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Presidente afirmou que “se gasta muito” com esses equipamentos de fiscalização e reconheceu que existe um “péssimo trabalho” de manutenção de rodovias

Durante uma transmissão ao vivo feita na noite desta quinta-feira (07), o presidente Jair Bolsonaro decretou guerra às lombadas eletrônicas no país. Sem informar números precisos sobre multas e fiscalização por esse tipo de equipamento, ele afirmou: “Não teremos nenhuma nova lombada eletrônica no Brasil. As lombadas que por ventura existam ainda (sic), são muitas, quando for (sic) perdendo a sua validade, não serão renovadas”.

Bolsonaro afirmou que a decisão partiu de conversas com o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Dias. “Eu conversei com o Ministro Tarcísio que é uma quantidade enorme de lombadas eletrônicas no Brasil. É quase impossível você viajar sem receber uma multa”, disse. Durante os três minutos da transmissão dedicados ao tema, nem o presidente, nem o porta-voz do governo federal, General Otávio Santana do Rêgo Barros, nem o ministro do gabinete de segurança institucional, General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, citaram dados a respeito da quantidade de multas, gastos ou arrecadação do governo federal com estes radares.

Segundo Bolsonaro, “a gente sabe que no fundo — ou desconfia — que o objetivo não é diminuir acidentes. Hoje se está muito mais preocupado em olhar pro lado e ver se tem uma lombada eletrônica do que para ver a sinuosidade das pistas”. O presidente afirmou que “se gasta muito dinheiro com lombada eletrônica, arrecadado por pedágio — que, no fundo, vai dar mais lucro para quem está explorando aquela lombada eletrônica —, e você fica com um péssimo trabalho no tocante à manutenção das rodovias”.

O Ministério da Infraestrutura e com o DNIT, órgãos citados pelo presidente durante a explicação sobre a decisão de não investir mais em lombadas eletrônicas. Atualizaremos esta nota com as informações assim que os órgãos se manifestarem.

Multas na cidade de São Paulo em 2012 – Número de multas de trânsito cresce quase 5%

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Um agente da CET com um radar-pistola
(Foto: Apu Gomes/Folhapress)

O número de multas em 2012 na capital paulista subiu 4,7% em relação a 2011 e chegou a 9,9 milhões. Com isso, a arrecadação subiu também de R$ 747 milhões para R$ 799 milhões. Os dados são da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

O número de multas é recorde e cresce a cada ano – em 2008, por exemplo, foram 4,6 milhões. Segundo a CET, o aumento está relacionado à ampliação da fiscalização eletrônica e à melhor tecnologia.

O aumento em 2012 foi impulsionado principalmente pelas infrações cometidas por caminhoneiros que circularam em local ou horário proibido, já que em março do ano passado a CET passou a fiscalizar o tráfego de caminhões em vias onde a circulação se tornou restrita, como a Marginal Tietê. O número de multas para caminhões circulando em local ou horário proibido saltou de 288,6 mil para 399,9 mil (aumento de 38,6%).

Também cresceram as multas que estão no quesito “outros enquadramentos”. É onde estão por exemplo as multas por desrespeito às faixas de pedestre e à preferência do pedestre para atravessar a rua – O Programa de Proteção ao Pedestre foi criado em maio de 2011. No total foram 1,6 milhão de multas em 2012, o que representa um aumento de 173,8%.

Queda

Por outro lado, o número de multas diminuiu em vários outros quesitos. É o caso das multas por excesso de velocidade, o tipo de infração mais comum. A redução foi de 3,3 milhões para 3,1 milhões (3,9%). Algo semelhante aconteceu em relação ao rodízio – as infrações caíram de 2,6 milhões para 2,1 milhões (17,7%).

A CET afirma que os resultados de 2012 refletem “a ampliação da fiscalização eletrônica implementada nos últimos anos e o aprimoramento tecnológico desses equipamentos”, o que permitiu um ganho na qualidade das imagens das infrações captadas, reduzindo o número de descartes por falta de legibilidade.

Atualmente, a cidade de São Paulo dispõe de 582 equipamentos de fiscalização eletrônica em operação. A diferença no número de radares no ano passado em relação a 2011 se refere apenas aos seis radares pistola adquiridos em março de 2012.

