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Crossover compacto é parente do Jeep Renegade e já conta com o novo motor 1.3 turbo da FCA

A vinda do Fiat 500X para o Brasil é condicionada ao dólar: ele será importado somente se a cotação chegar ao patamar de R$ 3,30. Caso isso ocorra, o crossover tem boas chances de ser bem-sucedido no mercado brasileiro, principalmente pela reestilização, feita recentemente na Europa, e pelas motorizações, com os novos Firefly turbo da Fiat.

Exibido junto com a Toro no Salão do Automóvel e não muito longe do Jeep Renegade e do Compass, o 500X compartilha sua plataforma com a trinca fabricada em Goiana, Pernambuco. Tal fato poderia, a princípio, encorajar sua nacionalização, mas a Fiat tem planos de fazer ali um SUV de cinco lugares com base na Toro.

Inspirado visualmente no simpático Cinqüecento, o 500X ostenta medidas bem mais imponentes: são 4,25 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,60 m de altura e 2,57 m de entre-eixos.

Externamente, os novos faróis full LED, disponíveis como opcionais, chamam a atenção. O conjunto de lanternas traseiras também foi redesenhado e agora se parece muito com o do novo Cinqüecento.

No interior, o volante é novo e mais ergonômico, e o painel gráfico foi atualizado. A central Uconnect tem tela de 7 polegadas e passa a oferecer suporte para as plataformas Google Android Auto e Apple CarPlay.

Paralelamente ao facelift, foram adotados dois novos motores turbo a gasolina da família Firefly — que usam o mesmo bloco do motor fabricado no Brasil com um novo cabeçote para proporcionar o trabalho com turbo. O propulsor 1.0 de três cilindros alcança 120 cv e 19,4 kgfm de torque, enquanto o de quatro cilindros, 1.3, vai a 150 cv e 27,5 kgfm de torque. No mercado europeu, o preço do 500X parte de 19.250 euros (R$ 74.700) e chega a 22.750 euros (R$ 109.600).

Se o 500X ainda é dúvida, os motores Firefly turbo estão confirmados para o Brasil. As versões aspiradas já são fabricadas em Betim (MG); porém, a adaptação ao turbo deve ser um pouco diferente da realizada na Europa. Por aqui, o cabeçote MultiAir (com controle elétrico das válvulas de admissão) pode dar lugar a um convencional, mas o turbo e a injeção direta serão mantidos. A estreia nacional das motorizações é esperada somente para 2020 e pode fazer a sua estreia no Renegade.

Sob o capô, o 500X tem uma boa lista de opções de motorização. No caso de propulsores a gasolina, além dos Firefly há o 1.6 eTorq de 110 cv acoplado a uma caixa de cinco velocidades. Já para o diesel, as opções são o 1.3 de 93 cv e o 1.6 de 120 cv, ambos da família MultiJet. Dependendo da versão, é possível acoplar uma transmissão de dupla embreagem e seis velocidades. Toda a gama já atende aos padrões de emissões do programa europeu Euro 6.

A segurança também foi melhorada na linha 2019, que agora inclui monitoramento da pista, função Speed Advisor — que ajusta a velocidade com base na leitura que a câmera faz da pista —, frenagem de emergência, alerta de ponto cego, controle de cruzeiro adaptativo e detector de tráfego transversal. Configurações mais completas podem contar ainda com abertura das portas e partida do motor sem chave, bancos e volante com aquecimento, monitoramento de ponto cego, alerta de colisão dianteira e de mudança de faixa, entre outros mimos.

À venda em mais de cem países, o 500X poderia se chocar com a comercialização do Renegade no Brasil. Os dois compartilham a plataforma, mas o 500X tem foco na utilização urbana, enquanto o Renegade é um modelo de uso misto, na lama ou no asfalto, e que exalta suas características off-road. O Fiat até pega uma trilha leve e tem opção de tração 4×4 adaptativa, com gerenciamento de modos, mas sem aquele gosto pela lama do Renegade diesel.

Como a maioria dos proprietários vai utilizar o 500X na cidade, a melhor pedida é o 1.0 turbo, que tem potência mais do que suficiente e torque para ir de zero a 100 km/h em 10,9 segundos. Inclusive, é imerso no trânsito que o novo Fiat 500X mostra sua agilidade. O motorzinho de três cilindros é esperto e o câmbio manual ajuda com os engates precisos.Para aqueles que precisam de força extra, o 1.3 quatro cilindros é mais ágil. O torque supera o do 1.4 TSI da Volkswagen em 2 kgfm, já a potência é a mesma. A arrancada de zero a 100 km/h é feita em 9,1 s.

