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Boletins emitidos pela Land Rover só amenizam os problemas

Uma falha recorrente no câmbio do Evoque e do Discovery Sport tem tirado o sono dos proprietários de modelos da Land Rover. E não é pouca gente: uma busca rápida no site Reclame Aqui revelou 16 donos de Evoque e 14 de Discovery Sport, que reclamam de marchas que travam e perda de potência.

Entre eles, está o médico George Rocha Ferreira, de Recife (PE), que durante uma viagem viu o painel mostrar uma mensagem de avaria seguida pela falta de potência.

“Logo após o aviso, o carro perdeu velocidade e retomou, mas dessa vez o câmbio parecia travado em terceira ou quarta marcha”, diz o proprietário de um Discovery Sport HSE 2015. Na concessionária, soube que aquele já era o terceiro caso que ela recebia e que deveria trocar o câmbio. “Fiquei mais de 20 dias aguardando a nova caixa.”

Ficar com o veículo parado quando a caixa deixa de funcionar é normal, como relata o procurador Jorge Salomão dos Santos, de Salvador (BA).

“Um dia surgiu o alerta de avaria e o câmbio parou de responder, como se estivesse no Neutro, e o carro parou no meio da pista”, conta Jorge, que levou seu Evoque 2015 à concessionária cinco vezes, sem resolver o defeito.

Tivemos acesso aos boletins LTB 00986/2016 e LTB 0101610/2017 e à ação de serviço Q655, que alertam para falhas de funcionamento no câmbio usado no Evoque modelos 2015 e 2016 e Discovery Sport 2016.

César Sanches, proprietário da Automatik, oficina paulistana especialista em transmissões automáticas, explica que realmente existem falhas na parte elétrica desses câmbios, especialmente em chicote e conectores.

“A montadora deveria fazer uma atualização do software para que, caso a falha apareça, o sistema seja protegido. Dessa forma, a transmissão ficaria em uma marcha intermediária e não em Neutro, como vem ocorrendo em muitos casos. Assim, o proprietário poderia utilizar o veículo mesmo com alguma limitação.”

Consultada sobre o caso, a Land Rover do Brasil disse que a ação de serviço Q655 é a resposta da montadora ao boletim técnico LTB00986 e que o boletim LTB 01016 é uma simples atualização de software.

O povo reclama

“Em uma viagem, o carro apresentou a mensagem de avaria no câmbio e perdeu potência. A autorizada disse que era o terceiro caso que atendia.” George Ferreira, Recife (PE), dono de um Discovery Sport HSE 2015.

“Meu carro deixou de responder às acelerações em uma avenida movimentada, como se estivesse no Neutro. Eu tentava selecionar o D, mas o câmbio não respondia, embora o motor estivesse funcionando.” Jorge Salomão dos Santos, de Salvador (BA), proprietário de um Range Rover Evoque 2015

Com plataforma e conjunto mecânico novos, modelo também estreia interior mais moderno

A nova geração do Toyota Corolla começou a ganhar forma. Desta vez a fabricante japonesa mostra o Corolla Hatch que será vendido nos Estados Unidos.

Na prática, é uma versão local do Auris, que foi apresentado para o mercado europeu há poucas semanas.

Mas o Corolla hatch é mais importante para o Brasil: seu interior e sua motorização estão mais próximos da nova geração do Corolla sedã que será fabricada por aqui a partir de 2019.

Em vez de um conjunto híbrido ou o motor 1.2 turbo de 116 cv, o hatch americano tem motor 2.0 Dual-VVT-i aspirado, mas com injeção direta.

Outra novidade é que o sistema de comando das válvulas de admissão terá sua variação comandada eletricamente, não por pressão de óleo como no sistema tradicional.

A taxa de compressão também é mais alta, de 13: 1 contra 12:1 do antigo 2.0.

Por aqui, o Corolla ainda deverá usar um 1.5 turbo nas versões mais caras. Ele será produzido na fábrica de Porto Feliz (SP) a partir do segundo semestre de 2019, quando as obras de ampliação da unidade serão concluídas.

