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Carteira de habilitação – Falha paralisa sistema do Renavam e o registro nacional de multas em todo o país

Também estão fora do ar o Renavam e o registro nacional de multas.
Não há previsão de retorno, afirma o Serpro, que desenvolve os sistemas.

O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) informou nesta terça-feira (13) que a emissão de carteiras de habilitação está paralisada em todo o país devido a uma falha no sistema, desenvolvido pela empresa. Também estão inacessíveis outros dois sistemas nacionais operados pelo Serpro: o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e o Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf), onde são computadas as multas recebidas fora do estado onde um veículo foi licenciado.

Às 12h40, a consulta a infrações no site do Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) estava fora do ar, com a mensagem: “em manutenção”. O órgão informou que está impossibilitado de realizar serviços que dependam de consulta ou validação junto à base de dados nacional, como início do processo de habilitação, transferências de documentos e veículos, comunicação de venda, baixa de pontuação e cadastramento de infrações.

O Detran-RJ afirmou que o problema não impede a emissão de documentos dos carros aprovados nas vistorias, apenas a emissão do Certificado de Registro de Veiculo (CRV), que é obrigatório para fazer o emplacamento, transferência de propriedade e transferência de município. De acordo com o departamento, o atendimento é realizado manualmente para os clientes que buscam esses serviços no RJ e eles podem retornar em 5 dias para pegar o CRV.

Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o problema no sistema de CNH foi percebido nesta madrugada e a previsão inicial era de que os serviços fossem retomados por volta das 10h. Porém, ao meio-dia eles continuavam fora do ar. De acordo com a assessoria de imprensa do Serpro, não há uma nova previsão de retorno.

Já o sistema do Renavam, o Serpro informa que ele opera normalmente. O que pode estar ocorrendo, segundo o Denatran, é uma sobrecarga no sistema.

Resolução do Contran – Placas Refletivas e Motorista gastará mais

Resolução do Contran obriga uso de placas refletivas em veículos e motorista gastará mais

Quem pretende comprar um carro novo ou fazer a transferência de veículo de uma cidade para outra terá que mexer no bolso. O gasto extra é de médios R$ 100 por veículo.
Depois de 1º de abril, o gasto adicional será obrigatório para mudar as placas dos veículos. O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) adiou de 1º de janeiro para essa data o prazo que torna obrigatório o uso de placas refletivas em carros. A mudança vale para carros licenciados a partir da data em que a resolução entra em vigor e para quem transferir a placa do carro para outra cidade ou estado depois desse prazo.

Hoje, além do IPVA, licenciamento e DPVAT, o motorista paga R$ 70,99 por uma placa comum em Ribeirão Preto, ao adquirir um veículo novo. Já a placa refletiva custará até R$ 110 o par, segundo apurou a reportagem nesta quarta-feira (18). A diferença é de R$ 39 e o motorista pagará 55% a mais na placa obrigatória, na comparação com a atual.

A película refletiva já é obrigatória para veículos de três e duas rodas, conforme estipulado pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), em 2007.
Segundo o Denatran, foi observada uma mudança no número de acidentes de motos por conta do uso das placas refletivas nesse tipo de veículo, fator que motivou também o emplacamento de carros.

Mais segurança

Para André Meireles, gerente de um despachante na Rua Garibaldi, no Centro, os motoristas ainda não sabem da mudança das regras e optam pela placa por questão de “estética”. “Por enquanto, mesmo que não seja obrigatória, a adesão dos motoristas por esse tipo de placa ainda é pequeno”, disse. As mudanças valerão apenas para novos emplacamentos.

Fonte: Jornal A Cidade

 

Proprietário de carro que não comunicar ao Detran a venda do seu veículo pode ter surpresa com: IPVA, multas, impostos e por crimes e acidentes envolvendo o veículo


Os motoristas que venderam um carro e não comunicaram a venda ao Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) podem ter uma surpresa junto com a cobrança do IPVA. Enquanto o carro estiver no nome do antigo proprietário, ele continua responsável por multas, impostos e também por crimes e acidentes envolvendo o veículo.

Para evitar o problema é preciso ir ao Detran com uma cópia autenticada do certificado de registro do veículo, aquele que comprador e vendedor assinam, com firma reconhecida em cartório. O vendedor tem o prazo de 30 dias avisar o Detran sobre a venda.

