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Detalhamento e tratamento de pintura automotiva

pintura-fotoDetalhamento trata-se de uma arte, um tratamento de excelência para automóveis, o qual vai de uma minuciosa limpeza até a correção da pintura para remover qualquer defeito e promover sua máxima proteção. É um processo de limpeza e condicionamento completo das partes externas e internas possíveis de serem tratadas, a fim de manter o veículo sempre limpo, protegido e impecável.

O perfeccionismo e a atenção prestada aos detalhes é algo realmente impressionante, envolve a paixão do profissional e sua vontade em fazer o melhor possível. É nessa hora que se diferenciam os trabalhos e os profissionais.

Se o propósito é fazer um trabalho de produção, é muito provável que o objetivo não seja a perfeição e sim a produtividade, repercutindo no acabamento final. Fica evidente que uma concessionária não dedicará atenção exclusiva e respeitando o processo como deve ser feito, pois neste caso que esta em jogo é a produtividade. O funcionário cumpre metas e o cliente geralmente não conhece outros recursos mais específicos para que seu carro seja cuidado como se deve.

Quando se trata de um detalhamento, o valor está no resultado que se pode atingir, ou seja o profissional empregar o máximo de sua paixão e conhecimentos a fim de fazer com que seu cliente seja surpreendido ao buscar seu carro. Neste caso não se está buscando produtividade e sim qualidade. O artesão não faz por dinheiro, e sim por paixão.

Neste ponto cabe ao profissional definir o que irá fazer, um detailer carrega consigo a vontade e a dedicação de fazer sempre o melhor e buscar cada vez mais o conhecimento sobre aquilo que faz. Não quero dizer que não existam bons polidores, porém o foco e o método de trabalho muitas vezes são diferentes.

Talvez o passo mais importante em um detalhamento, é o de avaliar o trabalho necessário, pois ao contrário do que acontece nos trabalhos comuns, não se pode cometer o erro de pensar que existe uma sequencia definida para tudo. Ou seja, em um veículo menos danificado não podemos usar produtos tão agressivos quanto usaríamos em um veículo bastante danificado.

A indústria de tintas e vernizes esta em constante evolução, e não podemos pensar que um mesmo processo e os mesmos produtos surtirão efeitos satisfatórios em uma infinidade de vernizes e tintas diferentes. Apenas com conhecimento e experiência se consegue dosar o material disponível para cada caso diferente. Isso diferencia o Detailing de qualquer outro serviço automotivo tornando este tipo de trabalho uma verdadeira arte.

10 tipos de cuida da pintura do seu carro

foto-imagem-pinturaTem dúvidas de como cuidar da pintura do seu carro? Com ajuda de Seiiti Ogata, proprietário da O2autolab, oficina especializada em funilaria e pintura, respondemos as principais perguntas sobre o assunto. Confira!Algumas pessoas usam limão, esfregado diretamente, para remover manchas
do calcário de goteiras de prédios. Pode?

Pode desde que a cal ou o cimento que caiu sobre o veículo não tenha danificado o verniz. Se isso ocorreu, é preciso fazer uma repintura. O limão tem uma ação excelente para essa remoção, pois é ácido. É preciso limpar a área depois de passar o limão, pois, devido à sua acidez, ele pode corroer a pintura.As capas automotivas protegem mesmo a pintura?
Sim. Por outro lado, a ação de colocar e tirar a capa risca o carro. Sendo assim, só vale a pena usá-la em um modelo que vai ficar muito tempo parado.

Como remover adesivos com papel da lataria?
Use um soprador térmico para aquecer e o adesivo o remova usando uma espátula plástica. Depois, é necessário fazer um polimento para tirar a marca que o adesivo deixou.

Com que frequência se pode ou se deve encerar o carro?
Depende da cera que é utilizada. As ceras comerciais têm uma durabilidade média de um mês. Então, pode encerar a cada mês. Já os produtos profissionais resistem de seis meses a um ano.

Como eliminar grude de piche na carroceria?
Para evitar danos à pintura é indicado o uso de um solvente leve ou à base de água. O ideal é ir a uma oficina, mas é possível fazer em casa uma solução com 50% de querosene e 50% de água. É importante ressaltar que se o carro tiver alguma proteção como uma cristalização ou cera, o solvente vai remover esse produto. Por isso, é necessário reaplicá-lo.

Como remover respingos de tinta que caíram sobre a lataria?
O ideal é tentar remover enquanto a tinta não está seca, mas, se isso já ocorreu, é possível remover com uma solução com 50% de querosene e 50% de água. Em casos críticos, é melhor levar para uma oficina especializada.

