Carros mais roubados - Veja os 10 veículos mais furtados no semestre de 2010
VW Gol lidera ranking de confederação de seguradoras.
Entre motos, Honda CG 125 é que mais foi alvo desses crimes.
O Volkswagen Gol é o veículo mais roubado/furtado no Brasil durante o primeiro semestre, aponta estudo da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSeg). Para estabelecer o ranking, a entidade se baseia no banco de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
O estudo mostra que 191.347 carros, motos, caminhões e ônibus foram alvos desses tipos de crime, com registro da ocorrência entre janeiro e junho (média de 1.057 veículos furtados ou roubados por dia). Na lista dos dez mais há sete carros e três motos; entre elas, a Honda CG 125 lidera. O levantamento reúne todos os modelos de cada veículo, por exemplo, do Gol.
De acordo com o Denatran, a frota total de veículos automotores no país em abril era de 61.014.812. Veja abaixo os dez veículos mais roubados/furtados no semestre, o percentual de cada um sobre o total de veículos roubados/furtados no período e a frota nacional de cada veículo.
Modelo foi o responsável pela ascensão da marca japonesa no país.
Cerca de 900 mil unidades já foram vendidas no mercado americano.
A Toyota comemora, nesta terça-feira (27), 10 anos de lançamento do híbridoPrius nos EUA. O carro foi responsável pela popularização da tecnologia híbrida – que utiliza motores elétrico e a combustão — e pela ascensão da marca japonesa nos Estados Unidos. Mais de 1,8 milhão de unidades foram vendidas em todo o mundo até hoje, com quase 900 mil somente no mercado americano.
“A Toyota reconhece na década de 1990 que o transporte sustentável seria um grande desafio nas próximas décadas”, diz o presidente e COO da Toyota Motor Sales, nos EUA, Jim Lentz. O carro chegou ao mercado japonês em 1997 e hoje é o mais vendido no país.
O modelo está previsto para ser vendido no mercado brasileiro, mas ainda passa por ajustes para a adaptação ao combustível vendido no país, que é misturada com álcool anidro. Justamente por causa do combustível, o Prius estreou antes, em novembro de 2009, na Argentina.
O Prius chegou à América do Norte em julho de 2000. Naquele ano, o sucesso do Salão de Detroit foi o Hummer H2, e os preços da gasolina nacional eram, em média, de US$ 1,50 por galão. Com o cenário desfavorável, as metas da Toyota para a venda do Prius foram de 12 mil unidades por ano.
As vendas do modelo só foram impulsionadas com o aumento dos custos com combustível. Hoje, o modelo tornou-se um veículo convencional. É o carro mais vendido na linha Toyota e um ícone para a empresa.
Gerações
Quando o Prius da primeira geração foi lançado em 2000, ele tinha 97 cavalos de potência combinado com o consumo de 17,4 km/l. Dez anos depois, o Prius tem 134 cavalos de potência e proporciona consumo de 21,2 km/l.
A próxima geração será a do Prius híbrido plug-in (PHV), já em fim de projeto. As vendas comerciais do modelo estão previstas para 2012. A evolução seguinte deverá ser o Prius Hybrid Synergy Drive.
Assim, o modelo fez história e outras fabricantes tiveram de correr atrás do atraso tecnológico. Hoje, existem quase 30 modelos híbridos de 12 marcas, fora os que ainda estão em desenvolvimento.
Além disso, 71,6% das crianças são transportadas de forma inadequada.
Quase a totalidade dos motoristas, no entanto, obedece à regra.
Seja por medo de multa ou por saber da sua importância, o fato é que quase todos os motoristas paulistanos usam cinto de segurança. Por outro lado, ainda há grande resistência por parte dos passageiros, principalmente os do banco de trás. Estudo da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mostra que apenas uma em cada dez pessoas no banco traseiro obedece à regra.
O trabalho da CET analisou o comportamento de motoristas de ônibus e táxis e dos ocupantes dos veículos particulares. Dentre os condutores, o índice mais alto de adesão ao cinto de segurança foi registrado entre os taxistas: 99%. O cumprimento da regra – em vigor na cidade desde 1994, antes mesmo da implementação do Código de Trânsito Brasileiro (em 1997) – também é considerado bom entre os motoristas de ônibus (98%) e dos carros de passeio (96,4%).
