bem isso o que acontece.

Nosso 208 se opõe a essa “moda”: a etiqueta que ele traz na coluna central exibe calibragens distintas para três condições: vazio, carregado e para redução de consumo. No caso do hatch, havíamos decidido encarar os 60 000 km com a calibragem “econômica” (36 libras nas quatro rodas). Até que promovemos uma rodada de testes específicos de consumo.

Realizamos os ensaios primeiramente com 29 libras, a calibragem indicada pela Peugeot para o carro vazio. Resultado: 7,5 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada. Após utilizar o mesmo calibrador, mas regulado para inflar os pneus com 36 libras de pressão – a recomendação para redução de consumo –, repetimos os testes. Registramos os mesmos 7,5 km/l na simulação de uso urbano e 11 km/l na de rodoviário. Com base no ganho insignificante em termos de consumo e nos relatos dos editores Paulo Campo Grande e Péricles Malheiros, que destacaram o severo comprometimento do nível de conforto ao rodar com a calibragem de economia com o carro vazio na cidade, decidimos que os pneus do nosso 208 serão tratados à moda antiga, respeitando as recomendações de vazio e carregado.

Consultado, um engenheiro da Pirelli que pediu para não ser identificado disse: “É mesmo esperado que os ganhos se mostrem mais evidentes no consumo rodoviário. A calibragem única facilita a vida no dia a dia, mas ela nunca será tão eficiente quanto a adoção de pressões distintas para condições distintas”.

Consumo

No mês (47% na cidade) – Etanol 9 km/l
Desde ago/13 (52,6% na cidade) – Etanol 8,4 km/l

Diário

foto-imagem-calibragem

O Silêncio do Hyundai HB20

foto-imagem-Hyundai-HB20Uma volta de menos de 30 km foi suficiente para que o diretor de redação Sérgio Berezovsky se impressionasse com a silenciosa cabine do nosso HB20 de Longa Duração. “Em ponto morto, a ausência de ruído e o baixo índice de vibração se destacam”, disse. Assim como defeitos, elogios também servem de ponto de partida para uma apuração mais aprofundada de sua origem.Solicitamos um HB 1.6 à Hyundai e rumamos para o campo de provas, em Limeira (SP) – nosso HB de Longa foi junto. Submetemos ambos ao nosso teste de ruído padrão, com medições em ponto morto, rotação máxima, a 80 km/h (em quarta marcha) e 120 km/h (em quinta). Primeiro a ser medido, o HB de fábrica apontou, respectivamente, 34,5/69/63,3 e 68,4 dBA. Confirmando a boa impressão do diretor de redação de QUATRO RODAS, o HB20 de Longa registrou, na mesma ordem, <34/68,2/62,1 e 67,2 dBA. Ou seja, nosso HB é mais silencioso que o da Hyundai, com um nível de ruído em marcha lenta abaixo do mínimo detectável pelo nosso decibelímetro, 34 dBA. O resultado é surpreendente, pois o modelo cedido pela Hyundai faz parte de uma frota de imprensa, que costuma ser atendida por uma manutenção especialmente caprichada.

A análise também incluiu algumas passagens pela pista de paralelepípedos. Cercada por paredes, ela permite a detecção de ruídos não apenas provenientes da própria cabine, mas especialmente da suspensão. Novamente, o carro de Longa teve vantagem.“O modelo emprestado pela Hyundai apresentou um ruído na suspensão. Era algo muito sutil, como uma pequena folga de bucha de bandeja. Nas passagens com os vidros fechados, para avaliação do ruído interno, os dois HB20 se mostraram bem silenciosos”, disse o editor Péricles Malheiros, responsável pelo teste.

O designer Gabriel Caetano, que fez uma viagem até o Rio de Janeiro (RJ), elogiou a boa dirigibilidade e, assim como a maioria, o baixo nível de ruído.

