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Crossover será feito no Brasil no segundo semestre de 2018. Será que ele tem chances de aumentar as vendas da marca no país?

O Citroën C4 Cactus dividiu opiniões quando foi lançado em 2014, mas conseguiu formar o seu clube de fãs, ao ponto de agora ver o seu facelift substituir não só o antigo, mas também fazer o papel do C4 “normal”, descontinuado em favor do Cactus. No Brasil, ele será um pouco diferente e não irá substituirá ninguém, no entanto, sua missão também não será fácil: liderar uma nova ofensiva da Citroën no terreno dos utilitários esportivos compactos. Esse novo crossover nacional será produzido na fábrica da PSA em Porto Real, Rio de Janeiro, e chegará às lojas no segundo semestre de 2018. Será que ele vai ter vez no mercado brasileiro?

Design

Um alinhamento estético com os mais recentes modelos da montadora francesa deu ao C4 Cactus o desenho da frente que puxa o “double chevron” do centro até os extremos, onde estão os esguios faróis DRL dianteiros de LED. Muito polêmicos e de utilidade duvidosa, os Airbumps desapareceram do meio das portas e da tampa do porta-malas, sendo reduzidos à sua mínima expressão, colocados na base das portas. As barras do teto passam também a ser opcionais, diluindo um pouco o aspecto de crossover, que continua a ser defendido pelas proteções de plástico negro em volta das quatro rodas, criando a ilusão de que a altura do solo é maior que a realidade.

Na zona traseira, as lâmpadas foram redesenhadas, mais largas e com LED de efeito 3D. A personalização subiu a 31 combinações possíveis de cores exteriores, entre as nove cores-base e quatro conjuntos de detalhes em cor diferente. No interior há cinco ambientes possíveis, cada um com suas cores de bancos e outros detalhes: Standard, Metropolitan Red, Wild Grey, Hype Grey e Hype Red.

Espaço e conforto

A plataforma é a mesma PF1 do Cactus anterior, sem alterações significativas de tamanho e com a mesma distância entre-eixos de 2,60 metros. Mas os painéis exteriores são 90% diferentes, diz a Citroën. Estamos então perante aquilo que se pode chamar de “super-restyling”, que passou também pela inclusão de 12 assistentes de condução e três níveis de conetividade, entre os quais o botão SOS, espelhamento para celular e navegação Tom Tom conectada. No caso das ajudas eletrônicas ao condutor, o C4 Cactus passa a ter frenagem autônoma de emergência até 85 km/h, leitura de placas de sinalização, alerta de saída involuntaria de faixa acima dos 60 km/h, alerta de fadiga do condutor acima dos 70 km/h, detector de pontos cegos, câmera de ré, assistentes de estacionamento e partida em rampa, luzes de curva estáticas, Keyless e o famoso controle de tração da PSA, o Grip Control.

Os motores disponíveis são dois: 1.2 Puretech a gasolina de três cilindros em variantes de 82, 110 e 130 cv, e a diesel um 1.6 BlueHDI em versões de 100 e 120 cv, estando disponível uma caixa automática de seis marchas como opção no Puretech 110 e no BlueHDI 120. Contudo, o modelo continua a não oferecer tração nas quatro rodas nem como opção — a tração é sempre dianteira.

O interior mantém a arquitetura e os mesmos detalhes de design e funcionalidade, incluindo um painel de instrumentos totalmente digital, mas sem conta-giros, e uma tela central tátil de 7 polegadas que reúne quase todos os comandos necessários. O topo do painel parece ter materiais com um pouco mais de qualidade, mas a perceção geral não mudou muito. Há algum espaço extra para os cotovelos no interior das portas, mas esta plataforma é relativamente estreita, por isso quatro pessoas continuam a viajar melhor do que cinco. O porta-malas tem os mesmos 358 litros de capacidade e o banco traseiro rebate em proporção 40/60, permitindo chegar aos 1.170 litros.

A posição de condução não é muito alta e o volante tem ajustes de altura e profundidade. Os bancos mantêm o aspeto de poltronas do modelo anterior, mas escondem uma novidade importante: zonas de espuma de densidade variável, que podem ir de 2 a 15 mm de espessura, para resistir ao envelhecimento e dar mais conforto durante mais horas de condução.