O diretor de Veículos do órgão, Carlos Miranda, alerta que caso o comprador não faça a transferência de propriedade dentro do prazo estabelecido por lei federal, o mesmo poderá ser penalizado. “Caso a pessoa faça a transferência após o período de 30 dias, ele deve pagar uma multa pelo atraso no valor de R$ 101,00 de acordo com as normas do Denatran”, disse Miranda.

Miranda ainda ressaltou que para o vendedor do veículo evitar futuras dores de cabeça, ele deve vir ao Departamento de Trânsito de Mato Grosso e solicitar que seja feita a comunicação de venda do carro. “Através deste procedimento feito aqui no Detran, o antigo proprietário fica resguardado de qualquer dívida ou incidente que possa vir acontecer com o seu antigo veículo após a venda dele”, disse Carlos Miranda.

Com a comunicação de venda feita, o atual proprietário acaba sendo obrigado a fazer a transferência de propriedade, porque segundo Miranda, no ano seguinte, caso ele não tenha feito esse serviço, o novo dono fica impedido de fazer o licenciamento do veículo. “A comunicação de venda de propriedade é uma garantia que o vendedor tem. Ele paga uma taxa de R$ 18,00 e todas essas informações ficam no sistema do Detran. A partir daí, o IPVA, seguro e licenciamento e multas, caso aconteça, após essa venda, fica sob a responsabilidade do novo dono”, explicou o diretor de Veículos.

Veja quais são as informações para que seja feita a Comunicação de Venda:

Comunicação de Venda

Finalidade

Comunicar a venda do veículo ao Órgão Executivo de Trânsito, no caso, o Detran de Mato Grosso.

Documentação básica

– Cópia legível e autenticada do CRV, devidamente preenchido, assinado e datado, sem rasuras, emendas ou ressalvas. Com firma do vendedor reconhecida por autenticidade e com a assinatura do “de acordo” do adquirinte.

Observações

– Ao ser registrada a Comunicação de Venda, a pontuação atribuída pelo cometimento de eventuais infrações de trânsito, posterior à data de venda, é transferida automaticamente para a carteira de habilitação do novo proprietário. A responsabilidade dos débitos e obrigações passa a ser do comprador. Além disso, as eventuais novas notificações por infração de trânsito serão enviadas para o endereço informado na Comunicação de Venda.

– Qualquer alteração no registro do veículo fica bloqueada até o registro da transferência, porém este bloqueio não impede a transferência.

– A transferência do veículo só poderá ser feita para o CPF/CNPJ do proprietário indicado neste registro.

Legislação

– Artigo 134 do CBT
– Resolução 664/86 do Contra, Anexo I e alterações

Procedimentos

1 – Receber, conferir e reter a documentação apresentada.
2 – Imprimir o registro da Base Estadual arquivando-o para ficar documentada a situação anterior.
3 – Identificar se o requerente é habilitado e requerer o serviço.
4 – Colher assinatura do usuário no requerimento.
5 – Efetuar o registro da Comunicação de Venda na cadastro da Base Estadual.

– Neste momento deve ser enviada ao Sistema RENAVAM, a transação 231 (Registra Comunicação de Venda).

Modificação no carro requer autorização do Detran

Alteração de cor e mudança na suspensão, rodas e pneus precisam de aval.
Multa prevista para quem infringe regra é de R$ 127,69.Deixar o veículo arrojado como os do filme ‘Velozes & furiosos’, cuja nova sequencia acaba de estrear no Brasil, e bancar Toretto (personagem de Vin Diesel) ou Brian O’Connor (Paul Walker) requer cuidados com a lei. Antes de rebaixar ou “turbinar” o automóvel, é preciso seguir as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre o que pode e o que não pode ser modificado. Segundo o Código Nacional de Trânsito, rodar em veículos alterados sem a documentação necessária acarreta em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Mauro da Silva Júnior, de São Bernardo do Campo (SP), mudou bastante o seu Volkswagen Gol 1991. “Rebaixei, coloquei turbo no motor e até alarguei os para-lamas para colocar rodas maiores”, admite Júnior, que gastou cerca de R$ 30 mil para modificar o veículo, mas não pediu autorização prévia ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). “Levei umas seis ou sete multas por causa das alterações ilegais.”

