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CHERY TIGGO 5X SERÁ FEITO EM ANÁPOLIS (GO), ONDE A CAOA PRODUZ OS HYUNDAI

Depois do Tiggo 2, os planos da Caoa Chery para o Brasil já estão bem definidos: os modelos Arrizo 5, Tiggo 4 (batizado 5x em alguns países) e o Tiggo 7 chegam às lojas ainda neste ano. Enquanto a fábrica de Jacareí (SP) ficará responsável pelo sedã Arrizo 5, os dois novos Tiggos sairão das linhas de montagem de Anápolis (GO), onde a Caoa já faz os Hyundai ix35, Tucson e New Tucson.

Se o fabricante ainda faz mistério para as motorizações das novidades, ao menos já adiantou quais são as opções para o Arrizo 5: motor turbo com câmbio CVT e motor aspirado com câmbio CVT ou manual. A confirmação só virá no Salão de São Paulo, em novembro, onde também será mostrado um carro elétrico do grupo.

Fim da linha para o Celer 

Segundo Alfonso, tanto Celer como Celer Sedan já deixaram de ser feitos para darem espaço ao Tiggo 2, que começou a receber novos componentes produzidos aqui para adiantar o processo de nacionalização. Como efeito das novas investidas, a Caoa Chery espera elevar a produção da fábrica paulista das atuais 35 unidades diárias para 120 unidades diárias até o fim deste ano.

 

Chery QQ – Carro mais barato do Brasil – Preço R$ 19.990

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Chery reduziu o preço do compacto QQ para R$ 19.990. O anúncio do novo preço nesta quarta-feira (4) reforça a promoção do modelo que será fabricado no Brasil a partir de 2015 já na nova geração — a informação foi confirmada durante o Salão de Xangai, em abril.Enquanto a produção não começa, a nova geração será importada, mas a data de estreia no mercado brasileiro ainda não foi definida.“Nunca antes na história do Brasil houve um veículo 0 km completo por este valor, pelo menos não nos últimos 10 anos. A Chery é a primeira a anunciar uma ação como essa”, afirma em nota o CEO e vice-presidente da Chery no Brasil, Luis Curi.

“Os investimentos no Brasil continuam a todo vapor, e além de carros com preços ainda mais acessíveis e justos, os consumidores ainda podem esperar por novidades que representarão nossa força em tecnologia, inovação e design”, ressalta e executivo.

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A Chery estreou no mercado brasileiro em agosto de 2009 com o SUV Tiggo. Hoje, a montadora comercializa também os modelos Face, S18, Cielo, nas versões Hatch e Sedan, o famoso Chery QQ, Celer e o recém-lançado Novo Tiggo.

Em 2014, a montadora inaugura sua unidade fabril já em construção, na cidade de Jacareí, SP, onde produzirá inicialmente o modelo Celer. A nova planta recebe investimento de US$ 400 milhões e deve produzir cerca de 150 mil unidades anualmente.

Depreciação – Carro chinês perde mais valor na revenda

Chery QQ: Depreciação fica 8,7 p.p acima do Celta, mas carro é mais completo e barato

Os carros chineses ainda são motivo de receio para muitos compradores. Por causa desta dose de desconfiança, o valor de revenda desses automóveis são mais baixos do que o de similares. Segundo o índice de depreciação dos veículos, divulgado pela agência Auto Informe, com base na tabela Molicar de preços, os chineses são os que mais se desvalorizam em suas categorias.

Na tabela abaixo é possível observar a desvalorização média entre julho de 2011 e julho de 2012 dos modelos nacionais e de modelos chineses da mesma categoria. Para efeito de comparação, foram selecionados alguns dos carros mais vendidos das montadoras Chery, JAC e Lifan. Veja a seguir:

(*) Categoria representa as grandes peruas, que inclui desde carros na faixa dos 50.000 reais, como Chevrolet Zafira e JAC J6, até modelos que superam os 100.000 reais, como o Kia Carnival.

As diferenças são maiores em alguns casos, como o do Chery QQ, que teve uma depreciação de 8,7 pontos percentuais acima do Celta. E em outros casos são mais sutis, como entre o JAC J6 e o Zafira. Como os populares costumam ter demanda alta e constante, sua depreciação é a menor do mercado, o que acentua a diferença em relação aos chineses. E no caso dos carros mais caros, como há menor procura na revenda, a desvalorização é mais alta mesmo entre os nacionais, e por isso não se distancia tanto da depreciação dos chineses.

O fato de os chineses serem os mais depreciados de suas categorias, contudo, tem uma explicação comum: o preconceito com os produtos chineses e o fato de o carro ser importado. “Os produtos chineses têm uma imagem de algo descartável no Brasil. Eles são associados, por exemplo, aos produtos da 25 de Março [rua de comércio popular de São Paulo]. Por isso, perdem até mesmo de outros importados”, explica o diretor da Auto Informe, Joel Leite.