Como evitar que a pintura fique fosca e que o verniz comece a descascar com o tempo?
Quando a pintura é original, dificilmente isso acontece. Isso só ocorre por conta de verniz de baixa qualidade. No dia a dia o carro vai riscando e acaba perdendo um pouco do brilho. Por isso, de vez em quando é bom fazer um bom polimento para eliminar os riscos.

O que ocasiona menos desvalorização na hora da revenda: riscos na lataria ou ter partes do carro pintadas?
Depende do comprador. Caso seja um lojista, se o carro foi bem repintado, provavelmente vai ter menor desvalorização do que o riscado. Se for para um particular, talvez a situação se inverta. O que é certo é que uma pintura malfeita deprecia muito.

Como tirar dejetos de pássaros e seiva de plantas?
Para os dejetos, use o limão. Já a seiva, com uma lavagem. Se já tiver afetado o verniz é preciso fazer uma repintura.

É verdade que a cor vermelha “queima” com o passar do tempo, por conta da intensa exposição ao sol, neblina e sereno?
Na verdade todas as cores estão sujeitas a essa ação dos raios UVA e UVB. Mas hoje em dia os veículos já têm uma proteção maior e não sofrem tanto com isso.

Envelopar carros – Após o sucesso do preto, branco é cor da vez para adesivar carros

O preto fosco ainda é o preferido entre os adeptos da envelopagem

Envelopar‘ de branco brilhante ou fosco custa de R$ 1,3 mil a R$ 3 mil.
Durabilidade pode chegar a 5 anos; retirada custa R$ 300 a R$ 600.

O preto fosco ainda predomina, mas o branco vem ganhando espaço na moda do ‘envelopamento‘ dos carros no Brasil. A cor, aliás, tem aparecido cada vez mais na pintura original dos veículos, deixando de lado a referência de carro de frota ou táxi, no caso de São Paulo. O empresário Márcio Rodrigues, de São Paulo, queria um carro branco, mas o modelo escolhido não é oferecido nessa cor no país. Ele comprou um prata e optou por adesivá-lo de branco brilhante. “Se não gostasse, sabia que poderia tirar [os adesivos]”, conta. “As pessoas acham diferente, perguntam se estou usando alguma cera.”

Empresário optou por adesivar carro que não é vendido na cor branca

Após adquirir o Hyundai Veloster por R$ 72,4 mil, Rodrigues se informou pela internet sobre o processo de adesivagem e conversou com pessoas que já tinham feito e gostado e com outras que se arrependeram. “Uma pessoa de uma loja me disse que tinha feito no carro dela e mandou tirar não porque não gostou, mas porque tinha ficado cheio de bolhas, o serviço foi mal feito”, explica o motorista de 39 anos. Ele buscou referências, escolheu uma loja e pagou R$ 2 mil pelo envelopamento em branco com alguns detalhes em preto, como no retrovisor e no capô. O empresário se diz satisfeito: “Gosto de carro bonito, não carro de boy”.

Envelopamento do Veloster do empresário tem detalhes em preto

O branco em alta

“Com o crescimento da procura pelos carros brancos, as pessoas estão em busca do acabamento ‘branco brilho’, que imita exatamente a pintura de um carro”, diz Felipe Castelli, de 23 anos, proprietário da loja AF Preto Fosco, de acessórios automotivos.

Segundo ele, a procura cresceu após o Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado, quando marcas “premium” como Mercedes-Benz, Audi e especialmente BMW lotaram seus estandes de modelos brancos. A cor também foi muito usada no Salão de Frankfurt, no mês passado.
“Há dois anos te chamariam de louco se você dissesse que iria envelopar seu carro de branco”, lembra Paulo Surya Bento, 45 anos, proprietário de outra loja, a Preto Fosco. “Antes ninguém queria carro branco, pois era cor de táxi. Hoje todo mundo quer.”

Preço

Envelopar o carro em qualquer cor custa entre R$ 1.300 e R$ 3.000, quando utilizado um material de qualidade (normalmente importado e com durabilidade de aproximadamente cinco anos), dizem os especialistas. O preço varia de acordo com o tamanho do veículo e a dificuldade. “Adesivar um Volkswagen New Beetle, por exemplo, é muito mais difícil que um Fiat Punto, por ser mais arredondado”, explica Bento. A aplicação pode demorar de 2 a 3 dias.

Porsche foi adesivado com branco brilhante 

Segundo esses lojistas, aproximadamente 50% dos clientes adesivam o carro por completo (com preto fosco, branco brilhante ou branco fosco); 40% envelopam apenas o teto (normalmente utilizam a cor preta); e 10% aplicam o revestimento em poucas partes do carro, como capô ou retrovisores. Os clientes, dizem eles, normalmente são pessoas consolidadas financeiramente que possuem veículos de alto valor agregado. “Já fiz uns 15 Audi A5”, conta Castelli.

