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Logotipos da BMW, Volkswagen e Fiat – Porque as fabricantes de carros estão mudando seus símbolos?

MONTADORAS MUDAM SEUS LOGOTIPOS PARA SE ADEQUAR AOS NOVOS TEMPOS (FOTO: MONTAGEM SOBRE ARQUIVO)

As marcas querem passar uma imagem moderna e atualizam seus símbolos ao longo dos anos para se adequar a cada momento.

Você já deve ter reparado que muitas marcas estão lançando novos logotipos para seus carros. Desde o início do ano, grandes marcas como BMW, Volkswagen e Fiat já mudaram seu visual para o grande público. Mas o que explica esse fenômeno?

É até bem simples: se adequar aos novos tempos. Com cada uma das novas fases das montadoras, que vão desde se adequar aos novos tipos de motores até fenômenos do momento, a imagem pela qual a empresa é reconhecida se torna muito importante.

Durante a pandemia do coronavírus, por exemplo, Volkswagen e Audi fizeram logotipos especiais para fortalecer o distanciamento social. Ou, como ocorreu após o caso do Dieselgate, a Volkswagen queria sinalizar ao mercado uma mudança interna para passar maior confiabilidade.

“É um movimento muito amplo e robusto que está ancorado em três pilares: novos produtos, experiência do consumidor e comunicação”, afirma a Fiat. Segundo a montadora, existem dois pilares nessa “reconstrução do ícone visual” da marca.

“O primeiro delas é a Fiat Flag, que é a representação visual da italianidade. As quatro linhas homenageiam a origem italiana da companhia de um modo único e atual. O segundo ícone visual é o Fiat Script, que substitui o escudo bordô. Além de carregar a história da marca, traz mais simplicidade e modernidade para visualizar a identidade da marca”.

Mas o recente fenômeno é explicado pela nova fase dos motores híbridos e elétricos ganhando destaque no mercado. Assim, as marcas planejam mostrar a preocupação com questões atuais, tais como tecnologia, sustentabilidade e preocupação ambiental.

Segundo João Veloso Jr., Diretor de Comunicação Corporativa do BMW Group Brasil, o novo logotipo é baseado em quatro pilares da empresa: eletrificação, conectividade, compartilhamento e autonomia. “É uma expressão mais emocional. Esse conceito antecipou diversas tendências de como serão algumas das novas tecnologias e design em um futuro próximo”, afirma ele.

Junto com a era digital e elétrica, as montadoras também se preocupam com as plataformas nas quais esses logotipos são expostos. Se a exposição da marca era feita majoritariamente em outdoors ou revistas, hoje ela aparece principalmente nos tablets e celulares.

Com traços mais limpos e menos detalhes como simulações de 3D, sombreados metálicos e cores chamativas, esses logotipos modernos são ideais para o reconhecimento rápido nas plataformas digitais. Muitas delas têm, inclusive, se valido de versões minimalistas para “despoluir” a visão em telas cada vez menores.

É o preço que se paga para colocar os cabelos ao vento a bordo do Classe E

Quem quiser colocar os cabelos ao vento a bordo de um Mercedes Classe E Cabriolet no Brasil terá que desembolsar R$ 414 mil. É o preço que se paga para levar o conversível renovado para casa. A Cabriolet é a última variante do Classe E que faltava ser renovada no nosso país e a Mercedes anunciou o início das vendas nesta semana.

O conversível de quatro lugares tem motor 2.0 turbo de 245 cv a 5.500 rpm e 37,7 kgfm entre 1.300 rpm e 4 mil rpm. O câmbio é automático de nove velocidades e, segundo a Mercedes, esse conjunto leva o carrão aos 100 km/h em 6,6 segundos. Já a velocidade máxima é limitada eletronicamente a 250 km/h.

