Arquivo da categoria: off-road

Além do V6 3,6 litros de 289 cv, o Jeep passa a ser equipado com um 2,0 litros turbo, também a gasolina, de 271 cv

Primeiro, a má notícia: o Jeep Wrangler não diminuiu em tamanho. Recém-apresentada nos EUA, a nova geração é até alguns centímetros maior do que a anterior, fabricada de 2006 até março passado. A versão de quatro portas cresceu 9,6cm no comprimento e ganhou 6,1cm de entre-eixos. Em resumo: continua um fora-de-estrada grandalhão demais (4,78m de ponta a ponta, na versão quatro portas) para a turma que curte os enxutos Jeep Willys das décadas de 40 a 60.

A parte boa é que mesmo com algumas polegadas a mais, o novo Wrangler (nome-código JK) é uns 90 quilos mais leve do que seu antecessor (JL). Isso se deve ao extenso uso de materiais leves. O chassi, como está previsto nas escrituras, continua a ser separado da carroceria. Adota, contudo, aços de maior resistência e processos de fundição mais modernos. Além disso, capô e portas passam a ser de alumínio, enquanto a parte traseira da carroceria é de magnésio. Mesmo assim, o o bicho pesa um bocado: de 1.800kg a 2.020kg, dependendo da versão. Quem sabe na próxima encarnação o modelo retome a trilha do minimalismo?

Quem vê a carroceria nas fotos não notará muita diferença. Mas seus cantos foram arredondados, o para-brisa ganhou uma ligeira inclinação para trás e a grade agora é menos reta e um pouquinho boleada. Além disso, há saídas de ar no capô e coladas aos para-lamas dianteiros — tudo para vencer a resistência do ar. É o aprimoramento aerodinâmico possível em um ícone com formato de caixote.

Repare que os faróis (de LEDs nas versões mais caras) voltaram a invadir as grelhas externas da grade, como nos saudosos Jeep CJ-5, fabricados no Brasil entre 1957 e 1982. O interior traz mais recursos eletrônicos e acabamento na cor da carroceria.

Para-brisa como antigamente

Ficou mais fácil desmontar o teto. Antes era uma operação complicadíssima, envolvendo dezenas de porcas e parafusos, mas agora há até a opção de um tetinho conversível: duas travas, baixou e pronto. As portas mantêm suas dobradiças externas e também podem ser removidas. E a melhor parte é que o para-brisa pode ser baixado sem muito esforço sobre o capô, como nos Willys da Segunda Guerra. Dirigir assim é puro prazer.

Na mecânica, uma novidade importante. Além do V6 de 3,6 litros que rende os mesmos 289 cv da geração anterior e continua com um assustador consumo de gasolina, o Jeep passa a ser equipado com um quatro-em-linha de 2,0 litros e com turbo, também a gasolina. A potência é de 271 cv.

Mas o melhor desse downsizing é que o torque máximo do 2.0 é de 40kgfm em baixíssima rotação, que é o que faz a diferença na hora de escalar paredes de pedra, devagar e sempre. Para 2019, haverá a opção de um V6 3.0 turbodiesel. Outra novidade mecânica é que, pela primeira vez, o Wrangler terá uma opção de tração permanente nas quatro rodas, em vez do tradicional sistema com caixa de transferência. O câmbio pode ser manual de seis marchas ou automático de oito velocidades.

O novo Wrangler chegará ao Brasil no segundo semestre do ano que vem. Hoje, seu antecessor custa de R$ 195 mil a 205 mil em nosso mercado.

VW CrossUp! subcompacto adere à proposta off-road

foto-imagem-crossup

Antes de lançar o CrossFox, em 2005, a VW resistia ao que seus diretores chamavam de “carro de mentira”, aquele cuja aparência sugere algo que ele não é capaz de entregar, como é o caso da maioria dos modelos que ficaram conhecidos como aventureiros urbanos. De lá para cá, porém, a fábrica não só deixou de lado essa posição como aderiu de vez ao conceito. No Salão do Automóvel, a Volks lança o CrossUp!, o quarto modelo desse tipo no Brasil. Os outros, além do CrossFox, são o SpaceCross e a Saveiro Cross.

Quando o CrossFox chegou, ainda se viu um esforço para deixar o carro mais robusto. O hatch veio com vão-livre elevado, calços na suspensão e pneus maiores. Agora as mudanças são apenas cosméticas. O CrossUp! se diferencia dos outros Up! nos detalhes prateados (em para-choques, retrovisores e rack), nos apliques de plástico preto (nas caixas de roda e soleiras) e nas rodas esportivas. Até os pneus 185/60 R15 são os mesmos do HighUp! – com o estepe seguindo do lado de dentro. Segundo o desig ner Luiz Veiga, o estepe na traseira não combinava com as linhas do Up!. Na cabine, os bancos têm revestimento exclusivo de tecido com laterais de vinil. E a alavanca do câmbio traz o nome da versão na parte superior, junto do mapa das marchas. O CrossUp! é apresentado com as duas opções de câmbio: manual e automatizado I-Motion, ambos com cinco marchas. A carroceria será sempre na versão de quatro portas.

Ao volante, não há mudanças. O CrossUp! é um carro equilibrado, obediente e bem-apoiado no chão. O desempenho do motor 1.0 é bom para a categoria. O HighUp!, testado no comparativo na página 56, fez de 0 a 100 km/h em 15,2 segundos. E conseguiu as médias de consumo de 14,1 km/l na cidade e 17,8 km/l na estrada.