Consumo

No mês (24,9% na cidade) – Etanol 9,4 km/l

Desde dez/12 (25,6% na cidade) – Etanol 8,5 km/l

Principais Ocorrências

8 597 km – Trepidação da palheta do limpador de para-brisa esquerdo
10 067 km – Pneu com banda de rodagem cortada por linha de pipa com cerol

foto-imagem-longahb

Momento certo de trocar os pneus

 

SÃO PAULO – Na hora de trocar os pneus do carro, sempre surgem algumas dúvidas, entre elas, se é preciso trocar somente os dianteiros, os traseiros ou todos, por exemplo.

Segundo o gerente-geral de engenharia de vendas da Bridgestone, José Carlos Quadrelli, a vida útil do pneu depende de vários fatores. “Pode variar de acordo com o tipo de pneu (radial ou diagonal), com o volume de carga transportada, a maneira como o motorista conduz o veículo (freada, arranque, curvas etc.), o tipo de estrada onde o veículo trafega, o clima, a manutenção correta e muitos outros aspectos”, explica.

A melhor forma de avaliar as condições dos pneus é analisar o TWI (Tread Wear Indicator). “São ressaltos de borrachas que ficam nos sulcos dos pneus e possuem 1,6 mm de profundidade. Quando chegam ao seu limite, sinalizam que o pneu deve ser trocado, pois passou a ser considerado careca, interferindo na segurança e se tornando possível de autuação pelas autoridades de trânsito”, afirma Quadrelli.

Manuteção e troca
A análise dos TWI também podem ajudar o motorista a identificar se o pneu está com desgaste irregular, o que pode indicar a necessidade de se realizar procedimentos básicos de manutenção, como calibragem, alinhamento e balanceamento.

Quanto à troca dos pneus, o recomendado é substituir os quatro ao mesmo tempo, caso tenham sido utilizados de forma uniforme. No entanto, se não for possível trocar todos, os novos devem ser colocados no eixo traseiro, que é responsável pelas estabilidade do veículo.

Quanto à especificação dos pneus, o importante é seguir a recomendação do fabricante do veículo, descrito no manual do proprietário. O modelo especificado no manual é definido por uma avaliação rigorosa que envolve o peso do veículo, distância dos componentes, altura, potência do motor e outros aspectos importantes.

“Quando o pneu original é substituído por outro com especificações diferentes, pode comprometer o desempenho e a segurança do veículo. O mesmo é válido para o uso de diferentes marcas de pneus em um mesmo veículo. Não se deve misturar. Cada marca tem características diferentes, como as ranhuras na banda de rodagem, que têm grande influência na dirigibilidade, especialmente em dias de chuvas. As ranhuras são responsáveis pelo escoamento da água no contato com a pista”, explicou Quadrelli.

Fonte: Info Money

Itens mais roubados no carro

Som, bolsa e estepe são os preferidos. Aprenda a se proteger.

Um estudo realizado pela Carglass Brasil na semana de 17 a 21 de outubro mostrou que o sistema de som é o objeto mais roubado dos carros. Mesmo com as melhorias em relação à segurança, como a remoção da frente do rádio e a integração do aparelho no painel do carro – o que dificulta o roubo – o sistema de som continua sendo o mais surrupiado. Ele representa 36% das razões das quebras de vidros laterais atendidas pela empresa no período.

A pesquisa considerou os clientes que solicitaram abertura de sinistro para vidros laterais das portas (foram 187 relatos, ou 19% do total de atendimentos em 60 cidades de 17 estados) e informaram o motivo da quebra sendo furto ou roubo de objetos do interior do veículo. Em segundo lugar na preferência dos ladrões está a bolsa, razão de 24% dos roubos e furtos.

A empresa considerou surpreendente o número de ocorrências de roubo do estepe: nada menos do que 14% do total. Aparecem ainda com altos índices de roubo com quebra de vidros laterais o GPS (9,6%) e o aparelho celular, com 6%.