Por cifras tão altas, era de se esperar que o Classe E Cabrio trouxesse muitas tecnologias. É o caso dos faróis, que têm nada menos que 84 LEDs para formar um conjunto de alta resolução. Cada LED é controlado individualmente para ajustar a luminosidade de acordo com cada situação. As rodas têm 19 polegadas e as suspensões são 1,5 cm mais baixas do que as do Classe E sedã.

A capota de tecido tem abertura automática e precisa de 20 segundos para abrir ou fechar completamente. Essa operação pode ser feita com o carro até 50 km/h. Mas, outro preço que se paga para viajar com os cabelos ao vento é que a capota fica guardada no porta-malas. O espaço já não é generoso normalmente, quando comporta 385 litros, e fica mais restrito quando a capota está aberta: 310 litros, segundo a Mercedes.

Na cabine, os passageiros contam com revestimento sofisticado de couro em diversas cores, iluminação de LED, comandos de voz, volante com comandos sensíveis ao toque e central multimídia. Já o motorista conta com sistemas de auxílio, como sistema de proteção contra capotagem, alerta de colisão, frenagem de emergência, detecção de pedestres e controle automático de velocidade, que funciona como um sistema semi-autônomo a até 130 km/h.

Com apresentação marcada para o início de dezembro, o modelo confirma visual inspirado no Concept A Sedan e antecipa linhas do próximo Classe A

O novo Mercedes-Benz CLS vazou às vésperas da apresentação no Salão de Los Angeles, nos EUA, que será realizado na primeira semana de dezembro. No visual, o modelo recebeu linhas que remetem ao Concept A Sedan – a principal diferença está no tamanho, é claro – e antecipa o desenho que também deverá chegar em breve ao Classe A reestilizado.

Na cabine, a novidade (quase) segue à risca os detalhes do “irmão conservador” Classe E, com direito ao quadro de instrumentos digital integrado à grande central multimídia e quatro saídas de ventilação centrais, porém, o volante é diferente. Quanto à motorização, ainda não há dados oficiais do fabricante, mas as fotos indicam uma opção com seis cilindros.

Capaz de ir além dos 350 km/h, modelo de produção limitada já tem interessados no Brasil

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Mercedes-AMG aproveitou para apresentar o esperado Project One antes do Salão de Frankfurt, que abre à imprensa a partir de amanhã. Introduzido ainda como conceito, o modelo de mais de 1.000 cv parece estar pronto para a produção. A produção será limitada a 275 unidades e já há interessados no Brasil, embora a Mercedes não divulgue quantos. As vendas começarão no final do ano e o preço pode ficar próximo dos 2 milhões de euros, o equivalente a R$ 7,4 milhões.

“Nossa outra novidade é totalmente para o prazer de conduzir. Ele foi criado com espírito de competição. O que você pode ver aqui é o conceito real de um carro de competição feito para o público”, diz o CEO da Daimler Benz, Dieter Zetsche. O desenvolvimento envolveu pesos pesados como o piloto Lewis Hamilton. “Estou muito feliz por estar aqui, porque o que a Mercedes está fazendo é história e eu participei do desenvolvimento”, disse o tricampeão de Fórmula 1.

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Ao olhar para o AMG, fica até difícil não lembrar dos protótipos de endurance, aquelas corridas de longa duração. A cabine avançada abre espaço para o motor central-traseiro, enquanto os para-lamas dianteiros ressaltados têm grelhas de refrigeração automáticas. Visto por trás, o visual não é menos impactante: há uma enorme barbatana dorsal, que se soma ao aerofólio ajustável para dar muita estabilidade em altas velocidades. O extrator de ar faz parte de um conjunto que percorre toda a parte inferior do carro, ou seja, podemos esperar por um downforce monstruoso.

