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Nissan 370Z: a saga continua

Data: dezembro 9, 2009
Opiniões
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Uma volta rápida no herdeiro da dinastia Z de esportivos japoneses

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Nem todo mundo curtiu a versão conversível do Nissan 350Z, lançada há cinco anos. Mas o 370Z tem tudo para agradar. Com linhas sinuosas e bem balanceadas, o carro conta com a maior parte do volume na traseira. Além disso, a capota está bem melhor. E o interior mais agradável. Os principais ganhos: mais força, menos peso e preço quase igual ao da geração anterior. Agora resta esperar pela sua chegada ao mercado brasileiro, talvez no ano que vem, pelo menos como chamariz no estande da marca japonesa no próximo Salão do Automóvel, em São Paulo, entre os dias 28 de outubro de 7 de novembro.

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O 370Z passou a ser feito pela empresa européia Magna e sua qualidade melhorou a olhos vistos. A capota anterior vai parecer um capacete de futebol americano em comparação a essa nova. O acabamento está bem mais caprichado e o visual mais harmônico e de bom gosto. Até as proteções para cabeça, bem atrás dos encostos dos bancos também acompanham toda essa boa aparência. Os assentos com ventilação e aquecimento são de série, mas o sistema de refrigeração se mostrou um tanto barulhento.

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A rigidez torcional também evoluiu, com mais eficiência nas curvas, ajudando no trabalho da suspensão montada na nova estrutura do esportivo. Além disso, passando por obstáculos como tampas de bueiro e valetas, fica claro que o carro ficou mais resistente e sólido. O motor de 332 cavalos é outro destaque, entregando toda essa potência de maneira progressiva. E o câmbio manual de seis marchas parece mágico. Pise na embreagem e reduza que ele faz um “punta-taco” automaticamente, parecendo que um Schumacher está ao volante.

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Os pilotos de 350Z vão se sentir bem mais leves. O 370Z ainda é robusto, porém mais balanceado. O barulho do vento é menor, tornando possível conversar até o ponteiro do velocímetro atingir cerca de 115 km/h. Defeitos? Alguns. O novo motor 3.7 parece mais áspero, sem a suavidade de funcionamento do 3.5 que foi substituído. E a visualização do computador de bordo é sofrível. Quem busca mais desempenho ficará com a versão cupê, mais leve e com estrutura mais rígida. Mas o conversível dá conta do recado e oferece o prazer de dirigir com vento batendo no rosto.

Fonte: Revista AutoEsporte

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