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Pelas imagens, dá para notar que carroceria terá estilo fastback e montadora divulga que porta-malas ganhou 25 litros

Após ser flagrado no último final de semana circulando sem disfarces em São Paulo, durante gravação do comercial, a Hyundai revelou oficialmente a lanterna traseira do novo HB20S.

Além da lanterna, dá para notar que o novo sedã terá estilo fastback. Isso quer dizer que o caimento do vidro está mais acentuado, este tipo de carroceria também foi usado na décima geração do Honda Civic.

Outra informação divulgada pela montadora é que o porta-malas está maior, passou de 450 litros para 475 litros.

As fotos do flagra foram enviadas pelo nosso leitor Fernandi Durigan, e deu para perceber que a dianteira do três volumes é igual ao hatch revelado recentemente. A robusta grade, maçanetas cromadas e o novo desenho das rodas de liga leve de 15 polegadas são outros destaques.

 

Saiba se vale a pena pagar a mais para trocar o 1.0 aspirado pelo 1.0 turbo

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O Inovar-Auto (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores) tem sido um grande motivador no desenvolvimento de motorizações mais econômicas e menos poluentes ao oferecer abatimentos de impostos para as fabricantes. A Hyundai, por exemplo, lançou o HB20 1.0 com motor tricilíndrico de 80 cv e 10,2 kgfm no ano passado. Neste ano, foi a vez da esperada variante 1.0 turbo aparecer com 105 cv e 15 kgfm. A dupla faz parte da família de hatches que conta ainda com as versões equipadas com motor 1.6 de 128 cv e 16,5 kgfm. Mas, com tantas opções de motores na mesma família,vale a pena investir em um carro equipado com um motor 1.0 turbo?

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Vantagens do turbo no desempenho

A supremacia do HB20 Turbo perante o carro que lhe deu origem não se justifica apenas por sua potência de 105 cv contra os 80 cv do seu primórdio. Mas, principalmente pelo torque de 15 kgfm, bem mais do que os 10,2 kgfm do popular aspirado. Uma força quase igual aos 16,5 kgfm do “Gamma” 1.6. As versões 1.0 abrigam modernos motores “Kappa” de três cilindros 12V, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas e injeção multiponto de combustível. Essa força que faz o carro sair da inércia e vencer rampas sem pedir muitas trocas de marchas é o que chamamos de torque.

Agora que você já conhece a característica de cada motor da família HB20, veja como cada um deles se saiu em nossa pista de testes. A unidade equipada com o 1.0 aspirado levou 14,5 segundos para ir de 0 a 100 km/h, contra 10,9 segundos do exemplar com Turbo. Tempo muito próximo, inclusive, dos 10,1 segundos que o 1.6 precisou para completar a prova.

Na retomada de velocidade, outra boa notícia para o turbinado que foi de 60 a 100 km/h em 7,7 segundos. Muito menos do que os 14,5 segundos que o aspirado precisa para recuperar entre as mesmas velocidades, e melhor até mesmo do que o 1.6 que completou o mesmo teste em 10,1 segundos.

A “mágica” acontece porque no HB20 Turbo o torque (além de maior) é entregue mais cedo, logo aos 1.550 rpm. Isso significa que o carro enche o motor mais rapidamente, embora sofra com o efeito turbo-lag – ausência de força com rotações baixas. Na estrada, o HB20 Turbo viaja a 120 km/h com o ponteiro mirando para os 3.800 rpm, enquanto no aspirado a agulha sobe até os 4.100 rpm. Isso também significa menor consumo.

Consumo de combustível

De acordo com as nossas aferições, sempre efetuadas com etanol, o HB20 Comfort Plus 1.0 tem médias de 9,2 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada. Apesar de serem bons números, não são suficientes para bater o ótimo rendimento do HB20 Turbo, que faz 10,3 km/l em trecho urbano e 12,7 km/l em perímetro rodoviário. De acordo com medição do Inmetro, as médias de consumo do HB20 1.6 com câmbio manual são de 7,6 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada. Ponto para o turbo.

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Seguro, revisões e peças

O pacote com as três primeiras revisões até os 30 mil quilômetros do HB20 1.0 Comfort Plus custa R$ 1.111. Um pouquinho mais do que os R$ 1.180 para revisar o HB20 Turbo Comfort Plus.O mesmo serviço custa R$ 1.231 para o HB20 1.6 Comfort Plus.