No Brasil, a Toyota já descartou o câmbio manual de seis marchas para o Corolla, mas ele continuará sendo oferecido nos EUA.

Mas o destaque é mesmo a transmissão Dynamic-Shift CVT, que simula 10 marchas com modo Sport, mas com primeira marcha mecânica para facilitar as arrancadas.

O Corolla hatch está completamente diferente por dentro. Boa parte dos botões foram substituídos pela central multimídia destacada no topo do painel.

Ela tem 8 polegadas e é compatível com Apple CarPlay.

Logo abaixo estão as saídas de ar e os comandos do ar-condicionado, agora de duas zonas. A alavanca de câmbio fica isolada em um console próprio em posição elevada.

O conjunto foi tão simplificado que o reloginho digital (que lembrava o antigo Ford Del Rëy) foi abandonado.

O quadro de instrumentos também mudou bastante.

Uma tela de TFT de sete polegadas substitui o velocímetro e também exibe informações do computador de bordo e do navegador.

Em relação ao Auris, o Corolla hatch tem design com pretensões esportivas, com para-choques, faróis e lanternas. Essa diferenciação vem de outras gerações, pois o perfil dos clientes muda.

Se nos EUA o Corolla é carro compacto, comprado por jovens, na Europa – assim como no Brasil – é um carro médio com nível de equipamentos superior. Por isso, é melhor não esperar que o Corolla brasileiro seja igual ao americano.

O lançamento da Land Rover é mais refinado que o Evoque e mais esportivo que o Range Rover Sport. Estreia no país está prevista para dezembro

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Conheça o irmão maior do Evoque: o novo Land Rover Range Rover Velar. O quarto membro da família Range Rover foi revelado por completo ontem (1), em evento para a imprensa especializada em Londres. Mas o público, assim como a equipe de Autoesporte, só vai poder vê-lo de pertinho na próxima semana, durante o Salão de Genebra, na Suíça.

A boa notícia é que o SUV mais refinado e tecnológico que o Evoque (mas menor e com promessa de ser mais esportivo que o Range Rover Sport) já tem previsão de chegada ao Brasil. De acordo com a assessoria de imprensa da marca, a estreia ocorrerá no fim do ano; o mais provável é que seja em dezembro. As vendas na Inglaterra começarão em agosto.

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Um típico irmão do meio. Mas, como um membro dessa família, o Velar também vai levar a sério essa história de apelo offroad. Segundo Gerry McGovern, diretor de design da marca, o modelo é um novo tipo de Range Rover, para um novo tipo de consumidor”. Em outras palavras, ele quer roubar os clientes do novo Porsche Macan, SUV de entrada da marca que provou ser um sucesso de vendas no mundo todo. Para isso, ele pegou emprestado do primo Jaguar F-Pace uma série de tecnologias, incluindo a arquitetura de alumínio.

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Com um estilo mais esportivo que o Range Rover Sport e menos “chamativo” que o Evoque, o Velar traz faróis de laser Matrix em led, que podem iluminar até 550 metros. Ele também conta com maçanetas embutidas e a segunda geração do sistema Terrain Response, além da suspensão adaptativa a ar.

Dentro da cabine, o ambiente é elegante e cheio de tecnologia. Mas sem tanta ostentação. Há couro e materiais nobres por todas as partes, mas um dos destaques é o novo sistema de conectividade e entretenimento Touch Pro Duo. Nele, há duas telas de 10 polegadas coloridas e sensíveis ao toque que são complementares. Achou pouco? Atrás do volante, também há um display digital colorido cheio de funções e com 12,3 polegadas.

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Debaixo do capô, o novo Velar será oferecido na Europa com seis opções de motorização. As versões mais baratas poderão vir equipadas com o motor 2.0 turbodiesel da família Ingenium de 180 cv ou com um 2.0 a gasolina de 250 cv. Haverá também duas opções de V6: um movido a diesel e capaz de despejar 300 cv e um supercharged a gasolina de 380 cv. Equipado com esse último trem de força, o Vela será capaz de acelerar de zero a 100 km/h em 5,3 segundos, segundo a Land Rover. Ah, vale dizer que a tração é sempre integral (claro) e o câmbio automático de oito marchas.

