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Logotipos da BMW, Volkswagen e Fiat – Porque as fabricantes de carros estão mudando seus símbolos?

MONTADORAS MUDAM SEUS LOGOTIPOS PARA SE ADEQUAR AOS NOVOS TEMPOS (FOTO: MONTAGEM SOBRE ARQUIVO)

As marcas querem passar uma imagem moderna e atualizam seus símbolos ao longo dos anos para se adequar a cada momento.

Você já deve ter reparado que muitas marcas estão lançando novos logotipos para seus carros. Desde o início do ano, grandes marcas como BMW, Volkswagen e Fiat já mudaram seu visual para o grande público. Mas o que explica esse fenômeno?

É até bem simples: se adequar aos novos tempos. Com cada uma das novas fases das montadoras, que vão desde se adequar aos novos tipos de motores até fenômenos do momento, a imagem pela qual a empresa é reconhecida se torna muito importante.

Durante a pandemia do coronavírus, por exemplo, Volkswagen e Audi fizeram logotipos especiais para fortalecer o distanciamento social. Ou, como ocorreu após o caso do Dieselgate, a Volkswagen queria sinalizar ao mercado uma mudança interna para passar maior confiabilidade.

“É um movimento muito amplo e robusto que está ancorado em três pilares: novos produtos, experiência do consumidor e comunicação”, afirma a Fiat. Segundo a montadora, existem dois pilares nessa “reconstrução do ícone visual” da marca.

“O primeiro delas é a Fiat Flag, que é a representação visual da italianidade. As quatro linhas homenageiam a origem italiana da companhia de um modo único e atual. O segundo ícone visual é o Fiat Script, que substitui o escudo bordô. Além de carregar a história da marca, traz mais simplicidade e modernidade para visualizar a identidade da marca”.

Mas o recente fenômeno é explicado pela nova fase dos motores híbridos e elétricos ganhando destaque no mercado. Assim, as marcas planejam mostrar a preocupação com questões atuais, tais como tecnologia, sustentabilidade e preocupação ambiental.

Segundo João Veloso Jr., Diretor de Comunicação Corporativa do BMW Group Brasil, o novo logotipo é baseado em quatro pilares da empresa: eletrificação, conectividade, compartilhamento e autonomia. “É uma expressão mais emocional. Esse conceito antecipou diversas tendências de como serão algumas das novas tecnologias e design em um futuro próximo”, afirma ele.

Junto com a era digital e elétrica, as montadoras também se preocupam com as plataformas nas quais esses logotipos são expostos. Se a exposição da marca era feita majoritariamente em outdoors ou revistas, hoje ela aparece principalmente nos tablets e celulares.

Com traços mais limpos e menos detalhes como simulações de 3D, sombreados metálicos e cores chamativas, esses logotipos modernos são ideais para o reconhecimento rápido nas plataformas digitais. Muitas delas têm, inclusive, se valido de versões minimalistas para “despoluir” a visão em telas cada vez menores.

Donos de versões do hatch reclamam que sistema de 9 polegadas oferecido como opcional não funciona com aplicativos de mapas, como promete anúncio

As centrais multimídia são um dos maiores argumentos de venda de automóveis novos atualmente, pois entre vários benefícios está o uso de aplicativos como Waze ou Google Maps espelhados na tela do equipamento.

Mas proprietários de Fiat Argo 1.0 e 1.3 dizem que não têm esse benefício depois de comprar o opcional da marca que possui a tela de 9 polegadas.

“O kit que equipa o meu Argo 1.3 Drive 2018 não possui a plataforma Uconnect, presente em outras centrais utilizadas pela Fiat. Por isso, não consigo acessar o Waze ou o Google Maps com o carro em movimento”, explica o engenheiro civil Diogo Bechler, de Belo Horizonte (MG).

Assim como Diogo, vários donos alegam que escolheram essa central porque viram anúncios da Fiat que falavam dessas vantagens.

“Quando comprei o equipamento, uma das coisas que eu mais queria era usar o Waze na tela sem mexer no celular. O pior é que eu soube que o funcionamento da central de 7 polegadas é diferente”, conta o empresário Eduardo Roberto Fama, de Registro (SP), dono de um Argo 1.0 Drive 2018.

Reclamações como essa começaram em meados de 2018, quando a Fiat deixou de oferecer para o Argo 1.0 e 1.3 a central multimídia Uconnect de 7 polegadas – que era compatível com Android Auto e Apple CarPlay – e passou a disponibilizar pelo preço de R$ 1.990 como opcional só o equipamento de 9 polegadas, que não dispõe dos dois sistemas operacionais.

