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Cliente escolheu customizar seu carrão com as cores vibrantes características do movimento artístico que surgiu na década de 50

Uma Ferrari por si só já é um carro extremamente exclusivo – afinal, nem todos têm o poder aquisitivo para comprar um modelo da marca. A mais barata vendida por aqui, a 488 GTB, custa a bagatela de R$ 2,75 milhões. Mas a empresa também costuma produzir modelos únicos para colecionadores e clientes fiéis e mais abastados. O mais recente chama-se Ferrari SP3JC e foi criado ao longo de dois anos pelo Ferrari Styling Centre.

O cliente, um fã de Pop Art – movimento artístico que ficou marcado principalmente pelo uso de cores vibrantes e contrastantes -, queria que seu novo carro refletisse esta paixão e acompanhou todo o processo bem de perto. O valor pago por ele para ter acesso a tanta exclusividade, no entanto, não foi divulgado.

O Ferrari SP3JC foi construído a partir da plataforma e do motor do F12tdf, o cupê de motor dianteiro mais rápido da marca italiana. Desta forma, o modelo único conta com motor V12 de 6.3, capaz de entregar impressionantes 780 cv de potência e 71,9 kgfm de torque.

O interior do roadster é dominado pelos bancos revestidos de couro azul, tudo com detalhes em branco. Já o exterior foi pintado de azul, amarelo e branco, em uma repetição de tons. Além disso, há uma parte de vidro no capô, que deixa à mostra o poderoso motor V12.

As edições únicas de Ferraris feitas exclusivamente para clientes sempre chamam a atenção. Um dos modelos mais conhecidos é a SP12 EC, criada sob medida para o músico Eric Clapton

Grife do ramo de som de alta definição mostra como testar o áudio e garantir mais qualidade sonora

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No universo automotivo, existem pessoas que parecem se importar mais com o sistema de som a bordo do que com o próprio carro. Você não precisa chegar a tal extremo, mas pode – e deve – saber como identificar um projeto de boa qualidade. A Harman, uma das fabricantes mais renomadas desse setor, detentora de marcas como Harman Kardom, Bang & Olufsen, Bowers and Wilkins e JBL, recentemente publicou um guia passo a passo sobre como fazer uma avaliação criteriosa utilizando apenas uma ferramenta: seu ouvido.

Segundo o engenheiro-chefe de acústica Arndt Hensgens, o interior de um carro é um dos ambientes mais difíceis para se alcançar uma grande qualidade sonora. Materiais como plástico, tecido, couro e vidro absorvem e refletem as ondas sonoras em proporções diferentes. Outro porém é o desenho da cabine, que difere de modelo para modelo e aumenta ainda mais a complexidade para se atingir o nível de sonoridade desejado.

Teste dos especialistas ‘Golden Ears’ com sistema de som da Ferrari F12

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Os testes para avaliar a qualidade dos sistemas Harman instalados nos Audi, BMW e Volvo (entre muitas outras) são feitos por profissionais chamados de “Golden Ears”. Eles incluem variáveis no número de passageiros a bordo, velocidade, tipo de superfície percorrida e tipo de motorização. Também devem ser levados em conta os estilos de música que os clientes de cada modelo tendem a gostar mais.

Responsáveis pelas frequências agudas, os tweeters precisam ser localizados mais acima, mais próximos dos ouvidos

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Antes da audição

Primeiro, redefina os controles de áudio (graves, agudos, balanço, fade) para ‘0’ ou normal. Crie uma playlist com arquivos em alta definição de áudio (no caso de arquivos em MP3, que sejam com 320 kpps) para ser reproduzida no dispositivo de sua preferência (iPod, smartphone, pen drive ou mesmo num CD). A escolha das músicas pode seguir seu gosto pessoal, mas é recomendado que ela seja eclética, abrangendo estilos musicais diversos, e com gravações que permitam distinguir instrumentos com clareza.