A CET afirmou ainda que os valores arrecadados com infrações de trânsito são depositados no Fundo Municipal de Desenvolvimento de Trânsito. O valor é utilizado em sinalização, treinamento dos agentes, programas de educação no trânsito e renovação da frota da CET, entre outras ações.

Placas Refletivas Uso Obrigatório

Desde 1º de abril, todos os carros emplacados têm de ter obrigatoriamente placas refletivas. A Resolução 231, de 2007, previa que a medida entrasse em vigor em janeiro deste ano, mas o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) alterou o prazo para o primeiro dia de abril.

A partir de agora quem for emplacar um carro zero ou transferir o modelo de município terá que adotar as novas placas, que podem ser até 200% mais caras em algumas cidades. Segundo a resolução, a película deve cobrir integralmente a superfície da placa sendo flexível com adesivo sensível à pressão.

De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), as novas placas aumentarão a segurança de motoristas em situações como, por exemplo, chuva, neblina ou escuridão.

Fonte: Car and Driver Brasil

Resolução do Contran – Placas Refletivas e Motorista gastará mais

Resolução do Contran obriga uso de placas refletivas em veículos e motorista gastará mais

Quem pretende comprar um carro novo ou fazer a transferência de veículo de uma cidade para outra terá que mexer no bolso. O gasto extra é de médios R$ 100 por veículo.
Depois de 1º de abril, o gasto adicional será obrigatório para mudar as placas dos veículos. O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) adiou de 1º de janeiro para essa data o prazo que torna obrigatório o uso de placas refletivas em carros. A mudança vale para carros licenciados a partir da data em que a resolução entra em vigor e para quem transferir a placa do carro para outra cidade ou estado depois desse prazo.

Hoje, além do IPVA, licenciamento e DPVAT, o motorista paga R$ 70,99 por uma placa comum em Ribeirão Preto, ao adquirir um veículo novo. Já a placa refletiva custará até R$ 110 o par, segundo apurou a reportagem nesta quarta-feira (18). A diferença é de R$ 39 e o motorista pagará 55% a mais na placa obrigatória, na comparação com a atual.

A película refletiva já é obrigatória para veículos de três e duas rodas, conforme estipulado pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), em 2007.
Segundo o Denatran, foi observada uma mudança no número de acidentes de motos por conta do uso das placas refletivas nesse tipo de veículo, fator que motivou também o emplacamento de carros.

Mais segurança

Para André Meireles, gerente de um despachante na Rua Garibaldi, no Centro, os motoristas ainda não sabem da mudança das regras e optam pela placa por questão de “estética”. “Por enquanto, mesmo que não seja obrigatória, a adesão dos motoristas por esse tipo de placa ainda é pequeno”, disse. As mudanças valerão apenas para novos emplacamentos.

Fonte: Jornal A Cidade

 

Habilitação para dirigir trailers

Alteração publicada nesta sexta-feira abrange veículos de até 6.000 kg.
Anteriormente, trailers, motorhomes e reboques exigiam a categoria ‘E’.

A lei para ter a permissão (habilitação) de dirigir trailers, motorhomes, reboques, semirreboques ou unidades articuladas acopladas foi simplificada. De acordo com nota publicada no “Diário Ofical da União” na edição desta sexta-feira (22), o governo sancionou a lei que muda a exigência da categoria E para poder dirigir esse tipo de veículo. A partir desta sexta-feira, apenas com a categoria B já se tem a autorização.

Na categoria que abrange trailers e motorhomes, os veículos devem acomodar até oito passageiros e pesar, no máximo, 6.000 kg — se o tamanho passar deste estabelecido, a categoria E será exigida. De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a mudança do artigo 143 da Lei número 9.503, de 1997, visa facilitar o processo de permissão de condução.

Fonte: G1

Película Automotiva (Fumê) O Certo e o Errado na Aplicação

Filme é procurado para aumentar a segurança e a privacidade, mas há quem extrapole na dose

A película automotiva ficou mais famosa com o nome de “filme”. Surgiu no início dos anos 80 e foi ganhando público, mas muita gente abusou. Com vidros cada vez mais escuros, a privacidade pode aumentar, mas a visibilidade noturna fica seriamente prejudicada. O Contran teve de interferir e estipulou a resolução 254, de 2007, que passou a delimitar a porcentagem de luminosidade mínima para cada vidro do carro.

