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Proprietários reclamam da dificuldade para fazer o motor do carro funcionar pela manhã com etanol

foto-imagem-palioO receio de o carro não funcionar logo pela manhã tem irritado alguns proprietários de Fiat Palio, que às vezes levam vários minutos para fazer o motor funcionar quando o veículo está abastecido com etanol. É o caso do empresário Gilberto Gimenes Ortin, de Campinas (SP). “Desde a compra, ele sempre deu trabalho para pegar na primeira partida depois de passar algumas horas parado. Com álcool, deixava o motor esquentar por 5 minutos, no mínimo, antes de sair”, conta o dono de um Palio Sporting 2013 1.6 16V. “Levei-o para consertar dez vezes em duas concessionárias e fiquei quase um mês sem o carro. Não conseguiam resolver o defeito.”

Gilberto não é o único com esse tipo de reclamação: recebemos 27 casos de proprietários relatando
dificuldade de partida e falhas no uso quando o motor roda com etanol. “Mesmo com o tanquinho de partida a frio abastecido com gasolina, o carro sofre para pegar”, diz o analista de suporte Andrei Lopes Cabral, de São Paulo (SP), dono de um Palio Attractive 1.0 2014. “Preciso tentar mais de cinco vezes, aguardando alguns segundos entre uma tentativa e outra. Levei o automóvel para a concessionária, que chegou a reprogramar a injeção eletrônica, mas o problema ainda se mantém.”

Segundo alguns desses proprietários, a solução para as falhas está na troca da bomba de combustível. Foi o que aconteceu com Gilberto: “Depois que descobri isso, troquei a peça, e o motor está ligando na primeira vez que viro a chave. Só que a garantia não cobriu e tive de pagar R$ 1 100”.

A justificativa de sete concessionárias Fiat questionadas por nossa reportagem nas cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo foi a mesma: elas alegam que a causa é o uso de combustível adulterado. Mas a maioria dos donos ouvidos diz que, mesmo trocando de posto, a falha não costuma ser sanada.


O POVO RECLAMA

“Em um ano, tive de trocar a bateria do meu carro duas vezes por causa da dificuldade de dar a partida.”- Nayane da Silva, farmacêutica, Anápolis (GO), dona de um Palio Attractive 1.0 2012

“Sempre que tento ligar o carro de manhã, ou quando ele fica algumas horas parado, preciso tentar no
mínimo três vezes para o motor pegar.” – Nivaldo José Milagres, técnico, Contagem (MG), dono de um Palio 1.0 Attractive 2012

RESPOSTA

A Fiat diz que não tem conhecimento de problemas crônicos de dificuldade de partida em seus carros. “Eventuais reclamações estão ligadas a diversos fatores, tais como qualidade do combustível, precária manutenção do veículo, falta de abastecimento do reservatório de partida a frio, entre outros.”

 

O Silêncio do Hyundai HB20

foto-imagem-Hyundai-HB20Uma volta de menos de 30 km foi suficiente para que o diretor de redação Sérgio Berezovsky se impressionasse com a silenciosa cabine do nosso HB20 de Longa Duração. “Em ponto morto, a ausência de ruído e o baixo índice de vibração se destacam”, disse. Assim como defeitos, elogios também servem de ponto de partida para uma apuração mais aprofundada de sua origem.Solicitamos um HB 1.6 à Hyundai e rumamos para o campo de provas, em Limeira (SP) – nosso HB de Longa foi junto. Submetemos ambos ao nosso teste de ruído padrão, com medições em ponto morto, rotação máxima, a 80 km/h (em quarta marcha) e 120 km/h (em quinta). Primeiro a ser medido, o HB de fábrica apontou, respectivamente, 34,5/69/63,3 e 68,4 dBA. Confirmando a boa impressão do diretor de redação de QUATRO RODAS, o HB20 de Longa registrou, na mesma ordem, <34/68,2/62,1 e 67,2 dBA. Ou seja, nosso HB é mais silencioso que o da Hyundai, com um nível de ruído em marcha lenta abaixo do mínimo detectável pelo nosso decibelímetro, 34 dBA. O resultado é surpreendente, pois o modelo cedido pela Hyundai faz parte de uma frota de imprensa, que costuma ser atendida por uma manutenção especialmente caprichada.