Os “Golden Ears” da Harman possuem seu próprio Top 5 de músicas ideais para a tarefa. Confira clicando nos links:

1)  Cassandra Wilson – Fragile

2) The Yuri Horning Trio – Walking On The Moon

3) Eva Cassidy – Fields of Gold

4) Allan Taylor – Colour to the Moon

5) Mussorgsky – Pictures at an Exhibition, Fritz Reiner Chicago Symphony Orchestra

Agora é hora de analisar o que está sendo ouvido. Para isso, vamos dividir a audição em quatro partes:

1 – Resposta dos graves

Segundo a Harman, é essencial não apenas ouvir, mas também sentir (com o corpo mesmo) a presença, o equilíbrio e a extensão das baixas frequências (os graves, responsáveis pela “batida” do som). Eles devem ser incisivos, para que cada nota esteja presente distintamente e “fisicamente” em movimento. As baixas frequências, porém, precisam ser equilibradas, sem exageros ou distorções, com boa extensão das notas mais profundas para obtenção de uma resposta suave e natural do sistema. Importante: os graves jamais podem ser tão fortes a ponto de esconder as outras frequências. Por isso, pegue leve no uso de recursos como o Loudness.

2 – Uniformidade espectral

Aqui é necessário que cada região espectral (graves, médios e agudos) seja ouvida de maneira distinta e equilibrada. Os graves vindos de instrumentos como bateria e baixo devem exibir uma transição suave para os médios – que inclui sons de vocais, piano, guitarra e violão. Isso é muito importante para dar aquela sensação de proximidade, como se a música estivesse sendo reproduzida do seu lado. Já os agudos têm de complementar os médios fornecendo detalhes precisos e clareza, sem qualquer sensação de aspereza ou distorção.

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3 – Imagens espaciais

Nesse aspecto é julgada a localização percebida de cada instrumentos. A projeção do áudio precisa obedecer a uma ordem tridimensional – altura, largura e profundidade – para que ocorra aquela experiência de imersão, como se estivéssemos dentro do estúdio, ou assistindo a um concerto em uma cadeira central, com toda a orquestra (ou banda) se distribuindo da esquerda para a direita. Enquanto o som do vocal principal deve ficar numa posição centralizada, os instrumentos precisam ser naturalmente separados e percebidos por todo o interior do veículo. Os instrumentos também devem variar em altura – como um chimbal que parece estar no alto do palco, enquanto o bumbo soa mais perto do chão.

4 – Capacidade dinâmica

Para a capacidade dinâmica, é essencial ouvir o sistema em variadas etapas de volume, sendo que o áudio deverá ser equilibrado e agradável independente do volume selecionado. O som precisa surgir a partir do silêncio total, sem ruídos ou chiados de fundo. Mesmo em volume baixo, a dica é que o grave esteja presente e balanceado com os médios e agudos, possuindo clareza e detalhes. Em volumes altos, o grave deve ser cada vez mais forte, porém ainda equilibrado, sem mascarar o resto. Por fim, a clareza das médias e altas frequências precisam ser acentuadas, sem apresentar aquela sensação de fadiga que dá a impressão de que o alto-falante vai se rasgar ao aumentarmos o volume.

Nova versão terá teto removível e reforços estruturais, além de duas opções de motorização

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Sergio Marchionne, CEO da FCA e novo CEO da Ferrari, confirmou a produção da primeira derivação da LaFerrari, chamada de LaFerrari Spider. Em entrevista à revista americanaAutomobile Magazine, o executivo não deu muitos detalhes sobre o modelo, mas afirmou que “potenciais clientes já foram contatados”.

O certo é que a nova LaFerrari Spider seguirá a mesma linha da versão convencional, com direito, é claro, a um teto removível feito de material leve e resistente e reforços estruturais. As opções de motor também devem ser as mesmas: um V12 de 6.3 litros e um elétrico com 963 cv de potência e 91,8 kgfm de torque.

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A data de apresentação oficial do modelo ainda não foi confirmada, mas é provável que a revelação seja feita em junho, durante o Ferrari Cavalcade. Sua produção deve ser limitada entre 150 e 200 unidades – exclusividade que fará com que a LaFerrari Spider seja um dos carros mais caros da montadora italiana.

