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Basta estacionar na área VIP do aeroporto de Congonhas para que a marca faça serviços que vão da revisão até a hidratação do couro

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A Audi quer deixar a sua vida mais fácil. A montadora começou a oferecer este mês um serviço apelidado de Airport Service, que cuida do seu carro enquanto você viaja. Os benefícios vão desde não ter problemas com bateria arriada no final da viagem a reencontrar seu Audi limpo e com revisão em dia.

Para adquirir o mimo, basta agendá-lo pelo telefone 0800 077 7000. Depois, é só estacionar na área VIP do aeroporto de Congonhas para seu Audi receber serviços de manutenção e limpeza, como revisão, polimento e cristalização, hidratação de couro e lavagem ecológica a seco. O preço da revisão é o mesmo cobrado pela concessionária.

O pacote já é oferecido em outros aeroportos pelo mundo, como o de Munique, na Alemanha. Por lá, a área fica aberta 24h por dia, o que facilita caso a sua volta aconteça pela madrugada.

Detalhamento e tratamento de pintura automotiva

pintura-fotoDetalhamento trata-se de uma arte, um tratamento de excelência para automóveis, o qual vai de uma minuciosa limpeza até a correção da pintura para remover qualquer defeito e promover sua máxima proteção. É um processo de limpeza e condicionamento completo das partes externas e internas possíveis de serem tratadas, a fim de manter o veículo sempre limpo, protegido e impecável.

O perfeccionismo e a atenção prestada aos detalhes é algo realmente impressionante, envolve a paixão do profissional e sua vontade em fazer o melhor possível. É nessa hora que se diferenciam os trabalhos e os profissionais.

Se o propósito é fazer um trabalho de produção, é muito provável que o objetivo não seja a perfeição e sim a produtividade, repercutindo no acabamento final. Fica evidente que uma concessionária não dedicará atenção exclusiva e respeitando o processo como deve ser feito, pois neste caso que esta em jogo é a produtividade. O funcionário cumpre metas e o cliente geralmente não conhece outros recursos mais específicos para que seu carro seja cuidado como se deve.

Quando se trata de um detalhamento, o valor está no resultado que se pode atingir, ou seja o profissional empregar o máximo de sua paixão e conhecimentos a fim de fazer com que seu cliente seja surpreendido ao buscar seu carro. Neste caso não se está buscando produtividade e sim qualidade. O artesão não faz por dinheiro, e sim por paixão.

Neste ponto cabe ao profissional definir o que irá fazer, um detailer carrega consigo a vontade e a dedicação de fazer sempre o melhor e buscar cada vez mais o conhecimento sobre aquilo que faz. Não quero dizer que não existam bons polidores, porém o foco e o método de trabalho muitas vezes são diferentes.

Talvez o passo mais importante em um detalhamento, é o de avaliar o trabalho necessário, pois ao contrário do que acontece nos trabalhos comuns, não se pode cometer o erro de pensar que existe uma sequencia definida para tudo. Ou seja, em um veículo menos danificado não podemos usar produtos tão agressivos quanto usaríamos em um veículo bastante danificado.

A indústria de tintas e vernizes esta em constante evolução, e não podemos pensar que um mesmo processo e os mesmos produtos surtirão efeitos satisfatórios em uma infinidade de vernizes e tintas diferentes. Apenas com conhecimento e experiência se consegue dosar o material disponível para cada caso diferente. Isso diferencia o Detailing de qualquer outro serviço automotivo tornando este tipo de trabalho uma verdadeira arte.

10 tipos de cuida da pintura do seu carro

foto-imagem-pinturaTem dúvidas de como cuidar da pintura do seu carro? Com ajuda de Seiiti Ogata, proprietário da O2autolab, oficina especializada em funilaria e pintura, respondemos as principais perguntas sobre o assunto. Confira!Algumas pessoas usam limão, esfregado diretamente, para remover manchas
do calcário de goteiras de prédios. Pode?