Ao volante

A primeira impressão é muito boa, mas vou precisar de mais tempo ao volante para tirar uma conclusão definitiva. O que rapidamente se percebe é a melhoria no isolamento acústico, resultado da aplicação de mais materiais antirruído no piso e no corta-fogo do motor, bem como do novo para-brisas acústico, vidros laterais mais espessos e melhores borrachas vedantes, incluindo as problemáticas janelas das portas traseiras, que na Europa são basculantes — algo que será descartado no Brasil, com janelas elétricas.

O C4 Cactus avaliado na França, num dia frio e com chuva, estava equipado com motor 1.2 Puretech na versão de 130 cv, acoplado à caixa manual de seis marchas. O resultado é uma excelente resposta em todos os regimes, com relações de marchas corretas — apesar de a caixa não ser rápida — e do baixo peso desta plataforma, que a Citroën anuncia como sendo 150 kg mais leve que as da concorrência. A verdade é que o motor puxa bem, mesmo em sexta marcha e a baixos regimes, só se mostrando ruidoso perto do corte de giros.

Claro que a grande novidade deste C4 Cactus está nos amortecedores com batentes hidráulicos, tecnologia que a Citroën vem testando há algum tempo e que vai passar a ser um cartão de visita de seus futuros modelos, trazendo de volta o conceito de “conforto Citroën” que fez a fama da marca no passado.

O objetivo é aumentar o conforto de rodagem, e não foi preciso rodar muitos quilômetros ao volante para perceber de imediato que… funciona! Nos pequenos movimentos verticais da roda, os batentes não chegam a funcionar, mas sua presença deu margem aos engenheiros para que a parte convencional dos amortecedores fosse calibrada de forma mais confortável. Quando se passa sobre uma lombada ou por pisos ruins, é clara a ausência de “batente” no fim do curso, seja em compressão, seja em extensão, mesmo com os pneus 205/50 R17 opcionais. Os dois batentes hidráulicos são como dois miniamortecedores, um em cada extremidade do amortecedor principal, dissipando a energia do impacto sem fazer o inevitável retorno dos batentes fixos.

É claro que se nota um pouco mais de oscilação longitudinal na comparação com o Cactus anterior, sobretudo quando se faz uma frenagem violenta ou um arranque mais forte. Esse carro oferecia uma dinâmica bem mais rígida do que se poderia esperar de um SUVNeste primeiro e breve contacto, não houve oportunidade de trafegar por estradas com muitas curvas, que pudessem mostrar em detalhe como ficou o equilíbrio dinâmico. Mas as muitas rotatórias feitas com vigor indicam que a agilidade não será penalizada.

O novo C4 Cactus chega aos mercados europeus em abril, com mais equipamentos de série que o anterior, incluindo novos porta-objetos e uma bandeja para smartphones no console do painel. Mas, apesar do recheio, maior, a Citroën diz que o preço do novo é menor. Um 1.2 Puretech 130 Shine como o acelerado custará o equivalente a R$ 89 mil, mas por R$ 76 mil já é possível comprar a versão de 110 cv do mesmo motor, com pacote mais enxuto de itens, chamado Live. O Diesel 1.6 PureHDI de 100 cv tem preço inicial acima dos R$ 89 mil, mas este não virá ao Brasil. Por aqui, o crossover deve oferecer os motores 1.6 aspirado (até 118 cv) e 1.6 turbo flex de 173 cv, ambos com câmbio automático de seis marchas.

Em resumo, a Citroën revisou o C4 Cactus, acrescentou equipamentos e alinhou o estilo com o do C3. O novo modelo tem a dupla missão de substituir também o C4 “normal”, que sai de linha na Europa, deixando assim a fabricante francesa fora do segmento dos hatches médios. Contudo, à medida que as vendas dos SUVs e crossovers não param de crescer, essa não parece ser uma estratégia ruim.

Ficha técnica – Citroën C4 Cactus

Motor: Dianteiro, transversal de três cilindros em linha, 12 válvulas, gasolina
Potência: 130 cv a 5.500 rpm
Torque: 23,5 kgfm a 1.5: 00 rpm
Câmbio: Manual de seis marchas, tração dianteira
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
Freios: Discos ventilados (diant.) e tambores (tras.)
Pneus: 205/50 R17
Dimensões: Compr.: 4,17 metros /Largura: 1,71 m/ Altura: 1,48 m/ Entre-eixos: 2,60 m
Tanque: 50 litros
Porta-malas: 358 litros
Peso: Não declarado

CITROËN C3 ganha Tela conta com sistemas Apple e Mirror Link, que faz espelhamento do smartphone

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O Citroën C3 chega à linha 2017 com uma nova central multimídia. Com preço inicial de R$ 44.990, o hatch não traz a nova tela de 7″ sensível ao toque de série, que só está disponível sem custo adicional no modelo topo de linh Exclusive, de R$ 62.990. Mas é possível adquirir o sistema como opcional por R$ 1.850.

