Arquivo da categoria: DPVAT

Confira como é feito o processo de registro, emissão do CRV e CRLV e emplacamento por conta própria

Comprar um carro, seja novo ou usado, é considerado uma realização para muita gente. Mas também envolve gastos consideráveis que vão além do valor da compra. Colocar a documentação em dia e emplacar o automóvel também custam dinheiro, mas dá para economizar uma graninha se você mesmo ir até o cartório e ao departamento de trânstio. Veja abaixo como fazer a documentação do carro zero ou usado sem ajuda de um despachante:

Como emplacar um carro novo

O primeiro passo é registrar o veículo zero km em até 30 dias após a loja emitir a nota fiscal para gerar o Certificado de Registro do Veículo (CRV). Esse documento permite o emplacamento e a concessão do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), principal documento de porte obrigatório do carro.

Verifique a necessidade de agendamento de horário na unidade do Detran mais próxima da sua casa e compareça para emitir os certificados e obter o número da placa, assim como os valores do IPVA e DPVAT. Os preços para o registro do veículo e emplacamento variam de cidade para cidade. Você até pode personalizar a placa da forma que preferir, mas isso exigirá uma taxa de aproximadamente R$ 100.

Documentos necessários: original e cópia do RG, CPF e CNH, cópia de um comprovante de residência recente, nota fiscal original da concessionária com decalque do chassi, duas cópias do formulário do Renavam preenchido e, caso o carro seja financiado, é necessário também levar o contrato original e uma cópia assinada por todos os envolvidos.

Chegando lá, é necessário pagar as taxas de emplacamento, escolher a placa do veículo e dar entrada ao CRV. Mas o certificado não fica pronto no mesmo dia. Assim que estiver com as documentações em mãos, é preciso ir a um posto do Detran.

Como proceder com a documentação de carro usado sem o despachante?

Antes de tudo, o comprador deve investigar o histórico do carro: multas, pagamentos, se IPVA, DPVAT do ano atual e documentação estão em dia. Para ter acesso a débitos e possíveis bloqueios, basta acessar o site do Detran, com o número Renavam e número da placa do veículo. Também é importante verificar se está tudo bem com o numero do chassi do carro.

Feito isso, o primeiro passo é do vendedor: ele deve comunicar ao Detran a transferência do veículo para o novo dono, processo que vai demandar uma visita ao cartório para uma cópia do comprovante de transferência.

Se isso não acontecer, todas as multas cometidas pelo novo proprietário, por exemplo, ficarão em nome do antigo, e o atual dono também não conseguirá fazer um seguro para o seu carro. Para isso, é bom ter em mãos um comprovante de quitação. Se o veículo tiver alguma pendência, não conseguirá obter um novo certificado.

De acordo com o artigo 134 do Código de Trânsito Brasileiro: “Art. 134. No caso de transferência de propriedade, o proprietário antigo deverá encaminhar ao órgão executivo de trânsito do Estado dentro de um prazo de trinta dias, cópia autenticada do comprovante de transferência de propriedade, devidamente assinado e datado, sob pena de ter que se responsabilizar solidariamente pelas penalidades impostas e suas reincidências até a data da comunicação.”

Vale lembrar que essa transferência é paga, já que será necessário expedir um novo Certificado de Registro de Veículo. Para emitir o CRV, o comprador deve procurar uma Empresa de Vistoria Veicular para comprovar a autenticidade e segurança do carro adquirido. Se o veículo for de outra cidade ou estado, é necessário também inserir novas placas e tarjetas.

O prazo para tomar as devidas providências é de até 30 dias, então fique atento às datas. Caso o período não seja respeitado, o novo dono está sujeito a uma multa grave, e existe até a possibilidade de retenção do veículo.

 

DPVAT menor em 2018 – Seguro obrigatório ficará 35% mais barato, exceto para moto

A taxa do seguro que serve para indenizar vítimas de acidentes será de R$ 41,40 para automóveis e R$ 180,65 no caso das motocicletas

O valor do seguro obrigatório para veículos automotores (DPVAT) ficará mais barato – exceto para motos – em 2018. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira. A queda foi de 35% no valor de cada categoria (veja tabela abaixo).