Por R$ 38 040, o CrossUp! herda ainda o mesmo conteúdo do HighUp!, que custa R$ 36 790, com computador de bordo, sensor de ré, faróis de neblina e Isofix. Ar-condicionado, bancos de couro, sistema de som, alto-falantes e central multimídia são opcionais.

Fotos Troller T4 Expedition no Salão do Automóvel de São Paulo

Edição especial, limitada em 100 unidades, será vendida por R$ 93.830.
Jipe ganhou bagageiro grande, snorkel, banco de couro, entre outros itens.

A Ford anunciou uma nova versão do off-road T4. A edição Expedition, limitada em 100 unidades, traz como itens exclusivos, o carro traz bagageiro grande, snorkel, peito de aço, protetores nas lanternas traseiras e nos piscas, para-barros dianteiros e traseiros, soleiras nos estribos e para-lamas, apliques nos para-choques e na grade do radiador e rodas de alumínio.

Para reforçar o visual aventureiro, o modelo combina a cor amarela com capota e acessórios em cinza fosco. O modelo começa a ser vendido em novembro, com preço sugerido de R$ 93.830, e será exposto no Salão do Automóvel de São Paulo, entre os dias de 27 de outubro a 7 de novembro no pavilhão de exposições do Anhembi.

Na cabine, além de bancos de couro sintético, bordados com o logotipo Expedition, o veículo é equipado com rádio CD-player Pioneer com entrada USB, antena interna e dois alto-falantes de 6″. O manual do jipe também é exclusivo e o proprietário ainda ganha uma jaqueta personalizada com as cores da versão Expedition, bordada com o seu nome e tipo sanguíneo.

Os itens de série do T4 continuam na versão limitada: direção hidráulica, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos, santantônio, capota removível, farol de neblina, relógio digital, conta-giros, tomada 12 V, hodômetro digital (total e parcial), porta-objetos nas portas e no painel, banco traseiro bipartido e rebatível, cintos de segurança dianteiros com ajuste de altura, desembaçador traseiro, luz elevada de freio, tomada de sinal de velocidade no chicote para instalação de navegador de rali e ganchos de reboque com capacidade de 2.400 kg.

O motor também é o mesmo, o 3.0E Turbo Diesel da MWM-International – com potência de 163 cv e torque de 38,8 kgfm – e a tração 4×4 com reduzida. O diferencial traseiro com sistema Trac-Lok compensa as variações do piso para manter a tração nas rodas. O freio a disco nas quatro rodas, com válvula sensível à carga na traseira, segura o veículo em diferentes condições de pista, vazio ou carregado.

A edição limitada é identificada ainda por uma placa numerada na coluna do veículo e acompanhada de certificado de autenticidade. De acordo com a Ford, o modelo tem garantia de dois anos.

Fonte: G1

Land Rover apresenta Evoque, que chega ao Brasil no ano que vem

SUV é o modelo mais leve e econômico da marca.
Utilitário é o primeiro a oferecer tração na dianteira.

O mais leve e econômico carro produzido pela Land Rover, o modelo Range Rover Evoque, é resultado do desenvolvimento do protótipo LRX e o único da linha que conta com a opção de tração dianteira e tem apenas duas portas, o que reduz o preço do modelo e abre caminho para a Land Rover trabalhar em outro nicho de mercado. Há também a opção de tração integral.

Para a Land Rover, este é um lançamento de renovação da marca. O Evoque foi desenvolvido para ser o carro mais “ecológico” da marca, com emissões de 145g/km de CO2 e consumo de combustível de 21,26 km/l de diesel em uso misto.

O modelo foi apresentado nesta quinta-feira (30) em Paris, durante o Salão do Automóvel da cidade e despertou a curiosidade dos jornalistas especializados, especialmente por se tratar de um carro “global”. Ele será produzido na fábrica de Halewood, na cidade de Merseyside, no interior da Inglaterra, e exportado para 160 países. O carro chegará ao mercado brasileiro em 2011, mas o preço ainda não foi divulgado.

Para a cidade e para a terra
Sob o capô estão disponíveis duas opções de propulsores a diesel (não oferecidos no Brasil por questões de homologação) 2.2 litros de 150 cv até 190cv e o novo propulsor 2.0 litros Si4 gasolina de 240 cv de potência com injeção direta de combustível.

Como todos os modelos da marca, o Evoque também terá o sistema que adapta todas as configurações de tração, motor, suspensão e torque de acordo com o tipo de terreno em que se trafega por meio de um botão.

No visual, o destaque é o teto panorâmico. Outros itens de série são sistema de ajuda em manobras, tela retrátil de 8 polegadas, revestimento interior de couro em dois tons, opções de rodas de liga leve nos aros 19” e 20” e sistema de som com 17 auto-falantes e 825W de potência.

O visual do Evoque é bem moderno, mas pode não agradar os “trilheiros” mais tradicionais, que compram um Land Rover para mergulhar na lama. A impressão é de que o carro é muito “sofisticado” para isso.

Fonte: G1

Mercedes-Benz cria modelo off-road Hexawheel

Veículo foi projetado para passar por grandes obstáculos.
Modelo possui chassi articulado com seis rodas.

A Mercedes-Benz criou uma picape conceito de seis rodas. A Hexawheel foi projetada para passar por grandes obstáculos e escalar superfícies muito íngremes, como nenhum outro da categoria off-road.

Desenvolvida pelo designer iraniano Siyamak Rouhi Dehkordi, a Hexawheel foi inspirada no corpo articulado dos insetos para andar em superfícies difíceis. O carro possui um chassi flexível e 4,88 m de comprimento.

Fonte: G1