Agora ele promete fazer tudo conforme a lei. “Estou transformando um Gol 1984. Desta vez vou seguir as normas para não sofrer mais”, diz o administrador de 29 anos, que pretende modificar a suspensão, adotar bancos esportivos e acoplar um motor 2.0 de Golf . “Turbinado, claro!”

‘Locomotion’ legalizado
O empresário Denyson Barone, de 51 anos, modificou quase tudo no Volkswagen Fusca 1976 que ele chama de Locomotion. Do original, sobrou apenas o chassi central.

Ele diz que seguiu à risca todas as normas estabelecidas para não sofrer com a fiscalização -mesmo assim, é parado pela polícia. “Sou parado direto por policiais, principalmente nas estradas. Como estou com os documentos ok, não sou multado. Mas os policiais então acabam perguntando sobre o carro”, conta o morador de Santo André, também no ABC paulista.

O Fusca de Denyson teve alterados os pneus, para-lamas e carenagem, trocada por uma de fibra de carbono. Já o motor é o de uma de Kombi, ligeiramente revigorado para gerar mais potência. “É um carro extremamente seguro. Todos os reforços são tubulares, inclusive com ‘santantônio’ (estrutura que protege os passageiros em caso de capotagem)”, revela o empresário.

Primeiro passo é pedir autorização
Antes de levar o veículo à mecânica e fazer qualquer modificação, o proprietário deve seguir um cronograma. O primeiro passo é ir até o Detran local e solicitar uma espécie de autorização para as alterações a serem feitas. Todos os documentos do carro e do proprietário serão exigidos.

“Por falta de informação, muitos têm o carro reprovado no Detran por terem feito as modificações antes de fazer essa solicitação”, explica o advogado Marcelo José Araújo, presidente da comissão de direito de trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Paraná.

Recentemente, em Santa Catarina, um Fusca 1978 transformado em “baja” teve negado o licenciamento por falta de prévia autorização para que as mudanças fossem feitas. O caso foi parar na Justiça, que manteve a decisão do órgão de trânsito de não licenciar o veículo. De acordo com o advogado do proprietário, Adilson Bauer, os recursos cabíveis se esgotaram e agora eles em buscam uma outra solução para o caso.

Quando a modificação é autorizada, o passo seguinte é escolher um mecânico de confiança para fazer a modificação, pois, dependendo da forma com que for feito o serviço, o veículo pode ficar perigoso de se dirigir.

“Já vi cada coisa por ai. Tem gente que para rebaixar a suspensão simplesmente corta as molas. Ou elevam a potência do motor a faixas altíssimas com a utilização incorreta de turbos”, alerta Ricardo Boch, professor do curso de engenharia mecânica do Centro Universitário da Fundação Educacional Inaciana Pe Sabóia de Medeiros (FEI).

O QUE PODE E O QUE NÃO PODE MUDAR
Todas as alterações permitidas no veículo devem ter autorização prévia do Detran e inspeção do Inmetro
Apliques
A utilização de spoilers e aerofólios não é especificada no código. Consulte o Detran do seu estado
Chassis/Monobloco
Proibida a substituição
Combustível
É permitido trocar o sistema de combustão (gasolina,
etanol ou bicombustível) por gás natural veicular (GNV), mas o kit deve seguir as regulamentações do Inmetro
Cor
Serão consideradas alterações de cor aquelas realizadas através de pintura ou adesivamento em área superior a 50% do veículo .
Faróis
Instalação de faróis de xenônio é proibida; só é permitido o farol desse tipo se o carro já vem como ele de fábrica
Freios
Proibida alteração no sistema
Motor
Pode ser alterado com ganho de até 10% da potência
Pneus / rodas
Proibida a utilização de rodas/pneus que ultrapassem os limites externos do para-lama
Suspensão
É permitida a troca do sistema
mas são proibidas as suspensões com regulagem de altura, como as de rosca ou de ar
Fonte: Conatran

Mudança consta no documento
Após a realização das modificações, o proprietário deve seguir para uma das oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), onde o veículo passará por um processo de validação. A lista das oficinas está no site do instituto.

