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Após a prorrogação de 90 dias, os condutores que não cumprirem a determinação podem ter de pagar R$ 127,69 de multa e ainda perder 5 pontos na carteira de habilitação

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O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, em acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), decidiu adiar por 90 dias a obrigatoriedade do uso do extintor de incêndio veicular com carga ABC. O adiamento só passa a valer depois que uma nova resolução for publicada, mas o mas o órgão já informou que não multará quem dirigir sem o novo equipamento.

A medida, que surgiu de forma pouco esclarecedora para o público, visa atender os motoristas que reclamavam da dificuldade de encontrar o extintor. Agora eles terão mais tempo para trocar o aparelho. Após os 90 dias de prorrogação, os condutores que não cumprirem a determinação podem ter de pagar R$ 127,69 de multa e ainda perder 5 pontos na carteira de habilitação.

A nova lei fez com que a maioria dos motoristas fosse checar os seus extintores. Após muitos deles perceberem que não tinham o produto novo ou na validade, os extintores sumiram do mercado. O que não havia ficado claro é que a recomendação valia para carros que tivessem dez anos ou mais. O novo extintor, na verdade, não é tão novo assim – ele equipa os carros vendidos no Brasil desde 2005.

Película Automotiva (Fumê) O Certo e o Errado na Aplicação

Filme é procurado para aumentar a segurança e a privacidade, mas há quem extrapole na dose

A película automotiva ficou mais famosa com o nome de “filme”. Surgiu no início dos anos 80 e foi ganhando público, mas muita gente abusou. Com vidros cada vez mais escuros, a privacidade pode aumentar, mas a visibilidade noturna fica seriamente prejudicada. O Contran teve de interferir e estipulou a resolução 254, de 2007, que passou a delimitar a porcentagem de luminosidade mínima para cada vidro do carro.

Pela lei, vidros frontais devem manter no mínimo 75% da entrada de luz, vidros laterais dianteiros, 70%, vidros laterais traseiros, 28%, e vidros dianteiros, 28%. Todos devem ter chancela indicativa no vidro. Quem apelar para o estilo e decidir escurecer mais que o permitido, pode levar cinco pontos na carteira e pagar multa, que varia para cada estado do país. E tem de remover a película.

O principal fator que leva à colocação do filme é a segurança, seguida da privacidade. Há no mercado películas com especificações diferentes que ajudam a proteger a pele do sol, manter a temperatura do ambiente, reduzir ruídos ou até criar uma barreira antivandalismo. Algumas películas chegam a reforçar o vidro em 18 vezes, e protegem o motorista e os passageiros de estilhaços em caso de impacto, além de barrar 99% os raios UV.

Aplicação
A aplicação deve ser feita em oficinas credenciadas. Mais do que a mão-de-obra, a qualidade do filme deve ser boa para evitar o surgimento de bolhas ou o descascamento. “As bolhas podem ser formadas a partir da má colocação ou má qualidade do produto. Um filme tem de durar no mínimo cinco anos”, afirma Enrique Mozen, instalador da H3 Customs. Os fabricantes chegam a oferecer até 5 anos de garantia em alguns tipos de película.

A instalação começa com a limpeza do vidro, antes da colocação do filme com ajuda de água ou sabão. Após a aplicação é preciso esperar “curar”, como diz Jonatas, consultor da Insulfilm. “É preciso deixar o carro parado por três dias, depois ficar cinco dias sem usar o desembaçador. Filmes como o de antivandalismo demoram cerca de 20 dias para secar totalmente”.

O preço do serviço custa em média R$ 100 para carros populares de duas portas e R$ 120 para carros populares com quatro portas. “Se o carro for mais alto, o preço varia de R$ 140 e R$ 160. O valor depende de quantos vidros o carro tem e a dificuldade da aplicação e modelagem”, afirma Enrique.

Cuidados
Depois que o filme foi colocado e “curado”, os cuidados com a limpeza e a lavagem são iguais aos de um vidro comum – podem ser lavados com água e sabão. “Se o vidro ainda não estiver seco, deve ser limpo com um pano bem de leve, para não tirar o filme do lugar”, ensina o instalador da H3 Customs.