Não poderia ser por acaso: estamos falando de um esportivo com cinco motores, um convencional e quatro elétricos que geram em conjunto mais de 1.000 cv. Regido por uma caixa automatizada de oito marchas exclusiva do projeto, o V6 1.6 tem injeção direta e turbocompressor acionado eletricamente por um destes motores elétricos. Graças ao acionamento elétrico do turbo, as respostas em baixa são muito rápidas e comparáveis às de um V8 aspirado, segundo a Mercedes. O trem de força com quatro comandos de válvulas veio diretamente do monoposto de Fórmula 1 da Mercedes-AMG Petronas. As válvulas são operadas pneumaticamente em vez de usar molas, tudo para conseguir atingir facilmente as 11 mil rpm. É abaixo do que gira o motor de F1, contudo, a durabilidade foi levada em consideração, até porque o AMG de rua usará combustível normal. Ainda assim, segundo apuramos, o V6 precisará ser trocado a cada 50 mil km.

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O segundo motor elétrico está ligado ao virabrequim do V6. Ainda faltam dois motores e são eles que fazem boa parte da mágica: cada um é responsável por uma das rodas dianteiras e pode girar a 50 mil rpm – propulsores elétricos automotivos costumam ficar na faixa das 20 mil rotações por minuto. Eles geram energia equivalente a 193 cv e podem acelerar ou frear automaticamente cada roda para distribuir o torque. Além disso, são capazes de recuperar até 80% da energia cinética gerada nas frenagens e armazená-la nas baterias.

O Project One pode rodar apenas na eletricidade, puxado pelas rodas dianteiras e pelo motor elétrico ligado ao virabrequim para dar aquela força extra. Se você pisar mais, o V6 entra em funcionamento. Se você começar no modo mais brabo, Race, o Project One é capaz de ir de zero a 200 km/h em menos de seis segundos – uma LaFerrari faz o mesmo em sete segundos. A velocidade máxima ultrapassa os 350 km/h.

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Das pistas também veio o sistema de suspensão com arranjo multilink em ambos eixos e amortecedores pushrod na horizontal, um arranjo que previne rolagem de carroceria e está nos Fórmulas 1. As rodas feitas de alumínio forjado (fabricadas a partir de um bloco maciço do material) são aro 19 e usam pneus Michelin Pilot Sport Cup 2 desenvolvidos especialmente para o Project One nas medidas 285/35 à frente e 335/30 atrás.

As portas de abertura vertical e soleiras larguíssimas completam a sensação de estar em um carro que poderia ter saído despercebidamente do circuito de La Sarthe durante uma prova das 24 Horas de Le Mans. O interior conta com bancos tipo concha para dois revestidos de microfibra para segurar o corpo dos ocupantes e até pedais ajustáveis, que se juntam ao volante regulável para deixar o piloto na melhor posição possível. A estrutura dos assentos é integrada ao monocoque de fibra de carbono, material que fica aparente em boa parte da cabine para dar esportividade.

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O volante de base retangular repleto de comandos também parece ter saído de Le Mans e conta com luzes para a mudança de marchas na parte superior. Há duas telas LCD de dez polegadas, uma à frente do motorista e outra voltada para ele para exibir as informações dos demais sistemas do carro. No console, apenas alguns comandos e recarregador por indução para o celular (colaborou Julio Cabral).

Versão “mundana” desembarca com opções sedã e cupê equipadas com motor V6 de 367 cv, enquanto a topo de linha tem V8 de 510 cv

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A Mercedes-AMG lançou nesta semana o C 43 no Brasil, que está disponível nas opções sedã (R$ 350.900) e Coupé (R$ 397.900). Ficou curioso para saber qual é a diferença em relação ao C 63? Basicamente, o motor das versões “mundanas” não é artesanal – além de um pouco menores, são feitos em linha de produção. Mas o sobrenome AMG continua honrado.

O desenvolvimento continua por conta da divisão esportiva, ou seja, não se trata apenas de um pacote visual como acontece com os AMG Line – na verdade, a família “43” a mesma filosofia dos Audi S. Para reconhecer as novidades, basta identificar a grade com padrão “diamante”, os faróis de led, as rodas aro 19 e as quatro saídas de escapamento na traseira.