Os passageiros no banco da frente também costumam utilizar o cinto (92,9%). Por outro lado, os demais ocupantes dos veículos particulares praticamente ignoram as regras de segurança. Apenas 28,4% das crianças são transportadas de maneira adequada e 11,2% dos adultos usam o cinto de segurança atrás.
“O motorista ainda tem a preocupação de que vai ser multado, mas esse comprometimento não existe em quem está atrás”, diz a gerente de segurança da CET, Nancy Schneider. Ela acrescenta que o maior risco é uma falsa sensação de segurança por quem está no banco de trás. “Quem não usa cinto atrás é uma arma. Ele provoca risco para si e também para os ocupantes da frente. Mas acaba achando que está seguro.”
Saiba a resposta e tudo sobre as categorias de habilitação para dirigir
Conquistar a permissão para dirigir veículos é o sonho de muitos, mas nem todos sabem que existem categorias bem diferentes de Carteiras Nacionais de Habilitação. De acordo com o capitão da Polícia Militar Sérgio Marques, especialista em legislação de trânsito, o artigo 143 do Código de Trânsito Brasileiro estabelece cinco tipos de CNH. Conheça as principais diferenças entre eles:
Categoria A – é voltada para veículos de duas ou três rodas, como motonetas, motocicletas e triciclos de cabine aberta ou fechada, com ou sem carro lateral.
Categoria B – habilita condutores que poderão guiar veículos com peso que não ultrapasse 3.500 quilos (considerando o peso total do veículo e o peso da carga e de todos os ocupantes) e que acomodem até nove ocupantes, incluindo o motorista. Nessa categoria também se enquadram os quadriciclos e o Volkswagen Kombi – exceto se a van for utilizada para o transporte escolar, permitido apenas para condutores com CNH de categoria D Categoria C – vale para veículos de carga que ultrapassem os 3.500 quilos – e que transportem, no máximo, três ocupantes. Também é a CNH certa para os condutores de tratores. Categoria D – utilizada por motoristas que trabalham com transporte de passageiros cuja lotação exceda nove lugares (contando o condutor). Para quem dirige vans, microônibus e ônibus. Categoria E – considera a combinação de dois veículos, uma unidade tratora (um carro ou picape, por exemplo) e uma unidade acoplada (reboque, semi-reboque ou articulado). Se essa unidade acoplada, que também deve ter documentação e placa próprias, pesar seis mil quilos ou mais, então é necessário que o condutor tenha CNH da categoria E. Se o peso for inferior, então vale a categoria necessária para conduzir a unidade tratora – pode ser categoria B no caso do condutor dirigir um carro de passeio até 3.500 quilos, por exemplo.
A exceção termina aí. Para quem conduz com uma unidade acoplada com capacidade para transportar nove pessoas ou mais, a CNH de categoria E é imprescindível. O mesmo vale para quem leva um trailer, ou ainda para quem transporta mais de uma unidade tracionada, independente do peso.
“Condutores de motocicletas e motonetas também podem transportar um semi-reboque, desde que tenha sido especialmente projetado para esse fim e homologado pelo Denatran”, lembra o capitão Marques.
Os caminhos para a CNH
Com as mudanças ocorridas nos últimos anos, obter a CNH ficou mais complexo. Segundo o policial militar, além da maioridade, o candidato deve saber ler e escrever, e ter RG e CPF. Além disso, ele deve se submeter a exames médicos e psicológicos para só então começar a ter aulas teóricas. “Depois de 45 horas/aula o candidato pode fazer a prova. Só depois de aprovado é que ele segue para as aulas práticas”, comenta.
Nesse estágio, são mais 20 horas/aula ao volante. Ou, ao guidão, caso o candidato pleiteie a CNH de categoria A. Para quem busca as duas ao mesmo tempo, são 20 horas/aula em cada veículo. “Uma novidade recente e importante para quem vai tirar a primeira habilitação: 20% das aulas práticas devem ocorrer no período noturno”, lembra o capitão.