A análise também incluiu algumas passagens pela pista de paralelepípedos. Cercada por paredes, ela permite a detecção de ruídos não apenas provenientes da própria cabine, mas especialmente da suspensão. Novamente, o carro de Longa teve vantagem.“O modelo emprestado pela Hyundai apresentou um ruído na suspensão. Era algo muito sutil, como uma pequena folga de bucha de bandeja. Nas passagens com os vidros fechados, para avaliação do ruído interno, os dois HB20 se mostraram bem silenciosos”, disse o editor Péricles Malheiros, responsável pelo teste.

O designer Gabriel Caetano, que fez uma viagem até o Rio de Janeiro (RJ), elogiou a boa dirigibilidade e, assim como a maioria, o baixo nível de ruído.

Consumo

No mês (24,9% na cidade) – Etanol 9,4 km/l

Desde dez/12 (25,6% na cidade) – Etanol 8,5 km/l

Principais Ocorrências

8 597 km – Trepidação da palheta do limpador de para-brisa esquerdo
10 067 km – Pneu com banda de rodagem cortada por linha de pipa com cerol

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Gasolina Comum ou Aditivada ?

Colocar combustível aditivado em um carro ‘desacostumado’ é ruim.
Gasolina comum em carro de alta performance desperdiça a potência.

A poucos metros do posto de gasolina, a dúvida: em que bomba eu vou? E é aí que, muitas vezes, a escolha errada pode acarretar em um menor aproveitamento da potência do motor ou mesmo em problemas mecânicos. Isso mesmo. Abastecer subitamente com gasolina aditivada um carro que há anos recebe apenas a comum pode causar o entupimento dos bicos injetores e dos carburadores.

Na relação custo-benefício, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) afirma que, em grandes centros urbanos, onde é comum a situação “anda e pára”, vale à pena abastecer o carro com gasolina aditivada. Entretanto, as vantagens são reduzidas consideravelmente quando as velocidades médias são altas, como nas viagens em auto-estradas. Neste caso, recomenda-se o uso da gasolina comum.

Já a BR, distribuidora da Petrobras, garante que a gasolina com maior octanagem é mais econômica quando recomendada. Não utilizá-la causa aumento do consumo, redução da potência e possíveis danos ao motor do veículo.

Por estas e outras, a escolha não é tão simples. No Brasil, existem três tipos de gasolina: a comum, a comum aditivada e a premium. Diferente do que acontece nos Estados Unidos e na Europa, por força de uma lei federal, ela recebe a adição de álcool anidro, cujo percentual, hoje, é de 25%.

Mas, afinal, um carro acostumado a ‘beber’ gasolina comum, poderá um dia se dar ao luxo de experimentar uma aditivada? Há algum mal em andar com o carro quase na reserva? Para responder a estas e outras perguntas, consultamos Izabel Tereza Lacerda Dutra, gerente de Marketing de Produtos da BR, distribuidora da Petrobras. Confira:

1) Qual a diferença entre gasolina comum, aditivada e premium?

A gasolina aditivada é a gasolina comum que recebe um pacote de aditivos detergente/dispersante, que mantém limpo todo o sistema de alimentação do combustível, incluindo bicos injetores e válvulas de admissão. A octanagem da comum e da aditivada é a mesma: 87, no mínimo. Já a gasolina premium possui octanagem superior quando comparada à comum: 91, no mínimo.

2) Como saber qual o melhor combustível para o meu carro?
A potência de um carro já foi definida no projeto do motor. Portanto, o desempenho dele vai depender da gasolina. Para saber qual o tipo de combustível mais indicado, deve-se consultar o manual do proprietário, que visa o total aproveitamento da potência do motor. Alguns fabricantes, principalmente de veículos importados, informam o valor da octanagem, cabendo ao usuário a escolha do tipo da gasolina dentre as opções disponíveis no país.

3) Um carro de alta performance pode receber gasolina comum?
Se veículos que exigem gasolinas de alta octanagem forem abastecidos com
gasolina comum não terão um total aproveitamento da potência do motor.

4) A gasolina premium pode ser usada em qualquer carro?
Sim. A gasolina Podium, nome dado à premium da BR, por exemplo, traz benefícios ao motor pelo baixo nível de depósito, maior desempenho, menor impacto ambiental e pela baixa emissão de poluentes. O melhor desempenho nas retomadas de velocidade, porém, só será percebido pelos veículos que requerem uma gasolina de alta octanagem.