Pesquisando no site Reclame Aqui, encontramos cerca de 50 relatos só da central de 9 polegadas.

Para os proprietários que reclamavam, a marca confirmava que se tratava de uma característica do projeto e respondia a todos com o mesmo comunicado:

“O bloqueio das interatividades do smartphone só estão disponíveis com o veículo parado e freio de mão puxado, bem como alguns aplicativos podem estar bloqueados para utilização durante condução do veículo”.

Consultada sobre o caso, a Fiat divulgou a seguinte nota:

“Ressaltamos que as publicidades relacionadas ao Fiat Argo 2019 representam a multimídia de acordo com a que equipa os veículos. Há, no entanto, um acessório multimídia de 9 polegadas que, apesar de guardar similaridade, não é o mesmo componente disponível como opcional de fábrica.”

O povo reclama

“Após a compra, eu percebi como a central de 9 polegadas é cheia de limitações. A pior é não poder usar o Waze, pois não tem o recurso Uconnect.”- Josué Formiga, Pelotas (RS), dono de Argo 1.3 Drive 2018

“A autorizada disse que o aplicativo de navegação funcionaria com o carro em movimento, mas nunca funcionou.”- Carlos A. Grosara Lima, Ceilândia (DF), tem um Argo 1.0 Drive 2018

“Na prática, a central multimídia funciona só como um rádio de 9 polegadas.”  – Eduardo R. Fama, Registro (SP), tem um Argo 1.0 2018

Público com deficiência pode comprar carro com desconto direto da montadora

Agora, o compacto Fiat Mobi é mais um modelo a ser fabricado em versão específica para atender às regras de isenções de impostos para pessoas com deficiência (PCD). Ela é baseada na configuração 1.0 Drive GSR, ou seja, com câmbio automatizado. O valor cobrado pela versão PCD é de R$ 35.990.

A versão tradicional do Mobi 1.0 Drive GSR (sem o desconto para o público PCD) é tabelada em R$ 47.590. Ou seja: o valor da configuração especial é 24% menor do que o de tabela. Esse preço também é 7% abaixo do que seria se essa versão contasse apenas com a isenção de impostos direcionada a este público por lei.

O Mobi foi o primeiro da Fiat brasileira a trazer a combinação de motor 1.0 flex e câmbio automatizado. Ele é equipado com travas, vidros e direção elétricos, volante com regulagem de altura, volante com regulagem de altura e alelas  para trocas de marcha manuais e quadro de instrumentos com tela central de TFT. O motor gera 77 cv e 10,9 kgfm de torque, enquanto o câmbio automatizado tem cinco velocidades.

Confira todas as versões e preços do Fiat Mobi

Fiat Mobi 1.0 Easy: R$ 32.990

Fiat Mobi 1.0 Drive GSR automatizado PCD: R$ 35.990

Fiat Mobi 1.0 Comfort: R$ 36.990

Fiat Mobi 1.0 Like: R$ 40.590

Fiat Mobi 1.0 Way: R$ 41.990

Fiat Mobi 1.0 Drive: R$ 44.990

Fiat Mobi 1.0 Drive GSR automatizado: R$ 47.590

Disponível para todas as versões do modelo, kit Pack Cross já pode ser configurado e traz decalques na carroceria, além de rodas escurecidas

Seu Fiat Mobi pode ficar mais aventureiro por R$ 950. Como? Graças aos “superadesivos” no capô e nas laterais, além de calotas escurecidas e teto preto – todos incluídos no kit Pack Cross.

O novo acessório está disponível para todas as versões do hatch. Ah, mas pode esquecer das proteções nas molduras de rodas ou rack no teto presentes na imagem: estes continuam sendo itens exclusivos do Mobi Way, versão de R$ 41.990.

Já a central multimídia com tela sensível ao toque de 6,2 polegadas, GPS integrado e leitor de DVD Mopar – e mostrada nas fotos de divulgação – sequer consta no configurador do carro.

Não há nenhuma mudança nas motorizações disponíveis (três cilindros com 77 cv de potência ou quatro cilindros com 75 cv). A configuração de entrada Easy manual parte de R$ 32.990.

Quem seguiu uma estratégia semelhante à da Fiat foi a Renault, que levou o Kwid Outsider ao último Salão do Automóvel de São Paulo, em 2018, e deverá lançar a versão ainda neste ano.

