Arquivo da categoria: Inspeção Veicular

Preparados pela divisão esportiva da marca alemã, RS Q3 e RS7 terão preço inicial de R$ 260 mil e R$ 600 mil, respectivamente

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Dois arrojados modelos da divisão esportiva da Audi começam a ser vendidos no início do ano que vem no Brasil. Em janeiro, chega às lojas o invocado cupê RS7. No mês seguinte, é a vez do apimentado utilitário-esportivo RS Q3.

Tão impressionantes quanto o desempenho dessa dupla serão os preços. De acordo com a fabricante, o RS7 terá tabela inicial de R$ 600 mil, enquanto o RS Q3, disponível em versão única e completa, custará R$ 260 mil.

Apesar das cifras salgadas, a Audi tem planos ambiciosos com as novidades. A estimativa é de emplacar entre 70 e 100 unidades do RS Q3 no ano e até dez modelos do RS7.

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Bonitos e “envenenados”, os carros da divisão RS seduzem os fãs (endinheirados) de velocidade. O SUV, por exemplo, é equipado com motor 2.5 turbo de cinco cilindros e injeção direta de gasolina, capaz de entregar 310 cv e 42,8 kgfm. Segundo a Audi, o utilitário vai de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos. O câmbio é automatizado de sete marchas e dupla embreagem.

O RS7 é ainda mais “estúpido”. Seu motor 4.0 V8 biturbo gera 560 cv e torque máximo de 71,4 kgfm a partir das 1.750 rpm. A velocidade máxima é de 305 km/h e o cupê de quatro portas faz o percurso de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos, conforme a montadora. Tal como a perua RS6 Avant, já à venda no país, o câmbio do RS7 é automático de oito velocidades.

Além de dez opções de cores para a carroceria, a Audi oferecerá pacotes de personalização para o RS7, que incluem detalhes como retrovisores cobertos de fibra de carbono, faróis de LEDs, tonalidades diferentes para os bancos de couro, entre outros.

 

Troca injusta

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Na última década, o maior rigor das leis antipoluição e a busca por carros mais eficientes encontrou na elevação da calibragem dos pneus um forte aliado. Cada vez mais, os automóveis saem com uma única indicação de calibragem, tanto para vazio como para carregado. Sobre esse estabelecimento de uma calibragem fixa, as fábricas têm um discurso comum: “O carro é projetado contemplando os pneus de calibragem única e por isso não há comprometimento de conforto e segurança em nenhuma das condições”. Na prática, não é bem isso o que acontece.

Nosso 208 se opõe a essa “moda”: a etiqueta que ele traz na coluna central exibe calibragens distintas para três condições: vazio, carregado e para redução de consumo. No caso do hatch, havíamos decidido encarar os 60 000 km com a calibragem “econômica” (36 libras nas quatro rodas). Até que promovemos uma rodada de testes específicos de consumo.

Realizamos os ensaios primeiramente com 29 libras, a calibragem indicada pela Peugeot para o carro vazio. Resultado: 7,5 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada. Após utilizar o mesmo calibrador, mas regulado para inflar os pneus com 36 libras de pressão – a recomendação para redução de consumo –, repetimos os testes. Registramos os mesmos 7,5 km/l na simulação de uso urbano e 11 km/l na de rodoviário. Com base no ganho insignificante em termos de consumo e nos relatos dos editores Paulo Campo Grande e Péricles Malheiros, que destacaram o severo comprometimento do nível de conforto ao rodar com a calibragem de economia com o carro vazio na cidade, decidimos que os pneus do nosso 208 serão tratados à moda antiga, respeitando as recomendações de vazio e carregado.

Consultado, um engenheiro da Pirelli que pediu para não ser identificado disse: “É mesmo esperado que os ganhos se mostrem mais evidentes no consumo rodoviário. A calibragem única facilita a vida no dia a dia, mas ela nunca será tão eficiente quanto a adoção de pressões distintas para condições distintas”.

Consumo

No mês (47% na cidade) – Etanol 9 km/l
Desde ago/13 (52,6% na cidade) – Etanol 8,4 km/l

Diário

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Falhas no funcionamento do HB20

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Faltava pouco para a revisão dos 50 000 km quando nosso HB20 de Longa começou a apresentar falhas no funcionamento do motor. “Parei no posto, abasteci o tanque e saí rodando normalmente. Dois quilômetros depois, já chegando à Editora Abril, o motor começou a falhar, principalmente em baixa rotação”, diz o repórter visual Eduardo Campilongo. Mas quem mais sentiu a recaída do HB foi o revisor de texto, Renato Bacci: “Foi praticamente impossível rodar com o motor frio e, até que ele esquentasse, falhou muito”. Pintava, ali, uma ótima oportunidade de testarmos o serviço de socorro da Hyundai – o HB20 tem garantia de cinco anos.