Como não muda visualmente, a cesta de peças do HB20 tem um custo médio de R$ 2.882 para todas as versões. O cesto inclui retrovisor direito, farol direito, para-choque dianteiro, lanterna traseira direita, filtro de ar (apenas o elemento), filtro de ar do motor, jogo com quatro amortecedores, pastilhas de freio dianteiras, filtro de óleo do motor e filtro de combustível.

Já o seguro do HB20 Turbo fica em média R$ 1.950. Menos do que os R$ 2.196 cobrados pela apólice do irmão aspirado e menos também do que o valor médio de seguro do 1.6, orçado em R$ 2.155.

Equipamentos

Apesar de abrigarem motores distintos, os três carros são da versão Comfort Plus e, com isso, suas configurações são praticamente as mesmas. A exceção está nas funções de destravamento automático das portas em casos de acidente e nas maçanetas externas na cor da carroceria, exclusivos do 1.6. Bem como as travas elétricas nas portas e porta-malas com comandos na chave, somente vistos no Turbo (no 1.6 a função não tem comando na chave). No mais, as versões Comfort Plus da tríade HB20 entregam ao consumidor: ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, faróis máscara negra, Sistema Isofix, grade frontal com borda cromada, luz de repetição de seta nos retrovisores, rádio c/ Bluetooth, streaming de áudio e MP3 com comandos de áudio no volante. Sem falar dos obrigatórios freios ABS e duplo airbags.

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Nas lojas

Na média, o HB20 Comfort Plus é vendido nas lojas por R$ 42.800 (na cor sólida) e o melhor preço que encontramos, na cidade de São Paulo, foi o de R$ 42.700. Com a opção de cor “Cinza Titânio”, metálica perolizada o valor sobe para R$ 43.900. Valores que podem ser pagos da seguinte maneira:

– 30% de entrada e mais 24 parcelas com 0.99% de taxa ao mês.
– 60% de entrada e mais 24 parcelas sem juros.
– 80% de entrada e mais 36 parcelas sem juros.

O recém-chegado HB20 Turbo tem preço médio nas lojas de R$ 47.672 (na cor sólida) e o melhor preço encontrado foi o de R$ 47.445 (mesmo valor do site). Caso a opção seja por uma cor metálica ou perolizada o preço fica em R$ 47.950. Confira as condições:

– 30% de entrada e mais 12 parcelas com 0.99% de taxa ao mês.
– 40% de entrada e mais 24 parcelas com 1.26% de taxa ao mês.
– 50% de entrada e mais 24 parcelas com 1.19% de taxa ao mês.
– 80% de entrada e mais 12 parcelas sem juros.

O HB20 1.6 está sendo comercializado por um preço médio de R$ 49.500 (na cor sólida). O valor mais barato que encontramos foi o de R$ 47.990 e se a opção for a de cor metálica ou perolizada o valor sobe para R$ 48.990. Veja como o modelo 1.6 pode ser pago:

– 60% de entrada e mais 12 parcelas sem juros.
– 60% de entrada e mais 18 parcelas sem juros.
– 60% de entrada e mais 24 parcelas com 0.69% de taxa ao mês.

Resultado: Vale a pena

No desempenho, na ponta do lápis ou na hora de tirar o dinheiro do bolso, o HB20 1.0 Turbo é a melhor opção da linha. Além do consumo consumo baixo e do torque muito superior ao 1.0 aspirado, o hatch turbinado atende bem às necessidades do uso urbano e rodoviário sem custar o mesmo que o 1.6. O único porém está no efeito turbo-lag, que deixa o carro um pouco enfraquecido nas rotações baixas, mas nada que prejudique seus pontos positivos.

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Novo HB20 1.6 Spicy automático versão com visual mais esportivo

foto-imagem-hb20-spicyO Hyundai HB20 Spicy representa uma etapa intermediária no processo de transição pelo qual a linha HB está passando atualmente. Lançada há quase três anos, a família de hatch, sedã e aventureiro está prestes a ganhar cara nova. Afim de já preparar terreno para a próxima versão, que terá visual mais esportivo – além de queimar algumas unidades do estoque, claro – a Hyundai criou a versão Spicy.

