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Pelas imagens, dá para notar que carroceria terá estilo fastback e montadora divulga que porta-malas ganhou 25 litros

Após ser flagrado no último final de semana circulando sem disfarces em São Paulo, durante gravação do comercial, a Hyundai revelou oficialmente a lanterna traseira do novo HB20S.

Além da lanterna, dá para notar que o novo sedã terá estilo fastback. Isso quer dizer que o caimento do vidro está mais acentuado, este tipo de carroceria também foi usado na décima geração do Honda Civic.

Outra informação divulgada pela montadora é que o porta-malas está maior, passou de 450 litros para 475 litros.

As fotos do flagra foram enviadas pelo nosso leitor Fernandi Durigan, e deu para perceber que a dianteira do três volumes é igual ao hatch revelado recentemente. A robusta grade, maçanetas cromadas e o novo desenho das rodas de liga leve de 15 polegadas são outros destaques.

 

Fomos à pista conhecer de perto a versão topo de linha do novo hatch que concorre com Onix e HB20

O Fiat Argo, que está sendo apresentado oficialmente hoje à imprensa e chegará às lojas nos próximos dias. Hatch pouco menor do que o rival Renault Sandero, o novo modelo nasce com a missão de — sozinho — substituir o Punto, o Bravo e as versões mais completas do Palio (este continuará apenas com motor 1.0). Seus alvos principais são o Chevrolet Onix e o Hyundai HB20, que vêm a ser os dois carros mais vendidos atualmente no país. Os preços começam em R$ 46.800 na versão 1.0 Drive e vão até R$ 70.600 na 1.8 HGT automática.

Ou seja: mesmo com uma linha de produção mais enxuta, a Fiat espera reconquistar o primeiro lugar nas vendas. E, pelo que pudemos perceber neste primeiro contato, o carro tem boas chances de fazer sucesso.

Impressões gerais

De perto, o que primeiro chama a atenção é o rebuscado desenho da grade do radiador. Já a abertura inferior é no estilo colmeia de abelha e vale para todas as versões. A dianteira remete ao atual Fiat Tipo italiano, ou quem sabe, a um Mobi muito melhorado (mas muito mesmo). A traseira tem um quê das novas Alfa Romeo Giulietta, especialmente pela forma das lanternas.

O tamanho é um meio termo do que há na concorrência: são 4 m de comprimento, com 2,52 m de entre-eixos e 1,5 m de altura, números que praticamente empatam com os do antecessor Punto e são bem superiores aos do Palio.

A plataforma, diga-se, também é basicamente a mesma MP1 usada nos Punto, Linea e Doblò. Tem origem nos tempos em que a Fiat fazia projetos juntamente com a Opel mas, para a criação do Argo, foi extensamente modificada em suspensão, direção e aços utilizados, a ponto de a marca dizer que mantém apenas 20% da anterior. A parte elétrica/eletrônica vem do Jeep Compass, com direito a controle de estabilidade ESP.

Com aços de ultra resistência nas colunas, caixas de ar e assoalho, e técnicas de estamparia mais recentes, o monobloco pesa 42 kg a menos que o do Punto.

Para substituir três modelos de uma vez, o Argo sai com três opções de motor: o tricilíndrico 1.0 Firefly (de 77 cv), o 1.3 Firefly de quatro cilindros (109 cv) e o 1.8 E.TorQ (139 cv, ou seja: já com o aumento de potência que o Renegade ganhou em novembro passado).

Na pista, a versão esportiva HGT mostra boa disposição. O Argo, contudo, merecia um câmbio manual melhor. O carro sairá com o velho câmbio manual de cinco marchas em todas as versões. A Drive 1.3 pode vir com a caixa automatizada GSR (ex-Dualogic), enquanto as 1.8 Precision e 1.8 HGT (mesmo nome da versão esportiva do Fiat Brava, lembram?) têm como opção um câmbio automático de verdade: o Aisin AT6, de seis marchas.

Equipado

O bom recheio de opcionais será um dos apelos de venda. Desde o básico Argo 1.0 Drive, há de série sistema start/stop, monitor de pressão dos pneus, ar-condicionado, trava e vidros elétricos e Isofix para prender cadeirinha no assento traseiro. O 1.3 com câmbio automatizado traz ainda “piloto automático” e aletas atrás do volante para trocas de marcha. Já os topo de linha HGT 1.8 vêm com aros de 16 polegadas, couro no volante e uma grande tela multimídia no alto do painel. Não há, porém, GPS (use o do smartphone).