Confira todos os preços e versões:

Citroën C3 Origine 1.5 Manual – R$ 44.990
Citroën C3 Attraction 1.5 manual – R$ 48.990
Citroën C3 Tendance 1.5 manual – R$ 50.990
Citroën C3 Tendance 1.6 automático – R$ 56.990
Citroën C3 Exclusive 1.6 automático – R$ 62.990

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A nova tela multimídia vem integrada ao painel e conta com Apple CarPlay e Mirror Link, além de sistema de reconhecimento de voz para realizar chamadas, fazer a leitura de mensagens ou encontrar informações sobre a navegação GPS. O sistema também tem 16 Gb para armazenamento de músicas e  Link MyCitroën, que grava informações como consumo, autonomia, tempo de viagem e localização no smartphone.

O pacote de itens de série do C3 segue igual, com ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico e rádio com USB e conexão Bluetooth. A versão Attraction traz, também, faróis de neblina, vidros elétricos nas quatro portas, rodas de liga leve e luzes diurnas de LED. O para-brisa panorâmico Zenith só fica disponível na versão Tendance, que também é equipada com sensores de estacionamento traseiros, alarme e função ECO Drive para o modelo de câmbio automático. Já o modelo topo de linha Exclusive agora tem maçanetas na cor da carroceria, além da nova central.

Os motores seguem os mesmos 1.5 flex de 93 cv de potência e 14,2 kgfm de torque e 1.6 de 122 cv e 16,4 kgfm de torque, com opções de câmbio manual de cinco velocidades ou automático de quatro.

Edição especial do Citroën DS3 está em testes no Brasil

foto-imagem-Citroën-DS3Exclusividade. É isso que a Citroën estuda trazer ao país com o DS3 Faubourg Addict, uma edição limitada que oferece mais requinte em comparação à versão Sport Chic, vendida atualmente por R$ 82.490. Mas, se você bateu os olhos nas fotos desta página e gostou do carro que viu, se acalme. Ele está só sendo testado no Brasil e suas vendas ainda não foram confirmadas. Mesmo assim, já avaliamos o modelo – com exclusividade, como não poderia deixar de ser.

As diferenças entre ela e as customizações padrão do hot hatch começam pela carroceria. O Faubourg Addict é sempre pintado em roxo, combinado com o exclusivo teto em cinza. Nele, há ainda um adesivo que remete ao símbolo da linha DS. A marca de luxo da Citroën também aparece estampada nos retrovisores. Mas, não se trata de outro adesivo. A empresa usa uma técnica que imprime a laser para dar o acabamento final à capa dos espelhos. Notou alguma diferença nas rodas? Apesar de terem as mesmas 17 polegadas, a cor cinza é exclusiva. “É impossível encomendar um DS3 normal com essa roda, ela é reservada para esta versão”, explica Jeremie Martinez, responsável pela linha DS no Brasil.

É dentro da cabine que o modelo quer mimar os passageiros. Lá, destaque para os bancos de couro. Eles são pintados com outra tecnologia especial, que garante um efeito degradê. A tinta é aplicada diretamente no couro, abaixo da camada que finaliza o acabamento. Há, ainda, costuras que remetem à pulseira de um relógio. O bom estofamento das versões padrão da linha DS foi mantido na Faubourg Addict. O resultado é conforto garantido para os passageiros, especialmente os dianteiros, que são abraçados pelo molde esportivo.

Mas a cabine também abriga os pontos negativos do Faubourg Addict: é no painel central que a exclusividade ficou de lado. Baseada na atual versão topo de linha vendida no Brasil (Sport Chic com pacotes Conforto e Tecnologia – R$ 92.870), a edição especial conta com exatamente os mesmos equipamentos do carro comum. A central multimídia tem GPS e boa funcionalidade, é verdade. Mas, os comandos do ar-condicionado digital e especialmente do rádio, tem design muito simples para um carro que ficaria na faixa dos R$ 100 mil, segundo nossas estimativas. Outra derrapada é a ausência de mais itens de série, como ajustes elétricos para os bancos. A versão avaliada contava com aquecimento dos assentos, mas todos são manuais.