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Range Rover Sport personalizada

foto-imagem-overfinchA Overfinch revelou nesta quinta-feira (19) o seu programa de personalização da Range Rover Sport. Na parte estética, o carro ganha pacote aerodinâmico de fibra de carbono com novo para-choque frontal, splitter de ar maior e luzes de LED. Na traseira, novo para-choque, um difusor de ar agressivo e um spoiler completam o conjunto.Para encerrar as novidades externas, a Range Rover ganha ainda nova seleção de rodas com desenho exclusivo de tamanhos entre 21 e 23 polegadas. Sob o capô, a melhora vem do pacote de desempenho com central eletrônica reprogramada e escapamento esportivo, o que deve garantir ao motor 5.0 litros de oito cilindros em “v” cerca de 560 cavalos.

No Reino Unido, a produção será limitada em 100 unidades por ano e o preço começa em 87.995 libras.

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Qual o melhor BMW X6 M e LAND ROVER RANGE ROVER SPORT

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Um alemão e um inglês marcaram encontro pela internet para fazer barulho. Mas nada de arruaça, simplesmente agito sonoro com seus motores com mais de 500 cv e força acima dos 60 kgfm, além de exibicionismo de uma letra e uma palavra que, incorporadas em seus nomes, fizeram toda a diferença no rolezinho.

A sigla M, de Motorsport, muda tudo no X6. Na versão normal, o “ve-oitão” entrega 412 cv. Com o M na história, surge o X6 M com expressivos 562 cv. No caso do Range Rover Sport, a palavrinha Dynamic faz o jipão britânico deixar de lado o bloco V6 de 340 cv e assumir o V8 de 510 cv.

Estilosos e com pinta de malvados, esses brutamontes “envenenados” se assemelham também no preço. É preciso desembolsar centenas de milhares de reais para tê-los na garagem. O BMW tem tabela inicial mais cara, R$ 524.950. São R$ 28.450 a mais que o cobrado pelo Land Rover, que parte de R$ 496.500. Completinho, na versão Autobiography, com direito a interior nas cores rubronegras, o Range Rover sai por R$ 539.900.

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Não foi pela diferença de cifras, contudo, queo SUV inglês venceu o rolezinho. O Range Rover Sport triunfou por questões como o projeto mais atual, maior espaço interno, lista de  componentes de comodidade superior e suspensão mais acertada entre conforto e esportividade.

O porte avantajado e imponente do Land Rover também merece destaque por fazer o parrudo BMW parecer pequeno ao ficar lado a lado com o oponente. Uma sensação que deve mudar até a metade do ano, com a chegada da segunda geração do utilitário alemão. Mas, por enquanto, é o inglês que mais desperta olhares curiosos.

Ao pisar forte no pedal do acelerador, tanto o motor 4.4 V8 do X6 M quanto o 5.0 V8 do Range Rover Sport arrancam sorrisos de quem curte velocidade. O ronco emitido pelas saídas de escapamento é metalizado, estridente e invade a cabine com facilidade, mesmo com o ótimo isolamento acústico. Um detalhe que dá para compreender quão forte é o berro.

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Em termos de força, quem dá as cartas é o BMW. Seu propulsor entrega 562 cv e 69,3 kgfm de torque a partir das 1.500 rpm, em curva plana. O arrojo impressiona mesmo com a transmissão automática de seis marchas (a próxima geração terá caixa de oito velocidades), que efetua trocas eficientes e compreende com rapidez as necessidades do motorista. Não que o Land Rover fique muito atrás, mas os números de seu “proletário” V8, de origem Ford, são inferiores: 510 cv às 6.000 rpm (mesma faixa de giro do rival) e 63,7 kgfm com 2.500 rotações. Nos testes de aceleração de 0 a 100 km/h, a vantagem do jipão germânico foi de 0,6 segundo. O X6 M, que fica ainda mais monstruoso ao pressionar o botão M no volante, registrou 4,9 segundos, enquanto o Range Rover Sport cravou 5,5 s. Marcas muito expressivas para modelos
de mais de duas toneladas.