Se aprovado, a última etapa é voltar ao Detran para a obtenção do número do Certificado de Segurança Veicular (CSV), que é registrado no campo das observações do Certificado de Registro de Veículo (CRV) e do Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV).

 

Fonte: G1

Hora de comprar um carro – Saiba os 6 erros na hora de adquirir um automóvel

A maioria das pessoas se deixa levar pela emoção na hora de adquirir um automóvel. Tal atitude pode acabar custando caro para o bolso do consumidor

A compra de um carro é sempre um momento de tensão e animação. Para o especialista em finanças pessoais do site Bankrate.com, Terry Jackson, no momento em que uma pessoa é acometida pela vontade de trocar de carro, o melhor é pesquisar, pesquisar e pesquisar um pouco mais. Saber qual é a real necessidade do automóvel e quanto é possível pagar, seja à vista ou a prazo, são imprescindíveis para evitar que, o que deveria ser um prazer vire, no futuro, uma dor de cabeça. Abaixo, Jackson lista os seis equívocos mais comuns cometidos na hora da compra de um novo automóvel.

1 – Não considerar o valor total da compra

Quando se pensa no quanto se quer gastar em um carro, muitas pessoas consideram o preço final da negociação com o vendedor como sendo o que será de fato pago. Nesse caso, muita atenção. Isso porquê, muitas vezes, o valor ofertado pelo vendedor ainda não inclui impostos e taxas que devem ser pagas ao governo, por exemplo, pela aquisição do carro. No Brasil, será necessário desembolsar o valor do IPVA proporcional aos meses que ainda restam do ano – a não ser quando a concessionária faz promoções e arca ela mesma com essa despesa. Também é necessário pagar pela documentação do veículo. Outra decisão inteligente é contratar um seguro. Em geral, a apólice só começa a valer a partir do momento em que ao menos a primeira parcela é paga.

2 – Não dar uma entrada suficiente

A maior reclamação de quem compra um automóvel financiado é quanto tempo ainda resta para quitar todo o valor. De acordo com Jackson, foi-se o tempo no qual era possível dar 10% ou 20% de entrada para só depois pagar todas as parcelas do saldo devedor. Há poucos meses, o Banco Central anunciou medidas que encareceram demais a concessão de crédito de longo prazo para a compra de veículos. O conselho, portanto, é juntar mais dinheiro e pagar a maior parte do veículo à vista.

3 – Baixar a guarda

A maioria dos compradores relaxa no momento em que se depara com um vendedor simpático e uma boa proposta. No entanto, alerta Jackson, é preciso atentar que a concessionária ganha mesmo é na hora de negociar as parcelas ou ao empurrar caríssimas garantias estendidas. A dica é que o consumidor continue pechinchando com o estabelecimento mesmo depois que o preço inicial esteja fixado.

4 – Tomar decisões intempestivas

Apesar das despesas envolvidas na aquisição de um automóvel, muitas pessoas querem acabar logo com o processo. E aí, acabam por se deixar levar pela emoção ou caindo no papo do vendedor, que, acaba convencendo o consumidor que a proposta é única e tem prazo para expiração. Jackson, neste caso, é categórico: não acredite em nenhum dos dois casos. A proposta estará lá amanhã e é possível que esteja ainda melhor, uma vez que o vendedor perceba que você está na batalha por um bom preço. Esfrie a cabeça e depois analise, quantas vezes achar necessário, o que lhe foi oferecido, de preferência em um ambiente calmo e livre de pressões externas.

5 – Não saber o que quer

Pode parecer difícil de acreditar, mas pesquisas indicam que a maioria dos consumidores começa a procurar por um novo automóvel sem ter a menor noção do que quer ou do que é necessário. A falta de uma ideia ou objetivo estabelecido na hora da compra acaba por colocar o consumidor na palma da mão do vendedor. Neste caso, é bem provável que o vendedor convença o consumidor a aceitar a melhor oferta para a concessionária e aquele carro que gera a maior comissão – e não para o que é mais interessante para o futuro proprietário.