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Desempenho

Sem alterações mecânicas, o desempenho continua o mesmo da versão vendida atualmente. O conjunto de motor 1.6 turbo de 165 cv e 24,5 kgfm com o câmbio manual de seis velocidades levam o hatch a 100 km/h em 7,7 segundos. As retomadas são ligeiras, ajudadas pelo efeito overboost do turbo. Automático, o recurso eleva o torque a 26,5 kgfm aos mesmos1.400 giros, porém só funciona da terceira marcha para cima. É que se o reforço viesse logo em primeira ou segunda marcha, seria um festival de destracionamento das rodas dianteiras. De 40 a 80 km/h, o DS3 precisa de apenas 5,2 s.

Além disso, a entrega de torque em baixas rotações deixa o modelo esperto mesmo na cidade, não precisava dessa força extra em todas situações. Os engates justos e precisos do câmbio contribuem com a pegada esportiva do modelo, além do seu conforto. Já as suspensões são ligeiramente duras, como se espera de um carro com essa pegada. Na hora de desacelerar para um ritmo mais tranquilo, o conjunto de discos ventilados na frente e sólidos atrás estanca com força o DS3, de 80 a 0 km/h são apenas 24,5 m.

Por enquanto o DS3 de luxo ainda não está confirmado no Brasil. Além dele, a Citroën estuda a vinda do DS4 também na versão Faubourg Addict, em um segundo momento. Caso as vindas se confirmem, o carro seria vendido como edição limitada, sob encomenda. Atrair os olhares por onde passa é garantia com qualquer carro da linha, ainda mais com o pacote de customização do Faubourg Addict. Mas não espere reforço tecnológico dentro da cabine…

Ficha técnica

Motor: dianteiro, transversal, 4 cilindros, 16V, comando duplo, turbo, injeção direta de gasolina
Cilindrada: 1.598 cm³
Potência: 165 cv a 6.000 rpm
Torque: 24,5/26,5 kgfm a 1.400 rpm
Transmissão: manual de seis marchas, tração dianteira
Direção: elétrica
Suspensão: McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira
Freios: discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira
Pneus: 205/45 R17
Dimensões: compr.: 3,948 m, largura: 1,715 m, altura: 1,483 m, entre-eixos: 2,464 m Capacidades: tanque: 50 l, porta-malas: (aferição AE) 283 l
Peso: 1.165 kg

Números de teste

Aceleração: 0-100 km/h: 7,7 s; 0-400 m: 15,7 s
Retomada: 40-80 km/h (3ª marcha): 5,2 s; 60-80 km/h (4ª): 6,5 s; 80-120 km/h (5ª): 8,3 s
Frenagem: 100 km/h: 38,4 m; 80 km/h: 24,6 m; 60 km/h: 13,6 m
Consumo: 10,9 km/l (urb.); 15,2 km/l (rod.)

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Citroën C4 Lounge Envelhecido, sedã sofre com infiltrações e falhas no motor

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Após algumas semanas longe do C4, o editor Péricles Malheiros reencontrou o sedã: “Nunca vi um carro envelhecer tanto em tão pouco tempo. O couro do banco do motorista voltou a ranger na lateral, há um chicote elétrico solto abaixo do assento do passageiro dianteiro, o sensor de chuva funciona quando quer e o motor e o câmbio parecem não se entender mais, de tantos trancos e solavancos. Numa subida, em baixa velocidade, o motor chegou a morrer. Jamais vi isso em um carro com câmbio automático”.

A lista de reclamações engordou quando o carro passou para as mãos do editor Ulisses Cavalcante. “Na rua, estacionado em um dia de chuva forte, entrou muita água no quadrante do motorista. O carpete, logo abaixo dos pedais, ficou completamente encharcado. O curioso é que a invasão de água aconteceu no lado oposto ao de maior inclinação da via. Na lateral direita, ou seja, onde passa o maior fluxo de água da rua, nenhum sinal de unidade.” Tentaremos descobrir a tal passagem secreta durante o desmonte, aos 60 000 km.