Se aprovado, o novo motorista recebe a Permissão Para Dirigir, válida por um ano. Se, dentro desse período, não ocorrer nenhuma infração grave, gravíssima ou a reincidência de uma infração média, o condutor finalmente recebe sua CNH. Caso contrário, está tudo perdido. E o condutor volta a ser um aluno em busca de sua PPD.
Já os condutores que pretendem mudar de categoria precisam voltar a fazer aulas práticas – nesse caso, são 15 horas/aula, 20% delas à noite. O mesmo vale para quem quer adicionar a categoria A à sua CNH. Mas existem algumas particularidades entre cada categoria. Quem quer migrar para a C precisa ter a CNH de categoria B há pelo menos um ano – mesmo que seja PPD.
Já os que pretendem chegar às categorias D e E devem ter 21 anos ou mais – além disso, quem quer a D deve ter o mínimo de dois anos com a habilitação de categoria B. “Com um ano de CNH de categoria C é possível migrar para a E, desde que o condutor também tenha 21 anos ou mais”, explica Marques. Por fim, não há prazo mínimo estipulado para quem quer ir da categoria D para a E.
“No caso das migrações, também vale a regra de multas: o condutor não pode ter infrações graves, gravíssimas ou reincidência de infrações médias ao longo de um ano”, orienta o policial militar.
Desconfie das parcelas menores no início do plano de financiamento.
Ideal é dar uma entrada de, pelo menos, 40% do valor do veículo.
Sábado é o dia mais movimentado nas concessionárias de automóveis em todo o país. Os lojistas fazem promoções e oferecem brindes e facilidades no pagamento. Não é nada difícil ficar perdido nas contas. Com a ajuda de um especialista no assunto, o Jornal Hoje orienta o consumidor a não entrar em uma armadilha.
O primeiro alerta do educador financeiro Mauro Calil é não se render aos longos prazos. Isso porque quanto mais estica o prazo do financiamento, mais juros o consumidor paga. “Vamos pegar uma taxa de 1%. O carro de R$ 27.500 em parcelas de 60 meses iria para R$ 49.959”, exemplifica o especialista.
Também desconfie das parcelas menores no início do plano de financiamento. Elas podem significar juros maiores nas demais prestações. E se a compra for feita a prazo, o ideal é dar uma entrada de, pelo menos, 40% do valor do veículo. O restante deve ser financiado em no máximo 24 meses.
“Financie só o carro, não financie o seguro, não financie o licenciamento e não financie o emplacamento, porque isso vai aumentar a conta dos juros”, ressalta Calil.
O ideal mesmo, de acordo com o educador financeiro, é pagar o carro à vista. Mesmo que isso signifique vender o carro antigo, juntar as economias e o dinheiro das férias. “Esse é o melhor negócio que existe, porque ele não vai pagar juros. Ele vai andar de carro e vai pagar pelo carro, ponto final”, afirma Calil.
Dirigibilidade esportiva é destaque da versão que custa R$ 119,5 mil.
Falta de espaço para as pernas atrapalha quem pega carona atrás.
Queridinhos de celebridades como John Lennon, Steve McQueen e Peter Sellers e estrela de filmes como “The Italian Job” (“Um golpe a italiana”, título em português) e da série cômica Mr.Bean, os pequenos Mini chamam a atenção desde 1959, quando eram produzidos pela BMC. Hoje, sob a batuta da BMW, o carro foi relançado em 2001, repaginado em 2006, e voltou às telonas com o remake de “The Italian Job” (“Uma Saída de Mestre”). No filme, ladrões bolam um roubo cujo ator principal na fuga é o carrinho. O G1 avaliou a agilidade mostrada no longa-metragem do Mini Cooper S – versão turbo do modelo – pelas ruas de São Paulo.
Apesar de o lançamento no Brasil ter acontecido no ano passado, as linhas retrô do modelo continuam a chamar a atenção das pessoas. Mas o visual também cativa quem está dentro do carro. Todos os botões lembram os de aviões, inclusive a posição; o console central tem um grande velocímetro de multifunções que compõe o estilo com o rádio, também retrô. O contador de giros fica isolado no painel. O modelo tem ainda 337 opções de combinações externas e outras 264 possibilidades de personalizar cores e acabamentos internos.