Ambas as versões, no entanto, são silenciosas e elásticas o suficiente para ultrapassar qualquer tráfego. Além disso, a Fiat espera que os novos motores consumam pelo menos até 20% a menos do que os da geração anterior.

O modelo turbo faz um bom trabalho nas ultrapassagens e tem fluência para viagens mais longas. Na estrada, o comportamento foi aprimorado pelos inúmeros sistemas de segurança ativa, que tornam a condução mais relaxante e proporcionam redução do consumo e das emissões por rodar em baixas rotações.

A caixa automática de dupla embreagem se mostra interessante. A direção é sempre precisa e a frenagem passa sensação de segurança. A bordo, o Fiat 500X agrada e é bem superior às expectativas — principalmente em função da boa habitabilidade e da capacidade de carga. Seria uma ótima opção para os órfãos de peruas compactas.

Ficha técnica

Motor
Dianteiro, transversal, 1.3, quatro cilindros em linha, comando simples, turbo e injeção direta de gasolina

Potência
150 cv a 5.250 rpm

Torque
27,5 kgfm a 1.850 rpm

Câmbio
Automático de dupla embreagem e seis marchas; tração dianteira

Direção
Elétrica

Suspensão
Independente McPherson (diant.) e multilink (tras.)

Freios
Discos ventilados (diant.)
e sólidos (tras.)

Pneus
225/45 R18

Dimensões
Compr.: 4,26 m
Largura: 1,79 m
Altura: 1,69 m
Entre-eixos: 2,57 m

Tanque
48 litros

Porta-malas
350 litros (fabricante)

Peso
1.320 kg

Central multimídia
7 pol., sensível ao toque

Fiat lança Abarth 695 Biposto

Equipado com motor 1.4 T-Jet, versão de produção vai aos 100 km/h em 5,9 segundos

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O primeiro Fiat 500 Abarth 695 foi apresentado em 1964, no Salão de Genebra. Cinquenta anos depois, a montadora italiana volta à cidade suiça com uma versão apimentada de seu pequeno hatch. Com motor 1.4 T-Jet de 192 cv (quatro cilindros turbo) ele é capaz de ir dos 0 aos 100 km/h em 5,9 segundos, de acordo com a marca. Uma fusão entre carro de corrida e veículo de passeio, conforme define a Fiat.

O design do modelo também remete ao universo das pistas. Com dois lugares, ele tem janelas fixas acabadas em policarbonato e um kit que inclui saias laterais, para-choques, arcos de roda e spoiler com inserções de carbono. Os bancos esportivos são ancorados onde ficariam os traseiros e têm cintos de quatro pontos. Segundo a Fiat, o 500 Abarth 695 Biposto tem amortecedores ajustáveis, sistema de freios Brembo, rodas de 18 polegadas OZ, escapamento Akrapovic, entre outros.

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A montadora italiana afirma que foi preciso abrir mão de alguns itens de conforto para alcançar a performance. Assim, não há bancos traseiros, faróis de xenon ou de neblina, climatizador, janelas elétricas e rádio. Parece que deu certo, afinal o hatch de 997 kg tem uma relação de 5,2 kg/hp e velocidade máxima de 230 km/h. Há ainda a opção de condução Sport, ativada por meio de um botão no painel, que abre completamente a válvule de escape, potencializando o som do propulsor.

O modelo recebeu pintura texturizada em cinza, para dar a impressão de que o carro foi criado direto das estradas, conforme explica a marca. O acabamento em titânio aparece nas maçanetas dianteiras e do porta-malas, nas calotas, nos parafusos das rodas, na tampa de combustível e nos já citados escapamentos Akrapovik. A Fiat ainda não revelou preços para o 500 Abarth 695 Biposto. “O Abarth 695 biposto não é uma edição limitada, mas é certamente um carro para os motoristas “especiais”,  aqueles que podem mostrar que sabem como conduzi-lo”, disse a montadora italiana em nota.

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Ford Ka mudará antes de ser substituído em 2014

Essa carinha nova marcará o fim da atual encarnação do compacto da Ford

Na edição de dezembro, antecipamos que o Ka teria uma derradeira reestilização, para fazer a ponte até a chegada do novo compacto global da Ford, previsto para 2014 e baseado no conceito Start (aquele vermelhinho que chamou muita atenção no último Salão do Automóvel).