5) Um carro acostumado com gasolina comum pode experimentar a aditivada?
Sim, no entanto, recomendamos usar inicialmente uma mistura gradativa de ambas. Portanto, não encha o tanque do veículo com 100% de gasolina aditivada, pois agindo assim poderá provocar uma limpeza súbita, deslocando eventuais depósitos para pontos críticos, o que pode acarretar entupimentos e mau funcionamento. Comece colocando uma mistura de, aproximadamente, 10% de gasolina aditivada e, a cada abastecimento, eleve este percentual, até atingir 100%. Uma outra alternativa é efetuar uma limpeza no sistema de combustão (tanque, tubulações e bicos injetores) antes de utilizá-la.

6) Por que o reservatório de partida a frio deve receber gasolina aditivada?
Porque a gasolina aditivada evita o acúmulo no reservatório de goma, conhecida também como verniz, fruto de um processo natural de oxidação da gasolina.

7) Sempre abasteço com gasolina aditivada. Preciso usar aditivos?
Não. A gasolina aditivada já possui aditivos na medida certa.

8 ) Posso misturar álcool e gasolina em iguais proporções nos carros flex?
Sim. A tecnologia de motores flex permite qualquer combinação de álcool e
gasolina.

9) Se eu misturar a gasolina ao álcool, qual o tipo mais recomendado?
Não há nenhuma recomendação. No entanto, teoricamente, seriam mais indicadas as gasolinas aditivadas e de alta octanagem pelos benefícios já apresentados.

10) Posso misturar gasolina comum à aditivada?
As gasolinas comum e aditivada podem ser misturadas. O único problema nessa mistura é que haverá uma diluição dos aditivos, causando uma redução do poder de limpeza do sistema de alimentação do veículo. Dependendo da quantidade de gasolina comum adicionada, o pacote de aditivos pode até perder o efeito.

11) Posso andar com o carro quase na reserva?
Não é recomendado andar com o combustível na reserva, tendo em vista que o usuário corre o risco de vir a ficar sem combustível. Caso isso aconteça, os seguintes transtornos e prejuízos podem ocorrer: queima da bomba de combustível, ficar parado em local não apropriado e aplicação de multa.

12) Por que não existe álcool aditivado?
Provavelmente porque não existe ainda nenhum aditivo que possa agregar algum benefício aos motores a álcool.

Fonte: G1

Estados Unidos enfrentam alta dos preços da gasolina

Conflitos no Oriente Médio fazem cotação do petróleo subir rapidamente.
No estado de Chicago, o galão da gasolina pode chegar a US$ 4,799.

A alta dos combustíveis não afeta somente os brasileiros. Os norte-americanos têm enfrentado o encarecimento da gasolina, provocado pelo rápido aumento dos preços do petróleo por causa dos conflitos no Oriente Médio. Para um país dependente de carro e que sempre teve baixo custo para abastecê-lo, o impacto é alto.

Em Chicago, um dos estados que possuem os preços mais elevados do combustível, o valor da gasolina comum pode chegar a US$ 4,799 (R$ 7,69) o galão, que corresponde a aproximadamente 3,78 litros.

No Brasil, o valor da gasolina também subiu, mas o que realmente prejudicou o país dos carro flex foi a alta dos preços do etanol. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), os elevados preços do açúcar no mercado internacional, os maiores em 30 anos, fizeram com que as usinas aumentassem a produção do adoçante, reduzindo o volume de cana destinado ao álcool e, consequentemente, provocando um aumento no valor do biocombustível no varejo.

O consumo de etanol em vez da gasolina só compensa economicamente para o consumidor quando o valor do álcool é de, no máximo, 70% do preço da gasolina.

Fonte: AutoEsporte

 

Ministério da Fazenda espera queda do preço do álcool combustível a partir de maio

Avaliação foi feita por dois secretários do Ministério da Fazenda.
Expectativa é de recuo do preço com início da safra deste ano.

O Ministério da Fazenda espera um recuo do preço do álcool etanol a partir de maio deste ano, quando a safra deste ano, que começa a ser colhida em abril, chegará nos postos de combustíveis. A avaliação foi feita pelo secretário-adjunto de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, e pelo secretário de Acompanhamento Econômico da pasta, Antonio Henrique.