Sensores de estacionamento, câmera de ré, airbags laterais, abertura de portas por aproximação e aros de 17″ são opcionais. E não espere sensores dianteiros ou teto-solar.

Na versão avaliana na Fazenda Capuava, em Campinas (SP), a versão 1.8 HGTagrada pelos detalhes vermelhos que enfeitam os para-choques. A ponteira do escape é cromada e os aros de 17″ enchem os olhos. Por dentro, a boa impressão é dada pelo volante forrado com couro (com uma costura na parte mais alta, como nos carros de rali).

O painel tem um quê de Alfa Romeo moderno, mas os instrumentos vieram da Toro. Sobre o tablier, à moda dos Mercedes C e CLA atuais, os Argo 1.8 trazem a telona multimídia sensível ao toque, de operação bem simples.

O espaço interno é ótimo para um hatch compacto, com destaque para a altura do teto e a área do porta-malas.

Acelerando na pista

Há regulagem de altura e distância — boa! Hora de apertar o botão de partida e ir à luta. No mundo real, motor de 139 cv em um carro de 1.243 kg é pra lá de interessante. Na pista de autódromo, porém, não chega a deixar o “piloto” trêmulo e de olhos esbugalhados.

O que tira muito da emoção é o câmbio manual de cinco marchas que lembra o Palio a cada troca, com aquele trambulador de curso longo e meio esponjoso. A Fiat deveria pegar uma caixa de Gol/Up! e copiar igualzinho. Experimentamos também o automático AT6, que se mostrou bem suave e rápido, seja em drive ou fazendo as trocas manualmente.

É no sinuoso traçado da Capuava que o Argo mostra que o acerto de chão é sua maior qualidade — e o ponto em que realmente se destaca da concorrência. Curva a curva, volta a volta, vamos ganhando confiança e aumentando a velocidade de entrada e saída. Mesmo com um trivial eixo de torção na traseira (nada de multibraço aqui), o carro rola pouquíssimo e apoia bem.

O belo trabalho de suspensão deixou o Argo muito previsível e dócil aos comandos do motorista. Seu limite está nos pneus. E, se tudo der errado, o controle eletrônico de estabilidade está ali para salvar).

Saiba se vale a pena pagar a mais para trocar o 1.0 aspirado pelo 1.0 turbo

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O Inovar-Auto (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores) tem sido um grande motivador no desenvolvimento de motorizações mais econômicas e menos poluentes ao oferecer abatimentos de impostos para as fabricantes. A Hyundai, por exemplo, lançou o HB20 1.0 com motor tricilíndrico de 80 cv e 10,2 kgfm no ano passado. Neste ano, foi a vez da esperada variante 1.0 turbo aparecer com 105 cv e 15 kgfm. A dupla faz parte da família de hatches que conta ainda com as versões equipadas com motor 1.6 de 128 cv e 16,5 kgfm. Mas, com tantas opções de motores na mesma família,vale a pena investir em um carro equipado com um motor 1.0 turbo?

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Vantagens do turbo no desempenho

A supremacia do HB20 Turbo perante o carro que lhe deu origem não se justifica apenas por sua potência de 105 cv contra os 80 cv do seu primórdio. Mas, principalmente pelo torque de 15 kgfm, bem mais do que os 10,2 kgfm do popular aspirado. Uma força quase igual aos 16,5 kgfm do “Gamma” 1.6. As versões 1.0 abrigam modernos motores “Kappa” de três cilindros 12V, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas e injeção multiponto de combustível. Essa força que faz o carro sair da inércia e vencer rampas sem pedir muitas trocas de marchas é o que chamamos de torque.

Agora que você já conhece a característica de cada motor da família HB20, veja como cada um deles se saiu em nossa pista de testes. A unidade equipada com o 1.0 aspirado levou 14,5 segundos para ir de 0 a 100 km/h, contra 10,9 segundos do exemplar com Turbo. Tempo muito próximo, inclusive, dos 10,1 segundos que o 1.6 precisou para completar a prova.

Na retomada de velocidade, outra boa notícia para o turbinado que foi de 60 a 100 km/h em 7,7 segundos. Muito menos do que os 14,5 segundos que o aspirado precisa para recuperar entre as mesmas velocidades, e melhor até mesmo do que o 1.6 que completou o mesmo teste em 10,1 segundos.