Consumo
No mês: 6,6 km/l com 40,1% de rodagem na cidade
Desde jan/14: 6,5 km/l com 35,9% de rodagem na cidade
Combustível: etanol

Gastos no mês
Combustível: R$ 725

Modelo DS5 será apresentado no Salão de Genebra

16812982741287026795O Salão de Genebra, na Suíça, está se aproximando e assim as marcas vão divulgando quais modelos e com quais novidades estarão representadas no evento. Desta vez, quem mostrou alguma coisa foi a DS, marca premium do grupo PSA Peugeot Citroën, revelando oficialmente o seu hatch DS5 com novo visual.As mudanças não são profundas, mas por fora vemos a grade maior com o logo da DS centralizado, em conjunto completado com os dois faróis com luzes de xênon e LED e indicadoras de direção sequenciais, algo que é proveniente do DS3. Nas laterais novos detalhes cromados e, atrás, lanterna com visual redesenhado e ponteiras duplas do escapamento completam a lista de alterações.

Por dentro, um novo painel com tela sensível ao toque que eliminou cerca de 12 botões do carro e o sistema de entretenimento e informação pode reproduzir a tela do smartphone conectado a ele. Os bancos dianteiros possuem modo de massagem e função de memória para os ocupantes, os retrovisores são aquecidos, o áudio é da Denon e o ar-condicionado de duas zonas.

10079577511989867618Entre os sistemas de segurança o DS5 oferece monitoramento dos pontos cegos, alerta de mudança involuntária de faixa, faróis altos automáticos, controle de tração inteligente, head-up display, câmera de ré, assistente de partida de ladeiras e controle de estabilidade, entre outros.

Sob o capô as possibilidades começam com um bloco THP de 165 cavalos com transmissão automática de seis marchas, o BlueHDi de 120 cavalos com câmbio manual de seis velocidades ou, como opcional, a mesma caixa automática já citada para o THP, ou uma edição mais potente do mesmo motor com 180 cavalos e, a topo de linha, com conjunto híbrido com bloco 2.0 litros turbodiesel de 163 cavalos e um motor elétrico de 37 cavalos para garantir tração integral.

O novo DS5 será apresentado oficialmente no próximo dia três de março durante o primeiro dia para a imprensa no Salão de Genebra, na Suíça.

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Citroën revela C4 Aventure concept

citroen-c4-cactus-aventure-1Pouco tempo depois de exibir a versão de produção do C4 Cactus, a Citroën se prepara para apresentar outra novidade relativa ao crossover: uma versão conceitual Aventure, que poderá ser vista pelo público no Salão de Genebra. citroen-c4-cactus-aventure-2Como pode ser visto nas imagens, o modelo ganha tratamento aventureiro, com pneus off-road BF Goodrich Mud Terrain, suspensão reforçada, para-lamas alargados e bagageiro de teto com luzes auxiliares. A carroceria tem cor branca, com adesivos amarelos e os já conhecidos Airbumps (bolsas de ar) nas laterais. citroen-c4-cactus-aventure-3

Carros mais vendidos do mês de janeiro 2013

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O HB20 da Hyundai é um dos destaques da lista dos 10 carros mais vendidos em janeiro

A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) encerrou o mês de janeiro com 296.853 automóveis e utilitários leves vendidos, o melhor desempenho histórico do mês. Somando caminhões, ônibus, motocicletas e demais equipamentos automotores, o número sobe para 450.770 unidades.

A lista dos mais vendidos em janeiro foi marcada pela presença de modelos novatos entre os dez principais e pela ausência de modelos da Ford. Os líderes de vendas continuam os mesmos. A expectativa da Fenabrave para 2013 é de que o número de vendas chegue a 3.743.285 autos e utilitários. Em 2012, o total chegou a 3.634.421.