Pela lei, vidros frontais devem manter no mínimo 75% da entrada de luz, vidros laterais dianteiros, 70%, vidros laterais traseiros, 28%, e vidros dianteiros, 28%. Todos devem ter chancela indicativa no vidro. Quem apelar para o estilo e decidir escurecer mais que o permitido, pode levar cinco pontos na carteira e pagar multa, que varia para cada estado do país. E tem de remover a película.

O principal fator que leva à colocação do filme é a segurança, seguida da privacidade. Há no mercado películas com especificações diferentes que ajudam a proteger a pele do sol, manter a temperatura do ambiente, reduzir ruídos ou até criar uma barreira antivandalismo. Algumas películas chegam a reforçar o vidro em 18 vezes, e protegem o motorista e os passageiros de estilhaços em caso de impacto, além de barrar 99% os raios UV.

Aplicação
A aplicação deve ser feita em oficinas credenciadas. Mais do que a mão-de-obra, a qualidade do filme deve ser boa para evitar o surgimento de bolhas ou o descascamento. “As bolhas podem ser formadas a partir da má colocação ou má qualidade do produto. Um filme tem de durar no mínimo cinco anos”, afirma Enrique Mozen, instalador da H3 Customs. Os fabricantes chegam a oferecer até 5 anos de garantia em alguns tipos de película.

A instalação começa com a limpeza do vidro, antes da colocação do filme com ajuda de água ou sabão. Após a aplicação é preciso esperar “curar”, como diz Jonatas, consultor da Insulfilm. “É preciso deixar o carro parado por três dias, depois ficar cinco dias sem usar o desembaçador. Filmes como o de antivandalismo demoram cerca de 20 dias para secar totalmente”.

O preço do serviço custa em média R$ 100 para carros populares de duas portas e R$ 120 para carros populares com quatro portas. “Se o carro for mais alto, o preço varia de R$ 140 e R$ 160. O valor depende de quantos vidros o carro tem e a dificuldade da aplicação e modelagem”, afirma Enrique.

Cuidados
Depois que o filme foi colocado e “curado”, os cuidados com a limpeza e a lavagem são iguais aos de um vidro comum – podem ser lavados com água e sabão. “Se o vidro ainda não estiver seco, deve ser limpo com um pano bem de leve, para não tirar o filme do lugar”, ensina o instalador da H3 Customs.

Camaleão
Os filmes podem ser comprados em diversas tonalidades. Estão disponíveis no mercado tons de azul, verde e preto, entre outros. Além das cores, existe o filme fotocromático, que escurece de acordo com a necessidade e a incidência de luz. “A película consegue escurecer 70% quando há muita luz, sem exceder os limites da lei”, diz Jonatas.

Fonte: Revista AutoEsporte

Modificação no carro requer autorização do Detran

Alteração de cor e mudança na suspensão, rodas e pneus precisam de aval.
Multa prevista para quem infringe regra é de R$ 127,69.Deixar o veículo arrojado como os do filme ‘Velozes & furiosos’, cuja nova sequencia acaba de estrear no Brasil, e bancar Toretto (personagem de Vin Diesel) ou Brian O’Connor (Paul Walker) requer cuidados com a lei. Antes de rebaixar ou “turbinar” o automóvel, é preciso seguir as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre o que pode e o que não pode ser modificado. Segundo o Código Nacional de Trânsito, rodar em veículos alterados sem a documentação necessária acarreta em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Mauro da Silva Júnior, de São Bernardo do Campo (SP), mudou bastante o seu Volkswagen Gol 1991. “Rebaixei, coloquei turbo no motor e até alarguei os para-lamas para colocar rodas maiores”, admite Júnior, que gastou cerca de R$ 30 mil para modificar o veículo, mas não pediu autorização prévia ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). “Levei umas seis ou sete multas por causa das alterações ilegais.”