Tudo isso é um mero detalhe para quem dirige. O grande barato do modelo é a direção esportiva e a habilidade em manobras, o que o torna um kart bem sofisticado. A impressão de estar em um carrinho de corrida é reforçada ao ser acionado o botão Sport. A direção eletrônica fica mais precisa e há uma resposta mais imediata do acelerador, além de mudanças mais rápidas de marcha na transmissão automática.
Como o centro de gravidade é baixo e o carro conta com diversos sistemas de frenagem e de estabilidade (Controle Automático de Estabilidade + Tração, Controle de Freio nas Curvas, Distribuição Eletrônica de Frenagem, entre outros), as manobras em alta velocidade passam segurança ao motorista. Aliás, o carro possui airbags frontais e laterais para o motorista e o passageiro da frente e airbags de cabeça do tipo cortina.
A posição de dirigir também é confortável e possibilita total domínio das pequenas dimensões do carro. Então, para estacionar, não há a menor dificuldade. O uso de sensores de estacionamento é totalmente dispensável. A suspensão e o amortecimento permitem uma condução ainda mais dinâmica.
Junta-se a todos esses itens de esportividade o motor 1.6 turbo quatro cilindros e injeção direta de 177 cavalos — disponível apenas com câmbio automático de seis marchas, que tem opção de trocas atrás do volante e obedece perfeitamente aos comandos — e o motorista tem um carro ideal para se divertir tanto no trânsito quanto no passeio do fim de semana.
Mas quem tem o pé pesado deve tomar cuidado com o limite de velocidade das vias: o modelo atinge de 0 a 100km/h em sete segundos. Além de ser leve, o Cooper S é equipado com um sistema “overboost” que eleva o torque a 26,51 kgfm em caso de forte aceleração. Em situação “normal” o torque máximo é de 24,47 kgfm entre 1.600 e 5.000 rpm.
Pouco espaço no banco de trás
A diversão só acaba na hora de tentar dar carona para mais de uma pessoa. Apesar do teto alto, é muito difícil acomodar as pernas no banco de trás. Pessoas com mais de 1,60 m mudam de ideia rapidinho ao querer passear.
Para aqueles que gostam de ter domínio maior sobre o carro, a falta da opção de câmbio manual na versão S decepciona.
Já o consumo não é um problema. Econômico, o Mini Cooper faz a média de 9,2 km/l na cidade e de 17,5 km/l na estrada, de acordo com dados da fabricante. No entanto, o peso no orçamento vem de IPVA, manutenção e dos R$ 119.500 a desembolsar na hora da compra. “Detalhe” que acaba com a inspiração de qualquer um. Mas para aqueles que dinheiro não é problema, a excentricidade vale a pena.
Tanque de partida a frio pode ter problema de vedação. São 2.241 unidades afetadas
A Ford anunciou hoje o recall de 2.241 unidades do novo Focus com motor 1.6 Sigma ano/modelo 2010. Segundo a montadora, há um problema de vedação em um lote do reservatório de partida a frio, o “tanquinho”. Em casos extremos, esta falha pode levar ao vazamento da gasolina armazenada, criando dificuldade para acionamento do motor em dias frios quando o veículo estiver abastecido com etanol. A Ford esclarece que não há risco de incêndio.
A solução para o problema é a substituição do reservatório, que será feita caso necessário. A convocação envolve modelos fabricados até 18 de fevereiro de 2010 e inclui os modelos com numeração de chassis cujos últimos seis dígitos vão de 270427 até 314861.
Os proprietários dos veículos envolvidos deverão contatar imediatamente o centro de atendimento Ford, pelo telefone 0800 703 3673, ou um distribuidor autorizado.
Modelo com autonomia para 250 km vai estrear uma submarca do grupo.
BMW está entre os patrocinadores do evento e investirá US$ 50,5 milhões.
A BMW utilizará os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, como palco de inauguração do seu futuro carro elétrico urbano Megacity. Par isso, o modelo deverá ser o carro oficial do evento, segundo acordo fechado com o governo britânico divulgado nesta quarta-feira (21) pela imprensa internacional.