Pode desde que a cal ou o cimento que caiu sobre o veículo não tenha danificado o verniz. Se isso ocorreu, é preciso fazer uma repintura. O limão tem uma ação excelente para essa remoção, pois é ácido. É preciso limpar a área depois de passar o limão, pois, devido à sua acidez, ele pode corroer a pintura.As capas automotivas protegem mesmo a pintura?
Sim. Por outro lado, a ação de colocar e tirar a capa risca o carro. Sendo assim, só vale a pena usá-la em um modelo que vai ficar muito tempo parado.

Como remover adesivos com papel da lataria?
Use um soprador térmico para aquecer e o adesivo o remova usando uma espátula plástica. Depois, é necessário fazer um polimento para tirar a marca que o adesivo deixou.

Com que frequência se pode ou se deve encerar o carro?
Depende da cera que é utilizada. As ceras comerciais têm uma durabilidade média de um mês. Então, pode encerar a cada mês. Já os produtos profissionais resistem de seis meses a um ano.

Como eliminar grude de piche na carroceria?
Para evitar danos à pintura é indicado o uso de um solvente leve ou à base de água. O ideal é ir a uma oficina, mas é possível fazer em casa uma solução com 50% de querosene e 50% de água. É importante ressaltar que se o carro tiver alguma proteção como uma cristalização ou cera, o solvente vai remover esse produto. Por isso, é necessário reaplicá-lo.

Como remover respingos de tinta que caíram sobre a lataria?
O ideal é tentar remover enquanto a tinta não está seca, mas, se isso já ocorreu, é possível remover com uma solução com 50% de querosene e 50% de água. Em casos críticos, é melhor levar para uma oficina especializada.

Como evitar que a pintura fique fosca e que o verniz comece a descascar com o tempo?
Quando a pintura é original, dificilmente isso acontece. Isso só ocorre por conta de verniz de baixa qualidade. No dia a dia o carro vai riscando e acaba perdendo um pouco do brilho. Por isso, de vez em quando é bom fazer um bom polimento para eliminar os riscos.

O que ocasiona menos desvalorização na hora da revenda: riscos na lataria ou ter partes do carro pintadas?
Depende do comprador. Caso seja um lojista, se o carro foi bem repintado, provavelmente vai ter menor desvalorização do que o riscado. Se for para um particular, talvez a situação se inverta. O que é certo é que uma pintura malfeita deprecia muito.

Como tirar dejetos de pássaros e seiva de plantas?
Para os dejetos, use o limão. Já a seiva, com uma lavagem. Se já tiver afetado o verniz é preciso fazer uma repintura.

É verdade que a cor vermelha “queima” com o passar do tempo, por conta da intensa exposição ao sol, neblina e sereno?
Na verdade todas as cores estão sujeitas a essa ação dos raios UVA e UVB. Mas hoje em dia os veículos já têm uma proteção maior e não sofrem tanto com isso.

Danny Koker faz sucesso nas ruas e na TV com suas criações de carros e motos

foto-imagem-carros-modificadosAmantes de carros antigos podem até torcer o nariz para as criações de Danny Koker, mas devem dar a ele o mérito da criatividade. É Koker quem faz as drásticas modificações exibidas toda quarta-feira, às 23 horas, no canal History. “O desafio é manter a criatividade dentro do orçamento. Quero pirar e fazer o melhor, mas tenho que lucrar”, admite o apresentador do programa Louco por Carros e dono da oficina Counts Kustoms. “Quando precisa, tiro ele da frente das câmeras e digo que não pode agradar a todos, tem de encarar como negócio”, diz Kevin Mack, melhor amigo e funcionário da oficina.fotos-imagem-carros-modificadofoto-imagem-carros-modificados

O trabalho de Danny era um hobby até que a diversão se tornou mais lucrativa que a profissão de apresentador de uma pequena rede de TV. Ele ainda é dono de um bar, um estúdio de tatuagem e integrante de uma banda de rock. E para quem acha que as caçadas de Danny e Kevin em busca de carros pelas ruas da cidade são só atuação, os dois juram de pés juntos que sempre fizeram isso. “Foi muito legal os produtores incorporarem isso ao programa, porque é real”, diz.