“No final deste mês, começa a entrar a safra e há um processo de normalização [do preço do combustível]. Começa a baixar a partir de maio”, avaliou Antonio Henrique. Já de acordo com Gilson Bittencourt, o preço do álcool combustível começa a ficar “competitivo”, em relação ao que é cobrado pelo litro da gasolina, também no mês que vem. A vantagem de se utilizar álcool, em termos econômicos, só acontece se o preço do produto não estiver acima de 70% do litro da gasolina.

“A safra é de bilhões de litros. Não tem como fazer estoques muito significativos. Você tem que começar a vender. Vai cair bastante em relação ao preço que está hoje, mas não vai retornar ao patamar de dois ou três anos atrás”, disse Bittencourt, que é o principal interlocutor da área agrícola no Ministério da Fazenda.

Segundo ele, o preço do álcool subiu nos últimos meses, entre outros fatores, por conta do crescimento da renda do trabalhador – que gerou uma aquisição maior de veículos pela população. Ele observou que a venda de gasolina registrou um aumento de venda de 17% no último ano. “Foi um crescimento violento”, declarou ele. Bittencourt não quis comentar, porém, a informação de que o governo poderia aumentar a taxação sobre o açúcar como forma de tentar estimular a venda de álcool combustível no país.

Bittencourt avaliou que o preço do álcool combustível cairá mais rapidamente nos estados onde o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é menor, como é o caso de São Paulo. Neste estado, o ICMS sobre o álcool combustível é de 12%, em comparação com a média de 25% em outros estados. Além disso, lembrou ele, São Paulo, em conjunto com o Paraná, Mato Grosso e Goiás, entre outros, também é um estado produtor.

Fonte: G1

Seca no Brasil reduz previsão para produção de biocombustível em 2011

Agência Internacional de Energia reduziu projeções para o país.
Em contrapartida, a produção de etanol nos EUA deve subir.

A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu as projeções para a produção global de biocombustíveis em razão do desempenho do Brasil no setor. Segundo a entidade, a seca na região Centro-Sul reduziu a produção de cana-de-açúcar no fim do ano passado e estimulou a substituição para produção de açúcar, em detrimento do etanol.

A projeção para a oferta global de biocombustíveis em 2011 foi rebaixada em 15 mil barris por dia, para 1,8 milhão de barris por dia. Para o Brasil, a expectativa teve redução de 15 mil barris por dia. Assim, a média deverá ser de 510 mil barris por dia.

Em contrapartida, a produção de etanol nos Estados Unidos cresceu no fim do ano passado e pode ter superado 900 mil barris por dia em dezembro, conforme relatório mensal divulgado nesta terça-feira (18) pela AIE. Os produtores de etanol e biodiesel se beneficiam da decisão do governo norte-americano de renovar o crédito fiscal de US$ 0,45 e US$ 1,00 por galão, respectivamente. A agência acredita que a produção de etanol nos EUA deve subir de 860 mil barris por dia em 2010 para 900 mil barris por dia neste ano.

Fonte: G1

Preço do etanol deve continuar a subir nos postos até fim do mês

Preços nas usinas demoram duas semanas para chegar aos postos.
Em SP, maior consumidor do país, já é indiferente usar etanol ou gasolina.

O preço do etanol na bomba de combustíveis deve continuar a subir pelo menos pelas próximas duas semanas, de acordo com Alísio Vaz, vice-presidente executivo do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom). Segundo ele, existe um intervalo de duas semanas para que o comportamento dos preços ao produtor chegue ao consumidor. “Até o início desta semana, os preços ao produtor estavam subindo, o que indica que teremos ainda uma janela de duas semanas de alta nos postos se as cotações não subirem mais nas usinas”, disse ele.

No maior mercado consumidor do país, a cidade de São Paulo, é indiferente utilizar etanol ou gasolina no tanque dos carros bicombustíveis. Na média de preços, o litro de etanol hidratado está a R$ 1,70 na cidade de São Paulo, e o da gasolina em R$ 2,38. Vaz acredita que não deverá haver problemas para as distribuidoras manterem os postos de combustíveis abastecidos. “Os preços do etanol na bomba subiram de forma mais gradual que no ano passado, o que fez com que os consumidores começassem já a migrar para a gasolina. No ano passado, a migração foi muito repentina”, disse o executivo.