No banho de loja, o subcompacto de São José dos Pinhais (PR) recebeu rack de teto e apliques plásticos nos para-choques. No interior, há detalhes na cor laranja e emblemas nos bancos.

Por enquanto, a versão “aventureira” do Kwid não tem preços oficiais ou data de lançamento confirmada no Brasil. Vale lembrar que o modelo parte dos R$ 32.590 e chega a R$ 40.990.

Novo Fiat Tipo Sport

Após lançar as versões Mirror e Street no ano passado, a Fiat apresentou uma novidade para a linha Tipo: a opção Sport. Apesar do nome, a esportividade se concentra no visual, mesmo que o modelo tenha estreado duas motorizações para a linha – mais mansas do que as disponíveis anteriormente.

Baseado na versão S-Design, o Tipo Sport recebe novos para-choques na frente e atrás, saias laterais, molduras das luzes de neblina e difusor e spoiler traseiros.

Elementos pintados de preto brilhante também são exclusivos, como grade frontal, rodas de 18 polegadas e capas dos retrovisores externos. A nova cor vermelha Passione se junta à gama de tonalidades oferecidas e o carro pode ganhar teto preto opcional.

O interior é todo preto, com bancos revestidos de couro e tecido com costura dupla e couro no volante e na manopla de câmbio. O sistema de infotenimento de série é o Uconnect HD Live, com tela de sete polegadas sensível ao toque e compatibilidade com Apple CarPlay e Android Auto.

Além dos já existentes motores 1.4 T-Jet a gasolina de 120 cv e 1.6 Multijet a diesel, também de 120 cv, o novo Tipo Sport pode vir equipado com um 1.4 a gasolina ou 1.3 a diesel, ambos com 95 cv.

Crossover compacto é parente do Jeep Renegade e já conta com o novo motor 1.3 turbo da FCA

A vinda do Fiat 500X para o Brasil é condicionada ao dólar: ele será importado somente se a cotação chegar ao patamar de R$ 3,30. Caso isso ocorra, o crossover tem boas chances de ser bem-sucedido no mercado brasileiro, principalmente pela reestilização, feita recentemente na Europa, e pelas motorizações, com os novos Firefly turbo da Fiat.

Exibido junto com a Toro no Salão do Automóvel e não muito longe do Jeep Renegade e do Compass, o 500X compartilha sua plataforma com a trinca fabricada em Goiana, Pernambuco. Tal fato poderia, a princípio, encorajar sua nacionalização, mas a Fiat tem planos de fazer ali um SUV de cinco lugares com base na Toro.

Inspirado visualmente no simpático Cinqüecento, o 500X ostenta medidas bem mais imponentes: são 4,25 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,60 m de altura e 2,57 m de entre-eixos.

Externamente, os novos faróis full LED, disponíveis como opcionais, chamam a atenção. O conjunto de lanternas traseiras também foi redesenhado e agora se parece muito com o do novo Cinqüecento.

No interior, o volante é novo e mais ergonômico, e o painel gráfico foi atualizado. A central Uconnect tem tela de 7 polegadas e passa a oferecer suporte para as plataformas Google Android Auto e Apple CarPlay.

Paralelamente ao facelift, foram adotados dois novos motores turbo a gasolina da família Firefly — que usam o mesmo bloco do motor fabricado no Brasil com um novo cabeçote para proporcionar o trabalho com turbo. O propulsor 1.0 de três cilindros alcança 120 cv e 19,4 kgfm de torque, enquanto o de quatro cilindros, 1.3, vai a 150 cv e 27,5 kgfm de torque. No mercado europeu, o preço do 500X parte de 19.250 euros (R$ 74.700) e chega a 22.750 euros (R$ 109.600).

Se o 500X ainda é dúvida, os motores Firefly turbo estão confirmados para o Brasil. As versões aspiradas já são fabricadas em Betim (MG); porém, a adaptação ao turbo deve ser um pouco diferente da realizada na Europa. Por aqui, o cabeçote MultiAir (com controle elétrico das válvulas de admissão) pode dar lugar a um convencional, mas o turbo e a injeção direta serão mantidos. A estreia nacional das motorizações é esperada somente para 2020 e pode fazer a sua estreia no Renegade.