A variante é oferecida em todas as configurações de motorização, mas apenas para o hatch. Seu preço parte de R$ 45.050 (motor 1.0 e câmbio manual) e chega aos R$ 54.145 da versão avaliada (motor 1.6 e câmbio automático). Criada a partir da configuração Comfort Style, a Spicy tem diferenciais estéticos no exterior (que tentam aumentar o ar de esportividade do carro) e alguns itens de série superiores aos da versão em que se baseia. Pelos itens, cobra R$ 680 a mais.

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Impressões ao volante

O casamento entre o motor 1.6 flex de 128 cv e 16,5 kgfm com o câmbio automático de quatro marchas é bastante bom. O resultado é um carro que dificilmente deixa o motorista na mão. Apesar disso, a opção da Hyundai por um câmbio com poucas marchas prejudica o HB20 nos resultados em nossa pista de testes. O hatch precisou de 11 segundos para chegar a 100 km/h, mais lento do que Volkswagen Fox 1.6 automatizado e ligeiramente mais rápido do que o Fiat Palio 1.6, que também tem uma caixa automatizada. Na retomada de velocidade de 40 a 80 km/h, o HB20 precisou de 5,8 segundos, e na de 60 a 100 km/h, de 6,4 segundos. No geral, essas médias também são piores do que as dos rivais.

O conforto, porém, é garantido. O motorista encontra boa posição para dirigir e o volante, apesar de fino, tem boa empunhadura. A suspensão tem ajuste macio, que preza pela suavidade no rodar. Mesmo não sendo firme, não transmite insegurança em curvas. O acesso aos comandos do ar-condicionado e à tela multimídia ao centro do painel é bom, mas o sistema de entretenimento poderia ser mais avançado. Nesta versão, os passageiros contam até com transmissão de TV digital, mas não há sistema de GPS, que seria básico para uma tela com tantas funcionalidades.

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Custo-benefício

Os diferenciais que mais chamam atenção no Spicy são os que alteram o visual do exterior. A versão especial adiciona um kit aerodinâmico esportivo, saias laterais, grade dianteira, difusor de ar e retrovisores pintados de preto e rodas de liga leve de 15 polegadas pintadas na cor grafite, além de acabamento fosco na moldura das portas.

Em relação à versão em que se baseia (Comfort Plus), ela adiciona à cabine apenas bancos de couro preto com costura cinza aparente e comandos de áudio no volante, além do principal destaque, que é a central multimídia sensível ao toque com TV digital.

Vale a compra?

Sim. Apesar de a versão mais esportiva não oferecer melhor desempenho – apenas novidades estéticas -, o HB20 Spicy tem boa relação de custo-benefício em comparação à versão Comfort Style, na qual se baseia. Por R$ 680 a mais, o consumidor leva um carro com bancos de couro e central multimídia, itens que muitas vezes são mais caros caso comprados separadamente. Além disso, em comparação às versões esportivas de outros hatches, a do HB20 é a mais acessível. Para quem quer um ar de esportividade, é uma boa alternativa.

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Novo HB20 R-SPEC

foto-imagem-hyundaiEmbora os holofotes tenham se voltado para o lançamento do Veloster com o aguardado motor turbinado, vale a pena prestar um pouco mais de atenção ao HB20 R-Spec. Embora seja apenas um conceito com apelo esportivo e a marca tenha insitido que não há intenção de produzi-lo para comercialização, ele traz elementos que apontam para o futuro da linha HB20.Pelo ciclo de vida natural de um automóvel, o hatch deve receber um facelift em 2016. Nessa ocasião é bem provável que ganhe a grade exagonal assim como outros elementos visuais do car show. Os para-lamas mais largos assim como as luzes diurnas de LED seriam bem-vindas. O car show também exibe para-choques remodelados e as entradas de ar na parte inferior e nas laterais ficaram maiores.

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O estilo arrojado também está presente nas rodas de liga de 17 polegadas, com apliques de fibra de carbono, calçadas por pneus Continentais 225/45 R17. As pinças de freio Brembo nas quatro rodas pintadas de vermelho já são um exagero para um hatch compacto, que está longe de ser um modelo de alto desempenho e consta ali apenas como figuração.

O carro foi apresentado na inédita cor Azul Heaven, com acabamento fosco. Segundo a Hyundai, o interior do carro também recebeu uma atualização. Os bancos com revestimento de couro e Alcântara, assim como as portas, a alavanca de câmbio  e o volante, que ganhou inclusive a base achatada.