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Por dentro, o fabricante define a cabine como “esportividade refinada”, com direito a cinco opções de cores para o revestimento de couro, além do console central de fibra de vidro com padrão AMG, volante multifuncional com base reta e teto solar panorâmico. No caso da configuração Coupé, os bancos dianteiros também têm apoios laterais mais proeminentes.

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O capô guarda um motor 3.0 V6 capaz de entregar 367 cv a 5.500 rpm e 53 kgfm a 2.000 rpm – números suficientes para levar o sedã ao 100 km/h em 4,9 segundos e o cupê em 4,7 s. Além disso, o sistema de tração integral com distribuição permanente de 31% da força às rodas da frente e 69% atrás trabalha em conjunto com a transmissão automática de nove velocidades.

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A marca também anunciou a topo de linha C 63 S Coupé, que chegará às lojas na próxima semana por R$ 615.900. A principal mudança está na mecânica, como o motor 4.0 V8 de 510 cv e 71,3 kgfm capaz de ir aos 100 km/h em 3,9 s e o bloqueio eletrônico de diferencial emprestado do AMG GT. O câmbio é multiembreagem de sete marchas e a tração traseira.

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Modelo Mercedes Classe C Coupe será maior e com desenho modificado em relação ao sedã

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Enquanto a versão sedã da Mercedes Classe C já está à venda as opções conversível e cupê ainda não tiveram suas datas de lançamento reveladas, mas, segundo a revista Auto Motor und Sport, a Classe C Coupe deverá chegar ao mercado em dezembro de 2015, provavelmente ao lado da opção sem teto fixo.

A publicação alemã diz ainda que o carro de apenas duas portas terá a carroceria com linhas retrabalhadas e será dez centímetros mais longa, cinco centímetros mais larga e menos de três centímetros mais baixa do que o sedã, deixando o modelo preparado para receber o tratamento da AMG em 2016.

Nenhuma informação sobre preço e motores foi ventilada ainda.

Mercedes SL400 ganhou novo motor 3.0 V6, mais potente do que o da versão anterior

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O Mercedes-Benz SL400 começa a ser vendido no Brasil com novo e mais potente motor por US$ 222.900. O modelo passa a ser equipado com motor 3.0 V6 de 333 cv e é equipado com diversos itens de tecnologia para o conforto e segurança dos passageiros.

O SL400 é mais potente do que seu antecessor, o SL350. Agora, o roadster conta com um motor 3.0 V6 de 333 cv entre 5.250 rpm e 6 mil giros, além de 49 kgfm de torque dersde os 1.600 giros e até os 4 mil rpm. Isso representa um ganho de 27 cv em comparação à versão anterior. O câmbio é automático de sete velocidades e conta com quatro modos de condução: C (eficiência controlada), S (esportivo), S+ (Sport plus) e M (manual). Segundo a montadora, o conjunto leva o modelo a 100 km/h em 5,2 segundos e levam o carro a máximos 250 km/h.

Para contribuir com o bom desempenho e diminuir a emissão de combustíveis, o SL400 tem carroceria feita em alumínio e conta com algumas partes em outros materiais ainda mais leves, como magnésio na cobertura do tanque. No total, o modelo pesa 1.730 kg. Para preservar a segurança dos ocupantes, as colunas dianteiras foram reforçadas com tubos de aço de alta resistência. O SL400 mede 4,61 metros de comprimento, 1,31 metro de altura, 2,09 metros de largura e porta-malas de até 381 litros.

Entre as tecnologias de segurança, há sensores que detectam se o motorista está cansado, além de um sistema que detecta quando um acidente vai acontecer para aumentar a efetividade dos cintos de segurança. Já para a comodidade dos passageiros, o sistema multimídia reúne som, leitor de DVD, acesso à internet e conectividade com Bluetooth. Entre os mimos, há, ainda, sensor que abre o porta-malas somente movimentando o pé próximo ao para-choque traseiro e sensores que estacionam o carro automaticamente em vagas paralelas e perpendiculares.