Sob o capô, o 500X tem uma boa lista de opções de motorização. No caso de propulsores a gasolina, além dos Firefly há o 1.6 eTorq de 110 cv acoplado a uma caixa de cinco velocidades. Já para o diesel, as opções são o 1.3 de 93 cv e o 1.6 de 120 cv, ambos da família MultiJet. Dependendo da versão, é possível acoplar uma transmissão de dupla embreagem e seis velocidades. Toda a gama já atende aos padrões de emissões do programa europeu Euro 6.

A segurança também foi melhorada na linha 2019, que agora inclui monitoramento da pista, função Speed Advisor — que ajusta a velocidade com base na leitura que a câmera faz da pista —, frenagem de emergência, alerta de ponto cego, controle de cruzeiro adaptativo e detector de tráfego transversal. Configurações mais completas podem contar ainda com abertura das portas e partida do motor sem chave, bancos e volante com aquecimento, monitoramento de ponto cego, alerta de colisão dianteira e de mudança de faixa, entre outros mimos.

À venda em mais de cem países, o 500X poderia se chocar com a comercialização do Renegade no Brasil. Os dois compartilham a plataforma, mas o 500X tem foco na utilização urbana, enquanto o Renegade é um modelo de uso misto, na lama ou no asfalto, e que exalta suas características off-road. O Fiat até pega uma trilha leve e tem opção de tração 4×4 adaptativa, com gerenciamento de modos, mas sem aquele gosto pela lama do Renegade diesel.

Como a maioria dos proprietários vai utilizar o 500X na cidade, a melhor pedida é o 1.0 turbo, que tem potência mais do que suficiente e torque para ir de zero a 100 km/h em 10,9 segundos. Inclusive, é imerso no trânsito que o novo Fiat 500X mostra sua agilidade. O motorzinho de três cilindros é esperto e o câmbio manual ajuda com os engates precisos.Para aqueles que precisam de força extra, o 1.3 quatro cilindros é mais ágil. O torque supera o do 1.4 TSI da Volkswagen em 2 kgfm, já a potência é a mesma. A arrancada de zero a 100 km/h é feita em 9,1 s.

Ambas as versões, no entanto, são silenciosas e elásticas o suficiente para ultrapassar qualquer tráfego. Além disso, a Fiat espera que os novos motores consumam pelo menos até 20% a menos do que os da geração anterior.

O modelo turbo faz um bom trabalho nas ultrapassagens e tem fluência para viagens mais longas. Na estrada, o comportamento foi aprimorado pelos inúmeros sistemas de segurança ativa, que tornam a condução mais relaxante e proporcionam redução do consumo e das emissões por rodar em baixas rotações.

A caixa automática de dupla embreagem se mostra interessante. A direção é sempre precisa e a frenagem passa sensação de segurança. A bordo, o Fiat 500X agrada e é bem superior às expectativas — principalmente em função da boa habitabilidade e da capacidade de carga. Seria uma ótima opção para os órfãos de peruas compactas.

Ficha técnica

Motor
Dianteiro, transversal, 1.3, quatro cilindros em linha, comando simples, turbo e injeção direta de gasolina

Potência
150 cv a 5.250 rpm

Torque
27,5 kgfm a 1.850 rpm

Câmbio
Automático de dupla embreagem e seis marchas; tração dianteira

Direção
Elétrica

Suspensão
Independente McPherson (diant.) e multilink (tras.)

Freios
Discos ventilados (diant.)
e sólidos (tras.)

Pneus
225/45 R18

Dimensões
Compr.: 4,26 m
Largura: 1,79 m
Altura: 1,69 m
Entre-eixos: 2,57 m

Tanque
48 litros

Porta-malas
350 litros (fabricante)

Peso
1.320 kg

Central multimídia
7 pol., sensível ao toque

Fiat enxuga a gama do Uno e volta a oferecer a versão de entrada Attractive com motor 1.0 menos moderno e preço de R$ 39.990

A Fiat decidiu enxugar de vez a linha do Uno e trazer de volta a versão de entrada Attractive na linha 2019. Agora, o modelo será vendido apenas em duas versões: Attractive de
R$ 39.990 e Drive de R$ 42.990. Com esse novo posicionamento de preço, saem de cena não apenas as opções mais caras Way e Sporting, como também o motor 1.3 Firefly e o câmbio automatizado de cinco marchas.

O que não parece fazer muito sentido nessa decisão da marca foi equipar a o Uno Attractive com o veterano motor 1.0 8V flex de quatro cilindros de 75 cv, motor que já havia sido abandonado pelo hatch há alguns anos e permanecia apenas na linha do Mobi. Embora a justificativa seja “oferecer melhor custo-benefício”, esse motor quatro cilindros não é tão eficiente quanto o 1.0 três cilindros Firefly de 77 cv, restrito agora apenas à versão Drive.