Agora conseguimos desenhos de peças que permitem projetar com alto grau de precisão como será o “tapa” visual do Kazinho. A inspiração foi o Fiesta nacional – por isso o bocão que vai da grade até a parte inferior do para-choque. A surpresa é a ausência de grade superior: a peça que recebe o logo não é vazada e ganha pintura na cor da carroceria. Ela se junta ao capô, num efeito que deixa o compacto parecido com o Ka europeu (lá ele é feito na Polônia e divide a plataforma com o Fiat 500).

Os faróis também ficam semelhantes aos do Fiesta, com aquela pontinha estranha na extremidade superior – solução que não obriga ao redesenho do capô.As mudanças na traseira serão bem mais sutis, resumindo-se ao novo para-choque com dois refletores vermelhos, além de leves detalhes nas lanternas. Interior e conjunto mecânico continuam idênticos. Afinal, o plano é mudar sem gastar muito, mantendo as vendas em fogo brando até a chegada do novo mini Ford em 2014. Que dificilmente manterá o nome Ka.

Fonte: G1

Mini Cooper S – Carro da BMW e queridinho das celebridades – Veja detalhes do modelo

Dirigibilidade esportiva é destaque da versão que custa R$ 119,5 mil.
Falta de espaço para as pernas atrapalha quem pega carona atrás.

Queridinhos de celebridades como John Lennon, Steve McQueen e Peter Sellers e estrela de filmes como “The Italian Job” (“Um golpe a italiana”, título em português) e da série cômica Mr.Bean, os pequenos Mini chamam a atenção desde 1959, quando eram produzidos pela BMC. Hoje, sob a batuta da BMW, o carro foi relançado em 2001, repaginado em 2006, e voltou às telonas com o remake de “The Italian Job” (“Uma Saída de Mestre”). No filme, ladrões bolam um roubo cujo ator principal na fuga é o carrinho. O G1 avaliou a agilidade mostrada no longa-metragem do Mini Cooper S – versão turbo do modelo – pelas ruas de São Paulo.

Apesar de o lançamento no Brasil ter acontecido no ano passado, as linhas retrô do modelo continuam a chamar a atenção das pessoas. Mas o visual também cativa quem está dentro do carro. Todos os botões lembram os de aviões, inclusive a posição; o console central tem um grande velocímetro de multifunções que compõe o estilo com o rádio, também retrô. O contador de giros fica isolado no painel. O modelo tem ainda 337 opções de combinações externas e outras 264 possibilidades de personalizar cores e acabamentos internos.

Tudo isso é um mero detalhe para quem dirige. O grande barato do modelo é a direção esportiva e a habilidade em manobras, o que o torna um kart bem sofisticado. A impressão de estar em um carrinho de corrida é reforçada ao ser acionado o botão Sport. A direção eletrônica fica mais precisa e há uma resposta mais imediata do acelerador, além de mudanças mais rápidas de marcha na transmissão automática.

Como o centro de gravidade é baixo e o carro conta com diversos sistemas de frenagem e de estabilidade (Controle Automático de Estabilidade + Tração, Controle de Freio nas Curvas, Distribuição Eletrônica de Frenagem, entre outros), as manobras em alta velocidade passam segurança ao motorista. Aliás, o carro possui airbags frontais e laterais para o motorista e o passageiro da frente e airbags de cabeça do tipo cortina.

A posição de dirigir também é confortável e possibilita total domínio das pequenas dimensões do carro. Então, para estacionar, não há a menor dificuldade. O uso de sensores de estacionamento é totalmente dispensável. A suspensão e o amortecimento permitem uma condução ainda mais dinâmica.

Junta-se a todos esses itens de esportividade o motor 1.6 turbo quatro cilindros e injeção direta de 177 cavalos — disponível apenas com câmbio automático de seis marchas, que tem opção de trocas atrás do volante e obedece perfeitamente aos comandos — e o motorista tem um carro ideal para se divertir tanto no trânsito quanto no passeio do fim de semana.

Mas quem tem o pé pesado deve tomar cuidado com o limite de velocidade das vias: o modelo atinge de 0 a 100km/h em sete segundos. Além de ser leve, o Cooper S é equipado com um sistema “overboost” que eleva o torque a 26,51 kgfm em caso de forte aceleração. Em situação “normal” o torque máximo é de 24,47 kgfm entre 1.600 e 5.000 rpm.

Pouco espaço no banco de trás
A diversão só acaba na hora de tentar dar carona para mais de uma pessoa. Apesar do teto alto, é muito difícil acomodar as pernas no banco de trás. Pessoas com mais de 1,60 m mudam de ideia rapidinho ao querer passear.

Para aqueles que gostam de ter domínio maior sobre o carro, a falta da opção de câmbio manual na versão S decepciona.