Camaleão
Os filmes podem ser comprados em diversas tonalidades. Estão disponíveis no mercado tons de azul, verde e preto, entre outros. Além das cores, existe o filme fotocromático, que escurece de acordo com a necessidade e a incidência de luz. “A película consegue escurecer 70% quando há muita luz, sem exceder os limites da lei”, diz Jonatas.

Fonte: Revista AutoEsporte

Farol Xenon proibido em todo o País

A instalação dos faróis de xenon (xenônio) está proibida pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O equipamento ganhou as ruas nesses últimos anos por conseguir iluminar até três vezes mais que os faróis comuns. São apenas 330 veículos regularizados com esse item no Ceará.

O problema é que o farol de xenon, quando tem amperagem elevada, ofusca a visão do motorista que segue em direção oposta e facilita os acidentes nas estradas. O Departamento de Trânsito do Ceará (Detran) vai intensificar a fiscalização.

De acordo com a resolução 384, publicada na última terça-feira no Diário Oficial da União, existem exceções nesta proibição.

Para quem adquiriu o carro novo, com o item de fábrica, ou fez a instalação em empresa credenciada e possui o Certificado de Segurança Veicular (CSV) até o dia 7 de junho está liberado. Nesta última situação, são apenas 330 veículos no Estado.

A nova resolução não especificou nenhum grau de amperagem permitido. Por isso, a instalação de qualquer tipo de farol de xenon a partir de agora é considerada irregular e resulta em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

O coordenador de blitz do Detran, Ribamar Diniz, explica que a norma será cumprida através das vistorias nas blitze. “Essa foi uma resposta do Contran aos abusos que estavam sendo cometido”, disse.

O Detran não soube precisar dados sobre a incidência de colisões provocadas pelo equipamento luminoso. “Fica difícil contabilizar porque essa especificação do carro não entra no registro do acidente”, justifica.

A nova resolução pegou de surpresa muitos motoristas e donos de lojas de equipamentos veiculares. A gerente Giovania da Silva conhecia a polêmica no uso do farol de xenon, mas não sabia da proibição. “Pensei que ainda estava valendo a anterior, que restringia as luzes azuis e violetas, por serem mais prejudiciais aos motoristas”.

Na loja onde trabalha, o serviço era ofertado há três anos. “Antes, a procura era maior, com uma média de 10 carros por semana. Nesses últimos meses, caiu para dois”. O kit de instalação dos faróis de xenon custa R$ 400.

Fonte: DireitoCE

Inspeção Veicular 2011 em São Paulo mais cara

Em 1º de janeiro, valor deve subir de R$ 56,44 para R$ 62,10.
Contrato entre Prefeitura e Controlar prevê reajuste pelo IGP-M.

A taxa da inspeção veicular ambiental em São Paulo vai aumentar em 1º de janeiro. A tarifa, que hoje é de R$ 56,44, deve chegar a R$ 62,10. Ela é reajustada pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), segundo contrato firmado pela Prefeitura de São Paulo com a empresa Controlar, que realiza as vistorias. O índice acumulado nos últimos 12 meses foi de 10,2%. Segundo a Controlar, a data do reajuste está confirmada, mas a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente ainda precisa aprovar a nova tarifa.

Nesta segunda-feira (6), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) começou a usar radares para multar quem ainda não fez a inspeção. Todos os veículos com placa de São Paulo deveriam ter comparecido à vistoria, exceto os que têm placa com final zero (cujo prazo acaba em 31 de dezembro). A evasão, por enquanto, é grande. A frota da cidade é de 6,9 milhões de veículos. A Controlar espera realizar até 4 milhões de inspeções neste ano, mas até o dia 1° de novembro apenas 2,2 milhões de carros haviam sido aprovados.

A iminência da multa salgada, de R$ 550, não retirou os carros da rua. Na segunda, nos horários de pico, a CET registrou trânsito acima da média (118 km às 9h30, contra média de 109 km no horário, por exemplo). Por outro lado, a Controlar diz ter registrado aumento de 53% no volume de inspeções agendadas desde o anúncio da nova fiscalização – saltou de média de 13 mil por dia para 20 mil vistorias diárias.