Confira os carros e que fizeram a alegria dos consumidores – e dos vendedores – no começo do ano, segundo o registro de emplacamentos da Fenabrave:

1º Gol – Volkswagen –22.338
2º Uno – Fiat – 18.025
3º Palio – Fiat – 17.358
4º Fox/Crossfox – Volkswagen – 12.436
5º Onix – Chevrolet – 10.724
6º Siena – Fiat –9.852
7º Celta – Chevrolet – 9.241
8º HB20 – Hyundai – 9.030
9º Corsa Sedan – Chevrolet – 8.479
10º Voyage – Chevrolet – 8.024
11º Sandero – Renault – 7.357
12º Fiesta – Ford – 7.215
13º Chevrolet – Cobalt – 4.959
14º Punto – Fiat – 4.886
15º Ka – Ford – 4.640
16º Corolla – Toyota – 3.866
17º Chevrolet – Agile – 3.639
18º C3 – Citroen – 3.212
19º City – Honda – 3.208
20º Spin – Chevrolet – 3.024

Citroën DS5 – Crossover com preço de R$ 124.900

Até parece uma espaçonave, mas é mais um integrante da linha DS, da Citroën, que acaba de chegar ao Brasil. O DS5, maior membro da família, é o segundo a desembarcar por aqui — primeiro veio o compacto DS3. O DS4, intermediário, começa a ser vendido em março. O crossover chega às concessionárias nesta semana por R$ 124.900, equipado com o polivalente motor 1.6 THP, feito em parceria com a BMW. O modelo aposta no espaço interno e no visual exótico para conquistar quem procura algo “além” do conceito premium.

E a palavra “além” foi repetida por todos os executivos da Citroën durante a apresentação do DS5. “É um carro para quem quer algo além do premium, do esportivo. É um conceito ousado, com acabamento de luxo e linhas diferentes de tudo que estamos acostumados”, explica o diretor geral da Citroën do Brasil, Francesco Abbruzzesi. Isso porque o modelo fabricado em Sochaux, na França, é um crossover, palavra que muitas vezes é associada aos jipinhos, mas define um carro que mescla categorias distintas de automóveis. Nesse caso, o DS5 é um mix de cupê com perua e, porque não, um hatch.

Com 4,52 m de comprimento e 1,82 m de largura, o DS5 impõe respeito por onde passa, e chama atenção pela linha de cintura alta e os detalhes cromados. O principal deles liga os faróis às colunas dianteiras, em formato de espada. “Ele define todo o refinamento que demos a este carro”, explica Fabien Darchen, responsável pelo estilo da Citroën do Brasil. Vale destacar também o vidro espia traseiro, feito de policarbonato. “Tem uma forma tão arrojada que seria impossível fazer a peça com vidro”, orgulha-se o chefe de produto da Citroën, Jeremie Martinez.

Por dentro, o modelo segue o refinamento tanto nas linhas, como no acabamento. Ele traz bancos com desenho especial, simulando grandes tranças, além de apliques de alumínio nos puxadores de porta e painel. “É um couro que você só encontra em Mercedes Classe E e Maserati, extremamente refinado. Também não temos apliques, aqui tudo é real, como os puxadores de alumínio. Isso agrega valor ao carro”, diz Darchen.

Ao volante do DS5

Dirigimos o modelo por cerca de 100 km e pudemos comprovar o comportamento do DS5, que está mais para um sedã do que para um cupê esportivo. A posição de dirigir é relativamente alta e traz a sensação de se impor em meio ao trânsito. O console alto também envolve motorista e passageiro, que contam com ar-condicionado de duas zonas. Os bancos dianteiros oferecem regulagem elétrica e massagem. O sistema de multimídia traz navegador por GPS e combina com o moderno display elevado na direção do vidro.

Embora mantenha o mesmo motor 1.6 turbo do pequeno DS3, o DS5 não apresenta uma condução esportiva, sobretudo pelo peso de sedã grande: 1.480 kg. O que não significa que o desempenho seja fraco nas ruas e estradas. Lembra o desempenho de um sedã 2.0. O câmbio automático de seis marchas tem trocas rápidas, mas às vezes causa trancos nos ocupantes. As trocas podem ser feitas pela manopla do câmbio – não há borboletas.

A suspensão firme privilegia o conforto. As rodas aro 18 (opcionais) da versão avaliada garantem boa estabilidade. A versão básica terá rodas de aro 17 e pneus 225/50. Nem mesmo quem viaja no banco de trás pode reclamar, já que há bom espaço para a cabeça, mesmo com o teto baixo de cupê. Isso porque os bancos também são baixos. Por fim, vale perder alguns minutos admirando o teto solar panorâmico – um para os ocupantes da frente, outro para quem viaja atrás.

De tão diferente, fica difícil elencar os concorrentes do DS5. “Podemos pegar desde o dono de um Hyundai Sonata até o de um Audi A3”, acredita Francesco Abbruzzesi. Apesar do dedenho exótico, o modelo será oferecido apenas nos “manjados” tons cinza, preto e branco. A expectativa da Citroën é vender 500 unidades por ano. A única certeza por enquanto é que, de tão arrojado, certamente o DS5 não é desse mundo.