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Carro básico pode ter um grande aumento de R$ 6.000

Nos últimos anos, muitos carros de entrada não podem mais ser considerados “pé-de-boi”, sem qualquer item de conforto. Se, antigamente, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas eram considerados luxo, hoje, os mesmos itens são essenciais e alguns deles saem de fábrica, mesmo em versões básicas.

O Chevrolet Onix, lançado em meados de 2012, por exemplo, traz de série, direção hidráulica, assim como o Volkswagen Gol, em sua versão mais simples. Já o Hyundai HB20, que chegou também em 2012, tem, desde as versões mais baratas, ar-condicionado e direção hidráulica.

Para o consultor automotivo Paulo Garbossa, da ADK Automotive, os consumidores passaram a exigir mais dos modelos de entrada. “Até as opções básicas estão mais sofisticadas. Isso porque, se o cliente não encontra os itens que deseja no veículo de uma marca, ele vai pesquisar em outra, o que acaba estimulando as fábricas a equiparem melhor os carros, desde as versões mais em conta”, afirma.

Outra explicação, segundo Garbossa, é que equipar um carro com ar-condicionado ou direção hidráulica, ficou mais barato. “A produção em escala facilitou na popularização dos itens. O mesmo deve acontecer com outros equipamentos, como sensor de ré e multimídia, daqui em diante”, diz.

G1 listou o modelo mais vendido das seis marcas que mais emplacaram carros no Brasil em 2013, Fiat, Volkswagen, Chevrolet, Ford, Renault e Hyundai. A partir daí, configurou o veículo com os itens ar-condicionado, direção assistida, vidros e travas elétricas. O preço dos pacotes variou entre R$ 2.105 e R$ 6.150.

Volkswagen Gol
Versão básica: Trendline 1.0 2 portas – R$ 31.710
Preço com equipamentos: R$ 34.940

O veículo mais vendido do Brasil em 2013, vem, desde a versão básica, com direção hidráulica de série. Os demais opcionais são oferecidos separadamente, prática usual em modelos da Volkswagen. Assim, é possível adicionar apenas os itens de conforto, travas e vidros elétricos e ar-condicionado, por um valor total de R$ 3.230, sendo R$ 2.650 cobrados pelo ar e R$ 580 pelo pacote chamado acesso completo para versões 2 portas.

Fiat Uno
foto-imagem-fiat-vivaceVersão básica: Vivace Evo 2 portas – R$ 25.620
Preço com equipamentos: R$ 30.673

O Uno é um dos veículos mais baratos do país. Em sua versão básica, não conta com nenhum dos itens pesquisados. Para tê-los, é necessário adquirir o pacote Kit Celebration 5, de R$ 5.053. Além de vidros e travas elétricos, direção hidráulica e ar-condicionado, ele inclui, entre outros itens, faróis de neblina e preparação para som. Com isso, o valor do carro chega a R$ 30.673.

Chevrolet Onix
foto-imagem-onixVersão básica: LS – R$ 33.190
Preço com equipamentos: R$ 38.290 (versão LT + pacote R7H)

A versão básica do Onix, LS, já conta com direção hidráulica de série. Porém, para adicionar os demais itens de conforto, o interessado deve mudar para a versão LT, a mais completa com motor 1.0. Ela custa a partir de R$ 35.090, e conta, de série, com banco do motorista e coluna de direção com regulagem de altura, maçanetas e espelho retrovisor na cor do veículo, alarme e chave canivete, mas ainda sem ar-condicionado, vidros e travas elétricos. Para ter os itens, é preciso aderir ao pacote R7H. Ele custa R$ 3.200, elevando o valor final do Onix para R$ 38.290, ou R$ 5.100 a mais do que a versão básica.

Ford Fiesta RoCam
foto-imagem-ford-fiestaVersão básica: 1.0 SE Plus – R$ 31.740
Preço com equipamentos: R$ 31.740

Prestes a dar lugar ao novo Ka, o Fiesta RoCam vive seus últimos meses na linha da Ford. Assim, a marca só comercializa o modelo nas versões mais completas. A 1.0, é equipada com ar, direção hidráulica, vidros, travas e espelhos elétricos, faróis de neblina, alarme, abertura elétrica do porta-malas e rodas de liga neve, e custa R$ 31.740.