A taxa cobrada para automóveis particulares, táxis e carros de aluguel, passa de 63,69 reais neste ano para 41,43 reais no ano seguinte. O valor para motocicletas (acima de 50 cilindradas) permanece em 180,65 reais.

O seguro obrigatório é pago anualmente junto com o imposto veicular (IPVA), e serve para indenizar vítimas de acidentes automobilísticos. O valor cobrado também é reavaliado anualmente.

Segundo o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha, a manutenção do valor para motos se deve à maior sinistralidade (probabilidade de ocorrência de acidente) nessa categoria. A estimativa é que a arrecadação com o DPVAT seja de 4,745 bilhões de reais em 2018.

 

Preços dos carros no Brasil – Automóvel no país custa até 106% mais que lá fora

Na garagem de casa, o carro da família pode ser o mesmo de americanos, europeus, argentinos ou japoneses. Mas o preço certamente é muito diferente. Margem de lucro maior, impostos elevados, altos custos de mão de obra, de logística, de infraestrutura e de matérias-primas, falta de competitividade, forte demanda e um consumidor disposto a pagar um preço alto ajudam a explicar o porquê de o veículo aqui no Brasil chegar a ser vendido por mais do que o dobro que lá fora.

Levantamento em cinco países — Brasil, EUA, Argentina, França e Japão — mostrou que o carro brasileiro é sempre o mais caro. A diferença chega a 106,03% no Honda Fit vendido na França (onde se chama Honda Jazz). Aqui, sai por R$ 57.480, enquanto lá, pelo equivalente a R$ 27.898,99. A distância também é expressiva no caso do Nissan Frontier vendido nos EUA. Aqui, custa R$ 121.390 — 91,31% a mais que os R$ 63.450,06 dos americanos. Há cerca de duas semanas, a “Forbes” ridicularizou o preços no Brasil, mostrando que um Jeep Grand Cherokee básico custa US$ 89.500 (R$ 179 mil) aqui, enquanto, por esse valor, em Miami, é possível comprar três unidades do modelo, que custa US$ 28 mil.

O setor teve o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido. O incentivo terminaria sexta-feira, mas deve ser prorrogada por dois meses.

Especialistas estimam que a margem de lucro das montadoras no Brasil seja pelo menos o dobro que no exterior, por causa de um quadro de pouca concorrência — ainda que já seja o quarto maior mercado de carros do mundo, incluindo caminhões e ônibus, atrás de China, Estados Unidos e Japão. O diretor-gerente da consultoria IHS Automotive no Brasil, Paulo Cardamone, estima ganho de 10% do preço de um veículo no Brasil, enquanto no mundo seria de 5%. Nos EUA, esse ganho é de 3%:

— Lucro de montadora no Brasil é maior que em qualquer lugar do mundo, pelo menos o dobro. O mercado automobilístico no Brasil é protegido, taxam-se os importados e há concentração forte das vendas nas quatro grandes marcas. Lá fora, as maiores têm cerca de 30% do mercado — afirma ele.

Volkswagen, General Motors, Fiat e Ford — responderam por 81,8% dos 2,825 bilhões de carros vendidos no país em 2011.

— Existe uma demanda grande pelos veículos no Brasil, o que mantém os preços em alta. Se a montadora sabe que há compradores, por que dar desconto? — diz Milad Kalume Neto, gerente de atendimento da consultoria Jato Dynamics do Brasil.

De todo modo, há outros vilões para preços tão elevados. O imposto é, de praxe, apontado como o grande causador. Mas, mesmo descontando as alíquotas, os consumidores nacionais ainda são os que precisariam pagar mais para ter o bem. O preço do Nissan Frontier vendido no Brasil cairia, por exemplo, de R$ 121.390 para R$ 81.209,91, ainda é mais que França e EUA com impostos.

— Não se pode ignorar o custo Brasil, que encarece toda a cadeia produtiva com os problemas de logística e infraestrutura do país, além do custo da mão de obra brasileira — diz José Caporal, consultor da Megadealer, especializada no setor automotivo.