A “mágica” acontece porque no HB20 Turbo o torque (além de maior) é entregue mais cedo, logo aos 1.550 rpm. Isso significa que o carro enche o motor mais rapidamente, embora sofra com o efeito turbo-lag – ausência de força com rotações baixas. Na estrada, o HB20 Turbo viaja a 120 km/h com o ponteiro mirando para os 3.800 rpm, enquanto no aspirado a agulha sobe até os 4.100 rpm. Isso também significa menor consumo.

Consumo de combustível

De acordo com as nossas aferições, sempre efetuadas com etanol, o HB20 Comfort Plus 1.0 tem médias de 9,2 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada. Apesar de serem bons números, não são suficientes para bater o ótimo rendimento do HB20 Turbo, que faz 10,3 km/l em trecho urbano e 12,7 km/l em perímetro rodoviário. De acordo com medição do Inmetro, as médias de consumo do HB20 1.6 com câmbio manual são de 7,6 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada. Ponto para o turbo.

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Seguro, revisões e peças

O pacote com as três primeiras revisões até os 30 mil quilômetros do HB20 1.0 Comfort Plus custa R$ 1.111. Um pouquinho mais do que os R$ 1.180 para revisar o HB20 Turbo Comfort Plus.O mesmo serviço custa R$ 1.231 para o HB20 1.6 Comfort Plus.

Como não muda visualmente, a cesta de peças do HB20 tem um custo médio de R$ 2.882 para todas as versões. O cesto inclui retrovisor direito, farol direito, para-choque dianteiro, lanterna traseira direita, filtro de ar (apenas o elemento), filtro de ar do motor, jogo com quatro amortecedores, pastilhas de freio dianteiras, filtro de óleo do motor e filtro de combustível.

Já o seguro do HB20 Turbo fica em média R$ 1.950. Menos do que os R$ 2.196 cobrados pela apólice do irmão aspirado e menos também do que o valor médio de seguro do 1.6, orçado em R$ 2.155.

Equipamentos

Apesar de abrigarem motores distintos, os três carros são da versão Comfort Plus e, com isso, suas configurações são praticamente as mesmas. A exceção está nas funções de destravamento automático das portas em casos de acidente e nas maçanetas externas na cor da carroceria, exclusivos do 1.6. Bem como as travas elétricas nas portas e porta-malas com comandos na chave, somente vistos no Turbo (no 1.6 a função não tem comando na chave). No mais, as versões Comfort Plus da tríade HB20 entregam ao consumidor: ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, faróis máscara negra, Sistema Isofix, grade frontal com borda cromada, luz de repetição de seta nos retrovisores, rádio c/ Bluetooth, streaming de áudio e MP3 com comandos de áudio no volante. Sem falar dos obrigatórios freios ABS e duplo airbags.

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Nas lojas

Na média, o HB20 Comfort Plus é vendido nas lojas por R$ 42.800 (na cor sólida) e o melhor preço que encontramos, na cidade de São Paulo, foi o de R$ 42.700. Com a opção de cor “Cinza Titânio”, metálica perolizada o valor sobe para R$ 43.900. Valores que podem ser pagos da seguinte maneira:

– 30% de entrada e mais 24 parcelas com 0.99% de taxa ao mês.
– 60% de entrada e mais 24 parcelas sem juros.
– 80% de entrada e mais 36 parcelas sem juros.

O recém-chegado HB20 Turbo tem preço médio nas lojas de R$ 47.672 (na cor sólida) e o melhor preço encontrado foi o de R$ 47.445 (mesmo valor do site). Caso a opção seja por uma cor metálica ou perolizada o preço fica em R$ 47.950. Confira as condições:

– 30% de entrada e mais 12 parcelas com 0.99% de taxa ao mês.
– 40% de entrada e mais 24 parcelas com 1.26% de taxa ao mês.
– 50% de entrada e mais 24 parcelas com 1.19% de taxa ao mês.
– 80% de entrada e mais 12 parcelas sem juros.

O HB20 1.6 está sendo comercializado por um preço médio de R$ 49.500 (na cor sólida). O valor mais barato que encontramos foi o de R$ 47.990 e se a opção for a de cor metálica ou perolizada o valor sobe para R$ 48.990. Veja como o modelo 1.6 pode ser pago:

– 60% de entrada e mais 12 parcelas sem juros.
– 60% de entrada e mais 18 parcelas sem juros.
– 60% de entrada e mais 24 parcelas com 0.69% de taxa ao mês.