 

Renault Sandero
foto-imagem-sanderoVersão básica: Authentique – R$ 30.500
Preço com equipamentos: R$ 36.660 (versão Expression)

A versão mais em conta do Sandero é a Authentique, de R$ 30.500. Entre os opcionais, apenas ar-condicionado e direção hidráulica, oferecidos por R$ 3.960. Para ter também vidros e travas elétricas, é preciso subir para a versão Expression, de R$ 36.660. O valor R$ 6.160 acima da Authentique, também inclui outros equipamentos, além do conjunto elétrico, como travamento automático das portas com o veículo em movimento, alarme, computador de bordo, volante com regulagem de altura e maçanetas da cor do veículo. O valor solicitado para os opcionais pela Renault para o Sandero “completo” é o mais alto entre os modelos comparados.

Hyundai HB20
foto-imagem-hb20Versão básica: Comfort – R$ 35.395
Versão com equipamentos: R$ 37.500 (vesão Comfort Plus)

A versão básica é a Comfort, de R$ 35.395. Ela já conta com ar-condicionado e direção hidráulica. Para ter também vidros e travas elétricos, é preciso subir para a versão Comfort Plus, de R$ 37.500. Além dos equipamentos de conforto, os R$ 2.105 pacote também adicionam à lista de equipamentos, alarme perimétrico, travamento automático central das portas a 15 km/h, maçanetas na cor do veículo, chave canivete e detalhes cromados no interior. Considerando apenas modelos em que foi necessário acrescentar equipamentos ao conteúdo básico, o pacote do HB20 é o mais barato, além de um dos mais completos.

HB20 ganha edição da copa do mundo

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A Hyundai apresentou hoje, no Museu do Futebol, em São Paulo, uma edição especial da linha HB20 em comemoração à copa que será disputada este ano no Brasil, conforme Autoesporteantecipou em janeiro. Chamada HB20 Copa do Mundo FIFA, a série será limitada a oito mil unidades (70% para a versão hatch e 30% para a sedã). Os preços da versão hatch começam em R$ 41.465, enquanto o sedã parte de R$ 44.330.

A motorização é a mesma oferecida na linha HB20 tradicional: 1.0 de 80 cv e 1.6 de 128, com opção de câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro.

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No visual, pouca diferença: a edição comemorativa do mundial conta com grade dianteira com detalhes em preto, acabamento entre as portas também em preto, selo indicativo da edição e rodas de liga-leve 15″ diamantadas. No interior, o carpete recebe costura em vermelho com a nomenclatura da edição, o sistema multimídia BlueNAV passa a contar com a BlueMediaTV, uma tela de 7″ touchscreen que funciona como reprodutor de fotos, vídeos e TV digital.  e os bancos recebem revestimento em couro, além do selo oficial da competição.

“Fizemos algumas contas de quando custaria se o cliente quisesse comprar todos itens exclusivos, e ele gastaria por volta de R$ 6.000. No entanto, nós estamos cobrando R$ 3.700 a mais nas versões 1.0 e R$ 3.950 nas versões 1.6”, conta Rodolfo Stopa, gerente de produtos da Hyundai Brasil.

As diferenças de preço são baseadas na versão Confort Plus, a mesma plataforma que gerou os novos modelos. Enquanto o HB20 Confort Plus 1.0 custa R$ 37.765, a versão Copa do Mundo FIFA com o mesmo motor, é avaliada em R$ 41.465. Com motor 1.6 de 128 cv, a versão Confort Plus é vendida a R$ 42.995 e a estilizada chega custando R$ 46.945.

É a primeira série limitada da linha HB20. “É uma série especial da linha HB20 que conta com itens bastante exclusivos de alto valor agregado”, conclui Rodolfo Stopa.

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O HB20 Copa do Mundo FIFA começara a ser fabricado no início de março e será comercializado a partir da segunda quinzena do mês. Além das cores originais, a linha conta com a nova cor metálica Azul Sky.

Confira os preços da linha HB20 Copa do Mundo Fifa:

HB20 1.0 – R$ 41.465
HB20 1.6 manual – R$ 46.945
HB20 1.6 automático – R$ 50.245

HB20S 1.0 – R$ 44.330
HB20 S 1.6 manual – R$ 49.810
HB20 S 1.6 automático – R$ 53.110

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Para não perder o tema competitivo, a linha vem ainda com chaveiro, bola oficial e mochila, todos com o tema Copa do Mundo. A Hyundai também promete ampliar a garantia da linha HB20 para esta série, de 5 para 6 anos, se a seleção brasileira for a campeã da copa. A “Hexagarantia”, como é chamada pela marca, é válido para todas unidades adquiridas no período de 1º de janeiro a 13 de julho de 2014 – data da final da Copa do Mundo.