6 – Focar apenas no pagamento da vez

Mesmo que o orçamento permita que gaste até 500 reais em parcelas mensais por um carro, não se deve ter esse valor em mente quando se começa a pesquisar ofertas. O problema, explica Jackson, é que, dificilmente uma pessoa consegue se manter imparcial diante da vontade de expressar ao vendedor que este é o valor máximo que está disposto a pagar nas parcelas. E então, como um passe de mágica, o vendedor lembra daquele carro ou tem uma ótima ideia de proposta que vai caber exatamente no orçamento do comprador. Perdido no meio das possibilidades oferecidas pela concessionária, o consumidor pode esquecer de considerar os termos do contrato e o valor real do que está comprando.

Carro 0KM – Dicas para comprar um veículo zero

Um carro 0km é o sonho de muitos, assim como a casa própria. E na onda dos preços atrativos dos veículos de 2010, uma vez que as revendedoras têm feito promoções para acabar com o estoque neste início de ano, a vontade de ter um carro novinho na garagem é tentadora. Mas é preciso ter cuidado e não seguir o primeiro impulso. Confira as dicas:

ORÇAMENTO:

É preciso avaliar as finanças para saber se será possível se comprometer com as parcelas do carro novo.

SEGURO:

Não desconsidere a contratação de um seguro para o carro e se o valor gasto com o serviço cabe no orçamento.

IMPOSTOS:

Comprar um carro não é somente uma questão de pagar pelo valor do veículo. Lembre-se de que o IPVA dos carros mais novos são sempre mais caros.

UTILIZAÇÃO:

Pense no objetivo do carro. Se for apenas para ir ao trabalho, faculdade e sair à noite, o veículo pode ser de duas portas. Já se for um carro para a família inteira usar, um modelo de quatro portas será muito mais confortável.

CARACTERÍSTICAS:

Outro ponto importante sobre a utilização é o local por onde o carro irá circular. É preciso avaliar características de cilindrada e da potência do veículo. Para um carro que será utilizado apenas na própria cidade, o melhor modelo é o com menos cilindradas, já que facilita na hora de manobrar e estacionar. Já se o uso do carro for para viagens, o mais importante é checar a potência do veículo.

CONCESSIONÁRIAS:

Antes efetuar a compra, pesquise se o estabelecimento tem credibilidade no mercado.

COMBUSTÍVEL:

Item absolutamente indispensável na hora de fazer a compra. Para grandes distâncias, é imprescindível um veículo que use gás natural comprimido ou diesel, já que, de uma forma geral, eles são mais econômicos que a gasolina ou o álcool. Ou o carro flex.

CONFORTO:

Avalie o que é primordial no carro para ter o conforto que se deseja. Vidros elétricos, som estéreo e direção hidráulica são itens que fazem toda a diferença para o motorista.

ESTILO:

Escolha com calma o modelo e a cor do veículo para não ter perigo de se arrepender depois da compra.

COMPARAÇÃO:

Veja se vale mais a pena comprar um carro usado ou 0 quilômetro. Apesar de existir a segurança de que o novo não terá falhas mecânicas, o usado, se estiver em boas condições, também é uma opção, já que, normalmente, é mais barato.

Inspeção de ruído terá caráter reprovatório em São Paulo

Nos últimos anos, medições foram feitas para levantamento de dados

A partir do próximo ano, o Programa de Inspeção Veicular paulistano vai medir, além da emissão de poluentes, o nível de ruído dos automóveis. Segundo a Controlar, responsável pelo programa, a medição foi feita por amostragem para levantamento de dados em 2008 e 2009 e, ao longo deste ano, contemplou todos os veí-culos inspecionados.

“Quando o carro chegava, passava por uma pré-análise visual e auditiva para verificar se apresentava níveis de ruído considerados anormais. Ela era realizada por um inspetor devidamente treinado. Caso fosse verificada alguma anomalia, o veículo era submetido à medição de ruído para confirmação da avaliação inicial”, garante a assessoria de imprensa. Nessas inspeções, apenas 0,8% dos veículos foram reprovados.

Só depois de passar também no teste de ruído é que o veículo vai receber o selo e a liberação para o licenciamento.

Fonte: Revista AutoEsporte

Seguro DPVAT custará R$ 101,16 para automóveis e utilitários em 2011

Para motocicletas, seguro será de R$ 279,27; para caminhões, R$ 105,68.
De acordo com a Susep, reajuste está relacionado a aumento de sinistros.