Resultado: Vale a pena

No desempenho, na ponta do lápis ou na hora de tirar o dinheiro do bolso, o HB20 1.0 Turbo é a melhor opção da linha. Além do consumo consumo baixo e do torque muito superior ao 1.0 aspirado, o hatch turbinado atende bem às necessidades do uso urbano e rodoviário sem custar o mesmo que o 1.6. O único porém está no efeito turbo-lag, que deixa o carro um pouco enfraquecido nas rotações baixas, mas nada que prejudique seus pontos positivos.

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HYUNDAI APRESENTA HB20 COM MOTOR 1.0 TURBO

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A Hyundai revelou hoje (12) seu novo motor 1.0 turbo para a linha HB20 e HB20S. As novas versões chegam às lojas ainda em abril e os preços ainda não foram divulgados, masAutoesporte está acompanhando a apresentação e trará novidades. O novo motor 1.0 turbo de 12 válvulas entrega 105 cavalos de potência quando abastecido com etanol e 98 cv com gasolina. O torque é de 15 kgfm com etanol e de 13,8 kgfm com gasolina, disponível a partir das 4.500 rpm. O câmbio é manual de seis marchas.

O principal foco do novo motor é o desempenho, mas o consumo também foi priorizado pela marca. Segundo os dados divulgados pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro, tanto HB20 quanto HB20S receberam nota A. O hatch tem consumo de etanol de 8,2 km/l na cidade e 10,1 km/l na rodovia. Já com gasolina, os números são de 11,6 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada.

A versão Comfort Style, apresentada no evento, traz de série rodas de liga leve 15″, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos, abertura e fechamento dos vidros pela chave, retrovisores elétricos com repetidores de seta, combutador de bordo e faróis de neblina, entre outros itens. O modelo também traz o novo rádio BlueAudio, apresentado na linha 2016 do hatch.

Novo 1.0 turbo

O novo 1.0 Kappa turbo é o primeiro turbo flex da Hyundai no mundo. Desenvolvido na Coreia do Sul e capaz de render  até 105 cv de potência  e 15 kgfm de torque com etanol, o novo três cilindros oferece até 47% a mais de torque e 31% a mais de potência em relação ao aspirado. Segundo o Hyundai, o novo motor 1.0 turbo preenche uma lacuna de 48 cv existente entre os motores 1.0 e o 1.6 aspirados. Isso quer dizer, que, na linha HB20, o novo 1.0 não substituirá no momento o atual motor 1.6 de 128 cv.

O motor três cilindros Kappa recebeu uma série de alterações. A turbina fornecida pela Honeywell é de baixa inércia e fica diretamente no cabeçote do motor. Isso reduz o tempo de enchimento da turbina, segunda a Hyundai. O intercooler, por sua vez, foi instalado ao lado do radiador principal, para tornar a manutenção mais simples e propicia uma troca de calor mais eficiente.

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Novo Hyundai HB20X Hatch incorpora nova identidade visual da marca; versões ganharam câmbio de seis marchas

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Depois de renovar o HB20, a Hyundai resolveu atualizar o HB20X. O hatch aventureiro sofreu mudanças no design e ganhou as mesmas melhorias de sua versão “civil”, incluindo a adoção de uma central multimídia mais completa e do câmbio de seis marchas tanto na transmissão manual quanto na automática.

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As principais mudanças no HB20X aconteceram na frente, que traz uma nova grade com detalhes cromados que simulam um “quebra-mato” e faróis de neblina com projetores. Na versão Premium, o carro traz faróis com projetores e leds. As rodas de liga leve agora são de 16 polegadas, aumentando a altura livre em relação ao solo para 206 milímetros – 41 milímetros a mais que a versão hatch. A paleta de cores ganhou três novas opções metálicas: Prata Sand, Bronze Terra e Verde Forest, esta última exclusiva da versão aventureira.

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O interior ganhou novas opções de revestimentos e volante com couro perfurado. A versão Premium traz ar-condicionado digital, airbag duplo lateral e espelhos retrovisores com rebatimento automático, além da opção de revestimento em couro marrom. A maior novidade na cabine é a central blueMedia, inicialmente compatível apenas com o Car Link e em breve também com o Apple CarPlay. Por meio dela é possível espelhar via Wi-Fi o conteúdo do smartphone na tela de sete polegadas sensível ao toque.