De acordo com a Fiat, o Uno Attractive é equipado de série com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, retrovisores com setas indicadoras de troca de faixa, faróis com mascara negra e volante com regulagem de altura. É possível adicionar dois pacotes opcionais: o primeiro chamado de Kit Visibilidade, de R$ 499, que traz limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro temporizado; e o Pack Connect, de R$ 1.890, que adiciona rádio Connect integrado com Bluetooth, função Audio Streaming e entradas USB e auxiliar.

A versão Drive continua a ser equipada com direção elétrica, palhetas flat blade, ar-condicionado, além de travas e vidros dianteiros elétricos. O carro pode ficar mais equipado com a inclusão de alguns pacotes de equipamentos. Ele pode vir com o sistema Live On, por R$ 2.500 ou com outros dois kits. O Kit Connect Plus, de R$ 2.500,  oferece alarme, chave canivete e rádio integrado Connect. Já o Comfort Plus, de R$ 2.950, adiciona faróis de neblina, retrovisores externos elétricos com tilt down, assistente de partida em rampa, controles eletrônicos de tração e estabilidade, 3º apoio de cabeça do banco traseiro, banco traseiro bipartido e sensor de monitoramento dos pneus.

Confira todos os preços do Uno 2019

Uno Attractive 1. 0 – R$ 39.990
Uno Drive 1.0 – R$ 42.990

Testamos a nova tecnologia que a FCA usa na fábrica da Fiat no Brasil para reduzir a fadiga dos funcionários

No começo a sensação é de insegurança. Afinal, sentar-se “no ar” é algo que nosso instinto não está acostumado, e o medo de cair acaba atrapalhando.

Mas bastam alguns minutos para se habituar com o exoesqueleto de apoio aos membros inferiores, que estreou no fim de 2017 na linha de montagem da FCA, em Betim (MG), onde são produzidos os carros da marca Fiat.

O exoesqueleto é um dos dez usados para reduzir a fadiga dos trabalhadores em tarefas repetitivas e com ergonomia desfavorável. Cada área exige um modelo específico.

O equipamento testado por QUATRO RODAS, por exemplo, atende os funcionários que fazem a colocação de peças na parte frontal do carro. Ele é usado como se fosse uma mochila.

Molas e amortecedores atrás das coxas e panturrilhas permitem que você possa descansar as pernas ao se agachar, como se houvesse uma cadeira invisível.

“O exoesqueleto não aumenta a força do funcionário, mas reduz a fadiga muscular e o risco de lesões”, explica Cristiano Felix, gerente de saúde e segurança do trabalho da FCA.

Para quem precisa abaixar até 550 vezes em um único turno de trabalho, essa ajuda vem a calhar e elimina a necessidade de grandes adaptações na linha de montagem.

O equipamento de US$ 10.000 também dá um status diferenciado aos aspirantes a Tony Stark brasileiros.

“Ele chama a atenção na linha, e diversos funcionários já pediram para usar o exoesqueleto em suas estações de trabalho”, conta Felix.

Videogame para funcionários

Antes de iniciar a produção de um carro, a FCA testa a linha de montagem do futuro veículo em uma sala de realidade virtual.

Usando óculos especiais e um controle de Nintendo Wii adaptado, é possível identificar antes possíveis dificuldades na colocação de peças e até qual região do corpo do funcionário irá ficar sobrecarregada.

Fiat Toro chega à linha 2019 com várias mudanças na linha

A Fiat ainda não fez o anúncio oficial, mas em seu site já consta várias mudanças na linha 2019 da Toro. Sim,já estamos em 2019, minha gente! A picape encareceu, perdeu as opções com câmbio manual e ganhou uma nova versão de entrada: a Endurance, sugerida por R$ 90.990.

Equipada com motor 1.8 flex e câmbio automático de seis marchas, a Toro Endurance oferece controles eletrônicos de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa (hill holder), sistema start-stop (desligamento/acionamento automático do motor), direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros e traseiros com um toque (antiesmagamento apenas do lado motorista) controlador de velocidade, quadro de instrumentos digital com tela de 3,5 polegadas, revestimento de caçamba e rodas de aço estampado de 16 polegadas.

