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Kia fica em 10° lugar no ranking nacional de emplacamentos

Em março, marca coreana ultrapassa vendas de Peugeot, Nissan e Mitsubishi

Não é surpresa que Fiat, VW, GM e Ford ocupem as primeiras posições do ranking nacional de emplacamentos divulgado hoje. O que surpreende é que a Kia Motors já aparece em décimo lugar, à frente de Peugeot, Nissan e Mitsubishi , montadoras com fábricas no Brasil, conforme ranking divulgado pela Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos). De março a janeiro deste ano, a marca coreana vendeu 17.330 veículos, o que significa uma alta de 59,5% no acumulado do ano em relação ao mesmo período em 2011.

Já o aumento em relação ao mês de fevereiro foi de 13,1%, totalizando 6.764 veículos emplacados. Em março, o modelo mais vendido da marca foi o sedã Kia Cerato, que só em março chegou a 1.928 unidades emplacadas, seguido do Soul, com 1.515, e Picanto, com 1.174. No entanto, no acumulado do ano, a marca corena está em 11º lugar, com 17.491 unidades vendidas atrás da Peugeot (19.742) e na frente da Nissan (13.397).

Fonte: G1

Kia mostra interior do novo Picanto

Nova geração do hatch pequeno chega ao Brasil no segundo semestre, já com motor flex

A Kia terá a nova geração do hatch  Picanto entre suas principais novidades no Salão de Genebra ( Suíça), em março. O carro será vendido no Brasil a partir do segundo semestre, já equipado com motor 1.0 bicombustível.

Até agora, a marca coreana havia revelado apenas algumas imagens externas do carro, mas resolveu antecipar nesta quarta-feira (19) fotos do interior.

 

Pelo o que é possível perceber, o carro evoluiu bastante quando o assunto é desigin,tanto por dentro quanto por fora. No interior, tudo continua simples, mas com um aspecto mais esportivo e atual, mais notamente pelo volante multifuncional, que parece ter base achatada, como em alguns modelos da Audi. Além disso, o painel ganhou melhor ergonomia, assim como os comandos dos vidros nas portas.

 

 

Fonte: Autonews

 

 

 

Kia revela a nova geração do Picanto

Segundo a marca, novidade é mais ousada, mais madura e mais confiante.
Compacto estreia no Brasil no segundo semestre deste ano com motor flex.

Seis anos após a apresentação do atual do Picanto e depois de muitas especulações e flagras, a Kia revelou finalmente a nova geração do compacto, que fará a sua estreia no Salão do Automóvel de Genebra.

O modelo é completamente novo e será oferecido na maioria dos mercado com cinco portas. Sob o capô está confirmado um novo motor 1.0 e há especulações de que sejam oferecidas ainda versões 1.2 e 1.1 a diesel.

De acordo com a Kia, o novo Picanto é mais “mais ousado, mais maduro e mais confiante” com uma carroceria mais longa, interior mais esportivo e linhas marcantes. Assim como os recentes modelos da marca sul-coreana, a novidade traz a grade dianteira que lembra um “rosnar de um tigre”.

A estreia do novo Picanto no mercado nacional está prevista para o segundo semestre e já virá com motor flex.

Fonte: G1

Uno e Gol: eles quebram os postos

Reunimos as duas gerações dos veículos flex mais econômicos do Brasil para um desafio de centenas de quilômetros e poucos litros de combustível

No que dependesse dos quatro carros desta reportagem, vender combustível não seria um bom negócio. Afinal, esse quarteto tem pouca sede. Para descobrir qual é o carro mais econômico do Brasil (com gasolina e com etanol), levamos para um longo passeio as duas gerações do Fiat Uno e as duas do VW Gol – todos com motor 1.0 flex. O quarteto saiu de São Paulo, foi até o Paraná e depois voltou ao ponto de partida. No total, foram 870 quilômetros.

Por que eles? A seleção desse quadrangular final reuniu os dois vencedores do teste realizado em dezembro de 2008, além de dois novos desafiantes. Na primeira edição de nosso roteiro da economia, 11 carros participaram, e dois voltaram para São Paulo como destaques, exatamente o Mille e o novo Gol 1.0. O modelo da Fiat foi o mais econômico com etanol, seguido do Volkswagen. Com gasolina, eles empataram em terceiro lugar, mas no balanço entre combustível fóssil e renovável eles se sobressaíram. O Kia Picanto foi o campeão com gasolina, mas não aceita etanol.

De lá para cá, no entanto, algumas coisas mudaram. A Volkswagen apresentou um “novo velho Gol”. E a Fiat lançou um novo Uno. Explicando: na família Gol, o modelo novo (G5) é que era a referência em baixo consumo. Mas a empresa alemã lançou a versão Ecomotion do veterano Gol G4. No caso do Uno, o novo modelo recebeu motor com alterações (o que justifica o sobrenome “Evo”). Assim, só o quadrangular resolveria a questão.

A metodologia foi a mesma do primeiro teste. A viagem de ida foi feita com etanol. Depois que o tanque secasse, seria reabastecido com gasolina. Assim, após o bate-e-volta teríamos a média de consumo com os dois combustíveis. O trabalho começou na véspera. Na noite anterior, nosso auxiliar de testes, Alexandre Silvestre, o Careca, abasteceu os quatro veículos com etanol, calibrou os pneus e conferiu o nível dos líquidos (água de radiador, limpador e óleo do motor). Depois, colocou os carros para dormir, porque o dia seria puxado.

Saímos da Editora Globo às 6 horas da manhã. Para começar, escolhi o Gol Ecomotion – garantia para não dormir ao volante (torto). Isso porque no Gol G4 o som do motor invade a cabine sem cerimônia. O volante (sem opção de regulagem) é levemente torto, e o câmbio está longe de oferecer os melhores engates. Mas eu sabia que estava ao volante de um forte candidato ao título de mais econômico. A gente já havia feito o teste de pista com ele, e, além de andar muito (acelerou de 0 a 100 km/h em 13 segundos!), ele havia gasto pouco combustível. Faltava a comprovação.

Antes de encarar a longa reta da rodovia Castelo Branco rumo ao interior, vale um esclarecimento sobre o Gol Ecomotion: esqueça qualquer ligação com o Polo BlueMotion. Para ser mais econômico, o Polo recebeu tecnologia na direção (eletro-hidráulica) e no ar-condicionado (digital). Além disso, as marchas foram alongadas e a carroceria passou por alterações aerodinâmicas (grade mais fechada na frente, spoiler e aerofólio na traseira). Os pneus são especiais. No Gol, a receita foi o inverso: a completa exclusão da tecnologia e do conforto. Disponível apenas com duas portas, tem direção mecânica e o ar… bom, o ar é o que vem das janelas (esses equipamentos estão na lista de opcionais).

A maior novidade fica por conta do econômetro digital no painel, mas não se empolgue muito: ele é bem pequeno, e de visualização ruim. Os pneus Bridgestone B250 165/70 R13 (também empregados no Uno e no Mille) são de baixa resistência à rodagem, mas no VW eles recebem calibração bem mais alta, para diminuir ainda mais o atrito com o solo. Para se ter uma ideia, a pressão na dianteira foi de 27 para 39 libras! Como resultado, a direção fica bem leve, mesmo sem assistência hidráulica. E o bolso fica bem vazio: mesmo não oferecendo nada em termos de conforto, o Gol Ecomotion custa R$ 27.530. Dá para levar o novo Uno de quatro portas – meu segundo carro na rota da economia.

Fonte: AutoEsporte