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Uma exclusividade do HB20X é a oferta de direção elétrica de série. Segundo a Hyundai, algumas melhorias foram realizadas no motor 1.6 Gamma visando a redução do consumo de combustível, como a troca do material das velas de ignição (de níquel para irídio) e a redução do atrito interno nos pistões e anéis de vedação. Outras mudanças realizadas foram a eliminação do reservatório de partida a frio e a adoção de seis marchas tanto na transmissão automática quanto na manual. Como resultado, os números da Hyundai indicam consumo de 8,3 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada com etanol no tanque para a versão com câmbio manual, enquanto a opção com transmissão automática registrou 7,1 km/l em regime urbano e 8,7 km/l em percurso rodoviário e com etanol no tanque.

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O novo HB20X será oferecido nas versões Style e Premium. Por R$ 55.395 com câmbio manual e R$ 59.395 se equipado com transmissão automática, a versão Style sai de fábrica com ar-condicionado, direção elétrica (no lugar da antiga hidráulica), rodas de liga leve de 16 polegadas com acabamento diamantado, computador de bordo, banco do motorista com regulagem de altura, travamento automático das portas acima de 15 km/h, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade e vidros elétricos nas quatro portas.

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Já a topo-de-linha Premium vem apenas com câmbio automático. A lista de itens de série é reforçada com acendimento automático dos faróis, sensor de estacionamento traseiro, banco traseiro bipartido, alarme, volante e manopla do câmbio em couro, maçanetas externas cromadas, ar-condicionado digital, retrovisores com rebatimento automático, faróis com projetos e leds e airbags laterais. Seus preços são de R$ 62.395 sem opcionais e R$ 64.895 com a central blueMedia. Se equipado com os bancos de couro opcionais, a conta sobe para R$ 63.985 e R$ 66.485, respectivamente.

Veja a tabela de preços do novo Hyundai HB20X:

HB20X Style (câmbio manual): R$ 55.395
HB20X Style (câmbio automático): R$ 59.395
HB20X Premium (câmbio automático): R$ 62.395
HB20X Premium (aut. + bancos de couro): R$ 63.985
HB20X Premium (aut. + central blueMedia): R$ 64.895
HB20X Premium (aut. + central blueMedia + couro): R$ 66.485

Novo HB20 1.6 Spicy automático versão com visual mais esportivo

foto-imagem-hb20-spicyO Hyundai HB20 Spicy representa uma etapa intermediária no processo de transição pelo qual a linha HB está passando atualmente. Lançada há quase três anos, a família de hatch, sedã e aventureiro está prestes a ganhar cara nova. Afim de já preparar terreno para a próxima versão, que terá visual mais esportivo – além de queimar algumas unidades do estoque, claro – a Hyundai criou a versão Spicy.

A variante é oferecida em todas as configurações de motorização, mas apenas para o hatch. Seu preço parte de R$ 45.050 (motor 1.0 e câmbio manual) e chega aos R$ 54.145 da versão avaliada (motor 1.6 e câmbio automático). Criada a partir da configuração Comfort Style, a Spicy tem diferenciais estéticos no exterior (que tentam aumentar o ar de esportividade do carro) e alguns itens de série superiores aos da versão em que se baseia. Pelos itens, cobra R$ 680 a mais.

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Impressões ao volante

O casamento entre o motor 1.6 flex de 128 cv e 16,5 kgfm com o câmbio automático de quatro marchas é bastante bom. O resultado é um carro que dificilmente deixa o motorista na mão. Apesar disso, a opção da Hyundai por um câmbio com poucas marchas prejudica o HB20 nos resultados em nossa pista de testes. O hatch precisou de 11 segundos para chegar a 100 km/h, mais lento do que Volkswagen Fox 1.6 automatizado e ligeiramente mais rápido do que o Fiat Palio 1.6, que também tem uma caixa automatizada. Na retomada de velocidade de 40 a 80 km/h, o HB20 precisou de 5,8 segundos, e na de 60 a 100 km/h, de 6,4 segundos. No geral, essas médias também são piores do que as dos rivais.

O conforto, porém, é garantido. O motorista encontra boa posição para dirigir e o volante, apesar de fino, tem boa empunhadura. A suspensão tem ajuste macio, que preza pela suavidade no rodar. Mesmo não sendo firme, não transmite insegurança em curvas. O acesso aos comandos do ar-condicionado e à tela multimídia ao centro do painel é bom, mas o sistema de entretenimento poderia ser mais avançado. Nesta versão, os passageiros contam até com transmissão de TV digital, mas não há sistema de GPS, que seria básico para uma tela com tantas funcionalidades.