Já o consumo não é um problema. Econômico, o Mini Cooper faz a média de 9,2 km/l na cidade e de 17,5 km/l na estrada, de acordo com dados da fabricante. No entanto, o peso no orçamento vem de IPVA, manutenção e dos R$ 119.500 a desembolsar na hora da compra. “Detalhe” que acaba com a inspiração de qualquer um. Mas para aqueles que dinheiro não é problema, a excentricidade vale a pena.

Fonte Auto Esporte

Fiat lança 500 cor de rosa

Pink Limited Edition estará à venda no Reino Unido.
Modelo custa o equivalente a R$ 33.800.

Assim como o Beetle, o 500 tem muitas séries especiais pelo mundo. Desta vez, o Reino Unido ganha a Pink Limited Edition, uma versão rosa voltada para as mulheres.

Além da carroceria cor de rosa, o carrinho traz sob o capô o motor 1.2 que acelera de 0 a 100 km/h em 13 segundos e chega a velocidade máxima de 159 km/h.

Por 11.700 libras, o equivalente a R$ 33.800, a versão pink traz de série teto solar, interior na cor preta , volante em couro e acessórios personalizados.

A série especial é limitada a 500 unidades.

Fonte: G1

Fiat 500 ganhará motor 0.9 de 2 cilindros em 2010

A Fiat também vai entrar na onda do downsizing (motor menor, mas com as mesmas prestações). Em 2010 ela lançar um novo motor para o 500, um 0.9 de dois cilindros.

Além de ser mais econômico e menos poluente, ele oferece o mesmo desempenho e é 20% mais leve do que um motor de 4 cilindros, além de dar uma redução significativa de emissões.

Este pequeno motor terá duas versões: um aspirado com 65cv e um turbo alimentado, com potência variavel entre 80 e 105 cavalos. Mas não será uma esclusi vidade do Fiat 500, e também equipará o Punto EVO e o Panda.

Fonte: MotorPasion

Carro do Ano 2010: Conheça os vencedores da revista Autoesporte

A premiação do Carro do Ano 2010, realizada pela revista Autoesporte, da Editora Globo, aconteceu nesta segunda-feira (9), em São Paulo. Ao todo foram 12 categorias. Confira os vencedores de cada uma delas:

Carro do Ano: Chevrolet Agile foi o escolhido entre Citroën C4 (hatch), Fiat 500, Ford Fusion e Honda City.

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Carro Premium do ano: O premiado foi o Audi A5. Além dele, concorriam ao prêmio: BMW 135i, Mercedes-Benz Classe E e Volkswagen Passat CC.

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Utilitário do Ano: Toyota Hilux SW4 (gasolina) venceu a disputa. Os finalistas desta categoria foram: Chery Tiggo, Mitsubishi TR4, Suzuki SX4 e Troller T4.

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Utilitário Premium do Ano: O Audi Q5 venceu a briga da categoria, na qual Mercedes-Benz GLK, Mitsubishi Pajero Dakar, Volkswagen Tiguan e Volvo XC60 também lutaram pelo título.

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Picape do Ano: a picape Fiat Strada Cabine Dupla foi a vencedora. O prêmio foi disputado por: Volkswagen Saveiro, Toyota Hilux (gasolina) e Ford Ranger.

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Motor do Ano com até 2.0 litros: O prêmio foi para o FPT 1.4 T-Jet, que equipa o hatch Punto e o sedã Línea. Os outros concorrentes eram: Honda 2.0 VTEC (Civic Si), Mini 1.6 Turbo (Mini), Smart 1.0 Turbo (Smart) e Toyota 1.8 VVTi (Corolla).

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Motor do Ano acima de 2.0 litros: O vencedor foi o Audi V6 3.0 Compressor (A6). BMW 3.0 Biturbo (135i/335i/X6), Chevrolet 3.6 V6 (Captiva), Honda V6 3.5 (Accord) e VW 3.6 V6 (Passat CC) estavam na disputa.

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Carro Verde do Ano: A categoria estreou este ano e o escolhido foi o Renault Sandero.

Fotos-Renault-Sandero-Carro-Verde-do-Ano-2010

Publicidade do Ano: O comercial do Fiat 500 levou a melhor. Veja vídeo:

Site do Ano: A Fiat também venceu nesta categoria.

Hall da Fama: Os homenageados do evento foram: João Amaral Gurgel (já falecido) e Carlos Chiti. Estes profissionais foram escolhidos por terem importância na história do setor automotivo.

Executivo do Ano: Paulo Sergio Kakinoff, presidente da Audi do Brasil, levou o prêmio.

Fonte ZAP