Fonte: G1

Dia Mundial sem carro no Rio de Janeiro – Multas e veículos rebocados

O Dia Mundial sem Carro foi marcado no Rio de Janeiro por transtornos e engarrafamentos. A prefeitura proibiu a utilização de 2.100 vagas em ruas do centro da cidade e os motoristas que insistiram em estacionar nesses locais tiveram seus carros rebocados. Até o início da tarde, os fiscais rebocaram mais de 44 veículos, entre eles 13 motos. Também foram multados em toda a cidade 596 automóveis.

O subsecretário municipal de Transportes, Rômulo Orrico, afirmou que foi solicitado às empresas de transportes públicos um aumento de efetivo para suprir a demanda por transportes coletivos em decorrência das proibições de estacionamento. Segundo ele, “o volume usual de um terço de automóveis particulares circulando pela cidade teve queda expressiva”.

O subsecretário negou que a repressão se transformou em um problema a mais para os motoristas e afirmou que “a prática é educativa e visa a estimular a diminuição do uso do automóvel durante todo o ano”.

A Secretaria de Estado de Transportes aderiu ao movimento e secretário Sebastião Rodrigues lembrou que foi implantado no órgão há três anos o programa Rio – Estado das Bicicletas, que objetiva estimular o uso da bicicleta como meio de transporte, principalmente para pequenos e médios deslocamentos.

“A bicicleta é barata, não polui e ainda contribui para a saúde de quem pedala”, disse Rodrigues, que também destacou a importância de incentivar a prática entre crianças mirando no futuro e no bem-estar nas cidades.

Fonte Correio Braziliense

Cuidados com rodas maiores

Um dos itens mais desejados entre os amantes de carros são as rodas com desenhos diferenciados e aros maiores que os originais. Dentro da prática do tuning, então, é quase uma obrigatoriedade trocar o conjunto original por um estilizado, cujo modelo se adapta ao gosto e ao perfil do dono do carro.

Mas, antes de trocar seu jogo original de pneus e rodas, são necessários alguns cuidados. O CTB (Código de Trânsito Brasileiro) proíbe que o diâmetro das rodas ultrapasse os limites externos dos para-lamas do veículo. Ou seja, o tamanho total do conjunto roda/pneu não pode ser alterado nestas condições. Não respeitar esta regra é uma infração grave. O condutor perde cinco  pontos na carteira, paga multa de R$ 127,69 e  pode ter o carro retido.

Além de infringir a lei, alterar o tamanho original pode afetar o desempenho do seu carro. “Se o diâmetro máximo do pneu superar o original, vai aumentar a inércia na roda, prejudicando a aceleração”, explicou o professor do curso de Engenharia Mecânica Automobilística do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Ricardo Bock. “A mudança entre a relação final da rotação do motor e a da roda é alterada e a cada volta que ela der o percurso será maior”, disse.

Outro ponto negativo é o conforto dos passageiros. Uma roda maior significa um pneu menor e, com isso, menos absorção dos impactos. “O pneu tem comportamento visco elástico e colabora na absorção das vibrações. Se o perfil do pneu for muito mais baixo, aumenta o nível de vibrações dentro do carro”, afirmou Bock.

Esportividade e beleza

Há também benefícios para os amantes da velocidade que desejam uma roda personalizada com um aro maior. Além da estética, o item ajuda na estabilidade de quem gosta de dirigir de maneira esportiva.

O gerente comercial da Mangels do Brasil, Sidney Martinho, explicou que um aro superior é muito mais que um equipamento bonito. “O aro maior, geralmente, proporciona uma sensação maior de estabilidade do veículo, em função de uma resposta mais precisa de direção”, afirma. Mas ele reconhece que a procura pelo acessório, na maioria das vezes, está ligada à aparência do veículo. “ O apaixonado por carro gosta de deixá-lo com a cara dele; a roda é parte deste processo”, complementou.