Imposto nos eua é de até 9%

Segundo a Anfavea, a associação das montadoras, os impostos representam cerca de 30% do preço dos veículos, considerando as alíquotas normais do IPI. Nos carros 1.0, os impostos representam 27,1% do preço. Na faixa de veículos entre 1.0 e 2.0, o peso dos impostos é de 30,4% para os que rodam a gasolina e de 29,2% para motores flex e etanol. Acima de 2.0, respondem por 36,4% e 33,1% do preço, respectivamente. Nos EUA, os impostos são de até 9% do preço ao consumidor.

No Brasil, outro fator complicador é o fato de grande parte das compras ser financiada. O consumidor se preocupa mais com o tamanho da parcela que com o preço final do veículo.

— Nosso carro ainda é muito caro, é um absurdo — afirma Adriana Marotti de Mello, professora do Departamento de Administração da FEA/USP.

Seguro DPVAT custará R$ 101,16 para automóveis e utilitários em 2011

Para motocicletas, seguro será de R$ 279,27; para caminhões, R$ 105,68.
De acordo com a Susep, reajuste está relacionado a aumento de sinistros.

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) reajustou para 2011 o seguro obrigatório para veículos (DPVAT). O seguro, que é pago junto com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), terá reajuste de 7,83% para automóveis e utilitários, passando de R$ 89,61 para R$ 96,63.

Além do prêmio tarifário, será cobrado na aquisição do seguro o valor de R$ 4,15 pela emissão da cobrança da apólice ou do bilhete do DPVAT e IOF de 0,38%. No caso dos automóveis, o prêmio total é de R$ 101,16.

O reajuste foi determinado por resolução do CNSP e, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), está diretamente relacionado ao aumento no número de sinistros neste ano, em todas as categorias.

“Em 2010 mantivemos os valores de 2009 para avaliar qual seria o reflexo das mudanças feitas na legislação no final do ano passado que visavam minimizar fraudes”, afirma o superintendente da Susep, Paulo dos Santos. “Mas este ano observamos um aumento no número de sinistros, o que obrigou o reajuste até na categoria de caminhões, que havia tido redução em 2008 e 2009.”

Os micro-ônibus e ônibus terão o maior reajuste, de 15,04%, passando de R$ 210,65 para R$ 242,33, num total de R$ 247,42 com as outras tarifas. As motocicletas, ciclomotores, motonetas e triciclos pagarão pelo seguro R$ 274,06 ante os R$ 254,16 cobrados nos dois anos anteriores (total de R$ 279,27). A alta é de 7,82%, a mesma percentagem para a categoria de caminhões e caminhonetes, que passa a pagar R$ 101,13 (R$ 105,68).

Entenda o que é o seguro DPVAT
O seguro por Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre, ou DPVAT, é obrigatório por lei (6.194/74) desde 1974 e utilizado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito causados por veículos motorizados que circulam por terra ou por asfalto.

Ou seja, toda pessoa que sofre um acidente (seja motorista, passageiro do veículo ou pedestre) tem direito a ser indenizada – independentemente de quem seja a culpa – por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas.

Nos casos de morte, os herdeiros da vítima são indenizados em R$ 13,5 mil. Para invalidez, a indenização é de até R$ 13,5 mil e varia de acordo com a gravidade das sequelas. Em relação às despesas médicas, o valor reembolsado é de até R$ 2.700.

A própria vítima dá entrada no pedido de indenização ou reembolso. Basta juntar a documentação necessária de acordo com cada caso e levar até o posto de atendimento mais próximo. Quando há vítimas fatais, os parentes devem fazer o pedido.

As indenizações do Seguro DPVAT são pagas em até 30 dias, após a entrega completa da documentação. Caso o pagamento do seguro DPVAT não esteja em dia, o proprietário do veículo deixa de ter direito, mas as vítimas estarão cobertas. Da mesma forma, um pedestre atropelado por um veículo não identificado terá cobertura.