Manutenção

Ao contrário do que muitos imaginam, preservar o adesivo veicular não requer grandes cuidados, mas é necessário evitar excessos ou falta de zelo. Para lavá-lo, bastam água e sabão neutro, dizem os especialistas.

“Em busca de um brilho mais intenso, muitas pessoas aplicam cera automotiva após a lavagem. Essa cera, em reação com o sol, pode causar a corrosão do adesivo”, alerta Castelli. A falta de lavagem frequente do veículo também pode prejudicar a pintura.

Retirada também custa

Segundo Bento, a remoção dos adesivos é simples e rápida. Custa entre R$ 300 e R$ 600, e pode demorar em torno de meio dia. “É importante salientar que, durante a retirada do adesivo, pode ficar um pouco de cola na lataria. Essa cola, porém, pode ser retirada com um removedor próprio”, revela. Ele também nega a possibilidade de a tinta do carro sair junto com o adesivo. “Se a pintura for original, isso não ocorre.”

Limpar o carro com querosene danifica a pintura?

Lavar o carro com querosene pode trazer problemas de pintura?

Esse é o famoso mito do querosene, que serve de receita caseira para a retirada de manchas da pintura. Uns afirmam que limpar o carro com a substância deixa a lataria brilhante, outros dizem que corrói a tinta. Para solucionar a questão, conversamos com Wilson Zimmermann, da oficina de pintura e funilaria SP Center. “Se o carro não passou por cristalização, espelhamento, enceramento ou vitrificação não há problemas, caso contrário, o querosene tira a camada protetora”, diz Zimmermann.

Porém, alguns cuidados devem ser tomados durante a aplicação. “Não passe o querosene puro e nem com o carro no sol. É indicado que o procedimento seja feito por um profissional porque o produto é um solvente”, afirma. O querosene deve estar bem diluído, numa proporção de uma parte de querosene para cinco de água aproximadamente. Mesmo assim, usar o solvente com muita frequência não é recomendado. Ele deve ser usado para remover manchas, principalmente as de piche, apenas esporadicamente.

Outra boa dica para a limpeza é o uso do desengraxante. “O produto é usado nas oficinas antes de uma nova pintura. Ele higieniza a superfície sem interferir na tinta”, explica Zimmermann. Em plásticos e borrachas é melhor manter o querosene longe. Ele pode deixar as regiões esbranquiçadas. “Para elas é melhor usar produtos siliconizados”, afirma o profissional.

Fonte: AutoEsporte

Veja como recuperar a pintura do seu carro

Polimento profissional para veículos custa a partir de R$ 200.
Melhor forma de evitar problemas é manter o carro limpo e encerado.

Pintura opaca, cheia de manchas e riscos. É isso que acontece quando a gente deixa de lado os cuidados com a aparência do carro. E os vilões estão no dia a dia de toda cidade. O sol é um dos principais agressores, mas existem outros também bastante prejudiciais para a pintura, como a seiva que escorre de uma árvore, dejetos de pássaros e lavagens utilizando solventes.

Quando a pintura fica opaca, somente ajuda profissional faz o brilho voltar. O procedimento utiliza abrasivos para fazer o polimento e tirar manchas e riscos. O preço pelo serviço de polimento profissional parte de R$ 200 e aumenta conforme o tamanho do veículo. Porém, a cada polimento retira-se verniz e deixa-se a pintura mais exposta, até não ter mais tinta. Quando isso acontece a única saída é pintar outra vez.

Pintura sólida
Nos carros que tem a chamada pintura sólida, os problemas aparecem bem mais rápido. Isso porque o sol reage com a pintura, que neste caso é feita à base de pigmentos orgânicos.
É o caso dos carros vermelhos e amarelos, que apresentam diferença de coloração se ficarem muito expostos ao sol.

Prevenção
O melhor jeito de evitar problemas é manter o carro sempre limpo. Os especialistas recomendam fazer a lavagem com elementos neutros, seja xampu, detergente ou sabão, para simplesmente tirar a sujeira. Além da lavagem constante, é recomendável fazer a proteção com cera. Mas a cera não pode ser abrasiva e nem com polidor. Dessa forma, é possível prolongar a vida útil da pintura do carro.

Dependendo da quantidade de lavagem a cera dura pouco, mas há a opção da cera cristalizadora. Mais forte, ela tem uma camada de proteção maior contra raios ultravioletas e adere melhor à pintura. Assim, possui tempo de vida útil maior do que a ceras comuns: as cristalizadoras duram de quatro a seis meses, enquanto a comum, de dois a três meses.