Agora ele promete fazer tudo conforme a lei. “Estou transformando um Gol 1984. Desta vez vou seguir as normas para não sofrer mais”, diz o administrador de 29 anos, que pretende modificar a suspensão, adotar bancos esportivos e acoplar um motor 2.0 de Golf . “Turbinado, claro!”

‘Locomotion’ legalizado
O empresário Denyson Barone, de 51 anos, modificou quase tudo no Volkswagen Fusca 1976 que ele chama de Locomotion. Do original, sobrou apenas o chassi central.

Ele diz que seguiu à risca todas as normas estabelecidas para não sofrer com a fiscalização -mesmo assim, é parado pela polícia. “Sou parado direto por policiais, principalmente nas estradas. Como estou com os documentos ok, não sou multado. Mas os policiais então acabam perguntando sobre o carro”, conta o morador de Santo André, também no ABC paulista.

O Fusca de Denyson teve alterados os pneus, para-lamas e carenagem, trocada por uma de fibra de carbono. Já o motor é o de uma de Kombi, ligeiramente revigorado para gerar mais potência. “É um carro extremamente seguro. Todos os reforços são tubulares, inclusive com ‘santantônio’ (estrutura que protege os passageiros em caso de capotagem)”, revela o empresário.

Primeiro passo é pedir autorização
Antes de levar o veículo à mecânica e fazer qualquer modificação, o proprietário deve seguir um cronograma. O primeiro passo é ir até o Detran local e solicitar uma espécie de autorização para as alterações a serem feitas. Todos os documentos do carro e do proprietário serão exigidos.

“Por falta de informação, muitos têm o carro reprovado no Detran por terem feito as modificações antes de fazer essa solicitação”, explica o advogado Marcelo José Araújo, presidente da comissão de direito de trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Paraná.

Recentemente, em Santa Catarina, um Fusca 1978 transformado em “baja” teve negado o licenciamento por falta de prévia autorização para que as mudanças fossem feitas. O caso foi parar na Justiça, que manteve a decisão do órgão de trânsito de não licenciar o veículo. De acordo com o advogado do proprietário, Adilson Bauer, os recursos cabíveis se esgotaram e agora eles em buscam uma outra solução para o caso.

Quando a modificação é autorizada, o passo seguinte é escolher um mecânico de confiança para fazer a modificação, pois, dependendo da forma com que for feito o serviço, o veículo pode ficar perigoso de se dirigir.

“Já vi cada coisa por ai. Tem gente que para rebaixar a suspensão simplesmente corta as molas. Ou elevam a potência do motor a faixas altíssimas com a utilização incorreta de turbos”, alerta Ricardo Boch, professor do curso de engenharia mecânica do Centro Universitário da Fundação Educacional Inaciana Pe Sabóia de Medeiros (FEI).

O QUE PODE E O QUE NÃO PODE MUDAR
Todas as alterações permitidas no veículo devem ter autorização prévia do Detran e inspeção do Inmetro
Apliques
A utilização de spoilers e aerofólios não é especificada no código. Consulte o Detran do seu estado
Chassis/Monobloco
Proibida a substituição
Combustível
É permitido trocar o sistema de combustão (gasolina,
etanol ou bicombustível) por gás natural veicular (GNV), mas o kit deve seguir as regulamentações do Inmetro
Cor
Serão consideradas alterações de cor aquelas realizadas através de pintura ou adesivamento em área superior a 50% do veículo .
Faróis
Instalação de faróis de xenônio é proibida; só é permitido o farol desse tipo se o carro já vem como ele de fábrica
Freios
Proibida alteração no sistema
Motor
Pode ser alterado com ganho de até 10% da potência
Pneus / rodas
Proibida a utilização de rodas/pneus que ultrapassem os limites externos do para-lama
Suspensão
É permitida a troca do sistema
mas são proibidas as suspensões com regulagem de altura, como as de rosca ou de ar
Fonte: Conatran

Mudança consta no documento
Após a realização das modificações, o proprietário deve seguir para uma das oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), onde o veículo passará por um processo de validação. A lista das oficinas está no site do instituto.

Se aprovado, a última etapa é voltar ao Detran para a obtenção do número do Certificado de Segurança Veicular (CSV), que é registrado no campo das observações do Certificado de Registro de Veículo (CRV) e do Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV).