Já a gama da versão Freedom ficou mais enxuta. A Fiat tirou de linha o câmbio manual e o motor 2.4 flex de 186 cv. Mudanças que também mexeram no preço da picape, que ficou até R$ 11 mil mais cara. Com motor 1.8 flex e caixa automática de seis marchas, ela custa R$ 102.990, mas sobe para R$ 131.590 com o motor 2.0 16V diesel de 170 cv e câmbio automático de nove marchas.  O pacote de equipamentos inclui o sistema multimídia Uconnect Touch, com tela sensível ao toque de 5 polegadas, sistema de navegação, conectividade Bluetooth, comandos de voz, rádio e audio streaming. Há também ar-condicionado digital duas zonas, câmera de ré, retrovisores externos elétricos com memória e rebatimento, faróis de neblina, sensor de estacionamento traseiro, volante multifuncional e alavancas de seleção das marchas tipo borboleta, além das rodas de liga leve de 16 polegadas.

Na versão diesel, que tem uma diferença de R$ 28.600, a picape ainda ganha assistente de descida,  tração 4×4 com seletor e rodas de liga leve de 17 polegadas com pneus de uso misto.

Se por um lado a versão Freedom deixou de ser oferecida com motor 2.4 flex, por outro, a Volcano ganhou essa nova opção de motorização – combinada à transmissão automática de nove marchas. Sugerida por R$ 115.690, ela oferece capota marítma, retrovisor eletrocrômico, sensores de chuva e crepuscular, faróis com DRL, quadro de instrumentos com display de 7 polegadas colorido e partida remota.

Já a opção topo de linha Toro Volcano com o motor 2.0 diesel ficou R$ 8.600 mais cara e agora parte de R$ 142.990.

Confira os preços da Fiat Toro abaixo:

Fiat Toro Endurance 1.8 flex AT6 – R$ 90.990
Fiat Toro Freedom 1.8 flex AT6 – 102.990 (aumento de R$ 11 mil)
Fiat Toro Freedom 2.0 diesel AT9 4×4  – R$ 131.590 (aumento de R$ 9.000)
Fiat Toro Blackjack 2.4 flex AT9 – R$ 117.490 (aumento de R$ 2.200)
Fiat Volcano 2.4 flex AT9 – R$ 115.690
Fiat Toro Volcano 2.0 diesel 4×4 –  R$ 142.990 (aumento de R$ 6.800)

Sim, é quase idêntico ao do Argo, mas há algumas sutis diferenças…

A Fiat publicou em sua página do Facebook as primeiras imagens do interior do Cronos, novo sedã compacto que começa a ser produzido neste mês na Argentina e estreia no Brasil em fevereiro. Derivado do hatch Argo, o Cronos apresenta o mesmíssimo painel, porém com a moldura central na cor marrom fosco. Volante e quadro de instrumentos também são rigorosamente iguais, assim como a tela flutuante de sete polegadas da central multimídia, que será item de série no modelo.

As imagens divulgadas são da versão mais cara do Cronos, que herdará do Argo o sobrenome Precision. Há molduras cromadas nas saídas de ventilação, outras prateadas e equipamentos mais caros, como o ar-condicionado digital e o botão de partida do motor. A alavanca do câmbio automático de seis marchas, que virá associado apenas ao motor 1.8 Etorq de 139 cv e 19,3 kgfm, também está presente na foto. Nossa estimativa é de que a opção mais cara do sedã supere os R$ 70 mil.

Sucessor do Linea, o Cronos seguirá a proposta mais premium do antecessor e não terá opção com o motor 1.0 Firefly de três cilindros — só quando o tricilíndrico ganhar turbo e injeção direta. Como o Grand Siena segue em linha, a ideia é que os modelos atuem em diferentes faixas. Por isso mesmo, o novato terá na base a versão Drive 1.3 Firefly, com até 109 cv e 14,2 kgfm de torque. Esta terá transmissões manual ou automatizada de cinco velocidades. O valor de partida deve ficar próximo dos R$ 55 mil.

O Cronos chegará às lojas quase simultaneamente com o Volkswagen Virtus, arquirrival que também será lançado em fevereiro. Os modelos têm os mesmos objetivos comerciais e possuem até medidas semelhantes — embora o Virtus seja mais encorpado.

O sedã da Fiat terá 2,57 metros de entre-eixos ante 2,65 m do Volks, mas vale dizer que o Argo e seus 2,52 m oferecem um belo espaço para pernas atrás. Já o porta-malas promete ser para lá de generoso, com volume próximo a 530 litros (será maior que os 525 litros do Virtus).