No horário combinado, uma plataforma retirou o carro no endereço fornecido e o levou até a concessionária paulistana Max Ipiranga. No mesmo dia, a autorizada entrou em contato avisando que o reparo estava pronto. Na retirada, oconsultor explicou: “Em algum momento, a válvula do sistema de partida a frio que permite a passagem da gasolina do tanquinho para o motor se abriu e não fechou mais”. Nosso consultor técnico, Fabio Fukuda, conclui a explicação: “A injeção da gasolina é feita no coletor de admissão, que fica após o corpo de borboleta. Ou seja, no nosso HB, a central eletrônica liberava a passagem de determinada quantidade de ar, mas o motor recebia uma maior. Por isso ele falhava”. A Max fez a troca da peça em garantia, sem custo.

De volta à ativa, nosso HB20 logo chegou aos 50 000 km. A última parada programada ficou a cargo da paulistana Max Morumbi. Previamente agendada, a manutenção foi feita num único dia. Nela, foram trocados o lubrificante do motor e os filtros de óleo e combustível – o de ar é substituído a cada 40 000 km e o de cabine, a cada 30 000 km. A conta respeitou o valor sugerido pela fábrica, 248 reais. Alinhamento e balanceamento foram feitos a contento, mas erraram no rodízio. Pelos serviços extras, eles nos cobraram 120 reais.

Consumo

No mês (13,1% na cidade) – Etanol 8,9 km/l
Desde dez/12 (19,5% na cidade) – Etanol 8,8 km/l

Principais ocorrências

8 597 km Trepidação da palheta do limpador esquerdo do para-brisa
10 067 km Pneu com banda de rodagem cortada por linha de pipa com cerol
28 954 km Vidro da porta traseira direita com movimentação lenta
47 827 km Falha no motor. Troca da válvula controladora do sistema de partida a frio

Diário

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Modificação no carro requer autorização do Detran

Alteração de cor e mudança na suspensão, rodas e pneus precisam de aval.
Multa prevista para quem infringe regra é de R$ 127,69.Deixar o veículo arrojado como os do filme ‘Velozes & furiosos’, cuja nova sequencia acaba de estrear no Brasil, e bancar Toretto (personagem de Vin Diesel) ou Brian O’Connor (Paul Walker) requer cuidados com a lei. Antes de rebaixar ou “turbinar” o automóvel, é preciso seguir as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre o que pode e o que não pode ser modificado. Segundo o Código Nacional de Trânsito, rodar em veículos alterados sem a documentação necessária acarreta em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Mauro da Silva Júnior, de São Bernardo do Campo (SP), mudou bastante o seu Volkswagen Gol 1991. “Rebaixei, coloquei turbo no motor e até alarguei os para-lamas para colocar rodas maiores”, admite Júnior, que gastou cerca de R$ 30 mil para modificar o veículo, mas não pediu autorização prévia ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). “Levei umas seis ou sete multas por causa das alterações ilegais.”

Agora ele promete fazer tudo conforme a lei. “Estou transformando um Gol 1984. Desta vez vou seguir as normas para não sofrer mais”, diz o administrador de 29 anos, que pretende modificar a suspensão, adotar bancos esportivos e acoplar um motor 2.0 de Golf . “Turbinado, claro!”

‘Locomotion’ legalizado
O empresário Denyson Barone, de 51 anos, modificou quase tudo no Volkswagen Fusca 1976 que ele chama de Locomotion. Do original, sobrou apenas o chassi central.

Ele diz que seguiu à risca todas as normas estabelecidas para não sofrer com a fiscalização -mesmo assim, é parado pela polícia. “Sou parado direto por policiais, principalmente nas estradas. Como estou com os documentos ok, não sou multado. Mas os policiais então acabam perguntando sobre o carro”, conta o morador de Santo André, também no ABC paulista.