A afirmação de Marchionne parece ser sua primeira decisão como CEO da marca, após assumir o cargo que era ocupado por Amadeo Felisa há cinco anos. Atualmente, a Ferrari passa por uma grande reestruturação após ter sido separada do grupo FCA para se tornar uma empresa independente de capital aberto, no início deste ano.

Primeiras gravações detalham aspectos técnicos do novo superesportivo

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A novíssima Ferrari F12tdf foi revelada esta semana, mas faltava algo a mais: vídeos do superesportivo em ação. Tudo indica que o desejo será realizado em breve, já que a marca começou a divulgar as primeiras gravações do modelo. Nesta quarta-feira (16), o canal da italiana no YouTube revelou um vídeo em que detalha o funcionamento do motor V12 6.2 configurado para render 780 cavalos de potência.

Um gostinho da dinâmica da F12tdf vem no segundo vídeo, que mostra o desempenho do superesportivo na pista em comparação com outros modelos da marca. A nova Ferrari chega 100 km/h em 2,9 segundos e aos 200 km/h em 7,9 segundos. Infelizmente, apenas imagens de computador são usadas. Nada de borracha no asfalto. Pelo menos por enquanto, pois a promessa é que novos vídeos subam no canal diariamente, até vermos o desempenho do modelo na pista de competição.

A versão extrema do modelo F12 Berlinetta recebeu este nome em homenagem ao Tour de France e terá apenas 799 unidades fabricadas, com preços não divulgados pela marca (mas certamente será mais cara que F12, de R$ 3,6 milhões). Apenas 799 unidades serão fabricadas.

Confira o vídeo sobre o motor:

Superesportivo italiano híbrido foi flagrado em Mônaco, durante o Grande Prêmio de Fórmula 1

foto-imagem-laferrariEmbora corra há mais de um ano pela Williams na Fórmula 1, Felipe Massa ainda não deixou de lado seu apreço pela Ferrari. Durante o Grande Prêmio de Mônaco, no último fim de semana, o piloto brasileiro flagrado nas ruas do Principado a bordo de um LaFerrari.O exemplar do ex-piloto da Ferrari é parte de uma produção limitada de 499 unidades. O superesportivo, como pode ser visto nas fotos publicadas pelo site holandês Autogespot, tem a carroceria preta com detalhes vermelhos. As mesmas tonalidades são encontradas no interior do veículo.

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Renovação da 458 Italia terá motor turbo

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A próxima edição do Salão de Genebra ocorrerá apenas em março de 2015. No entanto, a Ferrari já faz planos para o evento, que incluem o lançamento da nova 458 Italia. Segundo a imprensa internacional, o modelo em questão se chamará M458-T.

O “T” em questão, como seria de se imaginar, é uma referência ao motor 3.9 V8 turbo que equipará o veículo. O bloco deverá entregar algo em torno de 670 cavalos de potência, 100 cv a mais do que o oferecido pelo motor 4.5 V8 naturalmente aspirado da atual 458 Italia.

Em relação ao design, a M458-T deverá trazer maiores entradas de ar dianteiras e aberturas laterais, de modo a aumentar o fluxo de ar para os turbos, intercoolers e freios. Novos para-choques e faróis de LED também estão no cardápio.

As marcas mais exclusivas fazem para agregar valor às compras de seus abonados clientes

foto-imagem-PorscheUm belo dia você descobre que tem o bilhete premiado de R$ 2 milhões na loteria e decide realizar um sonho de consumo: comprar um esportivo alemão. Escolhe a dedo o Porsche 911 Turbo S Edition 918 Spyder, edição especial numerada e limitada, estimada em mais R$ 1,1 milhão. Na verdade, não escolhe não. Como assim? Para ter esse carro, seria necessário desembolsar mais de R$ 4 milhões. A versão do modelo de 40 anos só foi oferecida para quem comprou o 918 Spyder, híbrido recém-apresentado pela marca alemã, vendido por cerca de R$ 3 milhões por aqui.