Os modelos escolhidos para o programa furam ouma fila de espera de dois anos. “Como me envolvo diretamente com o que vai ao ar, deve ser algo que me deixa empolgado, são os carros que me animam”, fala Danny. Alguém aí com algo especial na garagem para arriscar?

Testamos o Sonax Flexi Blade, que promete secar a uso de pano

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Quantas horas você já perdeu secando seu carro, espremendo o pano, enxugando de novo… para no fim ver que a lataria ainda estava meio molhada? A situação pode piorar quando se usa para isso o mesmo pano da lavagem, já que há que a possibilidade de impurezas ficarem grudadas no tecido e riscarem a pintura.

Mas há um novo método que consegue ser mais rápido e prático para enxugar a carroceria sem precisar torcer panos. Produzido pela alemã Sonax, o Flexi Blade é uma espécie de rodo de silicone que promete deixar a lataria sequinha com rapidez e sem esforço. Para comprovar se ele é tudo isso mesmo, fizemos o teste em três diferentes perfis de lataria: um Chevrolet Astra, com vincos e cortes retos, um Chevrolet Corsa, de linhas arredondadas, e um Renault Logan, com estilo intermediário. Comandando a avaliação estava o especialista Erivan Prado Cerqueira, 39 anos, que trabalha no Cesvi Brasil testando produtos automotivos e tem 22 anos de experiência na área de pintura.

O uso é bem simples, mas exige alguns minutos de prática para pegar a manha, a fim de não deixar linhas de água pelo caminho. O segredo é fazer movimentos suaves com a lâmina de silicone. Quanto mais o Flexi Blade é pressionado contra a carroceria, melhor o resultado, mesmo em superfícies irregulares, como uma lateral com frisos ou um para-choque com desníveis. Percebemos que, em veículos que foram recentemente encerados, o produto tem desempenho ligeiramente menor que em uma lataria sem enceramento.

Nos três automóveis, o resultado foi ótimo. O Flexi Blade conseguiu secar a carroceria em pelo menos metade do tempo que seria gasto com um pano comum. “O Flexi Blade realmente funciona e garante conforto ao usuário”, diz Erivan Cerqueira. “Com uma simples aplicação, o produto remove totalmente a água, inclusive em cantos ou vincos mais complexos.” Vendido no Brasil pela loja virtual da Miromi, o Flexi Blade custa 49,90 reais.

Limpar o carro com querosene danifica a pintura?

Lavar o carro com querosene pode trazer problemas de pintura?

Esse é o famoso mito do querosene, que serve de receita caseira para a retirada de manchas da pintura. Uns afirmam que limpar o carro com a substância deixa a lataria brilhante, outros dizem que corrói a tinta. Para solucionar a questão, conversamos com Wilson Zimmermann, da oficina de pintura e funilaria SP Center. “Se o carro não passou por cristalização, espelhamento, enceramento ou vitrificação não há problemas, caso contrário, o querosene tira a camada protetora”, diz Zimmermann.

Porém, alguns cuidados devem ser tomados durante a aplicação. “Não passe o querosene puro e nem com o carro no sol. É indicado que o procedimento seja feito por um profissional porque o produto é um solvente”, afirma. O querosene deve estar bem diluído, numa proporção de uma parte de querosene para cinco de água aproximadamente. Mesmo assim, usar o solvente com muita frequência não é recomendado. Ele deve ser usado para remover manchas, principalmente as de piche, apenas esporadicamente.

Outra boa dica para a limpeza é o uso do desengraxante. “O produto é usado nas oficinas antes de uma nova pintura. Ele higieniza a superfície sem interferir na tinta”, explica Zimmermann. Em plásticos e borrachas é melhor manter o querosene longe. Ele pode deixar as regiões esbranquiçadas. “Para elas é melhor usar produtos siliconizados”, afirma o profissional.

Fonte: AutoEsporte

O que consertar no carro antes da venda

Investir na aparência e na segurança do veículo compensa, dizem eles.
Porém, conserto mal feito de batida ou raspada pode ‘derrubar’ o carro.