Fonte: G1

 

Abastecer com Etanol é vantajoso em apenas seis estados

Goiás e São Paulo têm a maior competitividade para o álcool combustível.
Já a gasolina está mais vantajosa em Roraima e no Rio Grande do Sul.

De acordo com os dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) o preço da gasolina segue mais competitivo em 20 estados e o Distrito Federal, enquanto abastecer com etanol é vantajoso em seis estados.

O estado do Ceará é o único em que é indiferente o uso de um ou outro. A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina, ou seja, o motorista tem vantagem econômica com o preço do combustível de cana até esse porcentual do valor cobrado nos postos pelo derivado de petróleo.

O etanol só é competitivo em relação à gasolina nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e Tocantins. Goiás tem a maior competitividade para o etanol no Brasil, de acordo com os preços levantados pela ANP, com o preço médio do hidratado em 62,96% do cobrado pela gasolina. Em São Paulo, que concentra quase 60% do consumo de etanol, a proporção está em 68,14%, bem próxima à paridade com a gasolina.

Segundo o levantamento, além de Goiás e São Paulo, o preço médio do etanol no Paraná está em 68,97% do da gasolina, em Mato Grosso do Sul em 69,22%, e em Tocantins em 68,85%.

Já a gasolina está mais vantajosa principalmente em Roraima (preço do etanol é 82,14% do valor da gasolina) e no Rio Grande do Sul (80,05%). No cálculo, são utilizados valores médios coletados em postos em todos os estados e no Distrito Federal.

Fonte: Revista AutoEsporte

Álcool no seu carro – Abastecer o motor com etanol é vantajoso em apenas sete estados: GO, MT, MS, PR, PE e Tocantins

Etanol é mais competitivo em GO, MT, MS, PR, PE, SP e Tocantins.
Na semana passada, o álcool combustível era vantajoso em oito estados

Abastecer com etanol em vez de gasolina é vantagem em apenas sete estados, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na semana passada, era vantagem em oito estados.

Hoje, o etanol está competitivo nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, São Paulo e Tocantins. Nos estados da Bahia, Ceará, Rondônia e Rio de Janeiro é indiferente a utilização de álcool ou gasolina no tanque. Em 15 estados e no Distrito Federal, o consumidor que opta pela gasolina leva vantagem.

No Estado de São Paulo, que concentra quase 60% do consumo de etanol, o combustível tem a segunda maior vantagem do Brasil e perde apenas para Goiás. Considerando o preço médio da gasolina de R$ 2,469 por litro em São Paulo, o etanol hidratado é competitivo na região até R$ 1,7283 e, na média da ANP, o preço em São Paulo ficou em R$ 1,616 por litro nesta semana. O preço do etanol subiu 1,2% no estado de São Paulo na semana.

A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. Segundo o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol corresponde a 65,45% do preço da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de 62,57%, em Mato Grosso de 65,77%, no Paraná de 66,89% e em Mato Grosso do Sul de 67,64%. A gasolina está mais vantajosa principalmente em Roraima (o preço do etanol é 82,18% do valor da gasolina) e no Amazonas (+ 81,61%).

Fonte Auto Esporte

Escoceses desenvolvem combustível à base de uísque

Biocombustível pode gerar 30% mais potência que o etanol comum

Cientistas escoceses da universidade de Napier, Edimburgo, desenvolveram um biocombustível para automóveis à base de uísque que pode gerar 30% mais potência que o etanol. O butanol, como é chamado, é produzido a partir da refinação dos resíduos que sobram no processo de fabricação do uísque.

Os pesquisadores que desenvolveram o butanol apontam outras características que o fazem mais vantajoso que o tradicional etanol. Diferentemente do combustível à base de cana-de-açúcar, que requer modificações no motor para a viabilização de seu uso, o combustível a uísque pode ser usado em motores não modificados e com qualquer porcentagem de gasolina em sua mistura.

Após dois anos de estudos, os pesquisadores da universidade de Napier planejam agora viabilizar a produção do butanol para o mercado e fazer do biocombustível uma boa oportunidade comercial.

“Os EUA afirmam que os biocombustíveis representarão 10% do total de vendas de combustível até 2020. Nós estamos comprometidos em achar uma nova e inovadora fonte renovável de energia”, afirmou o diretor do centro de pesquisas sobre biocombustíveis da Universidade Napier, Matin Tangney

Fonte: AutoEsporte