Fonte: G1

Carro tunado precisa de autorização especial para rodar – Stratus ganhou dezenas de prêmios mais tem 30 multas


Modificações em veículos podem comprometer segurança.
Stratus que ganhou dezenas de prêmios tem mais de 30 multas.

Tunar carros é uma febre. Rebaixado, com alta potência, sistema de iluminação e som, quanto mais chamar a atenção melhor. Porém, para rodar pelas ruas para exibi-lo é preciso ter a autorização.

Pintura exclusiva, suspensão rebaixada, porta que abre num clique do controle remoto. Um estilo que virou moda. A febre dos tunados foi parar nas oficinas. O custo de tudo isso? Imprevisível.

Modificações do motor são muito comuns. Mas será que os freios estão preparados para segurar tanta potência?

“Eu posso ter riscos para frear o veiculo que teve uma potencia bastante alterada, para mais. A pessoa muda o sistema de iluminação do veículo. Dependendo do que fizer pode fazer com que haja risco para quem vem no sentido oposto”, diz o chefe da divisão de registro de veículos do Detran do Rio Grande do Sul, Leandro Magni.

Quem não segue as regras pode ficar no prejuízo. “Diversas vezes, não só multado como o carro rebocado três vezes no verão”, lamenta o empresário Paulo Reichert.

A conformidade entre modificações e segurança é fundamental para regularizar o carro tunado. O carro do mecânico Zeno Jeferson só ganhou as ruas com as mudanças devidamente legalizadas. “O laudo, com a foto do carro, tem assinatura do avaliador. A numeração do laudo vai no documento. Não tem como te guinchar”, afirma.

Com 20 vitórias em competições de carros tunados , um Stratus já foi branco, dourado, ganhou investimento de cerca de R$ 100 mil. Mas com mais de 30 multas e mudanças que não podem ser regularizadas, o destino dele é virar peça de museu. “Quase sempre parado, na garagem”, diz o proprietário do veículo, Douglas Souza.

Fonte G1

Cuidados com a carro: Pintura, reparos, riscos, polimento e lavagem

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Reparar a pintura danificada por riscos e pequenas batidas, que não saem apenas com polimento, parte de R$ 150 nas oficinas da capital, segundo apurou a reportagem. Porém, no caso de portas e porta-malas, por exemplo, é preciso recuperar a peça inteira.

“O serviço de repintura apenas de uma área é indicado para riscos de no máximo 20 cm”, explica Eduardo Fernandes, chefe de oficina do Centro de Experimentação Viária (Cesvi).

Mesmo para esses pequenos consertos, é preciso aplicar uma camada de primer, produto que corrige imperfeições na chapa e dá aderência para a próxima camada de tinta.

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“Depois de pintar, deve-se lixar a peça inteira e aplicar uma demão de verniz. Isso garante o acerto de cor”, afirma Fernandes.

Já teto, capô, portas, porta-malas e para-choques precisam ser desmontados e toda a peça receber tinta. “Eles sofrem com a ação do sol e algumas recebem diretamente o calor do motor. Por isso, em três meses aparece mancha no local reparado se o serviço não for bem feito”, diz Fernandes.

Ondulações e lascas na superfície são outras consequências de serviço malfeito ou de produto sem qualidade. “Um verniz ruim pode fazer com que a superfície se descasque”, diz Roliem Barrios, proprietário da New Force Car (2294-6384), na zona leste

Para conseguir a cor exata da pintura original, oficinas trabalham com máquinas que misturam tons de tinta. “Os carros trazem, em etiquetas fixadas na lataria, o código da tinta”, diz Sérgio Moreira, da Performance Martelinho de Ouro , na zona norte. “Mas nem sempre elas batem. Por isso, a tonalidade é testada em chapas de metal.”

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PREÇOS – Na Performance Martelinho de Ouro, repintar porta, para-choque ou porta-malas tem preço a partir de R$ 300. O serviço no capô custa R$ 400 e R$ 600 no teto. Retoques saem por R$ 150.

Na New Force Car, a pintura de cada peça parte de R$ 250. As portas têm acréscimo de R$ 90 e a funilaria, de R$ 150.

Na Alvarenga Lavagem e Pintura (3813-8016), na zona oeste, a pintura de um capô custa R$ 350 e a de um para-lama, R$ 150.

DICAS:
Encerar carro a cada 15 dias: Cera, em spray ou pastosa, protege pintura de fuligem e piche

Polir veículo comprado usado: Depois disso, deve-se encerar o modelo periodicamente

Não passar querosene: Produto ataca borrachas e maçanetas de plástico

Evitar lavagem com cera: A que costuma ser usada em lava-rápido não protege pintura

Fonte ZAP