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Custo-benefício

Os diferenciais que mais chamam atenção no Spicy são os que alteram o visual do exterior. A versão especial adiciona um kit aerodinâmico esportivo, saias laterais, grade dianteira, difusor de ar e retrovisores pintados de preto e rodas de liga leve de 15 polegadas pintadas na cor grafite, além de acabamento fosco na moldura das portas.

Em relação à versão em que se baseia (Comfort Plus), ela adiciona à cabine apenas bancos de couro preto com costura cinza aparente e comandos de áudio no volante, além do principal destaque, que é a central multimídia sensível ao toque com TV digital.

Vale a compra?

Sim. Apesar de a versão mais esportiva não oferecer melhor desempenho – apenas novidades estéticas -, o HB20 Spicy tem boa relação de custo-benefício em comparação à versão Comfort Style, na qual se baseia. Por R$ 680 a mais, o consumidor leva um carro com bancos de couro e central multimídia, itens que muitas vezes são mais caros caso comprados separadamente. Além disso, em comparação às versões esportivas de outros hatches, a do HB20 é a mais acessível. Para quem quer um ar de esportividade, é uma boa alternativa.

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Novo HB20 R-SPEC

foto-imagem-hyundaiEmbora os holofotes tenham se voltado para o lançamento do Veloster com o aguardado motor turbinado, vale a pena prestar um pouco mais de atenção ao HB20 R-Spec. Embora seja apenas um conceito com apelo esportivo e a marca tenha insitido que não há intenção de produzi-lo para comercialização, ele traz elementos que apontam para o futuro da linha HB20.Pelo ciclo de vida natural de um automóvel, o hatch deve receber um facelift em 2016. Nessa ocasião é bem provável que ganhe a grade exagonal assim como outros elementos visuais do car show. Os para-lamas mais largos assim como as luzes diurnas de LED seriam bem-vindas. O car show também exibe para-choques remodelados e as entradas de ar na parte inferior e nas laterais ficaram maiores.

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O estilo arrojado também está presente nas rodas de liga de 17 polegadas, com apliques de fibra de carbono, calçadas por pneus Continentais 225/45 R17. As pinças de freio Brembo nas quatro rodas pintadas de vermelho já são um exagero para um hatch compacto, que está longe de ser um modelo de alto desempenho e consta ali apenas como figuração.

O carro foi apresentado na inédita cor Azul Heaven, com acabamento fosco. Segundo a Hyundai, o interior do carro também recebeu uma atualização. Os bancos com revestimento de couro e Alcântara, assim como as portas, a alavanca de câmbio  e o volante, que ganhou inclusive a base achatada.

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Carro básico pode ter um grande aumento de R$ 6.000

Nos últimos anos, muitos carros de entrada não podem mais ser considerados “pé-de-boi”, sem qualquer item de conforto. Se, antigamente, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas eram considerados luxo, hoje, os mesmos itens são essenciais e alguns deles saem de fábrica, mesmo em versões básicas.

O Chevrolet Onix, lançado em meados de 2012, por exemplo, traz de série, direção hidráulica, assim como o Volkswagen Gol, em sua versão mais simples. Já o Hyundai HB20, que chegou também em 2012, tem, desde as versões mais baratas, ar-condicionado e direção hidráulica.

Para o consultor automotivo Paulo Garbossa, da ADK Automotive, os consumidores passaram a exigir mais dos modelos de entrada. “Até as opções básicas estão mais sofisticadas. Isso porque, se o cliente não encontra os itens que deseja no veículo de uma marca, ele vai pesquisar em outra, o que acaba estimulando as fábricas a equiparem melhor os carros, desde as versões mais em conta”, afirma.

Outra explicação, segundo Garbossa, é que equipar um carro com ar-condicionado ou direção hidráulica, ficou mais barato. “A produção em escala facilitou na popularização dos itens. O mesmo deve acontecer com outros equipamentos, como sensor de ré e multimídia, daqui em diante”, diz.

G1 listou o modelo mais vendido das seis marcas que mais emplacaram carros no Brasil em 2013, Fiat, Volkswagen, Chevrolet, Ford, Renault e Hyundai. A partir daí, configurou o veículo com os itens ar-condicionado, direção assistida, vidros e travas elétricas. O preço dos pacotes variou entre R$ 2.105 e R$ 6.150.