Danos leves na carroceria do carro e as revisões periódicas quase sempre são lembrados pelos proprietários na hora de vender o carro. É quando fica a dúvida sobre se gastar dinheiro com o reparo irá compensar pela valorização do veículo. Para especialistas consultados pelo G1, a regra geral é consertar o veículo. De preferência, assim que ele sofrer a avaria, para que os gastos de reparo não acumulem na hora de deixar o veículo “redondo” para a venda.

“Quem compra o carro dá muita atenção ao aspecto. Pelo cuidado que o proprietário teve com o visual do carro, seja na parte externa como na interna, o comprador associa que a parte mecânica também está bem cuidada”, observa o coordenador de atividades técnicas do Senai, Mauro Alves dos Santos.

O gerente de seminovos da Fiat Paulitália Tatuapé, em São Paulo, Marcio Sciola, explica que o carro é avaliado pela quilometragem e pela conservação. “Batidinhas e raspadas são descontadas do valor”, observa Sciola, que destaca que o veículo naturalmente será adquirido por um valor abaixo do apontado pela tabela Fipe. “O mercado se baseia na Fipe, mas a gente trabalha com valores entre 10% e 15% abaixo para uma troca”, diz. A redução é justificada, segundo ele, pelos gastos com a preparação do carro dentro dos padrões de qualidade e garantia que as concessionárias oferecem, além dos encargos com a documentação.

Cuidado ao reparar pintura
Por isso, o coordenador do Senai recomenda que o dono do veículo tenha o hábito de fazer a manutenção preventiva, tanto da parte estética do carro quanto da mecânica. “Aqueles amassados leves, típicos de quem para em garagens apertadas, podem ser resolvidos no martelinho de ouro”, aconselha.

Se a pintura é comprometida, o trabalho deve ser feito com um profissional que garanta a mesma tonalidade da pintura original, mas com as alterações feitas pelo tempo. “Quando o trabalho não é bem feito, fica muito perceptível o retoque, especialmente nos carros mais velhos”, observa Santos.

O gerente da Dinho Multimarcas, em São Paulo, Alessandro Orlandin acredita que pequenos reparos na lataria às vezes não precisam ser feitos antes de vender o veículo. Segundo ele, se a pessoa levar o carro em qualquer lugar para pagar menos, a loja que adquiriu o carro poderá ter trabalho dobrado para refazer o serviço mal feito. “E refazer sempre fica pior”, observa. Por outro lado, se o dono levar em um lugar bom, pode gastar mais do que se a loja arrumasse o carro. “Nesse caso, é melhor vender do jeito que está”, observa.

Na parte interna do carro, a dica é sempre manter os bancos limpos e os tapetes novos. No caso dos carros mais velhos, o volante acaba se desgastando, o que também desvaloriza o veículo. Nesse caso, o coordenador do Senai recomenda a troca do volante.

Segurança ‘salva’ até aparência ruim
Na parte mecânica merecem atenção especial aos itens de segurança. Fazer as revisões nos períodos corretos valoriza o carro, dizem os especialistas. Mas, se o proprietário não se preocupou com isso, na hora de vender é recomendável investir em itens como pastilhas de freio, pneus, molas e amortecedores. Eles são o que valoriza veículos com a aparência totalmente comprometida.

“Se você não cuidou bem do seu carro e vai tentar vendê-lo, então troque essas peças de segurança e seja sincero com o comprador sobre o que ainda falta fazer. Assim, a desvalorização é menor”, destaca Santos, para os casos em que reformar o automóvel sairia muito caro.

Mas carros com batidas graves, mesmo quando reparados, nem sempre são aceitos nas revendedoras. “Se for uma batida grave, a gente nem compra”, ressalta Orlandin. Mas, na parte mecânica, não tem saída. “Ajustes sempre serão descontados. Tem gente que é muito relaxada, nem troca o óleo do carro”, destaca o gerente da Dinho Multimarcas.

O que vale a pena mexer
Mecânica
Pneus, amortecedores, pastilhas de freio e molas (se não fez revisão)
Estética
Amassados e riscos, troca de volante, tapetes e polimento da pintura

 

Fonte: G1

Capas automotivas protegem a pintura?