A série do HB20 chega para disputar com o Volkswagen Gol, Voyage e Fox Seleção, que também foram inspirados no mundial de futebol. Enquanto a Hyundai é patrocinadora oficial da Copa do Mundo (o que permite o uso do tema), a Volkswagen é a patrocinadora da seleção brasileira.

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Mais versões do hatch e do sedã ganham opção de câmbio automático.

foto-imagem-hb-20A Hyundai anunciou nesta sexta-feira (10) mudanças na linha do HB20. Agora com freios ABS em todas as versões, por conta da exigência por lei, o hatch fica mais caro: partia de R$ 33.295 em dezembro e passou para R$ 34.615.

A montadora mexeu em outros itens de série das demais versões. Todos os modelos da “família” HB20 (hatch, sedã e o “aventureiro” HB20X) terão iluminação no porta-luvas, porta-objetos com tampa retrátil, detalhes cromados ou metálicos na alavanca de câmbio e quebra-onda dentro do tanque de combustível.

Os carros com motor 1.0 terão maçanetas e retrovisores na cor da carroceria e aviso sonoro de ativação do alarme a partir da versão Comfort Plus (intermediária). Na Comfort Style 1.0 (topo de linha para essa motorização), as maçanetas internas passam a ser cromadas.

A Comfort Plus 1.6, tanto no HB20 quanto no HB20S (sedã), passa a ter opção de câmbio automático. Todas as versões com essa motorização terão acabamento preto fosco na moldura das portas.

O HB20S passa a contar com interior bicolor e tecidos cinza de série em todas as versões. A Premium, mais cara, ganha banco traseiro bipartido.

O HB20X agora terá central multimídia BlueNav em todas as versões. O volante de couro perfurado passa a ter costura azul nas versões Style e cinza na Premium.

Todos os carros Premium contarão ainda com maçanetas e frisos cromados de série.

Falhas no funcionamento do HB20

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Faltava pouco para a revisão dos 50 000 km quando nosso HB20 de Longa começou a apresentar falhas no funcionamento do motor. “Parei no posto, abasteci o tanque e saí rodando normalmente. Dois quilômetros depois, já chegando à Editora Abril, o motor começou a falhar, principalmente em baixa rotação”, diz o repórter visual Eduardo Campilongo. Mas quem mais sentiu a recaída do HB foi o revisor de texto, Renato Bacci: “Foi praticamente impossível rodar com o motor frio e, até que ele esquentasse, falhou muito”. Pintava, ali, uma ótima oportunidade de testarmos o serviço de socorro da Hyundai – o HB20 tem garantia de cinco anos.

No horário combinado, uma plataforma retirou o carro no endereço fornecido e o levou até a concessionária paulistana Max Ipiranga. No mesmo dia, a autorizada entrou em contato avisando que o reparo estava pronto. Na retirada, oconsultor explicou: “Em algum momento, a válvula do sistema de partida a frio que permite a passagem da gasolina do tanquinho para o motor se abriu e não fechou mais”. Nosso consultor técnico, Fabio Fukuda, conclui a explicação: “A injeção da gasolina é feita no coletor de admissão, que fica após o corpo de borboleta. Ou seja, no nosso HB, a central eletrônica liberava a passagem de determinada quantidade de ar, mas o motor recebia uma maior. Por isso ele falhava”. A Max fez a troca da peça em garantia, sem custo.

De volta à ativa, nosso HB20 logo chegou aos 50 000 km. A última parada programada ficou a cargo da paulistana Max Morumbi. Previamente agendada, a manutenção foi feita num único dia. Nela, foram trocados o lubrificante do motor e os filtros de óleo e combustível – o de ar é substituído a cada 40 000 km e o de cabine, a cada 30 000 km. A conta respeitou o valor sugerido pela fábrica, 248 reais. Alinhamento e balanceamento foram feitos a contento, mas erraram no rodízio. Pelos serviços extras, eles nos cobraram 120 reais.