Taxa X acidentes
A taxa paga pelo DPVAT está diretamente relacionada ao tipo de veículo e ao índice de acidentes de cada categoria. Segundo a Seguradora Líder DPVAT, embora as motocicletas representem 25% do total da frota nacional, elas são responsáveis por cerca de 60% do número total de vítimas e por 50% do valor total das indenizações pagas.

Segundo a seguradora, além do pagamento de indenizações, do total arrecadado, 45% são destinados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS), para despesas com assistência médica dos segurados vitimados em acidentes de trânsito, e 5% vão para o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), para campanhas de prevenção de acidentes e educação no trânsito.

Fonte: G1

Seguro obrigatório para veículos não deve subir em 2010

Segundo a Susep, medidas de combate a fraudes diminuíram custos.
Em 2009, DPVAT aumentou 5% nas categorias veículos de passeio e táxi.

dpvat-obrigatorio-licenciamento-carros-veiculos-fotos-imagens

O seguro de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestre (DPVAT),seguro obrigatório pago pelo proprietário do veículo junto com o licenciamento anual, não deve ter aumento em 2010. A informação é do presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergílio dos Santos.

Segundo ele, um conjunto de medidas saneadoras, de combate à fraude no pagamento do seguro levaram à não aplicação de qualquer tipo de reajuste neste imposto, normalmente pago no início de cada ano, juntamente com o IPVA. “Vai ser mantida a mesma tarifa, o mesmo preço para 2009, para todas as categorias”, disse Santos.

De acordo com o titular da Susep, em 2009, o valor do DPVAT subiu em média 5% nas categorias veículos de passeio e táxi – sendo que, para motos, o preço do seguro não subiu, e ônibus e micro-ônibus contaram uma redução de 20%. Ainda segundo Santos, a Susep está analisando um conjunto de medidas, ainda a ser lançado, para reduzir a inadimplência no pagamento do imposto entre os proprietários de motos.

Fonte: G1

O que é seguro DPVAT e quem tem direito

Seguro obrigatório é pago por motoristas para indenizar vítimas de trânsito.
Valor cobrado anualmente para motos é 36% maior do que para carros.

fotos-imagens-seguro-dpvat-acidente-transito

Todos os anos os donos de veículos são obrigados a pagar junto com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) o chamado DPVAT. Mas a maioria dos motoristas desconhece a finalidade da taxa e os direitos sobre o valor pago.

O seguro por Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre, ou DPVAT, é obrigatório por lei (6.194/74) e utilizado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito causados por veículos motorizados que circulam por terra ou por asfalto.

Ou seja, toda pessoa que sofre um acidente (seja motorista, passageiro do veículo ou pedestre) tem direito a ser indenizada – independentemente de quem seja a culpa – por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas.

Nos casos de morte, os herdeiros da vítima são indenizados em R$ 13,5 mil. Para invalidez, a indenização é de até R$ 13,5 mil e varia de acordo com a gravidade das sequelas. Em relação às despesas médicas, o valor reembolsado é de até R$ 2.700.

A própria vítima que dá entrada no pedido de indenização ou reembolso. Basta juntar a documentação necessária de acordo com cada caso e levar até o posto de atendimento mais próximo. Quando há vítimas fatais, os parentes que devem fazer o pedido.

As indenizações do Seguro DPVAT são pagas em até 30 dias, após a entrega completa da documentação. Caso o pagamento do seguro DPVAT não esteja em dia, o proprietário do veículo deixa de ter direito à cobertura, mas as vítimas estarão cobertas. Da mesma forma, um pedestre atropelado por um veículo não identificado terá cobertura.

Taxa X Acidentes

A taxa paga pelo DPVAT está diretamente relacionada ao tipo de veículo e o índice de acidentes de cada categoria. Para os carros, o valor pago anualmente é de R$ 93,84, enquanto as motos pagam por ano R$ 259,04. Segundo a Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT, administradora do seguro, embora as motocicletas representem 25% do total da frota nacional, elas são responsáveis por 56% do acidentes de trânsito e 47% do valor total das indenizações pagas.