Segundo a Carglass, o roubo do estepe tem surpreendido cada vez mais vítimas, que, na grande maioria dos casos, só dá conta da falta do equipamento ao precisar utilizar o pneu. Pelos relatos de clientes, os criminosos quebram o vidro lateral, desbravam o porta-malas e retiram o estepe.

Dez itens mais roubados após a quebra do vidro lateral

1) Aparelho de som 36,0%
2) Bolsa 24,0%
3) Estepe 14,0%
4) GPS 9,6%
5) Celular 6,0%
6) Notebook 4,0%
7) Roupas 4,0%
8) Óculos 1,0%
9) Cadeira de bebê 0,5%
10) Tênis 0,5%

Dicas de prevenção para evitar a quebra de vidro lateral

• Não deixe nenhum pertence à mostra. Isso serve tanto para o veículo em movimento quanto parado.

• Jamais permaneça dentro de um carro estacionado, nem quando estiver esperando alguém. A distração aumenta a posição de vítima para os crimes de oportunidade.

• Mantenha os vidros fechados em qualquer circunstância para aumentar sua segurança. Lembre sempre de que ladrões agem em semáforos disfarçados de ambulantes, pedintes, limpadores de vidros, acrobatas etc. Também se passam por guardadores de carros, os flanelinhas.

• A existência de película de controle solar nos vidros diminui sensivelmente a aproximação de estranhos. Como alternativa, a película de controle solar antivandalismo pode afastar o interesse de seu carro como alvo, ou dificultar o acesso ao seu interior.

• Se precisar estacionar em uma via pública procure um local que não tenha guardadores de carro, ou a presença de estranhos.

• Ao comprar um talão de zona azul preencha todas as folhas com a placa de seu carro.

• Ao deixar seu carro no estacionamento, ou com o manobrista, evite deixar pertences no interior. E ao retirar o veículo certifique-se que os vidros estejam inteiros e o estepe e seus pertences estejam no lugar.

Fonte: Webmotors e Carglass Brasil.

Pneu que não precisa calibrar

Goodyear desenvolve pneu que não precisa calibrar

Calibrar os pneus é algo incômodo para muitos proprietários de veículos e nem sempre vira hábito do motorista. No entanto, a calibragem correta é essencial para garantir o melhor desempenho do carro e gastos menores com combustível. Por isso, a Goodyear desenvolve um pneu que não perde a pressão por anos.

A empresa não divulgou quando essa tecnologia estará disponível para o consumidor, mas disse que o calendário dependerá dos subsídios governamentais em pesquisa dos Estados Unidos e da União Europeia.

Somente o Departamento de Energia do Instituto de Tecnologia de Veículos anunciou investimento de US $ 1,5 milhão na pesquisa desses pneus, mas como foco voltado para veículos comerciais. A verba será administrada pelo Laboratório Nacional de Energia Tecnologia e os trabalhos serão realizados no Centro de Inovação da Goodyear em Akron, Ohio.

Em julho, a Goodyear recebeu uma ajuda do governo de Luxemburgo para pesquisa e desenvolvimento do mesmo sistema, voltado para veículos de passeio. Esse trabalho será realizado no Centro de Inovação da Goodyear em Colmar-Berg.

“Embora semelhante em conceito, existem diferenças significativas nos sistemas para pneus de passeio e comerciais”, diz em nota o vice-presidente e chefe do departamento de tecnologia da Goodyear, Jean-Claude Kihn.

Além disso, o Departamento de Energia do Instituto de Tecnologia de Veículos dos Estados Unidos liberou US $ 1,5 milhão para um projeto conjunto entre a PPG Industries e a Goodyear para melhorar a resistência ao rolamento e eficiência de combustível dos pneus. O objetivo do projeto é aumentar a eficiência de combustível de frotas de veículos de passageiros através do uso de uma nova estrutura.

Fonte: AutoEsporte