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) reajustou para 2011 o seguro obrigatório para veículos (DPVAT). O seguro, que é pago junto com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), terá reajuste de 7,83% para automóveis e utilitários, passando de R$ 89,61 para R$ 96,63.

Além do prêmio tarifário, será cobrado na aquisição do seguro o valor de R$ 4,15 pela emissão da cobrança da apólice ou do bilhete do DPVAT e IOF de 0,38%. No caso dos automóveis, o prêmio total é de R$ 101,16.

O reajuste foi determinado por resolução do CNSP e, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), está diretamente relacionado ao aumento no número de sinistros neste ano, em todas as categorias.

“Em 2010 mantivemos os valores de 2009 para avaliar qual seria o reflexo das mudanças feitas na legislação no final do ano passado que visavam minimizar fraudes”, afirma o superintendente da Susep, Paulo dos Santos. “Mas este ano observamos um aumento no número de sinistros, o que obrigou o reajuste até na categoria de caminhões, que havia tido redução em 2008 e 2009.”

Os micro-ônibus e ônibus terão o maior reajuste, de 15,04%, passando de R$ 210,65 para R$ 242,33, num total de R$ 247,42 com as outras tarifas. As motocicletas, ciclomotores, motonetas e triciclos pagarão pelo seguro R$ 274,06 ante os R$ 254,16 cobrados nos dois anos anteriores (total de R$ 279,27). A alta é de 7,82%, a mesma percentagem para a categoria de caminhões e caminhonetes, que passa a pagar R$ 101,13 (R$ 105,68).

Entenda o que é o seguro DPVAT
O seguro por Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre, ou DPVAT, é obrigatório por lei (6.194/74) desde 1974 e utilizado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito causados por veículos motorizados que circulam por terra ou por asfalto.

Ou seja, toda pessoa que sofre um acidente (seja motorista, passageiro do veículo ou pedestre) tem direito a ser indenizada – independentemente de quem seja a culpa – por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas.

Nos casos de morte, os herdeiros da vítima são indenizados em R$ 13,5 mil. Para invalidez, a indenização é de até R$ 13,5 mil e varia de acordo com a gravidade das sequelas. Em relação às despesas médicas, o valor reembolsado é de até R$ 2.700.

A própria vítima dá entrada no pedido de indenização ou reembolso. Basta juntar a documentação necessária de acordo com cada caso e levar até o posto de atendimento mais próximo. Quando há vítimas fatais, os parentes devem fazer o pedido.

As indenizações do Seguro DPVAT são pagas em até 30 dias, após a entrega completa da documentação. Caso o pagamento do seguro DPVAT não esteja em dia, o proprietário do veículo deixa de ter direito, mas as vítimas estarão cobertas. Da mesma forma, um pedestre atropelado por um veículo não identificado terá cobertura.

Taxa X acidentes
A taxa paga pelo DPVAT está diretamente relacionada ao tipo de veículo e ao índice de acidentes de cada categoria. Segundo a Seguradora Líder DPVAT, embora as motocicletas representem 25% do total da frota nacional, elas são responsáveis por cerca de 60% do número total de vítimas e por 50% do valor total das indenizações pagas.

Segundo a seguradora, além do pagamento de indenizações, do total arrecadado, 45% são destinados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS), para despesas com assistência médica dos segurados vitimados em acidentes de trânsito, e 5% vão para o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), para campanhas de prevenção de acidentes e educação no trânsito.

Fonte: G1

Inspeção Veicular 2011 em São Paulo mais cara

Em 1º de janeiro, valor deve subir de R$ 56,44 para R$ 62,10.
Contrato entre Prefeitura e Controlar prevê reajuste pelo IGP-M.

A taxa da inspeção veicular ambiental em São Paulo vai aumentar em 1º de janeiro. A tarifa, que hoje é de R$ 56,44, deve chegar a R$ 62,10. Ela é reajustada pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), segundo contrato firmado pela Prefeitura de São Paulo com a empresa Controlar, que realiza as vistorias. O índice acumulado nos últimos 12 meses foi de 10,2%. Segundo a Controlar, a data do reajuste está confirmada, mas a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente ainda precisa aprovar a nova tarifa.