As retomadas de velocidade também foram marcantes. De 40 a 80 km/h, por exemplo, o BMW gastou 2,5 segundos. Já o Land Rover precisou de 2,7 s. O desempenho mais próximo ao do adversário alemão se justifica por dois motivos: pe-sar 70 kg a menos e dispor de transmissão automática de oito marchas de respostas mais ágeis.

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Toda essa aptidão esportiva dos utilitários, porém, reflete no consumo de combustível. Acelerando na rua de maneira moderada (com algumas pisadas vigorosas em certos momentos, pois não somos de ferro), o computador de bordo do X6M e do Range Rover registraram 3,2 e 3,3 km/l, respectivamente. Na estrada, o câmbio do Land Rover o ajudou a ser mais econômico, com média de 9,1 km/l ante os 7,8 km/l do oponente.

Mas se você, endinheirado de plantão, não se importa com o gasto de gasolina, certamente dá valor para o quesito conforto. Nesse aspecto, o jipão britânico se sobressai com uma cabine mais espaçosa e aconchegante. A distância entre-eixos de ambos é praticamente a mesma, mas o espaço interno é mais bem aproveitado no Land Rover. Quem viaja no banco de trás, além de contar com telas multimídia integradas no encosto de cabeça do banco dianteiro, dispõe de melhor área livre para a cabeça. NoBMW, o perfil mais baixo do teto prejudica os mais altos.

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No porta-malas, novo triunfo do Range Rover, que oferece 784 litros para acomodar a bagagem de toda a família. No X6 M, o volume é de 570 l. Em comum, os dois disponibilizam um botão para fechar eletricamente a tampa traseira; um mimo muito bem-vindo em veículos de meio milhão de reais. Outros recursos de comodidade em comum nesses SUVs são os ajustes elétricos dos bancos dianteiros, sistema de aquecimento dos assentos, tela multimídia com TV integrada e tocador de DVD, som de alta qualidade, dispositivo que corrige o fechamento da porta quando não é efetuado 100% e até geladeira no caso do Range Rover Sport – localizada no console central.

O X6 M tem como diferencial um botão que faz massagem na “poupança” do motorista e o prático head-up display, que projeta no pára-brisas informações como velocidade do carro e de navegação GPS. No Land Rover há extras como o Park Assist, que estaciona o modelo sozinho, e um botão para aquecimento do volante – que dificilmente será usado no Brasil.

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Ao volante, o prazer de dirigir é aguçado nos dois utilitários. Há amplo campo de visão,  retrovisores laterais enormes para observar tudo e a todos e sensação de que os carros ao redor são minúsculos. No BMW, a única crítica vai para o pequeno retrovisor central, que dificulta a visualização do campo traseiro.

Em curvas, a estabilidade é fora de série. Parecem karts de tão colados no chão. Para ratificar ainda mais sua vitória, o Land Rover ataca com suspensões a ar adaptativas e a oferta de controle pneumático para o condutor, por meio de um botão no console, aumentar ou diminuir a altura em relação ao solo. Nas imperfeições das ruas brasileiras, os impactos são bem absorvidos, mas o X6 M, com suspensão a ar só na traseira transmite um certo desconforto em buracos do tipo “cratera”, mesmo tendo pneus calçados em rodas menores que as do Range Rover Sport (20” ante 22”).

Infelizmente, não tivemos tempo de levá-los para o fora de estrada. Mas por toda a tradição da marca inglesa, que tem lama em seu DNA, e recursos disponíveis por meio de um seletor no console, é de se imaginar que o Land Rover também se saia melhor no rolezinho off-road.

Range Rover Sport quebra recorde em Pikes Peak

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Com 12min35s61, é o mais rápido SUV de produção

A Subida de Montanha de Pikes Peak acontece apenas no dia 30, mas recordes já estão caindo. Ao menos é o que afirma a Land Rover, que, em comunicado emitido nessa sexta-feira (7), revelou que o Range Rover Sport se tornou o SUV de produção a completar o famoso percurso de 20 km no menor tempo.