E pelo fato de serem carros importados, quando eles precisam passar por um reparo ou uma reposição, as peças são trazidas de fora e podem demorar a chegar no Brasil. É justamente por isso que algumas montadoras preferem já vender o carro completo.

Além disso, como as chinesas ainda são relativamente novas no país – marcas como Chery e JAC, chegaram há menos de quatro anos – é mais difícil encontrar oficinas especializadas nas marcas e concessionárias do que em relação aos nacionais. Na hora de comprar um usado, as concessionárias costumam buscar em outras lojas os mesmos modelos para avaliar se estão fazendo um bom negócio. Sem uma boa base de comparação, algumas acabam desmotivadas a concretizar a compra.

O fato de os chineses serem os mais depreciados de suas categorias, contudo, tem uma explicação comum: o preconceito com os produtos chineses e o fato de o carro ser importado. “Os produtos chineses têm uma imagem de algo descartável no Brasil. Eles são associados, por exemplo, aos produtos da 25 de Março [rua de comércio popular de São Paulo]. Por isso, perdem até mesmo de outros importados”, explica o diretor da Auto Informe, Joel Leite.

E pelo fato de serem carros importados, quando eles precisam passar por um reparo ou uma reposição, as peças são trazidas de fora e podem demorar a chegar no Brasil. É justamente por isso que algumas montadoras preferem já vender o carro completo.

Além disso, como as chinesas ainda são relativamente novas no país – marcas como Chery e JAC, chegaram há menos de quatro anos – é mais difícil encontrar oficinas especializadas nas marcas e concessionárias do que em relação aos nacionais. Na hora de comprar um usado, as concessionárias costumam buscar em outras lojas os mesmos modelos para avaliar se estão fazendo um bom negócio. Sem uma boa base de comparação, algumas acabam desmotivadas a concretizar a compra.

Outros importados também costumam sofrer maior desvalorização por estes motivos, mas o “preconceito” deprecia mais os chineses do que os coreanos e japoneses. Leite acredita, porém, que assim como os outros asiáticos, os chineses também devem cair no gosto dos brasileiros com o tempo. “No começo dos anos 1990, os japoneses eram vistos como os piores carros. Depois chegaram os coreanos e tiveram muito preconceito. Quem tinha carro da KIA precisava explicar por que comprou o carro e hoje o coreano é um carro de grife”, compara.

Prós: Baixo valor de compra, fartura em itens de série, garantia estendida

Se a intenção é trocar o carro em pouco tempo, os chineses não são uma boa opção para o comprador, que pode se desapontar com o baixo valor de revenda. No entanto, se a intenção é ficar com o carro por alguns anos, a compra pode valer a pena do ponto de vista financeiro.

Em primeiro lugar, eles são muito mais fartos em itens de série do que os nacionais. “O chinês é um carro que vem completo de fábrica ao preço de um carro popular pelado. O consumidor se sente valorizado: tudo que as grandes montadoras não deram estes anos, eles estão ganhando com o chinês”, avalia Leite.

O Chery QQ, motor 1.0, cinco portas, tem como itens de série ar-condicionado, direção hidráulica, travas elétricas, vidros e retrovisores elétricos, CD player, airbag e ABS. Atualmente, é um dos carros novos mais baratos do mercado, vendido nas concessionárias por um valor médio de 23.822 reais, segundo a tabela Fipe (valor médio dos carros vendidos com opcionais ou sem). O Celta, motor 1.0, cinco portas, por exemplo, tem valor inicial sugerido pela montadora de 24.468 reais (sem opcionais) e não possui os itens de série acima citados.

Apesar dos problemas na reposição das peças, os carros chineses podem ter custo de peças menores, já que os preços são proporcionais aos valores do carro completo. Até o momento, o melhor indicativo sobre isso é uma pesquisa do Cesvi, órgão dedicado à segurança viária e veicular, que avaliou o custo de reparabilidade de dois veículos chineses, o J3 e o J3 Turin. Os dois carros ficaram com 13 pontos em uma escala que vai de 10 a 60, sendo 10 a melhor nota. Com este resultado, os carros da JAC ficaram entre os cinco melhores no ranking de reparabilidade do mercado nacional, que avalia custos e o tempo que o carro fica na oficina.

Outra vantagem dos chineses é o prazo de garantia, mais extenso do que no caso dos nacionais. Os veículos da JAC, por exemplo, vêm com seis anos, enquanto boa parte dos veículos comercializados no mercado brasileiro tem garantia de três anos.

Contras: Segurança e motor movido a gasolina

Saindo do aspecto financeiro, outros pontos podem não compensar a compra do chinês. Um dos principais motivos de preocupação em relação a estes carros é a segurança.

Ainda não foram realizados muitos testes, mas o Chery QQ, por exemplo, foi submetido a um crashtest no padrão EuroNCap em 2006 e obteve resultados ruins. A Chery, porém, defende que reformas estruturais foram feitas desde então. Por outro lado, a pesquisa da Cesvi realizada com o J3 e do J3 Turin, conclui que o índice de segurança de ambos os carros foi considerado satisfatório.