O assunto divide opiniões, mesmo de especialistas. De acordo com Valéria Oliveira Rosa, gerente de vendas da Bezi Indústria e Comércio, essa proteção extra para o veículo não causa qualquer tipo de problema, desde que o usuário siga as instruções do fabricante.
“A capa não deve ser colocada se estiver com a parte interna molhada, se o veículo estiver com o motor quente ou se ele estiver molhado, por exemplo. O material é impermeável, portanto, não deixa a água penetrar e, em caso de mau uso, também não deixa a água sair. É isso que pode causar manchas”, explica. Segundo Valéria, áreas esbranquiçadas na pintura, que fica opaca, são causadas pelo acúmulo de água, não pelo material do forro.

Além disso, a gerente comenta que a capa com perfurações ou cortes não pode ser usada, justamente porque poderá ocasionar a entrada de água de chuva, por exemplo. Outra instrução nem sempre seguida e evitar seu uso em modelos que foram recém-pintados. “Quem segue as instruções corretamente não enfrenta nenhum problema.”

Já para Daniel Correia, assistente administrativo da oficina SP Center Car, o uso prolongado desse recurso pode, sim, trazer manchas. “Em dias muito quentes, a capa acaba atuando como uma estufa. Por causa disso, o verniz acaba perdendo o brilho com o tempo. Uma boa alternativa é deixar o carro sem ela ao longo do dia. Ou, encerar o modelo a cada semana, isso pode ajudar a proteger a pintura por mais tempo.” Para reparar o problema, o assistente garante que o polimento é suficiente.

Por outro lado, Correia comenta que o uso de capas em garagem coberta, para evitar acúmulo de poeira, não afeta a pintura. O mercado oferece uma série de opções, que começam com materiais permeáveis, passam por películas externas impermeáveis e chegam a opções bem requintadas, com sistema de ventilação e de ancoragem e nove camadas de material para proteger a pintura. A faixa de preços pode variar entre R$ 40 e R$ 230, dependendo do modelo e de suas medidas.

Fonte: AutoEsporte

Veja como recuperar a pintura do seu carro

Polimento profissional para veículos custa a partir de R$ 200.
Melhor forma de evitar problemas é manter o carro limpo e encerado.

Pintura opaca, cheia de manchas e riscos. É isso que acontece quando a gente deixa de lado os cuidados com a aparência do carro. E os vilões estão no dia a dia de toda cidade. O sol é um dos principais agressores, mas existem outros também bastante prejudiciais para a pintura, como a seiva que escorre de uma árvore, dejetos de pássaros e lavagens utilizando solventes.

Quando a pintura fica opaca, somente ajuda profissional faz o brilho voltar. O procedimento utiliza abrasivos para fazer o polimento e tirar manchas e riscos. O preço pelo serviço de polimento profissional parte de R$ 200 e aumenta conforme o tamanho do veículo. Porém, a cada polimento retira-se verniz e deixa-se a pintura mais exposta, até não ter mais tinta. Quando isso acontece a única saída é pintar outra vez.

Pintura sólida
Nos carros que tem a chamada pintura sólida, os problemas aparecem bem mais rápido. Isso porque o sol reage com a pintura, que neste caso é feita à base de pigmentos orgânicos.
É o caso dos carros vermelhos e amarelos, que apresentam diferença de coloração se ficarem muito expostos ao sol.

Prevenção
O melhor jeito de evitar problemas é manter o carro sempre limpo. Os especialistas recomendam fazer a lavagem com elementos neutros, seja xampu, detergente ou sabão, para simplesmente tirar a sujeira. Além da lavagem constante, é recomendável fazer a proteção com cera. Mas a cera não pode ser abrasiva e nem com polidor. Dessa forma, é possível prolongar a vida útil da pintura do carro.

Dependendo da quantidade de lavagem a cera dura pouco, mas há a opção da cera cristalizadora. Mais forte, ela tem uma camada de proteção maior contra raios ultravioletas e adere melhor à pintura. Assim, possui tempo de vida útil maior do que a ceras comuns: as cristalizadoras duram de quatro a seis meses, enquanto a comum, de dois a três meses.

Fonte: G1