Segundo a nota, o modelo marcou o tempo de 12min35s61, numa velocidade média de 95,2 km/h. A versão utilizada foi aquela equipada com o motor 5.0 V8 sobrealimentado, de 517 cavalos de potência. Quem conduziu o veículo foi o norte-americano Paul Dallenbach, vencedor geral em Pikes Peak em três oportunidades.

A cronometragem foi feita de modo independente, mas a organização do evento, após checar os dados, sancionou a marca.

Land Rover apresenta Evoque, que chega ao Brasil no ano que vem

SUV é o modelo mais leve e econômico da marca.
Utilitário é o primeiro a oferecer tração na dianteira.

O mais leve e econômico carro produzido pela Land Rover, o modelo Range Rover Evoque, é resultado do desenvolvimento do protótipo LRX e o único da linha que conta com a opção de tração dianteira e tem apenas duas portas, o que reduz o preço do modelo e abre caminho para a Land Rover trabalhar em outro nicho de mercado. Há também a opção de tração integral.

Para a Land Rover, este é um lançamento de renovação da marca. O Evoque foi desenvolvido para ser o carro mais “ecológico” da marca, com emissões de 145g/km de CO2 e consumo de combustível de 21,26 km/l de diesel em uso misto.

O modelo foi apresentado nesta quinta-feira (30) em Paris, durante o Salão do Automóvel da cidade e despertou a curiosidade dos jornalistas especializados, especialmente por se tratar de um carro “global”. Ele será produzido na fábrica de Halewood, na cidade de Merseyside, no interior da Inglaterra, e exportado para 160 países. O carro chegará ao mercado brasileiro em 2011, mas o preço ainda não foi divulgado.

Para a cidade e para a terra
Sob o capô estão disponíveis duas opções de propulsores a diesel (não oferecidos no Brasil por questões de homologação) 2.2 litros de 150 cv até 190cv e o novo propulsor 2.0 litros Si4 gasolina de 240 cv de potência com injeção direta de combustível.

Como todos os modelos da marca, o Evoque também terá o sistema que adapta todas as configurações de tração, motor, suspensão e torque de acordo com o tipo de terreno em que se trafega por meio de um botão.

No visual, o destaque é o teto panorâmico. Outros itens de série são sistema de ajuda em manobras, tela retrátil de 8 polegadas, revestimento interior de couro em dois tons, opções de rodas de liga leve nos aros 19” e 20” e sistema de som com 17 auto-falantes e 825W de potência.

O visual do Evoque é bem moderno, mas pode não agradar os “trilheiros” mais tradicionais, que compram um Land Rover para mergulhar na lama. A impressão é de que o carro é muito “sofisticado” para isso.

Fonte: G1

Recalls no Brasil – Mais de 1 milhão de veículos: carros, motocicletas, caminhões – Dados são do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor(DPDC)

Montadoras fizeram 38 convocações de janeiro a agosto.
Departamento do MP Federal levantou dados a pedido do G1.

Nos oito primeiros meses do ano, já foram convocados no Brasil 1,052 milhão de carros, motocicletas, caminhões e comerciais leves em recalls, de acordo com o levantamento feito pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério Público Federal, a pedido do G1.

A marca foi atingida após o anúncio de recall de 59.714 Chevrolet Agile, na última sexta-feira (27). Apenas para efeito de comparação, o número de veículos envolvidos em convocações neste ano equivale a um terço das 3,18 milhões de unidades produzidas no país em todo o ano passado.

O volume de convocados até agosto é o maior desde 2008, quando foram chamados de volta às concessionárias 1,26 milhão de veículos, e é 44% superior a 2009, que teve 728.525 unidades em recall. Em número de chamados, este ano contabiliza 38 até agosto, sendo que alguns recalls envolvem mais de um modelo. Em todo o ano passado, foram 43 convocações, pelos dados do DPDC, número considerado recorde.

Confira a lista dos veículos que foram convocados para recall até agosto de 2010


Fonte G1