O Fusca de Denyson teve alterados os pneus, para-lamas e carenagem, trocada por uma de fibra de carbono. Já o motor é o de uma de Kombi, ligeiramente revigorado para gerar mais potência. “É um carro extremamente seguro. Todos os reforços são tubulares, inclusive com ‘santantônio’ (estrutura que protege os passageiros em caso de capotagem)”, revela o empresário.

Primeiro passo é pedir autorização
Antes de levar o veículo à mecânica e fazer qualquer modificação, o proprietário deve seguir um cronograma. O primeiro passo é ir até o Detran local e solicitar uma espécie de autorização para as alterações a serem feitas. Todos os documentos do carro e do proprietário serão exigidos.

“Por falta de informação, muitos têm o carro reprovado no Detran por terem feito as modificações antes de fazer essa solicitação”, explica o advogado Marcelo José Araújo, presidente da comissão de direito de trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Paraná.

Recentemente, em Santa Catarina, um Fusca 1978 transformado em “baja” teve negado o licenciamento por falta de prévia autorização para que as mudanças fossem feitas. O caso foi parar na Justiça, que manteve a decisão do órgão de trânsito de não licenciar o veículo. De acordo com o advogado do proprietário, Adilson Bauer, os recursos cabíveis se esgotaram e agora eles em buscam uma outra solução para o caso.

Quando a modificação é autorizada, o passo seguinte é escolher um mecânico de confiança para fazer a modificação, pois, dependendo da forma com que for feito o serviço, o veículo pode ficar perigoso de se dirigir.

“Já vi cada coisa por ai. Tem gente que para rebaixar a suspensão simplesmente corta as molas. Ou elevam a potência do motor a faixas altíssimas com a utilização incorreta de turbos”, alerta Ricardo Boch, professor do curso de engenharia mecânica do Centro Universitário da Fundação Educacional Inaciana Pe Sabóia de Medeiros (FEI).

O QUE PODE E O QUE NÃO PODE MUDAR
Todas as alterações permitidas no veículo devem ter autorização prévia do Detran e inspeção do Inmetro
Apliques
A utilização de spoilers e aerofólios não é especificada no código. Consulte o Detran do seu estado
Chassis/Monobloco
Proibida a substituição
Combustível
É permitido trocar o sistema de combustão (gasolina,
etanol ou bicombustível) por gás natural veicular (GNV), mas o kit deve seguir as regulamentações do Inmetro
Cor
Serão consideradas alterações de cor aquelas realizadas através de pintura ou adesivamento em área superior a 50% do veículo .
Faróis
Instalação de faróis de xenônio é proibida; só é permitido o farol desse tipo se o carro já vem como ele de fábrica
Freios
Proibida alteração no sistema
Motor
Pode ser alterado com ganho de até 10% da potência
Pneus / rodas
Proibida a utilização de rodas/pneus que ultrapassem os limites externos do para-lama
Suspensão
É permitida a troca do sistema
mas são proibidas as suspensões com regulagem de altura, como as de rosca ou de ar
Fonte: Conatran

Mudança consta no documento
Após a realização das modificações, o proprietário deve seguir para uma das oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), onde o veículo passará por um processo de validação. A lista das oficinas está no site do instituto.

Se aprovado, a última etapa é voltar ao Detran para a obtenção do número do Certificado de Segurança Veicular (CSV), que é registrado no campo das observações do Certificado de Registro de Veículo (CRV) e do Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV).

 

Fonte: G1

Justiça de SP suspende reajuste da taxa de inspeção veicular

Decisão foi publicada nesta terça-feira (22) no Diário Oficial.
Secretaria do Verde e do Meio Ambiente ainda não se manifestou.

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira (22) a suspensão do reajuste da taxa de inspeção veicular no município de Sâo Paulo, que foi reajustada em janeiro de R$ 56,44 para R$ 61,98.

A decisão atende a um recurso impetrado pela bancada do PT na Câmara Municipal, que argumenta que qualquer reajuste de preço deve ser antecedido de estudo prévio que avalie as alternativas e a equação do equilíbrio econômico-financeiro do contrato.

“Concede-se a liminar para obstar que o reajuste do preço público seja aplicado antes da conclusão dos estudos concernentes ao reequilíbrio econômico-financeiro do contrato”, diz a decisão.

Procurada pelo G1, a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente ainda não se manifestou.

A emissão dos boletos para pagamento da inspeção chegou a ser suspensa pela Controlar, empresa responsável pelo serviço, após uma decisão da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente  mantendo o valor de R$ 56,44 praticado no ano passado. No dia 29 de dezembro, a concessionária entrou com recurso administrativo para garantir o reajuste.