Volkswagen Gol
Versão básica: Trendline 1.0 2 portas – R$ 31.710
Preço com equipamentos: R$ 34.940

O veículo mais vendido do Brasil em 2013, vem, desde a versão básica, com direção hidráulica de série. Os demais opcionais são oferecidos separadamente, prática usual em modelos da Volkswagen. Assim, é possível adicionar apenas os itens de conforto, travas e vidros elétricos e ar-condicionado, por um valor total de R$ 3.230, sendo R$ 2.650 cobrados pelo ar e R$ 580 pelo pacote chamado acesso completo para versões 2 portas.

Fiat Uno
foto-imagem-fiat-vivaceVersão básica: Vivace Evo 2 portas – R$ 25.620
Preço com equipamentos: R$ 30.673

O Uno é um dos veículos mais baratos do país. Em sua versão básica, não conta com nenhum dos itens pesquisados. Para tê-los, é necessário adquirir o pacote Kit Celebration 5, de R$ 5.053. Além de vidros e travas elétricos, direção hidráulica e ar-condicionado, ele inclui, entre outros itens, faróis de neblina e preparação para som. Com isso, o valor do carro chega a R$ 30.673.

Chevrolet Onix
foto-imagem-onixVersão básica: LS – R$ 33.190
Preço com equipamentos: R$ 38.290 (versão LT + pacote R7H)

A versão básica do Onix, LS, já conta com direção hidráulica de série. Porém, para adicionar os demais itens de conforto, o interessado deve mudar para a versão LT, a mais completa com motor 1.0. Ela custa a partir de R$ 35.090, e conta, de série, com banco do motorista e coluna de direção com regulagem de altura, maçanetas e espelho retrovisor na cor do veículo, alarme e chave canivete, mas ainda sem ar-condicionado, vidros e travas elétricos. Para ter os itens, é preciso aderir ao pacote R7H. Ele custa R$ 3.200, elevando o valor final do Onix para R$ 38.290, ou R$ 5.100 a mais do que a versão básica.

Ford Fiesta RoCam
foto-imagem-ford-fiestaVersão básica: 1.0 SE Plus – R$ 31.740
Preço com equipamentos: R$ 31.740

Prestes a dar lugar ao novo Ka, o Fiesta RoCam vive seus últimos meses na linha da Ford. Assim, a marca só comercializa o modelo nas versões mais completas. A 1.0, é equipada com ar, direção hidráulica, vidros, travas e espelhos elétricos, faróis de neblina, alarme, abertura elétrica do porta-malas e rodas de liga neve, e custa R$ 31.740.

 

Renault Sandero
foto-imagem-sanderoVersão básica: Authentique – R$ 30.500
Preço com equipamentos: R$ 36.660 (versão Expression)

A versão mais em conta do Sandero é a Authentique, de R$ 30.500. Entre os opcionais, apenas ar-condicionado e direção hidráulica, oferecidos por R$ 3.960. Para ter também vidros e travas elétricas, é preciso subir para a versão Expression, de R$ 36.660. O valor R$ 6.160 acima da Authentique, também inclui outros equipamentos, além do conjunto elétrico, como travamento automático das portas com o veículo em movimento, alarme, computador de bordo, volante com regulagem de altura e maçanetas da cor do veículo. O valor solicitado para os opcionais pela Renault para o Sandero “completo” é o mais alto entre os modelos comparados.

Hyundai HB20
foto-imagem-hb20Versão básica: Comfort – R$ 35.395
Versão com equipamentos: R$ 37.500 (vesão Comfort Plus)

A versão básica é a Comfort, de R$ 35.395. Ela já conta com ar-condicionado e direção hidráulica. Para ter também vidros e travas elétricos, é preciso subir para a versão Comfort Plus, de R$ 37.500. Além dos equipamentos de conforto, os R$ 2.105 pacote também adicionam à lista de equipamentos, alarme perimétrico, travamento automático central das portas a 15 km/h, maçanetas na cor do veículo, chave canivete e detalhes cromados no interior. Considerando apenas modelos em que foi necessário acrescentar equipamentos ao conteúdo básico, o pacote do HB20 é o mais barato, além de um dos mais completos.

HB20 ganha edição da copa do mundo

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A Hyundai apresentou hoje, no Museu do Futebol, em São Paulo, uma edição especial da linha HB20 em comemoração à copa que será disputada este ano no Brasil, conforme Autoesporteantecipou em janeiro. Chamada HB20 Copa do Mundo FIFA, a série será limitada a oito mil unidades (70% para a versão hatch e 30% para a sedã). Os preços da versão hatch começam em R$ 41.465, enquanto o sedã parte de R$ 44.330.