Nesta segunda-feira (6), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) começou a usar radares para multar quem ainda não fez a inspeção. Todos os veículos com placa de São Paulo deveriam ter comparecido à vistoria, exceto os que têm placa com final zero (cujo prazo acaba em 31 de dezembro). A evasão, por enquanto, é grande. A frota da cidade é de 6,9 milhões de veículos. A Controlar espera realizar até 4 milhões de inspeções neste ano, mas até o dia 1° de novembro apenas 2,2 milhões de carros haviam sido aprovados.

A iminência da multa salgada, de R$ 550, não retirou os carros da rua. Na segunda, nos horários de pico, a CET registrou trânsito acima da média (118 km às 9h30, contra média de 109 km no horário, por exemplo). Por outro lado, a Controlar diz ter registrado aumento de 53% no volume de inspeções agendadas desde o anúncio da nova fiscalização – saltou de média de 13 mil por dia para 20 mil vistorias diárias.

Fonte: G1

Inspeção veicular em SP reprova mais de 100 mil veículos até agosto

Até o mês passado foram inspecionadas 1,6 milhão de unidades.
Veículos movidos a diesel têm o maior índice de reprovação.

 

A Secretária do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo divulgou nesta sexta-feira (10) o balanço dos veículos inspecionados até agosto deste ano na capital. De acordo com a secretária, até o mês passado 1.594.076 unidades de automóveis, motocicleta, ônibus, caminhões e comerciais leves foram vistoriados. Do total, 6,48% ou 103,3 mil ainda não foram aprovados.

Agosto foi o último mês de inspeção veicular para os veículos com placa final 5 e 6. De fevereiro até o mês passado, os percentuais dos automóveis que passaram pela inspeção variaram de 62,4%, para os carros de final de placa 1, até 43,5%, para os carros de final de placa 6. Já os índices de reprovação na primeira inspeção variaram de 22,6%, para os carros de final de placa 1, até 15,9% para os carros de final de placa 6.

No caso das motos, 43,9% da frota esperada para placa de final 1 passou pela inspeção, enquanto para modelos com a placa final 6 o comparecimento foi de 25,3%. A reprovação na primeira inspeção variou de 27,2% até 25,5 % para as motos de final de placa 1 e 6, respectivamente.

Entre os veículos leves movidos a diesel a variação dos percentuais foi de 63,3%, para os de placa final 1, até 42,4% da frota dos veículos final de placa 6. Na primeira vistoria, os índices de reprovação variaram de 38,2% para veículos final de placa 1 até 38,6% para os de final de placa 6.

Até o final de agosto, a secretaria registrou a variação dos ônibus no atendimento a inspeção: de 69,8% dos ônibus de final de placa 1 até 52,8% da frota de ônibus de final de placa 6. A variação dos índices de reprovação na primeira vistoria foi de 22,4%, para os ônibus de final de placa 1, até 27,6%, para os de final de placa 6.

Já os caminhões com finais de placa 1 e 2 tiveram 26,4% e 24,3% de percentuais de comparecimento, respectivamente. Desses, 46,7% com final de placa 1 e 47,1% caminhões com final de placa 2 foram reprovados na primeira inspeção. Os caminhões com finais de placa 3, 4 e 5 começaram a realizar a inspeção no mês de agosto e têm até o dia 31 de outubro para atender o calendário.

Prazo e multa
Todos os veículos com finais de placa 7, 8, 9 e 0 estão com o agendamento liberado para realizar a inspeção, sendo que os de final de placa 7 têm até o dia 30 de setembro para passar pela vistoria. Já os veículos com final de placas 8 e 9 têm até o dia 31 de outubro e 30 de novembro, respectivamente, para serem inspecionados. O agendamento para a inspeção de veículos com final de placa 0 começou no dia 1º de setembro e segue até dia 31 de dezembro.

Neste ano, a tarifa cobrada para a realização da inspeção veicular é de R$ 56,44 e, diferentemente do que ocorreu no ano passado, o valor não será reembolsado ao proprietário. Os veículos que não realizaram a inspeção veicular dentro do prazo estão sujeitos à multa de R$ 550 se forem parados em blitze, além de terem o licenciamento bloqueado. Para regularizar a situação, basta pagar novamente a tarifa de R$ 56,44 e agendar a inspeção no site www.controlar.com.br

Fonte: G1