Consumo

No mês (13,1% na cidade) – Etanol 8,9 km/l
Desde dez/12 (19,5% na cidade) – Etanol 8,8 km/l

Principais ocorrências

8 597 km Trepidação da palheta do limpador esquerdo do para-brisa
10 067 km Pneu com banda de rodagem cortada por linha de pipa com cerol
28 954 km Vidro da porta traseira direita com movimentação lenta
47 827 km Falha no motor. Troca da válvula controladora do sistema de partida a frio

Diário

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O Silêncio do Hyundai HB20

foto-imagem-Hyundai-HB20Uma volta de menos de 30 km foi suficiente para que o diretor de redação Sérgio Berezovsky se impressionasse com a silenciosa cabine do nosso HB20 de Longa Duração. “Em ponto morto, a ausência de ruído e o baixo índice de vibração se destacam”, disse. Assim como defeitos, elogios também servem de ponto de partida para uma apuração mais aprofundada de sua origem.Solicitamos um HB 1.6 à Hyundai e rumamos para o campo de provas, em Limeira (SP) – nosso HB de Longa foi junto. Submetemos ambos ao nosso teste de ruído padrão, com medições em ponto morto, rotação máxima, a 80 km/h (em quarta marcha) e 120 km/h (em quinta). Primeiro a ser medido, o HB de fábrica apontou, respectivamente, 34,5/69/63,3 e 68,4 dBA. Confirmando a boa impressão do diretor de redação de QUATRO RODAS, o HB20 de Longa registrou, na mesma ordem, <34/68,2/62,1 e 67,2 dBA. Ou seja, nosso HB é mais silencioso que o da Hyundai, com um nível de ruído em marcha lenta abaixo do mínimo detectável pelo nosso decibelímetro, 34 dBA. O resultado é surpreendente, pois o modelo cedido pela Hyundai faz parte de uma frota de imprensa, que costuma ser atendida por uma manutenção especialmente caprichada.

A análise também incluiu algumas passagens pela pista de paralelepípedos. Cercada por paredes, ela permite a detecção de ruídos não apenas provenientes da própria cabine, mas especialmente da suspensão. Novamente, o carro de Longa teve vantagem.“O modelo emprestado pela Hyundai apresentou um ruído na suspensão. Era algo muito sutil, como uma pequena folga de bucha de bandeja. Nas passagens com os vidros fechados, para avaliação do ruído interno, os dois HB20 se mostraram bem silenciosos”, disse o editor Péricles Malheiros, responsável pelo teste.

O designer Gabriel Caetano, que fez uma viagem até o Rio de Janeiro (RJ), elogiou a boa dirigibilidade e, assim como a maioria, o baixo nível de ruído.

Consumo

No mês (24,9% na cidade) – Etanol 9,4 km/l

Desde dez/12 (25,6% na cidade) – Etanol 8,5 km/l

Principais Ocorrências

8 597 km – Trepidação da palheta do limpador de para-brisa esquerdo
10 067 km – Pneu com banda de rodagem cortada por linha de pipa com cerol

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Novo compacto da Hyundai – Fotos no carro roda em São Paulo

Hyundai planeja oferecer seu novo compacto na faixa a partir de R$ 30 mil com motor 1.0

Com o final de semana cheio de eventos culturais durante a noite, São Paulo estava repleta de pessoas circulando durante o sábado. E carros também. Tanto que até o Hyundai HB, nome provisório do novo projeto de compacto da marca coreana para o Brasil, estava passeando pela cidade. O repórter Ricardo Sant’Anna viu e clicou duas unidades de testes que, apesar de bem disfarçadas, mostram bastante das proporções e traços do futuro concorrente de VW Gol e Fiat Palio. Mas, se você quiser ver como ele fica descoberto, é só conferir nossa projeção no fim da página.

Lanterna traseira invadirá lateral com ângulos descendentes e em duas faixas, nas cores branca e vermelha

Com produção marcada para ter início em novembro, na futura fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP), o modelo trará visual e lista de equipamentos mais arrojados para o segmento dos compactos de entrada. Até recentemente, os planos da marca eram de colocar a versão 1.0 do HB para disputar no mercado a partir de R$ 30 mil, com uma versão 1.6 partindo de R$ 38 mil na opção manual e de R$ 43 mil na automática.


Modelo de testes do HB já rodava com roda da versão de produção

Autoesporte esteve na Coreia do Sul e teve a oportunidade de acelerar em uma das unidades de testes do HB disponíveis da fábrica da Hyundai. O novato impressionou positivamente e poderá estabelecer um novo padrão de hatch compacto no Brasil. Clique aqui para ler.


Depois de ver o carro ao vivo, Autoesporte confirma: projeção feita no ano passado revela como fica o modelo final

Fonte: Auto Esporte