A motorização é a mesma oferecida na linha HB20 tradicional: 1.0 de 80 cv e 1.6 de 128, com opção de câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro.

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No visual, pouca diferença: a edição comemorativa do mundial conta com grade dianteira com detalhes em preto, acabamento entre as portas também em preto, selo indicativo da edição e rodas de liga-leve 15″ diamantadas. No interior, o carpete recebe costura em vermelho com a nomenclatura da edição, o sistema multimídia BlueNAV passa a contar com a BlueMediaTV, uma tela de 7″ touchscreen que funciona como reprodutor de fotos, vídeos e TV digital.  e os bancos recebem revestimento em couro, além do selo oficial da competição.

“Fizemos algumas contas de quando custaria se o cliente quisesse comprar todos itens exclusivos, e ele gastaria por volta de R$ 6.000. No entanto, nós estamos cobrando R$ 3.700 a mais nas versões 1.0 e R$ 3.950 nas versões 1.6”, conta Rodolfo Stopa, gerente de produtos da Hyundai Brasil.

As diferenças de preço são baseadas na versão Confort Plus, a mesma plataforma que gerou os novos modelos. Enquanto o HB20 Confort Plus 1.0 custa R$ 37.765, a versão Copa do Mundo FIFA com o mesmo motor, é avaliada em R$ 41.465. Com motor 1.6 de 128 cv, a versão Confort Plus é vendida a R$ 42.995 e a estilizada chega custando R$ 46.945.

É a primeira série limitada da linha HB20. “É uma série especial da linha HB20 que conta com itens bastante exclusivos de alto valor agregado”, conclui Rodolfo Stopa.

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O HB20 Copa do Mundo FIFA começara a ser fabricado no início de março e será comercializado a partir da segunda quinzena do mês. Além das cores originais, a linha conta com a nova cor metálica Azul Sky.

Confira os preços da linha HB20 Copa do Mundo Fifa:

HB20 1.0 – R$ 41.465
HB20 1.6 manual – R$ 46.945
HB20 1.6 automático – R$ 50.245

HB20S 1.0 – R$ 44.330
HB20 S 1.6 manual – R$ 49.810
HB20 S 1.6 automático – R$ 53.110

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Para não perder o tema competitivo, a linha vem ainda com chaveiro, bola oficial e mochila, todos com o tema Copa do Mundo. A Hyundai também promete ampliar a garantia da linha HB20 para esta série, de 5 para 6 anos, se a seleção brasileira for a campeã da copa. A “Hexagarantia”, como é chamada pela marca, é válido para todas unidades adquiridas no período de 1º de janeiro a 13 de julho de 2014 – data da final da Copa do Mundo.

A série do HB20 chega para disputar com o Volkswagen Gol, Voyage e Fox Seleção, que também foram inspirados no mundial de futebol. Enquanto a Hyundai é patrocinadora oficial da Copa do Mundo (o que permite o uso do tema), a Volkswagen é a patrocinadora da seleção brasileira.

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Mais versões do hatch e do sedã ganham opção de câmbio automático.

foto-imagem-hb-20A Hyundai anunciou nesta sexta-feira (10) mudanças na linha do HB20. Agora com freios ABS em todas as versões, por conta da exigência por lei, o hatch fica mais caro: partia de R$ 33.295 em dezembro e passou para R$ 34.615.

A montadora mexeu em outros itens de série das demais versões. Todos os modelos da “família” HB20 (hatch, sedã e o “aventureiro” HB20X) terão iluminação no porta-luvas, porta-objetos com tampa retrátil, detalhes cromados ou metálicos na alavanca de câmbio e quebra-onda dentro do tanque de combustível.

Os carros com motor 1.0 terão maçanetas e retrovisores na cor da carroceria e aviso sonoro de ativação do alarme a partir da versão Comfort Plus (intermediária). Na Comfort Style 1.0 (topo de linha para essa motorização), as maçanetas internas passam a ser cromadas.

A Comfort Plus 1.6, tanto no HB20 quanto no HB20S (sedã), passa a ter opção de câmbio automático. Todas as versões com essa motorização terão acabamento preto fosco na moldura das portas.

O HB20S passa a contar com interior bicolor e tecidos cinza de série em todas as versões. A Premium, mais cara, ganha banco traseiro bipartido.

O HB20X agora terá central multimídia BlueNav em todas as versões. O volante de couro perfurado passa a ter costura azul nas versões Style e cinza na Premium.

Todos os carros Premium contarão ainda com maçanetas e frisos cromados de série.