O grupo anunciou em 2009 que seria um dos patrocinadores das Olimpíadas de Londres, após fechar negócio de US$ 50,5 milhões, em acordo com a organização do evento. Segundo a companhia, 4 mil veículos serão oferecidos para o transporte de atletas, membros do Comitê Olímpico e imprensa.
Entre as unidades direcionadas exclusivamente ao evento estão modelos com baixa emissão, carros elétricos, motocicletas e bicicletas. O comitê já utiliza o slogan do ecologicamente correto e promete os Jogos Olímpicos “mais verdes da história”.
Ponto a favor do Megacity, modelo que vai estrear uma submarca do grupo BMW, que ainda não foi anunciada. O carro terá estrutura de fibra de carbono, material leve e resistente, reforçado com painéis de plástico. A bateria de íon-lítio do modelo tem autonomia para rodar 250 quilômetros e o carro atinge a velocidade máxima de 145 km/h. O motor elétrico tem 113 cavalos de potência.
O carro será apresentado no Salão de Paris, em setembro.
Japonesa planeja lançar um modelo elétrico e um híbrido plug-in em 2012. Já a alemã anunciou os modelos E-Up, o E-Golf e o E-Jetta para 2013.
O mercado elétrico de veículos deverá ganhar novos fortes concorrentes nos próximos anos. Dois anúncios feitos nesta semana confirmam, mais uma vez, que a tecnologia é a grande aposta das fabricantes de veículos em médio prazo. A Honda planeja lançar um modelo elétrico e um híbrido plug-in nos EUA e Japão em 2012. Já a Volkswagen aposta no lançamento dos modelos E-Up, o E-Golf e o E-Jetta em 2013.
A japonesa Honda também renovará seus motores e transmissões para alternativas com maior eficiência de combustível. Em entrevista à imprensa no Japão, nesta terça-feira (20), o CEO da Honda, Takanobu Ito, afirmou que para 2012 está previsto para o mercado europeu a chegada de um pequeno motor a diesel.
No caso da Volkswagen, as apostas estão concentradas nas tecnologias híbrida e elétrica. Também durante uma coletiva de imprensa nesta terça-feira, o CEO da Volkswagen, Martin Winterkorn, anunciou o lançamento do modelo Jetta e sua versão híbrida nos Estados Unidos. Além disso, Winterkorn ressaltou que a fabricante alemã pretende que, até 2018, 3% das suas vendas globais sejam de modelos elétricos.
Produtora americana Amyris Biotechnologies inicia projeto em São Paulo.
No programa piloto participam também a Mercedes-Benz e a Petrobras
O Brasil deve comercializar diesel produzido a partir de cana-de-açúcar em 2011. É o que promete a produtora americana do biocombustível Amyris Biotechnologies após inaugurar, nesta terça-feira (20), um projeto em associação com a prefeitura da cidade de São Paulo.
A divisão brasileira da Amyris Biotechnologies disse que a fábrica de São Martinho, que irá produzir biocombustível em grande escala, deve entrar em funcionamento no próximo ano; a comercialização do produto será imediata.
A Amyris e a Prefeitura iniciaram um projeto piloto no qual três ônibus do transporte urbano público serão abastecidos com 5% do biodiesel de cana-de-açúcar enquanto outros três serão abastecidos unicamente com biocombustível, a fim de estabelecer um comparativo de rendimento.
A Amyris, que desenvolveu o biocombustível de segunda geração, escolheu o mercado brasileiro como plataforma do produto e espera se unir aos grandes produtores locais de etanol, como a Cosam, Bunge e Açúcar Guarani, para conseguir atender a futura demanda.
No projeto piloto de São Paulo participam também a multinacional automotiva alemã Mercedes-Benz, encarregada de fabricar os motores dos ônibus, e a Petrobras, que tomará conta da distribuição do diesel de cana-de-açúcar.
O diesel de cana-de-açúcar foi aprovado pelos organismos reguladores dos Estados Unidos, que o consideraram o biocombustível menos poluente e que não atenta contra a produção de alimentos.