Reajuste
A concessionária Controlar tinha o direito a aplicar um reajuste com base na inflação de 2010. De acordo com o contrato, a inspeção deve ser reajustada pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M). O índice acumulado nos últimos 12 meses foi de 10,2%.

De acordo com decreto assinado pelo secretário Eduardo Jorge Sobrinho, do Verde e do Meio Ambiente, a suspensão do aumento será válida até que “sejam realizadas as análises pertinentes ao estudo de reequilíbrio econômico-financeiro do contrato”. Como em 2010, neste ano os proprietários de automóveis não terão direito ao reembolso.

Fotne: G1

Prefeitura autoriza aumento da taxa de inspeção veicular em SP

Estimativa é que taxa passe para R$ 61,98, mas valor ainda pode mudar.
Procuradoria autorizou aumento mesmo sem estudo de reequilíbrio.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, informou nesta quinta-feira (30) que a Procuradoria Geral da Prefeitura autorizou o aumento da taxa de inspeção veicular a ser cobrada pela concessionária Controlar em 2011. Nesta quarta-feira (29), a concessionária havia entrado com recurso administrativo para garantir o reajuste.

Segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, a taxa pode ser fixada em R$ 61,98 a partir de 5 de janeiro, mas o valor ainda pode ser alterado  após estudos.

“A Procuradoria se manifestou pelo atendimento do recurso, entendendo que o reequilíbrio econômico deve ser feito, mas enquanto ele não estiver feito, a concessionária tem direito a reajuste”, explicou Kassab.

O anúncio do cancelamento do reajuste foi feito no domingo (26). No mesmo dia, a Prefeitura se retificou e informou que a tarifa só será modificada quando for concluído pela Controlar um estudo de reequilíbrio econômico-financeiro do contrato.

De acordo com o prefeito, a prefeitura fará a concessão do reajuste. Entretanto, aguardará o estudo. Quando ele estiver pronto, caso preveja redução do valor cobrado, a concessionária terá que retornar para os proprietários a diferença ou aboná-la.

A concessionária Controlar teria direito a aplicar um reajuste com base na inflação de 2010. De acordo com o contrato, a inspeção deve ser reajustada pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M). O índice acumulado nos últimos 12 meses foi de 10,2%.

Na quarta, a assessoria de imprensa da Controlar informou que a empresa entende que não há pendências em relação à Prefeitura para a efetivação do reajuste. A concessionária também informou que, para ela, a apresentação do estudo não pode estar vinculado ao reajuste anual, previsto em contrato.

Apesar disso, a Controlar afirmou que irá apresentar atender à solicitação da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, apresentando o estudo o quanto antes.

Fonte: Revista AutoEsporte

Inspeção de ruído terá caráter reprovatório em São Paulo

Nos últimos anos, medições foram feitas para levantamento de dados

A partir do próximo ano, o Programa de Inspeção Veicular paulistano vai medir, além da emissão de poluentes, o nível de ruído dos automóveis. Segundo a Controlar, responsável pelo programa, a medição foi feita por amostragem para levantamento de dados em 2008 e 2009 e, ao longo deste ano, contemplou todos os veí-culos inspecionados.

“Quando o carro chegava, passava por uma pré-análise visual e auditiva para verificar se apresentava níveis de ruído considerados anormais. Ela era realizada por um inspetor devidamente treinado. Caso fosse verificada alguma anomalia, o veículo era submetido à medição de ruído para confirmação da avaliação inicial”, garante a assessoria de imprensa. Nessas inspeções, apenas 0,8% dos veículos foram reprovados.

Só depois de passar também no teste de ruído é que o veículo vai receber o selo e a liberação para o licenciamento.

Fonte: Revista AutoEsporte

Inspeção Veicular 2011 em São Paulo mais cara

Em 1º de janeiro, valor deve subir de R$ 56,44 para R$ 62,10.
Contrato entre Prefeitura e Controlar prevê reajuste pelo IGP-M.

A taxa da inspeção veicular ambiental em São Paulo vai aumentar em 1º de janeiro. A tarifa, que hoje é de R$ 56,44, deve chegar a R$ 62,10. Ela é reajustada pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), segundo contrato firmado pela Prefeitura de São Paulo com a empresa Controlar, que realiza as vistorias. O índice acumulado nos últimos 12 meses foi de 10,2%. Segundo a Controlar, a data do reajuste está confirmada, mas a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente ainda precisa aprovar a nova tarifa.