Novo modelo Mercedes-Benz CLS

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A Mercedes-Benz apresentou nesta quarta-feira, 18 de junho, o primeiro facelift da atual geração do CLS. As mudanças foram bastante sutis, sendo a maior delas a adoção de novos faróis com LED, que trazem 24 LEDs controlados automaticamente para diminuir a intensidade ou a direção dos fachos de luz para não ofuscar motoristas em sentido contrário.

Os faróis conseguem identificar curvas e rotatórias com antecedência, ajustando-os para proporcionar uma melhor iluminação. Além dos novos faróis, o CLS ganhou para-choque redesenhado, nova grade frontal, lanternas escurecidas e interior com tela sensível ao toque de oito polegadas.

Houve mudanças significativas na gama de motorizações, uma vez que todas elas agora atendem às novas normas de emissões de poluentes Euro6. Com isso, o carro será oferecido nas motorizações 2.1 de quatro cilindros em linha a diesel (que entrega 170 cv no CLS 220 BlueTEC e 204 cv no CLS 250 BlueTEC), 3.0 V6 a diesel (258 cv no CLS 350 BlueTEC), 3.0 V6 biturbo a gasolina (333 cv no CLS 400 e 408 cv no CLS 500) e o já conhecido 5.5 V8 biturbo restrito às versões AMG.

As versões CLS 220, CLS 250 e CLS 350 podem ser encomendadas com a transmissão automática de nove velocidades, que promete entregar “trocas de marchas mais ágeis e confortáveis” e maior economia de combustível.

Sedãzinho esportivo chega ao país por R$ 289.900 e mostra que seus 360 cv dão conta de fazer barulho e empolgar

foto-imagem-carro-mercedesCertos carros mexem demais com a gente, seja pelo estilo, temperamento ou qualidades peculiares. No caso do Mercedes CLA 45 AMG, recém-chegado às lojas pela bagatela de R$ 289.900, seu poder de sedução mescla esses três tópicos: o design é do tipo arrebatador, o desempenho empolga demais nas ruas (e numa pista como a de Interlagos, onde o avaliamos) e o rugido do motor 2.0 turbo de 360 cv merece um capítulo à parte. Seus ouvidos certamente já captaram um som estrondoso como o dele, mas até seu cérebro compreender que se trata de um propulsor de quatro cilindros em linha compondo a orquestra, você já estará com uma feição espantada e alegre.foto-imagem-motorA competência de conquista do modelo desenvolvido pela divisão esportiva da marca alemã é tamanha que a fabricante traça metas ambiciosas de vendas. Até o fim do ano, o objetivo é emplacar 100 unidades no país. A confiança se explica também pela boa aceitação do hatch A 45 AMG por aqui, que custa R$ 25 mil a menos. De janeiro a abril, foram emplacados 91 exemplares.Independentemente dos resultados nas concessionárias, o CLA apimentado já está cumprindo parte de suas missões. Uma delas é se posicionar como o sedã AMG mais acessível da atualidade. A outra é cativar com seus atributos, em especial a velocidade. No autódromo José Carlos Pace, foi possível atestá-la do “jeito que Deus manda”, acelerando muito, sem ter dificuldades de controlar o carro e com direito a comparações.foto-imagem-mercedes-cla

A Mercedes levou a versão de corrida do modelo (CLA 45 AMG Racing) para o campeão da Stock Car Ricardo Maurício compará-las. Autoesporte cronometrou as voltas e o resultado foi uma diferença de oito segundos em favor, claro, do sedã de competição. Um bom número, especialmente ao se constatar que, na atualidade, a vantagem de um Fórmula 1 para um GP2 é de cerca de 6 s.

