Arquivo mensais:outubro 2019

Fabricante coreana colocou nadadora olímpica para correr dentro de cápsula para provar o quanto é limpa a energia gerada pelo SUV Nexo

Lançado em 2018 na Europa, o Hyundai Nexo é um SUV movido a hidrogênio, com emissão zero de poluentes e capaz de percorrer até 600 km com um tanque.

Mireia Belmonte é uma das estrelas do esporte espanhol. Nos últimos jogos olímpicos, disputados no Rio de Janeiro em 2016, a nadadora levou medalha de ouro nos 200 metros borboleta e bronze nos 400 m medley.

A fabricante coreana então decidiu juntar carro e atleta para uma campanha publicitária no mínimo inusitada.

Para provar que o Nexo não polui, a Hyundai colocou Belmonte para correr dentro de uma cápsula ligada diretamente ao escapamento do carro. O resultado você vê abaixo (em espanhol):

O mais interessante é que o ar que a atleta respirou, na verdade, é mais limpo que o das grandes cidades. Isso porquê, como resultado da conversão do hidrogênio em energia, o carro gera apenas vapor d’água com oxigênio 99,9% filtrado.

 

Brasileiro vira celebridade mundial fazendo recriação digital de clássicos nacionais. O sucesso foi tanto que um deles até virou carro de verdade

mineiro Robert Ramos é designer gráfico desde os 16 anos. Apaixonado por carros, curtia desenhar automóveis no Photoshop nas horas vagas. O que ele nunca imaginaria é que suas criações um dia conquistariam fama internacional.

Hoje, com 28 anos, esse autodidata de Belo Horizonte (MG) virou uma celebridade no meio – seu Instagram @robertdesign já tem 109.000 seguidores.

Ficou conhecido no mundo devido à qualidade das recriações modernizadas que fez de clássicos nacionais como VW SP2, Karmann-Ghia, Puma, Fusca, Opala e Chevette.

O sucesso nas redes sociais foi tamanho que hoje ele vive do que era hobby: cria projetos virtuais, com seu toque retrô, para que outros possam construí-los em tamanho real. “Nem sempre o cliente segue totalmente o desenho, mas tudo começa ali”, diz.

E foi justamente um de seus fãs que o projetou mundialmente. O americano Jamie Orr é embaixador mundial da VW e roda o mundo promovendo modelos customizados da marca. Jamie se apaixonou por uma Saveiro tunada que viu no perfil de Robert, que deu autorização para que o projeto ganhasse vida.

O carro foi construído no Brasil e Jamie lançou-o no BGT (Bubble Gun Treffen) Brasil de 2018, evento dedicado a carros do grupo VW (inclui Audi e Seat), que é inspirado no GTI-Treffen, tradicional evento em Reifnitz, Áustria.

Jamie levou a Saveiro depois para os Estados Unidos, onde será exposta no Sema Show, que é considerado a maior feira de automóveis personalizados do mundo, que acontece em dezembro. Após isso, há até planos da Saveiro acelerar em Nürburgring.

Sistema é sensível à altas temperaturas e exige cuidado em cenários específicos

É verdade que não se pode usar o freio de mão após o carro andar em um trackday? Roberto Dias – São Paulo (SP)

Sim, e isso também vale após o carro ter passado por uma situação de uso intenso do freio, como em uma descida de serra. Mas o problema é mais crítico em carros que usam discos ao invés de tambor.

Quando o freio é acionado, pastilhas e lonas são pressionadas contra o disco/tambor, transformando a energia cinética do carro em calor enquanto reduz a velocidade do veículo.

Como esses componentes são feitos para dissipar a energia térmica por igual, quando o freio de estacionamento é acionado, as pastilhas impedem que a área onde estão encostadas esfrie rapidamente, criando uma diferença térmica que pode fazer com que o disco entorte.

Além disso, a contração do material conforme esfria pode fazer com que o disco se afaste da pastilha, soltando o carro.

No caso do tambor é o contrário: acionar o freio de estacionamento com ele muito quente pode fazer com que as lonas “colem” no interior do conjunto e travem o veículo mesmo com o freio aliviado.

Em alguns destes casos é possível destravar o veículo andando de ré com ele, mas em situações extremas somente um mecânico poderá descolar as lonas do tambor.

Exceção

Uma solução atualmente em desuso na indústria inibe o freio de estacionamento de ter problemas com altas temperaturas.

Esse conceito envolve a adoção combinada de sapatas na parte interna do disco, que passa a ser também um tambor. Essas lonas são acionadas somente pelo freio de estacionamento.

Por ser muito pesado, esse dispositivo foi substituído pelo acionamento do freio de estacionamento na própria pinça. Alguns superesportivos inclusive possuem uma segunda pinça extra, exclusiva para paradas.