Recomendações

A recomendação para quem deseja trocar o conjunto original é ter cuidado nas modificações, no local da instalação e na marca do produto. “Quem quiser trocar, é aconselhável respeitar o diâmetro máximo externo deixando próximo ao original e tomar o cuidado de verificar se o fabricante das rodas é devidamente homologado”, complementou o professor Bock. Outro conselho é ficar atento às recomendações do fabricante. “É importante lembrar que as características técnicas devem ser respeitadas, conforme critérios de cada fabricante de veículo”, lembrou Martinho

Fonte: MSN

Vans terão prazo diferente de carros para obrigatoriedade de cadeirinhas

No dia 1º, entra em vigor nova regra para veículos de passeio.
MPF questionou exclusão de vans; governo tratará tema separadamente.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) informou que a obrigatoriedade do uso das cadeirinhas para vans escolares não entrará em vigor no mesmo dia em que as novas regras começam a valer para os carros de passeio, em 1º de setembro. No mês passado, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou, em inquérito que está em andamento, que as regras começassem a valer na mesma ocasião.

De acordo com o Contran, uma resolução específica para transporte escolar de crianças está em discussão, mas ainda não há prazo para ser publicada.

Na próxima quarta feira (1º), entra em vigor a resolução que obriga o uso dos equipamentos de retenção em automóveis para transportar crianças de até dez anos. A punição prevista pelo Contran é de multa de R$ 191,54 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As exigências não se aplicam aos veículos de transporte coletivo, aos táxis, aos veículos escolares e aos demais veículos com peso bruto total superior a 3,5 toneladas.

O que diz a norma?
Pelas novas regras, bebês de até um ano devem usar bebê conforto no banco de trás. Para crianças entre 1 e 4 anos, será obrigatória cadeirinha no banco de trás. De 4 a 7 anos e meio, as crianças devem ser transportadas em assento de elevação, sem encosto, no banco de trás, com cinto de segurança. De 7 anos e meio a 10 anos, é preciso estar no banco de trás com cinto.

Para quem vale?
As exigências valem para todos os veículos, exceto os de transporte coletivo, de aluguel, aos táxis, aos veículos escolares e aos demais veículos com peso bruto total superior a 3,5 toneladas.

Qual a punição?
A punição prevista pelo Contran é de multa de R$ 191,54 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Fonte: G1

Só uma em cada dez pessoas usa cinto no banco de trás em SP

Além disso, 71,6% das crianças são transportadas de forma inadequada.
Quase a totalidade dos motoristas, no entanto, obedece à regra.

Seja por medo de multa ou por saber da sua importância, o fato é que quase todos os motoristas paulistanos usam cinto de segurança. Por outro lado, ainda há grande resistência por parte dos passageiros, principalmente os do banco de trás. Estudo da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mostra que apenas uma em cada dez pessoas no banco traseiro obedece à regra.

O trabalho da CET analisou o comportamento de motoristas de ônibus e táxis e dos ocupantes dos veículos particulares. Dentre os condutores, o índice mais alto de adesão ao cinto de segurança foi registrado entre os taxistas: 99%. O cumprimento da regra – em vigor na cidade desde 1994, antes mesmo da implementação do Código de Trânsito Brasileiro (em 1997) – também é considerado bom entre os motoristas de ônibus (98%) e dos carros de passeio (96,4%).

Os passageiros no banco da frente também costumam utilizar o cinto (92,9%). Por outro lado, os demais ocupantes dos veículos particulares praticamente ignoram as regras de segurança. Apenas 28,4% das crianças são transportadas de maneira adequada e 11,2% dos adultos usam o cinto de segurança atrás.

“O motorista ainda tem a preocupação de que vai ser multado, mas esse comprometimento não existe em quem está atrás”, diz a gerente de segurança da CET, Nancy Schneider. Ela acrescenta que o maior risco é uma falsa sensação de segurança por quem está no banco de trás. “Quem não usa cinto atrás é uma arma. Ele provoca risco para si e também para os ocupantes da frente. Mas acaba achando que está seguro.”

Fonte: G1