Salão do automóvel de Paris – Fotos dos carros que devem vir para o Brasil

A Ford insiste em dizer que o projeto brasileiro do EcoSport é o grande lançamento da marca no salão de Paris. Mas ao lado do modelo, no estande da marca no motorshow francês, está um importante lançamento da fabricante no Brasil no próximo ano. Trata-se do novo Fiesta, que será produzido por aqui, exatamente nos mesmos moldes da versão global

A Ford, no entanto, ainda não decidiu se a produção será na planta de Camaçari, na Bahia, ou em São Bernardo do Campo, no interior de São Paulo.

A Volkswagen apresentou a sétima geração do Golf durante o salão de Paris, na França

O novo Volkswagen Golf

O novo Golf GTI vem equipado com motor 2.0 l, e acelera de 0 a 100 km/h em 6s6, atingindo a velocidade máxima de 246 km/h

Peugeot 2008 Concept

Dacia Logan

Audi A3 Sportback

Modelo é a nova aposta da Peugeot para fazer volume em regiões como Europa, América Latina e África

Peugeot aposta no espaço interno do modelo: sedã tem 2,65 m de entre-eixos

Kia Carens

A Citroën apresentou durante o Salão dos Automóveis de Paris, na França, o modelo conversível do DS3, o DS3 Cabrio. De acordo com a montadora francesa, a capota do carro pode ser aberta até os 120 km/h

O Chevrolet Trax no salão de Paris

O Chevrolet Trax no salão de Paris

O Chevrolet Trax no salão de Paris

Novo Citroen C3 – Hatch compacto chega às lojas brasileiras em agosto

Novo C3 nacional estreia em agosto com visual quase idêntico ao do europeu e inéditas faixas de leds frontais

A Citroën do Brasil revelou na manhã desta segunda-feira (23) a nova geração do hatch compacto C3 produzido na fábrica da PSA Peugeot Citroën em Porto Real, no sul Fluminense. O modelo nacional chega às lojas em agosto totalmente renovado e em três versões – Origine, Tendance (nomenclaturas novas) e a top Exclusive – para disputar vendas com uma turma de rivais cada vez mais encorpada, entre eles o novato Chevrolet Sonic, o Ford New Fiesta e o recém-renovado Fiat Punto. O C3 brasileiro também promove a estreia mundial da atualização estética que será aplicada ao similar europeu, lançado em 2009.

Uma dessas inovações do C3 nacional (que deve chamar bastante a atenção) é o moderno para-brisas Zenith, que se prolonga até acima dos bancos dianteiros e proporciona um aumento significativo do campo de visão (até 80º na comparação com para-brisas normais). Os leds frontais, abaixo dos faróis, também são inéditos no hatch. Sob o capô, o C3 terá dois motores: um “novo” 1.5 flex, feito a partir do antigo 1.4 flex e capaz de gerar 93 cv; e o 1.6 16V flex de 122 cv e dotado do sistema Flex Start, que dispensa o tanquinho auxiliar de gasolina. Os câmbios manual de cinco marchas e automático de quatro velocidades foram mantidos.

Visual da nova geração do C3 empresta detalhes de estilo do hatch de luxo DS3

A maior diferença entre a nova geração do C3 brasileiro e o modelo francês é o interior. O painel do hatch fabricado em Porto Real foi todo desenvolvido aqui, e é idêntico ao da minivan C3 Picasso – e sua versão aventureira AirCross. Um dos destaques são as cinco saídas de ar com aros metálicos. Os instrumentos mantém a iluminação branca, com ponteiros vermelhos. E os materiais, no geral, transmitem requinte.

O novo C3 será oferecido em sete opções de cores (ainda não divulgadas). A fábrica francesa também não revelou os preços. “O Novo Citroën C3 é muito mais que a nova geração de nosso campeão de vendas. Ele personifica a nossa ambição em oferecer produtos cada vez mais inovadores e surpreendentes, alinhado a nossa filosofia Créative Technologie”, valoriza Francesco Abbruzzesi, diretor geral da montadora do Brasil.

Interior do hatch brasileiro é diferente do C3 francês e quase idêntico ao da dupla C3 Picasso/AirCross