Outro fator contrário aos chineses é que a maioria deles não tem motor flex. E apesar de os preços do álcool ficarem elevados na entressafra da cana-de-açúcar, fora deste período, os preços costumam ser mais vantajosos que os da gasolina na maior parte dos estados brasileiros.

Carros importados mais vendido em novembro – Kia Soul lidera a primeira colocação

Lista reúne marcas que não possuem fábrica no Brasil.
Kia Soul lidera seguido pelo Chery QQ, aponta associação.

As vendas de carros importados por empresas oficiais subiram 13,8% em novembro, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva). Segundo a entidade, a alta é justificada pelo fraco mês de outubro, afetado pelo reajuste do Imposto para Produtos Industrializados (IPI) — apesar de adiado para dezembro, o novo IPI chegou a vigorar por um mês, entre setembro e outubro.

Além disso, a entidade aponta para a queda de participação de mercado de de 5,03% em outubro, para 4,95% em novembro. Fazem parte da Abeiva as marcas Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Changan, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Ferrari, Hafei Motor, Haima, JAC Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mini, Porsche, Ssangyong, Suzuki e Volvo.

Em novembro, o Kia Soul manteve a liderança já obtida em outros meses do ano. A novidade para o mês foi o Kia Sorento em segundo lugar. O Chery QQ, que aparecia em segundo lugar em outubro, agora ficou na quarta colocação. O JAC J3 permanece na 3ª posição. Veja abaixo o top 10 do mês entre as marcas integrantes da Abeiva, que são as que não possuem fábrica no Brasil.

 

 

Carro mais barato do Brasil

Lançado em maio, QQ custava R$ 22.990 e agora parte de R$ 23.990.
Fiat Mille Economy é o mais barato do país com preço de R$ 23.490.

O Chery QQ perdeu o posto de automóvel mais barato do Brasil. O compacto chinês de quatro portas lançado em maio no país com preço sugerido de R$ 22.990 teve reajuste de R$ 1.000 e agora custa R$ 23.990. Com isso, o Fiat Mille Economy (duas portas) assume o lugar de mais barato do país com preço de R$ 23.490.

De acordo com a Chery, o reajuste, que passou a valer a partir deste mês, foi apenas uma decisão estratégica. O modelo não teve aumento de equipamentos de série ou novidades em termos de acabamento.

Em terceiro lugar no ranking dos mais baratos aparece o Ford Ka 2012. Apresentado no fim de junho, o modelo, oferecido apenas na versão com duas portas e que chega em agosto ás concessionárias, tem preço sugerido de R$ 24,5 mil. Na quarta colocação está o Effa M100, que custa R$ 24.980. Na sequência aparecem Renault Clio (R$ 25.050), Chevrolet Celta (R$ 26.350), Volkswagen Gol G4 (R$ 26.450) e novo Fiat Uno (R$ 26.650) – todos na configuração duas portas.

Fonte: G1

Chery anuncia fábrica brasileira em Jacareí (SP)

Unidade no Vale do Paraíba será a primeira da marca fora da China

A Chery anunciou oficialmente sua primeira fábrica fora da China, que ficará localizada na cidade brasileira de Jacareí, no Vale do Paraíba (SP). A montadora vai investir US$ 400 milhões na implantação do projeto, que terá início em 2012 e conclusão prevista para o segundo semestre de 2013. A montadora prevê uma produção de 170 mil carros por ano, que deve abastecer todo o mercado da América do Sul. Entre os modelos desenvolvidos pela fábrica brasileira estarão o Face, Cielo e Fulwin 2 e QQ.

Com a nova fábrica serão criados 1,5 mil empregos durante as obras e 3 mil contratações para a produção de veículos. O evento que marca o início das obras acontece amanhã, em Jacareí.

Fonte: AutoEsporte

Chery QQ chegará a partir de R$ 19.900

Subcompacto chinês está previsto para setembro com motor 1.0 flex

Depois do modelo médio Cielo, a marca chinesa Chery vai lançar o subcompacto QQ no Brasil, já com motor 1.0 bicombustível. O carro está previsto para chegar em setembro e promete chamar a atenção, principalmente por causa do preço: a partir de R$ 19.900 até R$ 22 mil, nesse caso já com ar condicionado, direção hidráulica, air bag, conjunto elétrico e freios ABS. Por esses preços, o carro deverá se tornar o mais em conta do mercado brasileiro.

O pequeno QQ é a grande aposta da fabricante para dar um impulso importante à marca chinesa no mercado brasileiro. É um modelo bastante simples, com desenho bem parecido com o do Daewoo Matiz, com seus faróis redondos. Na traseira, o detalhe curioso fica por conta das lanternas, que lembram as da primeira geração do Corsa hatch que foi fabricada no Brasil.

Fonte: AutoEsporte