No CLA 45 AMG, os 360 cv do motor com injeção direta de gasolina são entregues só aos 6 mil giros, mas logo com 2.250 rpm o motorista dispõe de todo o torque. São 45,8 kgfm bem gerenciados pelo câmbio de dupla embreagem e sete velocidades, especialmente ao pressionar a tecla Sport, ao lado da pequena manopla de câmbio – por sorte, ao contrário das demais versões do CLA, a alavanca fica no console e não na coluna de direção.

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A cada mudança de marcha em modo sequencial por grandes aletas atrás do volante, a explosão emitida pelas saídas de escapamento encorajam a acelerar mais. Ao se aproximar das curvas, como a da Descida do Lago, os freios a disco com pinças vermelhas dão conta de controlar a máquina. São, inclusive, um dos detalhes que mais impressionam no CLA 45 AMG, por não exigir uma pressão exagerada no pedal e domar o sedãzinho com competência.

Ao beliscar as zebras do circuito, é possível constatar que as molas e amortecedores da versão esportiva são realmente mais rígidos que os da configuração “normal” do modelo. Nas ruas esburacadas, portanto, isso deve implicar em certo desconforto para os ocupantes. As barras estabilizadoras das suspensões independentes são maiores e conferem alta estabilidade e praticamente nenhuma rolagem da carroceria em trechos como a Curva da Junção – méritos também da tração integral.

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Na aparência e no nível de acabamento, o CLA 45 AMG obviamente tem alterações em relação ao CLA convencional. No exterior, as rodas pretas, a grade com frisos menores e as entradas de ar dos para-choques são alguns dos detalhes que chamam atenção. No interior, os bancos de couro perfurados, as costuras vermelhas por toda a parte da cabine e as laterais do volante de base reta revestido de alcântara dão o devido teor de esportividade.

A lista de equipamentos também traz itens exclusivos, como sensores de estacionamento dianteiros, faróis adaptativos cujo feixe de luz acompanha a movimentação do volante, controle de largada e park assist para entrar e sair de vagas.

foto-imagem-mgcla-45-amgEm termos de ergonomia, o CLA 45 AMG é competente. O motorista encontra fácil a posição ideal de dirigir. Um senão vai para os comandos de seta e do limpador do para-brisa, confusos por estarem concentrados em uma única haste. Atrás, dois adultos viajam de maneira satisfatória, embora fiquem com a cabeça rente ao teto se forem muito altos. Mas se alguém reclamar, acelere forte. E você terá certeza de que todos vão sorrir e pedir mais.

Mercedes-Benz lança versão mais luxuosa do hatch A 250 Sport

foto-imagem-a-250-sportA Mercedes-Benz anunciou nesta quinta-feira, 20 de março, o lançamento do A 250 Turbo Sport no Brasil. A versão topo-de-linha do hatch traz um motor 2.0 de 211 cv – o mesmo utilizado no C 250, com câmbio de sete velocidades e dupla embreagem.

Com uma lista de equipamentos bastante generosa, o A 250 traz sete airbags, ar-condicionado digital bizona, controle de estabilidade (ESP), controle de tração (ASR), faróis bi-xenônio com luzes diurnas de LED, freios adaptativos com sistema anti-travamento (ABS) e distribuição de frenagem (EBD), sistema multimídia com GPS integrado, assistência de estacionamento, sistema start-stop, assistente de frenagem de emergência (BAS) e assistente de partida de subida (HSA).

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Segundo dados fornecidos pela Mercedes-Benz, o carro leva 6,6 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h e chega aos 240 km/h. O A 250 tem o pacote Sport AMG, que o deixa com uma aparência mais esportiva, incluindo novos para-choques (com entradas de ar maiores), grade frontal exclusiva, detalhes em vermelho junto aos faróis e nos para-choques e rodas de liga leve aro 18.

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O interior tem volante esportivo com base achatada, bancos revestidos em couro sintético, teto solar panorâmico e apliques simulando fibra de carbono. O veículo chega às revendas da marca até o fim deste mês por R$ 163.500.