 

Fonte: G1

Contran adia para 2012 lei que obriga rastreadores em veículos novos

Carros e motos começam a ser equipados a partir do dia 15 de janeiro.
Toda a frota nacional de veículos novos deverá ter o dispositivo em agosto.

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) adiou para 15 de agosto de 2012 a obrigatoriedade da instalação de equipamento antifurto em todos os automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, ciclomotores, motocicletas (de qualquer cilindradada), triciclos, quadriciclos, tratores, reboques e semi-reboques novos nacionais e importados. Os carros e motos começam a ser equipados obrigatoriamente a partir do dia 15 de janeiro do ano que vem. A medida era para ter entrado em vigor nesta segunda-feira.

O novo cronograma para instalação do equipamento antifurto foi publicado no Diário Oficial da União da última sexta-feira (29). A Deliberação nº 111, que altera os prazos para instalação do chip antifurto nos veículos novos (nacionais e estrangeiros), altera assim a Resolução nº 330/09.

De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito, a mudança foi feita devido à complexidade da infraestrutura de telecomunicações necessárias para operacionalização do Sistema Integrado de Monitoramento e Registro Automático de Veículos, o SINRAV.

Também de acordo com o novo calendário, a partir de 15 de janeiro de 2012, 20% da produção de total de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, ciclomotores, motocicletas, triciclos e quadriciclos destinada ao mercado nacional deverá ter o dispositivo. Em 15 de março do mesmo ano, 40% desses veículos fabricados no país deverão cumprir a lei. Já em 15 de junho, 70% dos veículos sairão de fábrica com o sistema.

O cronograma acaba em 15 de agosto do ano que vem, quando 100% da frota nova no país deverá ter o sistema antifurto, o que incluirá tratores, reboques e semi-reboques.

A instalação do rastreador é obrigatória e está prevista pela Resolução nº 245/07.

Desde 2009
A obrigatoriedade do dispositivo é adiada desde abril de 2009. O principal motivo de questionamento desta lei foi a liberdade do cidadão, com o argumento de que qualquer um pode ser monitorado sem consentimento e ter a vida privada invadida.

Outros equipamentos obrigatórios
Além dos rastreadores, outros equipamentos devem se tornar obrigatórios em breve. Entre eles estão os freios ABS, que, de acordo com o cronograma do Contran, deverá ser instalado de fábrica em 30% da frota a partir de 1º de janeiro de 2012, o que passará a ser 60% em 1º de janeiro de 2013. A partir de 1º de janeiro de 2014, 100% da frota nova deverá ter o ABS.

Os airbags para motorista e passageiro do banco dianteiro também serão itens orbigatórios a partir de 2014.

Fonte: G1

GPS – Aviso anti-Radar é proibido por lei

Motorista está sujeito a multa, com sete pontos na CNH, e a apreensão do veículo

O uso do GPS é cada vez mais comum entre os motoristas brasileiros. Apesar de a maioria dos carros nacionais ainda não vir de fábrica com o equipamento, a redução dos preços dos modelos que são fixados no para-brisa fez com que o uso se difundisse, principalmente nas cidades.

Mas vale ressaltar que o dispositivo que avisa a presença de radares nas ruas é proibido por lei e, em caso de multa, é considerado infração gravíssima. No caso de ser pego, o motorista levará sete pontos na carteira de habilitação e correrá o risco até de ter o veículo apreendido. O uso do dispositivo é motivo de controvérsia entre motoristas.

Fonte: R7

Placa de Carro Refletiva – Placas de carro terão que possuir película refletiva a partir de 2012

Todos os carros fabricados a partir de 1º de janeiro de 2012 deverão possuir placas refletivas. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira. Os demais veículos terão até o fim do ano que vem para se adaptar às novas especificações ou assim que fizerem mudança de município da placa.

Segundo a resolução, a película “deverá cobrir integralmente a superfície da placa sendo flexível com adesivo sensível à pressão, conformável para suportar elongação necessária no processo produtivo de placas estampadas”.

A resolução também trouxe mudança para as motos. A partir do ano que vem, as placas terão que ser maiores para facilitar a visualização.

Fonte: Portal O Dia