Nesta segunda-feira (6), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) começou a usar radares para multar quem ainda não fez a inspeção. Todos os veículos com placa de São Paulo deveriam ter comparecido à vistoria, exceto os que têm placa com final zero (cujo prazo acaba em 31 de dezembro). A evasão, por enquanto, é grande. A frota da cidade é de 6,9 milhões de veículos. A Controlar espera realizar até 4 milhões de inspeções neste ano, mas até o dia 1° de novembro apenas 2,2 milhões de carros haviam sido aprovados.

A iminência da multa salgada, de R$ 550, não retirou os carros da rua. Na segunda, nos horários de pico, a CET registrou trânsito acima da média (118 km às 9h30, contra média de 109 km no horário, por exemplo). Por outro lado, a Controlar diz ter registrado aumento de 53% no volume de inspeções agendadas desde o anúncio da nova fiscalização – saltou de média de 13 mil por dia para 20 mil vistorias diárias.

Fonte: G1

Inspeção veicular em SP reprova mais de 100 mil veículos até agosto

Até o mês passado foram inspecionadas 1,6 milhão de unidades.
Veículos movidos a diesel têm o maior índice de reprovação.

 

A Secretária do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo divulgou nesta sexta-feira (10) o balanço dos veículos inspecionados até agosto deste ano na capital. De acordo com a secretária, até o mês passado 1.594.076 unidades de automóveis, motocicleta, ônibus, caminhões e comerciais leves foram vistoriados. Do total, 6,48% ou 103,3 mil ainda não foram aprovados.

Agosto foi o último mês de inspeção veicular para os veículos com placa final 5 e 6. De fevereiro até o mês passado, os percentuais dos automóveis que passaram pela inspeção variaram de 62,4%, para os carros de final de placa 1, até 43,5%, para os carros de final de placa 6. Já os índices de reprovação na primeira inspeção variaram de 22,6%, para os carros de final de placa 1, até 15,9% para os carros de final de placa 6.

No caso das motos, 43,9% da frota esperada para placa de final 1 passou pela inspeção, enquanto para modelos com a placa final 6 o comparecimento foi de 25,3%. A reprovação na primeira inspeção variou de 27,2% até 25,5 % para as motos de final de placa 1 e 6, respectivamente.

Entre os veículos leves movidos a diesel a variação dos percentuais foi de 63,3%, para os de placa final 1, até 42,4% da frota dos veículos final de placa 6. Na primeira vistoria, os índices de reprovação variaram de 38,2% para veículos final de placa 1 até 38,6% para os de final de placa 6.

Até o final de agosto, a secretaria registrou a variação dos ônibus no atendimento a inspeção: de 69,8% dos ônibus de final de placa 1 até 52,8% da frota de ônibus de final de placa 6. A variação dos índices de reprovação na primeira vistoria foi de 22,4%, para os ônibus de final de placa 1, até 27,6%, para os de final de placa 6.

Já os caminhões com finais de placa 1 e 2 tiveram 26,4% e 24,3% de percentuais de comparecimento, respectivamente. Desses, 46,7% com final de placa 1 e 47,1% caminhões com final de placa 2 foram reprovados na primeira inspeção. Os caminhões com finais de placa 3, 4 e 5 começaram a realizar a inspeção no mês de agosto e têm até o dia 31 de outubro para atender o calendário.

Prazo e multa
Todos os veículos com finais de placa 7, 8, 9 e 0 estão com o agendamento liberado para realizar a inspeção, sendo que os de final de placa 7 têm até o dia 30 de setembro para passar pela vistoria. Já os veículos com final de placas 8 e 9 têm até o dia 31 de outubro e 30 de novembro, respectivamente, para serem inspecionados. O agendamento para a inspeção de veículos com final de placa 0 começou no dia 1º de setembro e segue até dia 31 de dezembro.

Neste ano, a tarifa cobrada para a realização da inspeção veicular é de R$ 56,44 e, diferentemente do que ocorreu no ano passado, o valor não será reembolsado ao proprietário. Os veículos que não realizaram a inspeção veicular dentro do prazo estão sujeitos à multa de R$ 550 se forem parados em blitze, além de terem o licenciamento bloqueado. Para regularizar a situação, basta pagar novamente a tarifa de R$ 56,44 e agendar a inspeção no site www.controlar.com.br

Fonte: G1