De acordo com o último balanço feito pela Seguradora Líder DPVAT, referente ao primeiro semestre de 2009, o número de indenizações pagas aumentou 4,43% em comparação com o mesmo período de 2008, passando de 134 mil para 140 mil vítimas de acidentes de trânsito, um gasto total de R$ 977,5 milhões, dos R$ 3,02 bilhões arrecadados.
Segundo a seguradora, além do pagamento de indenizações, do total arrecadado 45% são destinados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) para despesas com assistência médica dos segurados vitimados em acidentes de trânsito e 5% vão para o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), para campanhas de prevenção de acidentes e educação no trânsito.

Fonte: G1

Carro: gasto mensal pode equivaler a 80% do valor da prestação do veículo

Peter Fussy
Direto de São Paulo

Depois de pesquisar e pechinchar, finalmente uma prestação que cabe no bolso e o sonho de comprar um carro. Embora já seja uma realização, esse é só o começo de uma jornada. Até quitar o veículo, o comprador vai conviver com o valor da prestação e os gastos que implicam em manter um carro, que podem elevar o valor da parcela em até 80% por mês.

“Antes da compra é preciso avaliar muito bem e verificar se no orçamento cabem os gastos. O mais comum é olhar para o valor da parcela, mas as outras despesas também são altas. Podem ocasionar dificuldades para pagar e até a devolução do veículo”, afirmou Pedro Vartanian, professor de economia da Trevisan Escola de Negócios.

De acordo com ele, o gasto médio de um veículo popular em São Paulo é cerca de R$ 600 mensais. Se um Celta 1.0 l básico sai por R$ 25.133 (preço da tabela Fipe) e a parcela do financiamento a R$ 737 (em 48 meses, com juros de 2,38% ao mês e entrada de R$ 5 mil, conforme simulação no banco Itaú), o valor representa 81% a mais na prestação, que deveria ser incluído na conta antes de decidir pela compra.

As despesas que mais pesam são seguro, combustível e IPVA. O proprietário do mesmo veículo citado acima teria que pagar R$ 1.005 de imposto para circular regularizado, além de R$ 55,83 de licenciamento e R$ 93,87 de seguro obrigatório (DPVAT). O seguro contra roubo fica em torno de R$ 2,2 mil por ano (cotado na Porto Seguro para homem, entre 25 e 30 anos, solteiro, na capital paulista). Já os gastos com combustível somam cerca de R$ 2,1 mil anuais, com álcool a R$ 1,81, consumo de 10 km/l e 1.000 km mensais rodados.

Além disso, precisam ser contabilizados os gastos com revisão, manutenção e eventual quebra de peças. Outro problema que acarreta em custos na capital paulista é estacionar. Mesmo se a residência tiver garagem, uma vaga perto do trabalho, em shopping, bares e restaurantes não sai barato. Ainda em São Paulo há a inspeção veicular ambiental, que custa R$ 56,44 e será obrigatória para todos os carros este ano – sem o reembolso garantido pela prefeitura no ano passado.

Segundo Vartanian, os gastos estão diretamente relacionados ao valor do carro: quanto menor o valor, menor o gasto. “Optar por carro flex permite economia de combustível durante a maior parte do ano. Carros populares têm custo de manutenção menor – ar condicionado, por exemplo, encarece a manutenção”, afirmou.

Confira a simulação feita com base para a cidade de São Paulo:

Carro: Celta 1.0 l Life
Preço: R$ 25.133 (Fipe)
Financiamento: 48 meses, com juros de 2,38% ao mês e entrada de R$ 5 mil (Itaú)
IPVA: R$ 1.005,33
Licenciamento: R$ 55,83
DPVAT (Seguro obrigatório): R$ 93,87
Seguro: R$ 2,2 mil (Porto Seguro, com perfil de homem, entre 25 e 30 anos e solteiro)
Inspeção veicular ambiental: R$ 56,44
Combustível: R$ 2.172 (álcool a R$ 1,81, consumo de 10 km/l e 1.000 km mensais)
Revisão e manutenção: R$ 600 por ano
Gasto mensal: R$ 515
Prestação: R$ 737
Custo total: R$ 1.252

Fonte Terra