“O cliente já poderia encomendar o esportivo híbrido há um ano no Brasil. Mas como ele chegará apenas em 2014, oferecemos a possibilidade da pessoa desfilar, enquanto isso, com um 911 Turbo S Edition 918 Spyder”, afirma o porta-voz da marca, Luiz Pandini. Segundo a Porsche, a estratégia de venda foi adotada globalmente em 2012. O 911 Turbo S especial não pertence à geração atual, mas é derivado da geração 997 do modelo, lançada no Brasil ano passado.

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Enquanto a montadora alemã fisga clientes com opções de compra exclusivas, a Ferrari conquista os endinheirados com serviços especiais. É o caso da visita exclusiva à fábrica em Maranello, na Itália, onde o comprador circula com um guia por duas horas, presenciando da montagem do motor à costura dos bancos de couro.

Se você acha isso muito, então vai ficar ainda mais deslumbrado com a hipótese de esbarrar com o piloto Fernando Alonso pelos corredores do camarote do Ferrari Formula 1 Club. Segundo a montadora, a entrada VIP nos circuitos da competição só pode ser adquirida por donos de Ferraris e pelos chamados “prospects”, futuros compradores. “De alguma forma eu tenho de cativar esses potenciais clientes”, destaca o executivo de vendas da marca, Eduardo Alves.

“Todo circuito tem uma pessoa que guia os clientes pela visitação dos boxes da Ferrari, conhecimento da equipe e do carro. Num determinado horário, os pilotos vão à área VIP para fotografias e autógrafos”, diz Alves. Cada ingresso para um fim de semana de GP custa o equivalente a cerca de R$ 16 mil. Um fim de semana digno de rei do camarote.

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Tempo é dinheiro


Principalmente para quem paga R$ 2,4 milhões em um carro como o  Rolls-Royce Ghost. Por esse motivo, a marca inglesa oferece assistência 24 horas em domicílio, com abrangência nacional. “Seja para fazer uma revisão ou uma coisa simples, a primeira análise é feita diretamente na casa do cliente”, afirma o gerente comercial da marca, Milton Chameh. O serviço de visitação da linha de produção também é comum na Rolls-Royce, para clientes e alguns potenciais compradores.

 

Ferrari é modificada por empresa Alemã e tem sucesso de aumentar de 750 para 776 CV

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A empresa alemã DMC, que desenvolve pacotes de design de luxo personalizados, criou uma edição especial Oriente Médio. A mudança mais visível da F12berlinetta é um kit de fibra de carbono que aparece nas estruturas do divisor dianteiro proeminente, no capô, no teto, nas saias laterais mais longas, no difusor traseiro e no spoiler ao estilo da 599XX. O modelo recebeu, ainda, uma faixa central preta com pintura fosca e rodas dianteiras de 21 polegadas e rodas traseiras de 22 polegas com pneus esportivos.

Além da nova roupagem, a DMC instalou um exaustor de titânio e remapeou a unidade de controle do motor V12 6.2, aumentando sua potência dos 750 cv para os 776 cv. Como resultado, a velocidade máxima do esportivo foi dos 340 km/h para os 354 km/h.

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Os 10 carros importados mais vendidos no 1º semestre de 2013 pela Abeiva – Kia se destaca com o seu Sportage

As vendas de carros importados no Brasil caíram 23,2% no primeiro semestre, na comparação com o mês passado, segundo a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva). De acordo com a entidade, foram emplacadas 54.506 unidades contra 70.963 de janeiro a junho de 2012.

A Kia segue com a maior fatia, 27,89%, seguida por Jac Motors (16,40%) e BMW (11,08%). A importadora dos veículos da Chery deixou a associação em abril passado. A marca chinesa constrói sua primeira fábrica no Brasil.

A Abeiva é formada por Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Changan, Chrysler, DFSK, Dodge, Ferrari, Geelym Hafei Motor, Haima, Jac Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mazda, Mini, Porsche, RAM, Rolls Royce, SsangYong, Suzuki e Volvo.

Veja os 10 importados mais vendidos no 1º semestre, segundo a Abeiva:

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